O I-131 Dentre os isótopos já conhecidos do iodo, o I-131 (iodo radioativo) é utilizado na medicina de diagnóstico para o tratamento de tumores na tireóide. Pois, esse isótopo libera radiação com características semelhantes às dos raios-x e radiação beta, sendo esta última capaz de destruir as células carcinogênicas em questão (iodoterapia). A radiação gama (também emitida por núcleos de iodo 131) é empregada em serviços de diagnóstico (como a cintilografia) – portanto, o I-131 também pode ser utilizado para o mapeamento da tireóide. Este isótopo possui meia-vida em torno de 8 dias, assim, durante algum tempo, o paciente submetido a qualquer tratamento que utilize tal substância deve manter-se afastado de outras pessoas, pois, com a ingestão do I-131 (meio pelo qual é inserido no organismo) a radiação emitida consegue ultrapassar as barreiras musculares e ósseas, ou seja, qualquer um que esteja por perto ou em contato prolongado estará exposto desnecessariamente. A expulsão se dá por via urinária (recomenda-se alto consumo de água para que o volume de urina aumente e mais iodo possa ser expelido), fecal, salivar ou pelo suor. Sendo que, apenas uma pequena parte é absorvida pela glândula. Mesmo assim, a quantidade necessária para administração só pode ser determinada após análise clínica. É importante que a paciente não efetue tais procedimentos se gestante.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
IODO RADIOATIVO
Isso é iodo radioativo, lugol é outra coisa
O I-131 Dentre os isótopos já conhecidos do iodo, o I-131 (iodo radioativo) é utilizado na medicina de diagnóstico para o tratamento de tumores na tireóide. Pois, esse isótopo libera radiação com características semelhantes às dos raios-x e radiação beta, sendo esta última capaz de destruir as células carcinogênicas em questão (iodoterapia). A radiação gama (também emitida por núcleos de iodo 131) é empregada em serviços de diagnóstico (como a cintilografia) – portanto, o I-131 também pode ser utilizado para o mapeamento da tireóide. Este isótopo possui meia-vida em torno de 8 dias, assim, durante algum tempo, o paciente submetido a qualquer tratamento que utilize tal substância deve manter-se afastado de outras pessoas, pois, com a ingestão do I-131 (meio pelo qual é inserido no organismo) a radiação emitida consegue ultrapassar as barreiras musculares e ósseas, ou seja, qualquer um que esteja por perto ou em contato prolongado estará exposto desnecessariamente. A expulsão se dá por via urinária (recomenda-se alto consumo de água para que o volume de urina aumente e mais iodo possa ser expelido), fecal, salivar ou pelo suor. Sendo que, apenas uma pequena parte é absorvida pela glândula. Mesmo assim, a quantidade necessária para administração só pode ser determinada após análise clínica. É importante que a paciente não efetue tais procedimentos se gestante.
O I-131 Dentre os isótopos já conhecidos do iodo, o I-131 (iodo radioativo) é utilizado na medicina de diagnóstico para o tratamento de tumores na tireóide. Pois, esse isótopo libera radiação com características semelhantes às dos raios-x e radiação beta, sendo esta última capaz de destruir as células carcinogênicas em questão (iodoterapia). A radiação gama (também emitida por núcleos de iodo 131) é empregada em serviços de diagnóstico (como a cintilografia) – portanto, o I-131 também pode ser utilizado para o mapeamento da tireóide. Este isótopo possui meia-vida em torno de 8 dias, assim, durante algum tempo, o paciente submetido a qualquer tratamento que utilize tal substância deve manter-se afastado de outras pessoas, pois, com a ingestão do I-131 (meio pelo qual é inserido no organismo) a radiação emitida consegue ultrapassar as barreiras musculares e ósseas, ou seja, qualquer um que esteja por perto ou em contato prolongado estará exposto desnecessariamente. A expulsão se dá por via urinária (recomenda-se alto consumo de água para que o volume de urina aumente e mais iodo possa ser expelido), fecal, salivar ou pelo suor. Sendo que, apenas uma pequena parte é absorvida pela glândula. Mesmo assim, a quantidade necessária para administração só pode ser determinada após análise clínica. É importante que a paciente não efetue tais procedimentos se gestante.
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