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domingo, 12 de julho de 2026
Lipedema.
É um tipo de inflamação que ocorre quando a linfa se acumula nos “tecidos moles” do organismo.
O sistema linfático está localizado no corpo em paralelo com o fluxo sanguíneo. Este sistema transporta um líquido transparente, esbranquiçado, chamado linfa.
A linfa contém glóbulos brancos, bem como proteínas e lípidos que ajudam na nutrição das células. A linfa combate infeções e ajuda a eliminar aquilo que é prejudicial ao organismo. Gânglios inchados ou gânglios linfáticos bloqueados podem envolver um bloqueio emocional ou uma negação das próprias emoções, deixando a pessoa desprotegida e vulnerável às “toxinas” de determinados sentimentos.
Pode ser difícil lidar com uma determinada situação e, em vez de falar sobre ela ou pedir ajuda, pode optar-se por guardar tudo, mantendo em segredo o desânimo e o desespero, podendo até surgir a sensação de querer desistir.
É possível que esteja a tentar enfrentar uma situação complicada e, em vez de falar sobre ela ou procurar ajuda, escolha guardar tudo para si. Isto pode envolver sentimentos de desânimo e desespero, podendo até surgir a vontade de desistir completamente.
Tem tendência para criticar, julgar e tirar conclusões precipitadas que são simplesmente resultado de uma mente muito ativa e de uma sensibilidade extrema (em que até as emoções mais subtis podem afetá-lo profundamente)? É possível que algumas observações lhe transmitam impressões erradas e que as interprete de uma forma que não corresponde necessariamente à realidade.
Se vive numa postura defensiva, com baixa autoestima ou com dificuldades em comunicar com os outros, a coragem e a vitalidade podem tornar-se difíceis de alcançar, até ao ponto de deixar de encontrar motivação na vida.
Acredita que é possível tomar consciência dos seus pensamentos, gerir melhor as suas emoções e permitir que a alegria flua livremente dentro de si? Regresse ao essencial e concentre a sua atenção nos verdadeiros valores da vida, em vez de se focar apenas naquilo que sente que lhe falta.
Como seria recuperar, voltar a movimentar-se e colocar as coisas em movimento, permitindo que a sua energia volte a circular? Sair da sua letargia emocional.
Acredita que pode começar a respeitar as suas necessidades em todos os níveis, permitindo que o sentimento de desespero desapareça e dê lugar à esperança e à alegria de viver?
Uma vez que o sistema linfático está diretamente relacionado com as emoções e com o lado emocional da pessoa, e que os gânglios linfáticos funcionam como pequenos filtros da linfa, algumas abordagens associam alterações nos gânglios linfáticos a medos profundos, culpa e desespero relacionados com emoções no âmbito do amor e da sexualidade. Mesmo que atualmente viva uma relação amorosa harmoniosa, desilusões profundas do passado podem voltar a manifestar-se desta forma.
Os gânglios linfáticos aumentados, por outro lado, caracterizam-se pelo aumento do seu volume e podem ser causados por inflamação, tumores ou infeções. Isto significa que pode estar perante uma situação de stress ou um impacto emocional relacionado com medos.
Os gânglios linfáticos aumentados correspondem a uma inflamação de um gânglio do sistema linfático, que pode estar associada a insegurança emocional ou medo. A zona do corpo afetada pode indicar o aspeto da vida que está envolvido.
Como seria compreender a origem da sua dor, para o ajudar a tomar consciência do medo que o acompanha e desenvolver a confiança necessária para ultrapassar essa emoção?
Acredita que pode deixar de se sentir frágil e enfrentar os acontecimentos da vida?
Tireoide.
A glândula tiroide é uma glândula endócrina com forma de borboleta. Está localizada na base do pescoço. O comprimento de cada lobo não ultrapassa os 5 cm e o seu peso normalmente não excede os 30 gramas num adulto. O seu pequeno tamanho é inversamente proporcional à sua importância para a saúde: a tiroide influencia o funcionamento de cada célula, tecido e órgão do organismo, desde os músculos, ossos e pele até ao aparelho digestivo, cérebro, coração e muitos outros.
A glândula #tiroide desempenha estas funções principalmente através da secreção de hormonas que controlam a rapidez e a eficácia com que as células transformam os nutrientes em energia. Por outras palavras, a tiroide tem um papel essencial na regulação do metabolismo, permitindo que as células funcionem corretamente. As doenças da tiroide surgem como consequência de diferentes alterações na produção destas hormonas.
Para compreender melhor a importância da tiroide, é necessário conhecer o seu funcionamento.
Tal como o motor de um automóvel não pode funcionar sem combustível, a tiroide também necessita de um “combustível” para produzir as hormonas tiroideias. Esse combustível é o iodo, presente em determinados alimentos, como o sal iodado, os mariscos, o pão e o leite. Quando consumimos estes alimentos, o iodo passa para a corrente sanguínea. Posteriormente, a tiroide retira-o do sangue e utiliza-o para produzir dois tipos de hormonas tiroideias:
• Tiroxina (T4), assim chamada porque contém 4 átomos de iodo.
• Triiodotironina (T3), assim chamada porque contém 3 átomos de iodo.
Em condições normais, a glândula tiroide liberta a quantidade adequada de hormonas para que o organismo funcione de forma ideal. Os níveis de TSH tendem a manter-se estáveis; no entanto, respondem mesmo às mais pequenas variações dos níveis de T4, e vice-versa.
A rede HPT (hipotálamo-hipófise-tiroide) pode ser afetada de diferentes formas. Por exemplo, vários fatores externos podem interromper esta “comunicação”, dando origem às seguintes situações:
🌱 A glândula tiroide não produz hormonas suficientes, o que abranda todas as funções do organismo. Esta condição é conhecida como HIPOTIROIDISMO ou tiroide hipoativa.
🌱 A glândula tiroide produz hormonas em excesso, sobrecarregando os órgãos do corpo. Esta condição é conhecida como HIPERTIROIDISMO ou tiroide hiperativa.
A Nova Medicina Germânica ajuda-nos a compreender o conflito com que nos deparamos:
▪️ Para o lado direito: não fui suficientemente rápido para alcançar, apanhar ou conseguir um “bocado”.
Exemplo: alguém tirou-me algo mesmo à frente dos meus olhos, foi mais rápido do que eu, perdi a oportunidade de conseguir algo que desejava (uma casa, um emprego).
▪️ Para o lado esquerdo: não fui suficientemente rápido para me livrar de um “bocado”.
Exemplo: não terminei a tempo um ensaio ou um trabalho, não vendi a tempo um negócio que já não era rentável ou não consegui sair de uma relação tóxica porque “cheguei demasiado tarde”.
Algumas sugestões com óleos essenciais:
Mistura de Lemongrass, Incenso (Frankincense), Mirra, Hortelã-pimenta e Cravinho, ou então Manjericão, Incenso, Cravinho, Lemongrass e Mirra, aplicando na zona de projeção da glândula tiroide 2 a 3 vezes por dia.
Copaíba e Incenso por via sublingual, 3 vezes por dia.
Frankincense e Alecrim, aplicados topicamente no pescoço e na zona da tiroide 2 ou 3 vezes por dia.
LLV (Lifelong Vitality Pack).
Protocolo do Perdão e Protocolo Celular da Symphony of the Cells.
CARA-INSULINA.
🌿 CARÁ-INSULINA (Dioscorea bulbifera)
O cará-insulina é uma planta que vem despertando grande interesse da comunidade científica. Estudos realizados em laboratório e em animais demonstraram um potencial promissor, principalmente devido à presença de compostos bioativos com ação:
✅ Potencial antidiabético, auxiliando no controle da glicemia por mecanismos relacionados à redução da ingestão de carboidratos.
✅Ação antioxidante.
✅Ação anti-inflamatória.
✅Atividade antimicrobiana.
✅Potencial para auxiliar na cicatrização.
Algumas pesquisas experimentais também observaram melhorias no perfil de colesterol e triglicerídeos. Esses resultados são promissores, mas ainda precisam ser confirmados por estudos clínicos em seres humanos.
⚠️ Importante: a própria ciência também prevê que a Dioscorea bulbifera pode conter substâncias capazes de causar toxicidade, principalmente ao fígado, quando utilizada de forma útil. Por isso, pesquisadores estão estudando formas de reduzir essa toxicidade e desenvolver extratos padronizados e mais seguros. O potencial da planta é grande, mas ainda são necessários mais estudos para que ela possa dar origem a fitoterápicos seguros e eficazes.
PFIZER.
A Pfizer foi fundada em 1849 por dois imigrantes alemães em Brooklyn, Nova Iorque: Charles Pfizer e Charles Erhart.
Eles não eram médicos. Eram químicos.
O primeiro produto deles? Um rebuçado antiparasitário.
Não medicamentos. Doces.
Construíram a sua fortuna não através da descoberta de curas, mas através da produção de substâncias químicas em grande escala. Esse ADN empresarial nunca mudou.
177 anos depois, a Pfizer é uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo.
Receitas: 58 BILHÕES de dólares (2022).
Capitalização de mercado: mais de 150 mil milhões de dólares.
Produtos presentes em praticamente todos os hospitais, farmácias e armários de medicamentos do planeta.
E, em 177 anos de atividade, não curaram realmente nenhuma doença.
sábado, 11 de julho de 2026
SAIBA IDENTIFICAR O SEU MUCO CERVICAL E AUMENTE AS CHANCES DE ENGRAVIDAR
SAIBA IDENTIFICAR O SEU MUCO CERVICAL E AUMENTE AS CHANCES DE ENGRAVIDAR
👉O VISUAL mostra como o muco cervical (secreção produzida pelo colo do útero) muda ao longo do ciclo da mulher, principalmente em relação à OVULAÇÃO.
1. APÓS AS REGRAS (menstruação)
👉O muco costuma ser pouco, mais seco ou quase ausente.
É uma fase de baixa fertilidade porque o corpo ainda está se preparando para uma nova ovulação.
2. ANTES DA OVULAÇÃO
👉O MUCO começa a aumentar e pode ficar branco e mais úmido.
O aumento do estrogênio provoca mudanças no colo do útero, preparando o ambiente para a chegada dos espermatozóides.
3. DURANTE A OVULAÇÃO (período fértil)
👉O MUCO TORNA-SE transparente, abundante e elástico, semelhante à clara de ovo.
Esse é o sinal natural de maior FERTILIDADE, pois facilita a passagem e sobrevivência dos espermatozoides.
4. APÓS A OVULAÇÃO
👉O MUCO volta a ficar mais espesso, opaco e pegajoso, formando uma barreira que dificulta a entrada de microrganismos e reduz a passagem dos espermatozóides.
ATENÇÃO👇👇👇
👉Uma observação do muco cervical pode ajudar a identificar o PERÍODO FÉRTIL.
👉MAS ALTERAÇÕES anormais (mau cheiro, excitação, dor ou mudança de cor intensa) podem indicar infecção e devem ser avaliadas por um profissional de SAÚDE.
MULHERES QUE ESTÃO TENTANDO ENGRAVIDAR A ANOS E NÃO CONSEGUEM, PUXEM OU SEGUEM O MEU PERFIL👉Júlio Henriques Abentoado
Tenho receitas confiáveis e seguras a bom preço!
O diabetes.
O diabetes não só eleva o açúcar, pode afetar praticamente todo o corpo.
Muitas pessoas acreditam que o diabetes mellitus consiste apenas em glicose alta. A realidade é que, quando permanece mal controlado durante anos, pode danificar silenciosamente os vasos sanguíneos e os nervos, aumentando o risco de complicações que podem comprometer a visão, o coração, os rins, o cérebro e os membros.
O excesso de glicose no sangue danifica progressivamente tanto os vasos sanguíneos pequenos como os grandes. Como consequência, o coração corre maior risco de sofrer um ataque cardíaco, o cérebro pode um ataque cardíaco, os rins perdem a capacidade de filtragem específica o sangue e a retina podem deteriorar-se até causar perda significativa da visão.
Um dos órgãos que também pode ser afetado é o pâncreas. Na diabetes tipo 2, este órgão trabalha durante anos tentando produzir cada vez mais insulina para vencer a resistência do organismo, até que, com o tempo, muitas das suas células começam a perder a sua capacidade de funcionamento adequado.
Além disso, os danos nos nervos, conhecidos como neuropatia diabética, fazem com que muitas pessoas parem de sentir dor ou pressão nos pés. Isto favorece o aparecimento de feridas que passam despercebidas, podem infectar e, se não forem tratadas oportunamente, evoluir para lesões muito graves.
O mais preocupante é que muitas dessas complicações terminam sem produzir sintomas evidentes. Por isso, esperar por “sentir-se mal” para agir geralmente significa que o dano já está se desenvolvendo há anos.
A boa notícia é que grande parte dessas complicações pode ser prevenida ou atrasada como um bom controle da glicose, alimentação saudável, atividade física regular, controle da pressão arterial e colesterol, não fumar e realizar exames médicos periódicos, incluindo revisão ocular, enxaguatórios e os pés.
Não espere que as complicações apareçam para levar o diabetes a sério. Um bom controle hoje pode proteger seu coração, seu cérebro, seus rins,etc.
PÂNCREAS.
O pâncreas é um órgão importante localizado atrás do estômago, responsável pela digestão e pela regulação do açúcar no sangue. Suas células exócrinas liberam enzimas digestivas no intestino delgado, enquanto as células endócrinas produzem hormônios como a insulina e o glucagon. Juntas, essas funções ajudam o corpo a decompor os alimentos e a manter níveis estáveis de glicose.
Erva-Botão (Eclipta prostrata): A Planta Simples que Regenera o Fígado com Segurança.
Erva-Botão (Eclipta prostrata): A Planta Simples que Regenera o Fígado com Segurança
A Eclipta prostrata, chamada popularmente de erva-botão, falsa-margarida, erva-de-taguá ou erva-macaé, é uma planta rasteira usada há séculos na medicina ayurvédica e chinesa como uma das mais poderosas ervas hepatoprotetoras. Rica em flavonoides, alcaloides e cumarinas, é considerada um tônico natural para o fígado.
✅Benefícios da Erva-Botão (Eclipta prostrata)
1. Regenera células do fígado (hepatócitos) – auxilia na recuperação após hepatite, esteatose e intoxicações.
2. Proteção contra hepatite viral – estudos apontam efeitos positivos no combate à hepatite B e C.
3. Ação antioxidante potente – neutraliza os radicais livres que danificam as células hepáticas.
4. Auxilia na desintoxicação natural – aumenta a produção de enzimas que limpam o organismo.
5. Melhora da digestão e metabolismo – regula a bile e ajuda a metabolizar gorduras.
6. Controle da glicemia – contribui para manter os níveis de açúcar equilibrados.
7. Equilíbrio do colesterol – ajuda a reduzir triglicerídeos e LDL.
8. Efeito anti-inflamatório – útil em inflamações no fígado e no sistema digestivo.
9. Fortalecimento do cabelo e pele – na medicina ayurvédica é usada para evitar queda de cabelo e manter o cor natural.
10. Apoio à imunidade – fortalece o corpo contra infecções.
🌿Formas de Uso
Chá: 1 colher (sopa) de folhas secas em 200 ml de água. Ferver a água, desligar o fogo e acrescentar as folhas,tampe e deixar em infusão por 5 minutos, coar e tomar até 2 xícaras ao dia.Se for a raiz o chá é feito com decocção.
Suco verde medicinal: folhas frescas batidas com água ou junto a outros vegetais detox.
Uso externo: cataplasma das folhas para pele e couro cabeludo (fortalece e ajuda em pequenas lesões).
⚠️Contra
Evite o uso contínuo em grandes doses.
Gestantes, lactantes e pessoas em tratamento com remédios para fígado devem consultar um profissional.
🌸Curiosidade
Na Índia, a Eclipta prostrata é chamada de Bhringraj e considerada uma das ervas mais importantes para a saúde do fígado e dos cabelos, sendo usada em óleos e tônicos naturais
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Os medicamentos antipsicóticos prescritos também são conhecidos como neurolépticos (que significam “captura dos nervos”).
Os medicamentos antipsicóticos prescritos também são conhecidos como neurolépticos (que significam “captura dos nervos”), tranquilizantes maiores, medicamentos antiesquizofrenia e “camisas de força química”. O haloperidol e a olanzapina pertencem a esta categoria de medicamentos. São prescritos principalmente para condições como a esquizofrenia.
Um efeito secundário comum destes medicamentos é uma condição neurológica grave chamada acatisia (palavra derivada de a, que significa “sem”; e kathisia, que significa “sentar-se”; ou seja, incapacidade de permanecer sentado ou quieto).
A acatisia provoca uma profunda inquietação interior, intenso sofrimento e terror, podendo estar associada a comportamentos impulsivos, incluindo pensamentos suicidas e atos de violência. Caracteriza-se por uma necessidade incontrolável de se movimentar, levando muitas vezes a andar constantemente de um lado para o outro, mexer-se sem parar e um aumento da irritabilidade ou melhoria.
Os psiquiatras sabem que os medicamentos antipsicóticos podem causar acatisia, mas recentemente alertaram os pacientes de que esse efeito pode ocorrer.
O Brasil certamente está entre os países com mais leis e regulamentações do mundo.
O Brasil certamente está entre os países com mais leis e regulamentações do mundo. São milhões de normas sobre a cabeça do cidadão comum, controlando desde comportamentos fúteis do convívio social até, cada vez mais, aquilo que devemos pensar.
O Estado brasileiro e seus sucessivos governos, há centenas de anos, tentam controlar e orientar o comportamento social por meio de leis sobre leis. Com isso, o sistema se torna cada vez mais confuso, abrangente e aberto a interpretações que, muitas vezes, são usadas como instrumentos de perseguição, censura e destruição das liberdades individuais.
O “cidadão de bem”, hoje, é quase um indivíduo hipotético. Dentro da sociedade brasileira, torna-se cada vez mais difícil não ser, em algum nível, um infrator, um contraventor ou até mesmo um criminoso. A quantidade de leis criadas dia após dia pode facilmente transformar qualquer indivíduo que esteja preocupado com alguma coisa.
O título de criminoso, que antes parecia reservado ao pior tipo de pessoa, como assassinos, ladrões e corruptos, hoje pode ser aplicado até a uma opinião. Ironicamente, muitas vezes assassinos e ladrões são mais tolerados, relativizados e até vangloriados do que alguém que ousa comete uma atitude mais perigosa que um brasileiro pode ter hoje: pensar por si próprio.
Agora, lei não é referência absoluta do que é certo ou errado. Lei sequer é, necessariamente, referência de justiça. No Brasil, muitas vezes, a lei representa apenas a imposição da vontade de uma parcela da população sobre todo o resto. Logo, muitas coisas podem transformar alguém em criminoso, acusado ou suspeito.
O Estado é, por natureza, sujeito ao controle. Seus governos são agentes executivos da imposição desse controle. E o pior criminoso, aquele que é diretamente destruído, perseguido e eliminado, não é necessariamente quem roubou milhões ou matas ofertas. É quem discorda.
Para um governo com tendências totalitárias, o pior crime é uma opinião. Qualquer pensamento, posicionamento ou fala que esteja fora do que é permitido passa a ser combatido, criminalizado e perseguido. Essa é uma das métricas que alertam para uma ditadura em curso: quando você já não tem liberdade para pensar por si.
“Quem não deve não teme.” Essa é a frase que a parcela concordante ecoa contra quem se atreve a questionar. É uma tentativa de constranger qualquer pessoa pelo ato revolucionário de dar uma opinião na contramão do que é socialmente aceito.
Hoje, até uma conversa comum entre amigos, entre parceiros ou mesmo entre estranhos pode facilmente rotular alguém como agressor, misógino, racista ou qualquer outra categoria de notícias públicas. Muitas vezes sequer houve intenção, mas a própria natureza subjetiva de certas leis e interpretações permite enquadrar quase tudo como crime.
Isso acontece porque muitas dessas normas não foram criadas para corrigir algum problema. Foram criados para fragmentar a sociedade, ampliar o medo e obter controle.
A liberdade é a base da construção de uma sociedade autônoma e madura, formada por indivíduos conscientes e responsáveis. E esse é o maior desespero de muitos governos. O que eles desejam não são cidadãos livres, críticos e independentes, mas pessoas ignorantes, dependentes e inválidos.
Dessa forma, o ciclo se renova e se torna autossustentável. Quem depende do Estado para dizer o que é certo, quais valores deve seguir e até o que deve pensar jamais desejará se livrar desse conforto psicopatológico. É uma condição criada em mentes com julgamento crítico e pessoal deteriorado, onde a reflexão própria deu lugar ao eco de ideologias e militâncias que não resistem ao argumento lógico mais básico.
O apoio ao totalitarismo estatal é um campo minado por onde caminhamos tanto aliados quanto opositores. Em algum momento, você pode se tornar vítima do mesmo tipo de injustiça, perseguição e censura que um dia defendeu contra quem pensava diferente.
Todo o espaço que cedemos ao Estado dentro de nossas casas, famílias e mentes naturalmente é conquistado de volta.
Se permitirmos que governos, entidades políticas e ideológicas ditem regras e leis para tudo, em breve não sobrará nada. Famílias serão destruídas, casamentos e relacionamentos se tornarão cada vez mais impossíveis, e tudo aquilo que por autêntico, espontâneo e humano será tratado como ameaça.
No fim, não será preciso cometer um grande crime para ser perseguido. Bastará pensar
Glândula pituitária ou hipófise.
A hipófise é uma pequena glândula endócrina localizada na base do cérebro e conectada ao hipotálamo. Ela libera hormônios que regulam o crescimento, a reprodução, o metabolismo, as respostas ao estresse, o equilíbrio hídrico e a atividade de diversas outras glândulas endócrinas. Frequentemente chamada de "glândula mestra", a hipófise desempenha um papel central na manutenção do equilíbrio hormonal em todo o corpo.
Glândula pituitária e hipófise são exatamente a mesma estrutura. Ela é uma pequena glândula endócrina do tamanho de um grão de ervilha localizada na base do cérebro. Conhecida como "glândula mestre", controla a maioria das outras glândulas do corpo.
terça-feira, 7 de julho de 2026
“A saúde mental não existe. Existe apenas a saúde.”
Há alguns dias circulados um excerto de uma conferência realizada em Girona pelo Dr. José Luis Marín, médico psiquiatra, com um título que, por si só, representa uma declaração de princípios: “A saúde mental não existe. Existe apenas a saúde.”
Em primeiro lugar, é importante dizer que esta afirmação não é apenas um jogo de palavras. Marín apresenta uma crítica profunda à forma como a psiquiatria contemporânea construiu seu discurso sobre o sofrimento humano, e esse discurso merece ser baseado com atenção.
A ideia central de sua apresentação é simples, embora difícil de aceitar para grande parte do sistema de saúde mental: a depressão não surge primeiro no cérebro e depois se manifesta na vida de uma pessoa. Muitas vezes acontece o contrário.
Primeiro acontecer coisas: perdas, luto, violência, solidão, traumas; e só depois podem surgir alterações na química cerebral.
Esta nuance é essencial. Transformar a causa em efeito e o efeito em causa significa inverter a lógica do sofrimento humano para adaptar-se a um modelo médico que procura identificar um órgão doente sobre o que possa intervir.
Marín também destaca um aspecto já discutido nos trabalhos de Marino Pérez Álvarez e Froxán Parga: a ideia de um suposto déficit de serotonina, usado para explicar o uso generalizado de antidepressivos, não foi comprovado por meio de evidências sólidas. Não se trata apenas de uma opinião marginal ou de uma provocação, mas de uma questão debatida por muitos profissionais de psiquiatria, embora raramente seja explicada ao paciente que recebe uma receita após poucos minutos de consulta.
Entretanto, continuamos muitas vezes a tratar como uma doença exclusivamente orgânica aquilo que pode representar, em grande medida, uma ocorrência humana a situação humana.
O que considera mais importante na mensagem de Marín é a parte sobre o que quase ninguém fala. Ele não nega que possam existir alterações ao nível do cérebro. Pelo contrário, amplia a perspectiva sobre os fatores que o influenciam.
A atividade física, o descanso, a alimentação, as relações sociais, o risco e a redução do contato com substâncias químicas também podem alterar o funcionamento do cérebro. Não é apenas um comprimido que influencia a biologia. É necessário cuidar da vida completa da pessoa — algo que o modelo segundo biomédico por vezes deixa em plano, porque exige tempo, escuta e envolvimento.
Tudo isto não significa negar ou minimizar o sofrimento. Marín é claro nesse ponto: as pessoas que passam por depressão, sofrimento, e esse sofrimento é real e profundo.
O problema não é considerar a dor, mas sim uma resposta dada, que muitas vezes se reduz a um medicamento destinado a corrigir um desequilíbrio bioquímico que não foi demonstrado de forma convincente.
Do ponto de vista da minha, esta abordagem tem uma ressonância especial. Não podemos apresentar o ser humano como uma máquina bioquímica avariada, mas como uma pessoa completa — corpo, alma e espírito — moldada pelas relações, pela sua história, pela queda e pela graça.
O sofrimento da alma não pode ser resolvido apenas através da regulação dos neurotransmissores, tal como a restauração do ser humano não acontece exclusivamente através de uma fórmula farmacológica. Existe uma dimensão relacional e espiritual do sofrimento que uma psiquiatria mais redutora muitas vezes deixa de lado, mas que a fé sempre é reconhecida.
Assim, aquilo que Marín propõe não é abandonar a medicina ou os tratamentos medicamentosos quando forem necessários, mas devolver à pessoa a sua própria história, o seu próprio corpo e o seu ambiente de vida como elementos legítimos de intervenção, em vez de reduzir a imagem de um cérebro com um suposto defeito químico.
Considere que a saúde não significa apenas a ausência de um diagnóstico. Significa a possibilidade real de viver uma vida equilibrada, preparada por relações diferentes e por um sentido profundo de existência — algo que a serotonina, por si só, não consegue oferecer.
CORTISOL.
Costumamos pensar que ansiedade = cortisol alto. Mas a neurociência está revelando uma história mais complexa.
Após o estresse, o cérebro primeiro ativa o eixo HPA, elevando os níveis de corticosterona. Então, algo surpreendente acontece: o fígado entra em ação.
As enzimas hepáticas (CYP3A e 11β-HSD1) começam a degradar a corticosterona, fazendo com que seus níveis diminuam. Parece que as coisas vão se acalmar, certo?
Não exatamente.
Níveis mais baixos de corticosterona reduzem a atividade da MAO no cérebro, o que significa menor degradação da norepinefrina. O resultado? A norepinefrina se acumula, mantendo o cérebro em um estado de alerta e ansiedade.
Assim, a ansiedade pode persistir mesmo quando os hormônios do estresse estão baixos. Este é o eixo fígado-cérebro em ação, mostrando o quão profundamente interconectados nossos sistemas estão.
Às vezes, não é apenas o cérebro que causa a ansiedade. É o corpo todo.
Referência: Tseilikman V, et al. International Journal of Molecular Sciences. 2022;23(9):4881.
Desidrose: quando a pele das mãos indica que você precisa de calma e proteção.
Desidrose: quando a pele das mãos indica que você precisa de calma e proteção🤲✨
A disidrose, também conhecida como eczema disidrótico ou pomfolix, é uma afecção da pele que geralmente aparece nas mãos, nos dedos e, em algumas pessoas, também nas tortas. É caracterizado por pequenas ampollitas, descamação, ardor, picada intensa e sensação de pele tirante ou agrietada. Embora possa ser alarmante, não é contagioso; não se transmite ao tocar a outra pessoa ou ao compartilhar objetos. Sua aparição geralmente está relacionada a uma mistura de fatores: sensibilidade de pele, irritantes, umidade, sudorese, alergias de contato e, em muitos casos, períodos de estresse emocional ou físico.
O interessante desta condição é que a pele funcione como uma espécie de “barômetro interno”. Quando o corpo passa por tensão, falta de descanso, mudanças de clima ou exposição repetida a jabones fortes, detergentes, géis antibacterianos, luvas com suor acumulado ou produtos químicos, a barreira cutânea pode debilitar. Essa barreira é como o escudo natural da pele: mantém a hidratação interna e ajuda a proteger as substâncias externas. Quando se altera, aparecem brotes, ressequedad, gretas e aquelas pequenas ampolas que podem picar muchísimo.
Ele não “inventa” a doença por si só, mas pode atuar como um desencadeante importante. A Academia Americana de Dermatologia explica que muitas pessoas não apresentam brotes de eczema disidrótico durante períodos de calor ou quando se sentem estresadas. Além disso, esses irmãos podem aparecer e desaparecer por temporadas, o que faz com que algumas pessoas sintam que “se curaram” e depois voltam sem aviso.
Um sinal comum é a aparição de ampollitas profundas, como pequenas burbujas abaixo da pele, acompanhadas de picazón ou ardor. Depois, a pele pode empezar a pelarse, quedar sensible, roja ou con grietas. O NHS descreve a pomfolix como uma condição que provoca ampolas com picadas nas mãos ou nas tortas, com sintomas que podem durar de 2 a 3 semanas por brote.
O cuidado diário é fundamental. Não basta “aguar a picadela” ou rascar até romper a pele, porque isso pode aumentar a irritação e abrir a porta para infecções. O ideal é lavar as mãos com produtos suaves, secar bem — especialmente entre os dedos — e aplicar um creme hidratante especial várias vezes ao dia. Los emolientes ajudam a reparar a barreira cutânea e reduzir a perda de água. Em termos mais fortes, os dermatologistas suelen indicam tratamentos como cremes com corticosteróides por tempo limitado, dependendo da gravidade dos sintomas. A Mayo Clinic informou que o tratamento pode incluir cremes ou ungüentos com esteróides recebidos, fototerapia ou medicamentos em casos mais intensos.
Também recomendamos prestar atenção aos possíveis detonantes: metais como níquel ou cobalto, produtos de limpeza, perfumes, jabones agressivos, sudor excessivo, umidade prolongada dentro de luvas, calor e estrés. Usar luvas de algodão abaixo das luvas de limpeza pode ajudar quando você manipula detergentes, mas é importante evitar que as mãos fiquem sujas por muito tempo. A chave é protegida sem isolar a pele em umidade constante🧤.
A disidrose não deve ser vista como uma falha de higiene nem como algo “sucio”. É uma reação inflamatória da pele que requer cuidado, paciência e, quando houver repetição ou imperador, avaliação médica. Se houver dor intensa, pus, calor local, febre, dores profundas ou brotes frequentes, é mais prudente consultar uma dermatologia para confirmar o diagnóstico e descartar alergias de contato ou outras doenças da pele.
Plano de ação: 3 recomendações práticas✅
Protege a barreira da pele todos os dias🧴
Use jabones suaves, seque bem as mãos e aplique creme hidratante espesa depois de lavar as mãos. A consistência ajuda mais que aplicar creme sozinho quando você estiver brote.
Reduza os irritantes e a umidade atrapada🧤
Evite detergentes diretos, produtos perfumados fortes e luvas que acumulem sudor. Para limpar, use luvas protetoras e retire-as ao final.
Observe seus detonantes emocionais e financeiros🌿
O estrés, o calor, o sudor e alguns metais podem empeorar os brotes. Dormir melhor, fazer pausas na respiração e cuidar da rotina diária também faz parte do tratamento.
📚Fonte: Eczema disidrótico: Visão geral, causas, diagnóstico e tratamento
🏥Instituição: Associação da Academia Americana de Dermatologia (AAD), 2026
domingo, 5 de julho de 2026
METABOLISMO LENTO.
Na medicina clássica, as coisas estão claramente divididas: o hipotiroidismo está sobretudo associado à intolerância ao frio, e o hipertiroidismo à intolerância ao calor.
Esta distinção é importante e não deve ser ignorada.
No entanto, existe uma situação mais subtil: algumas pessoas apresentam sinais de metabolismo lento — pele fria, mãos e pés frios, temperatura corporal baixa, transpiração reduzida, fadiga, digestão lenta — mas, paradoxalmente, toleram mal também o calor intenso.
Isto não significa automaticamente que “o hipotiroidismo provoca intolerância ao calor” no sentido clássico. Significa antes que o sistema de termorregulação pode ser rígido e pouco eficiente.
A termorregulação não depende apenas de quanta energia o corpo produz, mas também de quão bem a consegue eliminar.
Para se livrar do calor, o corpo precisa de fazer duas coisas essenciais: levar sangue quente até à pele e produzir transpiração que possa evaporar.
Se estes dois mecanismos não funcionarem bem, o corpo pode ser frio em repouso, mas ainda assim ter dificuldade em eliminar calor quando o ambiente está quente.
1. Contexto moderno: PUFA e stress oxidativo
Um primeiro fator de fundo é a composição da gordura corporal.
O estudo de Guyenet & Carlson mostra que o tecido adiposo dos adultos americanos se tornou muito mais rico em ácido linoleico, o principal ómega-6 dos óleos vegetais.
Este estudo não demonstra diretamente intolerância ao calor.
Mostra apenas que a gordura corporal moderna mudou qualitativamente.
Esta mudança não ocorre de um dia para o outro. O tecido adiposo reflete a história alimentar do corpo a longo prazo. Até certo ponto, o perfil lipídico do organismo começa a ser influenciado ainda na vida intrauterina, sendo depois moldado pela alimentação na infância, adolescência e vida adulta.
Daqui pode construir-se apenas uma hipótese metabólica: um tecido adiposo mais rico em PUFA pode ser mais vulnerável à peroxidação lipídica, inflamação e stress oxidativo, sobretudo em situações de stress, lipólise, esforço ou calor intenso.
Um terreno rico em PUFA pode ser um fator de vulnerabilidade metabólica, especialmente quando se combina com excesso de gordura corporal, má circulação periférica, transpiração deficiente ou hipotiroidismo real.
Os PUFA não “bloqueiam a evaporação” fisicamente. Mais corretamente, podem contribuir para um terreno metabólico mais instável, mais oxidável e menos resistente ao stress.
2. Peso corporal elevado: muita transpiração, mas fraco arrefecimento
Um segundo fator é a massa corporal e a quantidade de tecido adiposo.
Não é correto dizer que pessoas com mais peso transpiram sempre menos.
Muitas vezes podem até transpirar mais, sobretudo no esforço ou no calor, porque têm mais massa corporal para arrefecer.
Mas transpiração abundante não significa automaticamente arrefecimento eficaz.
A transpiração só arrefece o corpo se evaporar eficazmente e se o sangue quente chegar à pele. Se o suor escorre mas não evapora bem, a perda real de calor continua a ser reduzida.
A gordura subcutânea atua como uma camada isolante, podendo atrasar a transferência de calor do interior do corpo para a pele.
Além disso, quanto maior a massa corporal, menor é a superfície de pele em relação ao volume do corpo. Na prática, o corpo tem mais massa para arrefecer, mas um “radiador” relativamente menor.
Por isso, uma pessoa com excesso de gordura pode transpirar muito e ainda assim sobreaquecer mais facilmente.
O cenário mais difícil ocorre quando o excesso de gordura se combina com metabolismo lento, má circulação periférica e transpiração deficiente.
3. Hormonas do stress podem simular um estado “acelerado”
Por vezes, um corpo com baixa energia metabólica pode parecer paradoxalmente “acelerado”: pulso elevado, inquietação, palpitações, insónia, tremores, suores frios.
Isto não significa automaticamente hipertiroidismo. Podem existir muitas explicações: ansiedade, hipoglicemia, anemia, POTS, stress crónico, excesso de adrenalina ou outras causas.
Numa perspetiva bioenergética, algumas destas situações podem ser vistas como um corpo a funcionar mais com hormonas de stress do que com energia oxidativa estável.
A diferença importante é esta: uma boa energia tiroideia deveria sentir-se calma e estável — temperatura adequada, extremidades quentes, boa digestão, sono profundo, pulso adequado e boa resistência ao stress.
Em contraste, um estado “acelerado” com mãos frias, temperatura baixa, sono fraco, ansiedade e fadiga pode sugerir mais uma compensação por stress do que um metabolismo verdadeiramente eficiente.
Quando o corpo funciona demasiado à base de adrenalina e cortisol, a circulação periférica pode tornar-se mais rígida. Os vasos sanguíneos podem permanecer mais contraídos para conservar energia e proteger órgãos vitais.
Isso pode resultar em mãos frias, pés frios, pele fria e fraca tolerância a variações de temperatura.
4. Rigidez vasomotora e transpiração
Aqui chegamos ao mecanismo direto da termorregulação.
Um organismo flexível adapta-se rapidamente ao calor. Os vasos sanguíneos da pele dilatam-se, o sangue quente chega à superfície e o suor evapora, arrefecendo o corpo.
Num metabolismo lento ou stressado, esta flexibilidade pode estar reduzida. A pele é frequentemente fria, a circulação periférica pode ser fraca e a transpiração insuficiente.
A transpiração não é apenas “água na pele”. É um mecanismo ativo de arrefecimento que depende de energia, circulação periférica e função das glândulas sudoríparas.
No hipotiroidismo, as glândulas sudoríparas podem ser menos ativas e a pele pode tornar-se mais seca e fria. Isso reduz a capacidade do corpo de usar a evaporação como mecanismo de arrefecimento.
Assim, um corpo com metabolismo lento pode produzir pouco calor em repouso, mas também não consegue eliminá-lo eficazmente quando exposto a calor intenso.
O problema não é apenas “excesso de calor”, mas sim falta de flexibilidade: o corpo não alterna facilmente entre conservar calor e eliminá-lo.
5. Mixedema: relevante apenas em hipotiroidismo real ou prolongado
O mixedema não deve ser aplicado a qualquer pessoa com ansiedade, pulso elevado ou intolerância ao calor.
Está sobretudo associado a hipotiroidismo real, mais severo ou prolongado. Nesta condição, podem acumular-se nos tecidos glicosaminoglicanos, especialmente ácido hialurónico, juntamente com água.
Isto confere ao tecido um aspeto mais “inchado”, espesso e menos flexível.
O tecido dérmico torna-se menos eficiente nas trocas normais de água, substâncias e calor.
O mixedema pode ser visto como uma possível barreira funcional à troca térmica, mas não deve ser apresentado como mecanismo universal para todos os estados de stress metabólico.
É mais relevante quando existem sinais claros de hipotiroidismo: pele fria/seca, edema, rosto inchado, pálpebras inchadas, obstipação, fadiga, pulso baixo e temperatura corporal baixa.
6. Do edema/mixedema à fibrose
Se esta condição persistir ao longo do tempo, o tecido pode tornar-se mais rígido.
O mixedema envolve sobretudo acumulação de água e glicosaminoglicanos. A fibrose envolve deposição excessiva de colagénio, tornando o tecido mais rígido e cicatricial.
Se o hipotiroidismo, inflamação, hipóxia local e stress oxidativo persistirem, um tecido inicialmente edematoso pode tornar-se mais rígido e fibrosado ao longo do tempo.
Não é uma evolução obrigatória, mas é um mecanismo plausível: tecido mal oxigenado e inflamado pode estimular fibroblastos a produzir mais colagénio.
Assim, pode ocorrer a transição de um tecido “inchado” para um tecido mais denso, rígido, menos vascularizado e mais difícil de recuperar.
E um tecido fibroso agrava o problema: a circulação local torna-se mais difícil, as trocas de oxigénio e nutrientes pioram e a transferência de calor torna-se ainda menos eficiente.
Conclusão
O problema não é apenas a temperatura exterior nem apenas a tiroide isoladamente.
O problema é a flexibilidade metabólica.
Um metabolismo saudável sabe adaptar-se: quando está frio, produz e conserva calor; quando está calor, leva o sangue à pele, transpira e elimina calor por evaporação.
Esta adaptação depende sobretudo da função tiroideia e da oxidação eficiente da glucose, mas também de glicemia estável, reservas de glicogénio, circulação periférica, sono, digestão e baixos níveis de hormonas de stress.
Quando o corpo funciona com energia celular estável e não com adrenalina, adapta-se melhor tanto ao frio como ao calor.
A rigidez surge quando o organismo vive demasiado tempo em “modo de emergência”: adrenalina, cortisol, inflamação, hipóxia, edema, fibrose, calcificação e stress oxidativo.
Por isso, a flexibilidade não se ganha apenas com alongamentos. Constrói-se por dentro: com boa função mitocondrial, nutrição adequada, sono profundo, circulação quente, equilíbrio hormonal e tecidos bem nutridos.
Quando a célula tem energia, o corpo pode estar quente sem agitação, relaxado sem fraqueza, móvel sem instabilidade e adaptável sem entrar em stress imediato.
Assim se explica o paradoxo: um corpo com metabolismo lento pode sentir-se frio em repouso, mas tolerar mal o calor intenso. Não porque produz demasiado calor, mas porque não o gere nem o elimina de forma eficiente.
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Suplementos na predominância estrogênica.
Suplementação
A vitamina C é muito importante e a vitamina E de extrema importância tanto para a mama quanto para o fígado e principalmente para mulheres que têm a mama densa, cólica, esteatose hepática e nódulos na mama.
Também são importantes: magnésio quelado (200 mg 2 x ao dia), complexo B (todas, mas as mais importantes são B6, B12 e B9 – na forma de metilfolato), vitamina D3 - 10.000 UI/dia e vitamina k2 100 mcg, e ômega 3 - 1000 mg, enriquecido com DHA 1 a 2 x ao dia.
Òleo de prímula e de borragem, se você é uma mulher que tem muita TPM.
O Vitex agnus ajuda muito a aumentar a progesterona,pode ser usada na menopausa, no climatério e na predominância estrogênica.
O indol 3 carbinol ajuda a reduzir a ação do estrogênio que está de forma excessiva.
A Silimarina e todos ativos fitoquímicos para fígado, chá de Alcachora, chá de calêndula, SAME, glutationa, coenzima Q10, N-acetilcisteína, ácido alfa lipóico… O que não falta é fitoterápico e estratégias para auxiliar você na melhora dessa predominância estrogênica.
L teanina (presente no chá verde), 5HTP ou L triptofano, L Arginina, também utilizados para ansiedade, podem ser importante para melhorar as questões da predominância estrogênica.
Na menstruação você está mais inflamada, descamando, sangrando, precisa respeitar o seu sistema e comer alimentos de mais fácil digestibilidade para não ter um impacto muito grande na menstruação.
A predominância estrogênica.
A predominância estrogênica é uma condição na qual ocorre um aumento dos níveis de estrogênio no corpo, em comparação com os níveis de progesterona.
A predominância estrogênica pode derivar da superprodução de estrogênio ou de alterações no metabolismo e excreção do hormônio.
Existem diversos sintomas ocasionados pela predominância estrogênica e eles variam para cada mulher.
Dentre os principais encontram-se:
Irregularidade menstrual.
Dores de cabeça recorrentes, principalmente na TPM.
Queda de cabelo.
Fadiga crônica.
Enfraquecimento das unhas.
Problemas de memória.
Insônia.
Dificuldade de concentração.
O fluxo aumentado, as vezes até com muito coágulo, o que indica inflamação.
Uma inflamação no sistema feminino.
Apresenta retenção hídrica e edema,
Com o rosto mais inchado .
Pode ter mais dor na mama e mais cólica.
Geralmente tem problema com infertilidade.
Pólipos no endométrio.
Pólipos no útero.
Tendência a ter mais doenças autoimunes.
Queda de libido.
Depressão.
Muita vontade de comer doce, principalmente na TPM;
Com maior tendência a doenças de estrogênio dependentes, como ovários policísticos, endometriose, adenomiose, miomas e cistos no ovário.
Tensãao pré-mesntrual (7 a 10 dias antes da menstruação), com mais dor.
Ganho de peso, geralmente, no quadril e nas coxas, também no dorsal.
Aparecimento maior de varizes e celulite.
Enxaqueca.
Fontes:
Artigo: PATEL, Seema; HOMAEI, Ahmad; RAJU, Akondi Butchi; MEHER, Biswa Ranjan. Estrogen: the necessary evil for human health, and ways to tame it. Biomedicine & Pharmacotherapy, [S.L.], v. 102, p. 403-411, jun. 2018. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.biopha.2018.03.078.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Ignaz Semmelweis
"Como é que se dá à luz em casa? Não sabes quais mulheres morreram antigamente durante o parto?"
Muitas mulheres que expressaram abertamente o desejo de dar à luz em casa já ouviram esta frase.
Se olharmos para um gráfico da taxa de mortalidade materna, constatamos que, de fato, “noutros tempos”, as mulheres morriam quando traziam os filhos ao mundo ou no período pós-parto. Podemos também observar que, depois do ano 1900, isso aconteceu cada vez menos.
Mas de que tempos vamos falar exatamente e quando é que as mulheres morrem com mais frequência no parto?
E, afinal, como é que sobrevivemos enquanto espécie?
Surpreendentemente ou não, no meio do século XIX, a taxa de mortalidade materna aumentou significativamente quando as mulheres deixaram de ter os filhos em casa e passaram cada vez mais a dar à luz em hospitais, sob cuidados médicos.
Aquilo que inicialmente foi considerado progresso revelou-se, muitas vezes, um risco fatal. Naquela altura, uma em cada seis mães morria de febre puerperal nos primeiros dias após o parto. Hoje, nos países desenvolvidos, essa taxa é de oito por cochilo por cada 100.000 nascimentos.
O fato de a elevada taxa de mortalidade materna ter diminuído tanto posteriormente deve-se ao médico húngaro-alemão Ignaz Semmelweis, que observa que uma melhor higiene pode impedir que as mulheres desenvolvam febre puerperal. Naquela época, as bactérias e os germes, bem como o perigo que representavam, eram desconhecidos.
As mulheres que tiveram luz recentemente morreram devido a infecções de sangue.
Como jovem médico, Ignaz Semmelweis assumiu um cargo na área de obstetrícia do Hospital Geral de Viena em 1846.
Lá foram criadas duas maternidades: numa, as futuras mães eram cuidadas e assistidas por parteiras habituadas a garantir a limpeza durante o parto; na outra, as mulheres eram examinadas por estudantes de medicina que anteriormente tinham tido cadáveres na sala de dissecação e não lavavam as mãos depois disso.
Semmelweis comentou que muito menos mulheres assistidas por festas morriam no parto, enquanto as mãos sujas dos estudantes de medicina levavam ao “envenenamento do sangue” em muitas mulheres que tinham dado à luz.
Semmelweis publicou esta ligação num estudo e defendeu firmemente que médicos e enfermeiros mantivessem as mãos limpas. Na sua opinião, lavar apenas com sabão não era suficiente para desinfetar as mãos, e dinâmica a lavagem obrigatória com cloreto de cal.
Em apenas dois meses, a taxa de mortalidade das mulheres que tinha dado à luz caiu de 20% para 1,2%.
Mais tarde, vejamos que, além dos cadáveres, também os próprios doentes do hospital representavam um perigo para as mulheres em trabalho de parto. Resíduos de substâncias purulentas, por exemplo em lençóis mal lavados, podem provocar febre puerperal.
Quando o livro de Semmelweis “A etiologia, o conceito e a profilaxia da febre puerperal” foi publicado em 1861, ele era professor de obstetrícia na então Universidade de Peste, hoje Budapeste. No entanto, os seus colegas não levaram a sério durante muito tempo.
Apesar de este homem ter acabado os seus dias num asilo, espancado por guardas, hoje em dia as suas contribuições são inegáveis: conseguiram desenvolver uma prevenção extremamente eficaz contra a febre puerperal através de uma abordagem empírica. Na vida, Semmelweis foi ridicularizado pelas suas descobertas, mas hoje é considerado um pioneiro da desinfeção das mãos e um “salvador das mães”.
“Os meus princípios nascem do desejo de libertar as maternidades dos horrores aqui existentes, de manter viva a esposa para o seu marido e a mãe para o seu filho.”
(Ignaz Semmelweis)
terça-feira, 30 de junho de 2026
Seu Corpo Implora Por Sol.
Seu Corpo Implora Por Sol ☀️
Você dorme oito horas por noite, mas acorda exausto. O cabelo cai aos tufos no ralo do banho, o humor oscila para a tristeza sem motivo aparente e uma dor muscular inexplicável te acompanha o dia todo. Antes de culpar o excesso de trabalho ou a idade, saiba que o seu organismo pode estar sofrendo em silêncio pela falta de um nutriente crucial: a Vitamina D.
Cerca de oitenta por cento das pessoas carregam essa deficiência e não fazem a menor ideia, acostumando-se perigosamente a viver com a "bateria fraca". Longe de ser apenas uma vitamina, ela atua como um verdadeiro hormônio maestro no seu corpo, comandando a densidade dos ossos, a força muscular, o relaxamento do sono e a blindagem absoluta do seu sistema imunológico. 🛡️
Quando os níveis despencam, o seu corpo acende alertas vermelhos. A fadiga crônica se instala junto com episódios de insônia. Fisicamente, as articulações parecem travadas logo pela manhã e dores fantasmas surgem nas costas. A imunidade falha, transformando qualquer resfriado em uma doença interminável, enquanto pequenos cortes demoram uma eternidade para cicatrizar e os ossos ficam perigosamente suscetíveis a fraturas em quedas simples. 📉
A solução primária está brilhando acima de você. Apenas dez a trinta minutos diários de exposição solar direta em braços e pernas já ativam a produção natural do seu organismo. Na alimentação, aliados poderosos como peixes gordurosos (salmão), gema de ovo, cogumelos e óleo de fígado de bacalhau são fundamentais para fechar essa conta metabólica e devolver a sua energia. 🐟
⚠️ Aviso Médico e Diagnóstico: Os sintomas descritos são inespecíficos e podem mascarar outras condições de saúde graves, como problemas na tireoide ou anemia. Nunca realize suplementação de Vitamina D por conta própria, pois o excesso no organismo causa toxicidade renal. Se você se identificou com os sinais, procure um médico para realizar o exame de sangue (25-OH-Vitamina D) e receber a dosagem segura e exata.
Fonte: Diretrizes oficiais de diagnóstico, tratamento e prevenção da deficiência de Vitamina D estabelecidas e publicadas pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
VITAMINA B6.
A vitamina B6 (piridoxina) participa da produção de neurotransmissores, como serotonina, dopamina e GABA. Essas substâncias atuam no sistema nervoso e ajudam a regular o reflexo do vômito.
Ao favorecer o equilíbrio desses neurotransmissores, a vitamina B6 reduz a estimulação das áreas do cérebro responsáveis pelas náuseas e pelos vômitos, ajudando a controlar esses sintomas.
É por isso que ela é frequentemente utilizada no tratamento de náuseas e vômitos, especialmente durante a gravidez, podendo também ser associada a outros medicamentos para potencializar o efeito.
Embora esse seja o mecanismo mais aceito, os cientistas acreditam que outros mecanismos também possam contribuir para a ação antiemética da vitamina B6.
Os óleos essenciais de eucalipto, hortelã-pimenta e tomilho formam uma combinação muito interessante quando o objetivo é favorecer a respiração.
Os óleos essenciais de eucalipto, hortelã-pimenta e tomilho formam uma combinação muito interessante quando o objetivo é favorecer a respiração, principalmente em períodos de congestão, tosse e sensação de vias aéreas carregadas. O eucalipto, rico em 1,8-cineol, é um dos óleos mais tradicionais para suporte respiratório, pois está associado à melhora da sensação de passagem do ar, ação expectorante, efeito anti-inflamatório e apoio em quadros de tosse e bronquite. Revisões científicas também apontam o 1,8-cineol como uma molécula com ação mucolítica, anti-inflamatória, antioxidante e antimicrobiana nas vias respiratórias.
A hortelã-pimenta, rica em mentol, tem um efeito muito marcante de frescor e abertura respiratória. Tecnicamente, mais do que tratar a causa da congestão, o mentol ativa receptores de frio e gera uma percepção imediata de respiração mais livre e confortável, o que pode ser muito útil em sinergias respiratórias. Além disso, a hortelã-pimenta pode contribuir com sensação de alívio, leveza e expansão, sendo coerente descrevê-la como um óleo que favorece a circulação local e a percepção de desbloqueio, embora seja melhor evitar afirmar que ela “cura” obstruções respiratórias profundas.
O tomilho, especialmente pelos constituintes como timol e carvacrol, entra como um óleo de ação mais intensa, muito valorizado em quadros de tosse produtiva, catarro, inflamação e maior carga microbiana. A literatura descreve o tomilho e seu óleo essencial como tradicionalmente usados em sintomas de bronquite e infecções de vias aéreas superiores, além de apresentar propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias importantes. Por ser um óleo mais “quente” e potente, deve ser usado com cautela, sempre bem diluído e evitando uso em crianças pequenas, gestantes, pessoas sensíveis ou asmáticas sem orientação. Bem aplicado, esse trio pode ser uma excelente sinergia aromática de suporte respiratório, sem substituir avaliação médica quando houver falta de ar, febre persistente, chiado ou piora dos sintomas.
Ferritina Eleva e o ácido alfa lipóico.
A ferritina elevada é um sinal que merece atenção, e existe uma faixa ideal que gosto de trabalhar nos meus pacientes: entre 70 e 200, sendo que valores abaixo de 500 ainda são considerados aceitáveis. Quando os níveis ultrapassam 500, é hora de agir, e o recurso mais eficaz nesse caso é a sangria terapêutica, que reduz rapidamente a sobrecarga de ferro no organismo. Para casos moderados, em torno de 600 a 700, costumo prescrever ácido alfa-lipóico nas refeições do almoço e do jantar, com bons resultados na prática clínica.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
Berberina.
A integridade da barreira intestinal é um dos pilares da saúde digestiva. Quando essa barreira funciona adequadamente, ela ajuda a controlar o que pode atravessar o intestino e chegar à circulação, enquanto mantém substâncias potencialmente nocivas, como lipopolissacarídeos (LPS), microrganismos e partículas alimentares parcialmente digeridas, restritas ao lúmen intestinal.
A berberina tem despertado interesse na literatura científica por atuar em diferentes mecanismos relacionados a essa barreira. Estudos sugerem que ela pode aumentar a expressão de proteínas das tight junctions, como ZO-1, ocludina e claudinas, estruturas responsáveis por manter as células intestinais unidas. Além disso, pode modular vias inflamatórias, como NF-κB e MLCK, que estão associadas ao aumento da permeabilidade intestinal.
Outros estudos também apontam que a berberina pode favorecer o aumento de bactérias benéficas, como Akkermansia e Bacteroides, reduzir a endotoxemia metabólica induzida por LPS, aumentar a expressão de proteínas de oclusão e contribuir para a preservação da espessura da camada de muco do cólon.
Apesar dos resultados promissores, a maior parte das evidências ainda depende da dose utilizada, da formulação da berberina e da condição clínica avaliada. Portanto, seu uso deve ser individualizado e orientado por um profissional habilitado.
Referências:
- Habtemariam S. Berberine pharmacology and the gut microbiota: A hidden therapeutic link. Pharmacol Res. 2020 May;155:104722. doi: 10.1016/j.phrs.2020.104722. Epub 2020 Feb 24. PMID: 32105754.
- Zhang X, Zhao Y, Xu J, et al. Modulation of Gut Microbiota by Berberine Improves Intestinal Barrier Function and Metabolic Endotoxemia. Scientific Reports. 2015;5:14405.
- Xie et al. (2011).
segunda-feira, 22 de junho de 2026
VOCÊ AINDA USA IVERMECTINA DE FARMÁCIA COMUM?
VOCÊ AINDA USA IVERMECTINA DE FARMÁCIA COMUM?
Desde 2023, venho alertando sobre a contaminação de diversos medicamentos, e a ivermectina é um deles. Fui a primeira no Brasil a sinalizar a presença de grafeno em lotes comerciais, e o alerta continua valendo!
Além da questão da pureza, há outro ponto crucial: a dosagem. Aqueles 6mg padrão muitas vezes não são suficientes para protocolos de desparasitação profunda ou tratamentos mais complexos.
Minha recomendação: Prefira sempre a ivermectina MANIPULADA. Assim, você garante a pureza do que está ingerindo e a dosagem exata para a sua necessidade.
𝑨 𝑪𝑶𝑹 𝑫𝑶 𝑴𝑼𝑪𝑶 𝑵𝑨𝑺𝑨𝑳 𝑷𝑶𝑫𝑬 𝑹𝑬𝑽𝑬𝑳𝑨𝑹 𝑴𝑨𝑰𝑺 𝑫𝑶 𝑸𝑼𝑬 𝑽𝑶𝑪𝑬̂ 𝑰𝑴𝑨𝑮𝑰𝑵𝑨
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𝑽𝒐𝒄𝒆̂ 𝒋𝒂́ 𝒑𝒆𝒓𝒄𝒆𝒃𝒆𝒖 𝒒𝒖𝒆 𝒂 𝒄𝒐𝒓 𝒅𝒂 𝒔𝒆𝒄𝒓𝒆𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒏𝒂𝒔𝒂𝒍 𝒎𝒖𝒅𝒂 𝒅𝒖𝒓𝒂𝒏𝒕𝒆 𝒖𝒎 𝒓𝒆𝒔𝒇𝒓𝒊𝒂𝒅𝒐 𝒐𝒖 𝒄𝒓𝒊𝒔𝒆 𝒂𝒍𝒆́𝒓𝒈𝒊𝒄𝒂? 𝑬𝒎𝒃𝒐𝒓𝒂 𝒂 𝒄𝒐𝒓 𝒔𝒐𝒛𝒊𝒏𝒉𝒂 𝒏𝒂̃𝒐 𝒔𝒆𝒋𝒂 𝒖𝒎 𝒅𝒊𝒂𝒈𝒏𝒐́𝒔𝒕𝒊𝒄𝒐, 𝒆𝒍𝒂 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒐𝒇𝒆𝒓𝒆𝒄𝒆𝒓 𝒑𝒊𝒔𝒕𝒂𝒔 𝒊𝒎𝒑𝒐𝒓𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔 𝒔𝒐𝒃𝒓𝒆 𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒆𝒔𝒕𝒂́ 𝒂𝒄𝒐𝒏𝒕𝒆𝒄𝒆𝒏𝒅𝒐 𝒏𝒐 𝒔𝒆𝒖 𝒐𝒓𝒈𝒂𝒏𝒊𝒔𝒎𝒐.
💧𝑻𝒓𝒂𝒏𝒔𝒑𝒂𝒓𝒆𝒏𝒕𝒆
𝑮𝒆𝒓𝒂𝒍𝒎𝒆𝒏𝒕𝒆 𝒆́ 𝒐 𝒑𝒂𝒅𝒓𝒂̃𝒐 𝒏𝒐𝒓𝒎𝒂𝒍. 𝑻𝒂𝒎𝒃𝒆́𝒎 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒂𝒑𝒂𝒓𝒆𝒄𝒆𝒓 𝒆𝒎 𝒄𝒂𝒔𝒐𝒔 𝒅𝒆 𝒂𝒍𝒆𝒓𝒈𝒊𝒂𝒔, 𝒆𝒙𝒑𝒐𝒔𝒊𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒂𝒐 𝒂𝒓 𝒔𝒆𝒄𝒐 𝒐𝒖 𝒏𝒐 𝒊𝒏𝒊́𝒄𝒊𝒐 𝒅𝒆 𝒖𝒎 𝒓𝒆𝒔𝒇𝒓𝒊𝒂𝒅𝒐.
⚪𝑩𝒓𝒂𝒏𝒄𝒐
𝑷𝒐𝒅𝒆 𝒊𝒏𝒅𝒊𝒄𝒂𝒓 𝒄𝒐𝒏𝒈𝒆𝒔𝒕𝒂̃𝒐 𝒏𝒂𝒔𝒂𝒍 𝒆 𝒊𝒏𝒇𝒍𝒂𝒎𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒅𝒂𝒔 𝒗𝒊𝒂𝒔 𝒓𝒆𝒔𝒑𝒊𝒓𝒂𝒕𝒐́𝒓𝒊𝒂𝒔, 𝒅𝒊𝒇𝒊𝒄𝒖𝒍𝒕𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒂 𝒅𝒓𝒆𝒏𝒂𝒈𝒆𝒎 𝒏𝒂𝒕𝒖𝒓𝒂𝒍 𝒅𝒐 𝒎𝒖𝒄𝒐.
🟡𝑨𝒎𝒂𝒓𝒆𝒍𝒐
𝑪𝒐𝒔𝒕𝒖𝒎𝒂 𝒔𝒖𝒓𝒈𝒊𝒓 𝒒𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒐 𝒔𝒊𝒔𝒕𝒆𝒎𝒂 𝒊𝒎𝒖𝒏𝒐𝒍𝒐́𝒈𝒊𝒄𝒐 𝒆𝒔𝒕𝒂́ 𝒄𝒐𝒎𝒃𝒂𝒕𝒆𝒏𝒅𝒐 𝒗𝒊́𝒓𝒖𝒔 𝒐𝒖 𝒐𝒖𝒕𝒓𝒐𝒔 𝒂𝒈𝒆𝒏𝒕𝒆𝒔. 𝑬́ 𝒄𝒐𝒎𝒖𝒎 𝒅𝒖𝒓𝒂𝒏𝒕𝒆 𝒂 𝒓𝒆𝒄𝒖𝒑𝒆𝒓𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒅𝒆 𝒓𝒆𝒔𝒇𝒓𝒊𝒂𝒅𝒐𝒔.
💚𝑽𝒆𝒓𝒅𝒆
𝑷𝒐𝒅𝒆 𝒄𝒐𝒏𝒕𝒆𝒓 𝒖𝒎𝒂 𝒎𝒂𝒊𝒐𝒓 𝒄𝒐𝒏𝒄𝒆𝒏𝒕𝒓𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒅𝒆 𝒄𝒆́𝒍𝒖𝒍𝒂𝒔 𝒅𝒆 𝒅𝒆𝒇𝒆𝒔𝒂. 𝑵𝒆𝒎 𝒔𝒆𝒎𝒑𝒓𝒆 𝒔𝒊𝒈𝒏𝒊𝒇𝒊𝒄𝒂 𝒖𝒎𝒂 𝒊𝒏𝒇𝒆𝒄𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒃𝒂𝒄𝒕𝒆𝒓𝒊𝒂𝒏𝒂, 𝒄𝒐𝒎𝒐 𝒎𝒖𝒊𝒕𝒂𝒔 𝒑𝒆𝒔𝒔𝒐𝒂𝒔 𝒂𝒄𝒓𝒆𝒅𝒊𝒕𝒂𝒎.
🟤𝑴𝒂𝒓𝒓𝒐𝒎
𝑷𝒐𝒅𝒆 𝒆𝒔𝒕𝒂𝒓 𝒓𝒆𝒍𝒂𝒄𝒊𝒐𝒏𝒂𝒅𝒐 𝒂̀ 𝒑𝒓𝒆𝒔𝒆𝒏𝒄̧𝒂 𝒅𝒆 𝒑𝒐𝒆𝒊𝒓𝒂, 𝒇𝒖𝒎𝒂𝒄̧𝒂, 𝒔𝒂𝒏𝒈𝒖𝒆 𝒓𝒆𝒔𝒔𝒆𝒄𝒂𝒅𝒐 𝒐𝒖 𝒊𝒓𝒓𝒊𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔 𝒊𝒏𝒂𝒍𝒂𝒅𝒐𝒔.
⚫🩶𝑷𝒓𝒆𝒕𝒐 𝒐𝒖 𝑪𝒊𝒏𝒛𝒂
𝑷𝒐𝒅𝒆 𝒐𝒄𝒐𝒓𝒓𝒆𝒓 𝒆𝒎 𝒑𝒆𝒔𝒔𝒐𝒂𝒔 𝒆𝒙𝒑𝒐𝒔𝒕𝒂𝒔 𝒂̀ 𝒑𝒐𝒍𝒖𝒊𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒊𝒏𝒕𝒆𝒏𝒔𝒂, 𝒇𝒖𝒎𝒂𝒄̧𝒂 𝒐𝒖 𝒑𝒂𝒓𝒕𝒊́𝒄𝒖𝒍𝒂𝒔 𝒑𝒓𝒆𝒔𝒆𝒏𝒕𝒆𝒔 𝒏𝒐 𝒂𝒎𝒃𝒊𝒆𝒏𝒕𝒆.
𝑵𝑶𝑻𝑨 𝑰𝑴𝑷𝑶𝑹𝑻𝑨𝑵𝑻𝑬
𝑶 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒊𝒎𝒑𝒐𝒓𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆 𝒏𝒂̃𝒐 𝒆́ 𝒂𝒑𝒆𝒏𝒂𝒔 𝒂 𝒄𝒐𝒓, 𝒎𝒂𝒔 𝒕𝒂𝒎𝒃𝒆́𝒎 𝒐𝒔 𝒔𝒊𝒏𝒕𝒐𝒎𝒂𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒂𝒄𝒐𝒎𝒑𝒂𝒏𝒉𝒂𝒎 𝒐 𝒒𝒖𝒂𝒅𝒓𝒐, 𝒄𝒐𝒎𝒐 𝒇𝒆𝒃𝒓𝒆, 𝒅𝒐𝒓 𝒇𝒂𝒄𝒊𝒂𝒍, 𝒅𝒊𝒇𝒊𝒄𝒖𝒍𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒓𝒆𝒔𝒑𝒊𝒓𝒂𝒓 𝒆 𝒐 𝒕𝒆𝒎𝒑𝒐 𝒅𝒆 𝒅𝒖𝒓𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒅𝒐 𝒑𝒓𝒐𝒃𝒍𝒆𝒎𝒂.
𝑺𝒆𝒖 𝒄𝒐𝒓𝒑𝒐 𝒆𝒏𝒗𝒊𝒂 𝒔𝒊𝒏𝒂𝒊𝒔 𝒐 𝒕𝒆𝒎𝒑𝒐 𝒕𝒐𝒅𝒐. 𝑨𝒑𝒓𝒆𝒏𝒅𝒆𝒓 𝒂 𝒐𝒃𝒔𝒆𝒓𝒗𝒂́-𝒍𝒐𝒔 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒂𝒋𝒖𝒅𝒂𝒓 𝒗𝒐𝒄𝒆̂ 𝒂 𝒆𝒏𝒕𝒆𝒏𝒅𝒆𝒓 𝒎𝒆𝒍𝒉𝒐𝒓 𝒔𝒖𝒂 𝒔𝒂𝒖́𝒅𝒆 𝒆 𝒔𝒂𝒃𝒆𝒓 𝒒𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒑𝒓𝒐𝒄𝒖𝒓𝒂𝒓 𝒐𝒓𝒊𝒆𝒏𝒕𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒑𝒓𝒐𝒇𝒊𝒔𝒔𝒊𝒐𝒏𝒂𝒍.
Você não está sem energia porque está envelhecendo?
Você não está sem energia porque está envelhecendo.
Talvez esteja sem energia porque seu corpo está sendo abastecido com alimentos que geram picos de açúcar, inflamação e fome constante.
Quando a alimentação é baseada em ultraprocessados, refrigerantes, doces e farinhas refinadas, o resultado costuma ser um ciclo de cansaço, compulsão alimentar e baixa disposição.
Seu corpo não funciona apenas com calorias. Ele precisa de nutrientes de verdade.
Troque a pergunta “quantas calorias tem?” Por “isso está nutrindo meu corpo?”.
Evidências mostram que dietas ricas em alimentos ultraprocessados estão associadas a maior consumo calórico, ganho de peso e pior saúde metabólica.
Referência científica:
Hall KD et al. Ultra-Processed Diets Cause Excess Calorie Intake and Weight Gain: An Inpatient Randomized Controlled Trial. Cell Metabolism. 2019;30(1):67-77.
domingo, 21 de junho de 2026
Estratégias no tratamento na doença de Hashimoto.
Estratégias no tratamento na doença de Hashimoto.
Existe uma combinação que aparece com frequência nas pesquisas sobre Hashimoto, e que eu costumo considerar no acompanhamento clínico de pacientes com hipotireoidismo subclínico: mio-inositol + selênio.
O mio-inositol atua como segundo mensageiro do TSH dentro da célula tireoidiana. Quando ele está em níveis adequados, a glândula responde melhor ao estímulo hormonal.
O selênio, por sua vez, participa da conversão de T4 em T3 e tem papel na regulação da resposta imune, o que é relevante em uma doença autoimune como o Hashimoto.
Nordio e colaboradores avaliaram pacientes com Hashimoto e hipotireoidismo subclínico (TSH entre 3 e 6 mUI/L) tratados com a combinação mio-inositol + selênio por 6 meses.
Houve redução significativa do TSH e dos anticorpos anti-TPO e anti-Tg em comparação ao grupo que usou selênio isolado. Os dados mostraram queda do TSH de 4,32 para 3,12 mUI/L, aumento da T4 livre de 0,94 para 1,07 ng/dL e melhora na qualidade de vida dos pacientes.
Um segundo estudo do mesmo grupo (Nordio e Basciani, 2018), conduzido especificamente para avaliar o comportamento de nódulos tireoidianos benignos nessa população, observou redução do diâmetro médio dos nódulos após o tratamento com a mesma combinação.
São estudos distintos, com populações e desfechos diferentes, mas que apontam para uma mesma direção.
Importante dizer: esses estudos têm limitações de tamanho amostral e não permitem afirmar que a combinação substitui tratamento farmacológico quando ele é necessário.
O uso deve ser individualizado, dentro de uma avaliação clínica completa, com acompanhamento de exames.
Mas para pacientes no limiar do hipotireoidismo subclínico, com autoimunidade tireoidiana ativa, essa abordagem tem base científica e faz sentido dentro de uma estratégia preventiva e metabólica.
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Referências:
Nordio M, Pajalich R. J Thyroid Res. 2013.
Nordio M, Basciani S. Int J Endocrinol. 2017.
Nordio M, Basciani S. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2017.
Nordio M, Basciani S. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2018.
Bicarbonato de Sódio Removeu Mais Placa Dental do Que Creme Dental Convencional em Estudo.
Bicarbonato de Sódio Removeu Mais Placa Dental do Que Creme Dental Convencional em Estudo.
Você sabia que um ingrediente simples pode ajudar na saúde das suas gengivas?
Pesquisas mostraram que cremes dentais com bicarbonato de sódio foram mais eficazes na redução da placa bacteriana e dos sinais de gengivite quando comparados a cremes dentais convencionais.
O bicarbonato ajuda a:
✅ Remover a placa com mais eficiência
✅ Melhorar a limpeza durante a escovação
✅ Reduzir o sangramento gengival
✅ Diminuir a inflamação das gengivas
A placa bacteriana não afeta apenas os dentes. Ela também está relacionada à saúde das gengivas e à saúde geral da boca.
Pequenas mudanças na rotina podem fazer uma grande diferença ao longo do tempo.
Dois estudos clínicos mostram que o bicarbonato de sódio (baking soda) pode ser um grande aliado da saúde bucal.
V Resultados comprovados:
• Reduziu a placa dental em até 85% (meta-análise).
• Superou o creme dental convencional com alto flúor na redução da placa e da gengivite.
• Diminuiu o sangramento gengival em mais de 4 pontos, enquanto o creme com alto flúor aumentou esse índice.
• Reduziu a inflamação das gengivas em todos os momentos avaliados.
Como o bicarbonato age?
Desloca fisicamente a placa
Reduz a viscosidade da matriz do biofilme
Melhora a penetração da escova
Possui ação antimicrobiana
! Importante:
O estudo comparou um creme dental com bicarbonato e 0,31% de flúor com um creme convencional com 0,73% de flúor. Em todos os pontos avaliados, o creme com bicarbonato teve resultado superior.
Mais eficaz e mais seguro
Além de eficaz, o bicarbonato é uma opção mais segura para o uso diário, enquanto o flúor, em excesso, pode ser tóxico.
Cuide do seu sorriso todos os dias!
L Fontes:
• PMID: 19278079
• PMID: 40482904
TESTOSTERONA.
Eu escuto isso todos os dias. E sabe qual é o padrão? Ele toma o remédio para baixar o colesterol (estatina) e a família acha que ele está totalmente protegido.
Mas a verdade que os números mostram é outra: está cheio de homem infartando por aí com a receita de estatina no bolso.
Por que? Porque estão olhando apenas para o papel e ignorando o paciente inteiro.
As diretrizes científicas já avisam há tempos: homem com testosterona no chão (abaixo de 400) tem um risco muito maior de sofrer um infarto.
Sabe aquele cara do "sextou"? Aparentemente cheio de energia, mas que não cuida da base, não repõe o que falta e vive cansado durante a semana? É esse cara que muitas vezes o coração para do nada.
Agora, olhe para os grandes empresários e homens de alta performance. Eles são magros, têm a mente voando, energia lá em cima. Eles não estão apenas "sobrevivendo" à idade. Eles tratam a causa.
A reposição hormonal masculina bem feita, com acompanhamento médico e exames precisos, não é sobre estética. É sobre blindar o seu corpo e o seu coração.
A queda da testosterona tem solução. E a prevenção real vai muito além de engolir uma pílula e sentar no sofá.
MENSTRUAÇÃO: POR QUE O SANGUE MUDA DE COR?
🩸MENSTRUAÇÃO: POR QUE O SANGUE MUDA DE COR?
“Olá… eu sou a sua menstruação, e sim… posso mudar de cor.”🩸🌈
Antes de se assustar, é importante saber que o cor do sangue menstrual pode variar ao longo do ciclo, e na maioria das vezes isso é totalmente normal.
🔴Vermelho vivo (início ou fluxo intenso)
Esse é o sangue mais “fresco”. Significa que ele está saindo rapidamente do útero, com pouca oxidação. Geralmente aparece nos dias de fluxo mais intenso.
🍷Vermelho escuro ou vinho
Ainda é sangue normal. Essa cor aparece quando o sangue permanece um pouco mais de tempo dentro do útero antes de sair.
🟤Marrom ou quase preto (início ou final da menstruação)
Esse tom indica sangue mais antigo, que demorou um pouco mais para sair e acabou oxidando. É muito comum nos primeiros ou últimos dias do ciclo.
🌸Rosado ou claro
Pode ocorrer quando o sangue menstrual se mistura com o muco cervical ou quando os níveis de estrogênio estão um pouco mais baixos naquele ciclo.
🧬Fato importante:
O cor do sangue menstrual depende principalmente da oxidação. Quanto mais tempo o sangue permanece no útero antes de sair, mais escuro ele tende a ficar.
🚨Quando é importante investigar
Procure avaliação médica se o sangue menstrual apresentar:
• cor acinzentada
• cor laranja intensa
• odor muito forte ou perturbador
• dor intensa ou febre associada
Esses sinais podem indicar infecção ou outras alterações ginecológicas.
⚠️Conteúdo educativo de anatomia.
⚠️Este conteúdo não substitui a orientação médica
Fontes: Ministério da Saúde, OMS, literatura médica em ginecologia e fisiologia menstrual.
sexta-feira, 19 de junho de 2026
Existe um exame chamado painel molecular para bactérias uretrais.
Você e seu parceiro decidiram parar de usar camisinha. Confiança total, certo? Mas tem um passo que quase todo casal pula. E esse passo pode evitar muita dor de cabeça lá na frente.
🔍 O exame que ninguém comenta
Quando um casal resolve abrir mão do preservativo, o certo é fazer uma bateria de exames antes. Só que a maioria das pessoas faz só os básicos: HIV, hepatite e sífilis. E para por aí.
Esses exames são importantes. Mas eles não pegam tudo.
🦠 O painel que completa a história
Existe um exame chamado painel molecular para bactérias uretrais. Ele procura germes que vivem na uretra e podem passar de um para o outro na relação. Os principais são:
Clamídia
Gonorreia
Tricomonas
Essas infecções têm uma característica que engana muita gente: muitas vezes não dão sintoma nenhum. A pessoa se sente bem, sem ardência, sem corrimento, sem dor. E mesmo assim pode estar carregando a bactéria e transmitindo para quem ama.
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Cobre Sérico.
Você está medindo o cobre da forma errada?
A maioria dos exames pede cobre sérico — e esse é justamente o marcador menos confiável para avaliar seu real status de cobre.
O cobre sérico alto, na maioria das vezes, é um marcador inflamatório, não um sinal de excesso de cobre. Acontece o mesmo com a ferritina alta: ela frequentemente reflete inflamação, e não estoques elevados de ferro.
Ou seja: cobre alto e ferritina alta NÃO significam que você está ingerindo ou suplementando demais esses minerais. Eles sobem porque são proteínas de fase aguda — respondem à inflamação.
O exame mais fidedigno é o cobre eritrocitário (dentro da hemácia), que reflete o status real do mineral no tecido, sem a interferência da inflamação.
Valores de referência (podem variar de acordo com o laboratório):
• Cobre eritrocitário: ~43–91 µg/dL (bom alvo funcional)
• Ceruloplasmina: ~20–60 mg/dL — eu também sugiro medir, pois é a ferroxidase responsável por mobilizar o ferro de forma adequada.
A ceruloplasmina é uma enzima metaloproteína dependente de cobre, que é fundamental para a transformação do ferro ativo e sua deficiência causa tanto ferritina baixa, quanto alta no organismo. Geralmente a suplementação, quando feita, é em doses insuficientes para resolver esta equação.
Medir só o cobre sérico é olhar para o reflexo errado. Para entender o seu verdadeiro status de cobre, peça o cobre eritrocitário + ceruloplasmina.
quarta-feira, 17 de junho de 2026
O índice TyG.
Existe um marcador chamado índice TyG, calculado a partir de triglicerídeos e glicose em jejum, que estima a resistência insulínica de forma simples em dois exames fáceis e fáceis.
O índice TyG foi treinado como uma ferramenta para identificar pessoas com:
• Resistência à insulina
• Pré-diabetes
• Diabetes Tipo 2
• Síndrome metabólica
• Maior risco cardiovascular
• Esteatose hepática (gordura no fígado)
E a literatura mostra que ele prediz risco cardiovascular com uma precisão que o LDL isolado não mostra.
Ele é calculado a partir de dois exames simples:
Triglicerídeos (mg/dL)
Glicemia de jejum (mg/dL)
Fórmula:
TyG = Ln [Triglicerídeos × Glicemia de jejum ÷ 2]. Onde Ln é o logaritmo natural.
Valores de referência
• Abaixo de 8,5: geralmente indica boa sensibilidade à insulina.
• 8,5 a 8,8: zona intermédia.
• Acima de 8,8–9,0: sugere resistência à insulina.
Exemplo
Se uma pessoa tem:
Glicemia de jejum = 90 mg/dL
Triglicerídeos = 100 mg/dL
TyG = Ln (100 × 90 ÷ 2)
TyG ≈ 8,41, considerado um valor favorável.
Se você tiver dificuldades para calcular uma calculadora online pode ajudá-lo (busque “TyG Index Calculator”).
terça-feira, 16 de junho de 2026
Estado Gripal.
Durante quadros de gripe, é importante lembrar que os óleos essenciais não têm como função principal eliminar o vírus causador da infecção. O organismo depende da própria resposta imunológica para combater o agente viral. No entanto, alguns óleos essenciais, especialmente os de melaleuca e tomilho, são amplamente estudados por suas propriedades antimicrobianas e podem atuar como coadjuvantes no controle da proliferação de microrganismos oportunistas presentes na cavidade oral e na garganta, contribuindo para a higiene local e para uma sensação de maior conforto durante o período de recuperação.
Uma formulação frequentemente utilizada por profissionais da área de aromaterapia consiste em 10 mL de óleo vegetal de semente de uva + 3 gotas de óleo essencial de tomilho + 5 gotas de óleo essencial de melaleuca. Essa diluição reduz a concentração dos óleos essenciais e permite uma aplicação mais segura do que o uso puro. Tanto o tomilho quanto a melaleuca contêm compostos bioativos reconhecidos por sua ação antimicrobiana em estudos laboratoriais, sendo tradicionalmente empregados em protocolos complementares voltados ao cuidado das vias aéreas superiores.
Apesar do uso tradicional dessas substâncias, é importante destacar que a utilização de óleos essenciais na boca ou na garganta exige cautela, pois as mucosas são sensíveis e podem ocorrer irritações ou reações adversas em algumas pessoas. Por isso, qualquer protocolo envolvendo contato com a mucosa oral deve ser avaliado individualmente por profissional habilitado. Os óleos essenciais podem ser considerados recursos complementares de suporte, mas não substituem hidratação adequada, repouso, alimentação equilibrada nem a assistência médica quando necessária.
METFORMINA.
Muitas vezes, a tentativa de controlar a insulina com a medicação acaba gerando outros problemas a longo prazo. Sabe por quê?
A Metformina pode bloquear a absorção de nutrientes essenciais no intestino, o que ironicamente acaba atrapalhando o funcionamento da própria insulina! Um sintoma muito clássico que os pacientes sentem por conta disso? Câimbras frequentes. 🦵
Outro ponto crucial que a abordagem tradicional quase nunca te conta: a relação direta entre a sua testosterona e a insulina. Estudos mostram que quando a testosterona cai (especialmente abaixo de 460 ng/dL), a insulina sobe, aumentando drasticamente o risco de Diabetes Tipo 2. 📉
Para tratar o problema de verdade, não podemos olhar apenas para uma pílula. É preciso ter uma visão integrativa e tratar o corpo como um todo
domingo, 14 de junho de 2026
PANELAS DE FERRO E COBBRE.
Embora panelas de ferro e de cobre possam liberar pequenas quantidades desses elementos para os alimentos, não devemos imaginar que isso funcione como uma forma eficiente de corrigir deficiências nutricionais. O ferro metálico da panela e o cobre metálico do utensílio são materiais sólidos, enquanto o organismo utiliza principalmente íons minerais dissolvidos e ligados a moléculas específicas. O que realmente importa para a nutrição não é apenas a presença do elemento químico, mas a forma química em que ele chega ao intestino e sua capacidade de ser absorvido.
Nos alimentos e suplementos, o ferro e o cobre normalmente estão associados a proteínas, aminoácidos ou compostos orgânicos que facilitam sua absorção. Já o metal presente na panela precisa primeiro sofrer processos químicos, como oxidação e solubilização, para que uma pequena fração se transforme em íons disponíveis. Mesmo quando isso acontece, a quantidade liberada varia conforme o tipo de alimento, o tempo de cozimento, a acidez da preparação e o estado de conservação da panela, tornando essa fonte pouco previsível e insuficiente para quem precisa repor níveis baixos desses minerais.
Por isso, embora cozinhar em panela de ferro possa contribuir modestamente para aumentar o teor de ferro de algumas refeições, ela não substitui uma alimentação adequada nem uma suplementação quando necessária. O mesmo vale para o cobre. A correção de deficiências minerais depende principalmente da ingestão de formas biodisponíveis desses nutrientes, presentes em alimentos, suplementos ou medicamentos formulados para que os minerais estejam na forma química que o organismo consegue reconhecer, absorver e utilizar adequadamente.
quinta-feira, 11 de junho de 2026
DENGUE
1.A Origem do Vírus (Tecnologia dos EUA)O ponto de partida da vacina não veio de grandes empresas farmacêuticas privadas, mas sim de uma instituição pública de pesquisa dos Estados Unidos: o NIH (National Institutes of Health ou Institutos Nacionais de Saúde dos EUA).O NIH desenvolveu e patenteou as cepas atenuadas (os quatro tipos de vírus da dengue enfraquecidos em laboratório).Em 2009, o Butantan firmou um acordo de licenciamento com o NIH para receber essas cepas e, a partir delas, criar a fórmula final do imunizante.2. O Trabalho do Butantan (Nacionalização)Embora a matéria-prima genética tenha vindo dos EUA, o Instituto Butantan teve um papel fundamental de engenharia científica para tornar a vacina viável:Estabilização: O protótipo original americano deve ser mantido a -80°C. Os cientistas brasileiros pretendem criar o processo de liofilização (transformar a vacina em pó), permitindo que ela seja armazenada em temperaturas de geladeira comuns. Dose única: O Butantan formula o imunizante para funcionar em apenas uma dose, um grande diferencial tecnológico global. Parcerias Comerciais e de Escala Para acelerar o desenvolvimento e conseguir fabricar em grande quantidade, o Butantan fechou duas parcerias de peso: Com a Multinacional MSD (Merck Sharp & Dohme): Em 2018, o Butantan e a farmacêutica MSD assinaram um acordo de compartilhamento de dados de estudos clínicos. A MSD obteve os direitos de vender essa tecnologia em mercados internacionais (como EUA e Europa), enquanto o Butantan detém a exclusividade no Brasil e na América Latina .
MIOMAS
Muitas mulheres acreditam que miomas aparecem “do nada”. Mas, depois de acompanhar tantos casos, percebi um padrão que quase ninguém comenta.
O problema nem sempre é apenas o mioma.
Em muitos casos, existe um terreno favorável sendo construído ao longo dos anos: predominância estrogênica, desequilíbrios hormonais, excesso de inflamação e hábitos de vida que silenciosamente impactam a saúde feminina.
O excesso de estrogênio em relação à progesterona pode ser influenciado por fatores como alimentação, estresse crônico, sono inadequado, exposição a toxinas ambientais e dificuldades na desintoxicação hormonal.
Por isso, olhar apenas para o mioma sem investigar a raiz do problema pode fazer você perder uma parte importante da história.
VITAMINA B12.
Tem sentido muito cansaço?
A deficiência de vitamina B12 pode ir muito além da anemia.
Ela participa da produção de energia, da saúde neurológica, da metilação e do funcionamento adequado do cérebro. 🧠
Quando os níveis estão baixos, ou mesmo “normais”, mas insuficientes funcionalmente, alguns sintomas podem aparecer:
• cansaço constante
• fadiga mental
• dificuldade de concentração
• memória ruim
• formigamentos
• tonturas
• alterações de humor
• dores de cabeça e até enxaqueca
Além disso, pessoas com hipotireoidismo e Hashimoto frequentemente apresentam alterações intestinais e digestivas que podem comprometer a absorção da vitamina B12.
E aqui existe um detalhe importante:
muitas vezes o problema não é apenas a ingestão da vitamina… mas a capacidade do organismo de absorver e utilizar corretamente esse nutriente.
Por isso, investigar sintomas persistentes de fadiga vai muito além de “falta de disposição”. O corpo costuma dar sinais antes de adoecer de forma mais intensa.
Saúde começa na base. ⚕️
📚 Referências:
• O’Leary F, Samman S. Vitamin B12 in health and disease. Nutrients. 2010.
• Wolffenbuttel BHR et al. The many faces of cobalamin deficiency. Mayo Clinic Proceedings. 2019.
• Gaby AR. Nutritional Medicine. Concord, NH: Fritz Perlberg Publishing.
• Türk Börü Ü et al. Vitamin B12 levels in migraine patients. Pain Physician. 2014.
• Stabler SP. Vitamin B12 deficiency. N Engl J Med. 2013.
terça-feira, 9 de junho de 2026
Você sabia que comer abacaxi enquanto toma antibióticos pode prejudicar o efeito?
Você sabia que comer abacaxi enquanto toma antibióticos pode prejudicar o efeito? A bromelina destrói a albumina, essencial para o antibiótico. E se você tem problemas no fígado, cuidado com a cúrcuma. Ou se sofre com TPM intensa e sangramento, evite o açafrão. Muitas interações importantes que não aprendemos na faculdade.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Homocisteína.
A homocisteína é um marcador que pode revelar riscos importantes para a saúde cardiovascular e neurológica antes mesmo dos sintomas aparecerem.
Níveis elevados podem estar relacionados a deficiência de vitaminas do complexo B, inflamação e alterações metabólicas silenciosas que merecem atenção.
Por isso, um check-up completo vai muito além do colesterol e da glicemia.
Cuidar da saúde também é investigar o que o corpo tenta mostrar antes que o problema apareça.
domingo, 7 de junho de 2026
A gordura da picanha não entope artéria.
A gordura da picanha não entope artéria. Quem entope artéria é a inflamação crônica — e quem gera essa inflamação é o açúcar e o carboidrato refinado que você foi ensinado a comer no lugar da gordura.
A ciência já documentou isso:
🔬 Estudo de coorte prospectivo (PMC8159504) mostrou que maior consumo de gordura saturada foi associado a menor risco de doença cardíaca isquêmica.
🔬 A I Diretriz sobre Gorduras e Saúde Cardiovascular (SciELO) documentou que trocar gordura saturada por carboidratos causa queda do HDL e aumento de triglicerídeos — piora o perfil cardiovascular.
🔬 Estudo publicado no PMC (PMC12080653) reforça que gorduras naturais participam da produção hormonal, saúde cerebral e estabilidade de energia.
Na próxima vez que você for ao churrasco: come a gordura. Deixa o pão de lado.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
A Coenzima Q10 pode ser muito importante para a depressão.
A Coenzima Q10 pode ser muito importante para a depressão.
Neste carrossel você vai entender como essa molécula atua diretamente na função mitocondrial, reduz o estresse oxidativo, diminui a inflamação cerebral e estimula a produção de BDNF — tudo essencial para melhorar a saúde mental.
A Coenzima Q10 funciona como “combustível” para as mitocôndrias, as usinas de energia das nossas células. Quando essas mitocôndrias não funcionam bem, o cérebro não consegue produzir energia suficiente, o que está diretamente ligado à depressão, fadiga crônica e outros transtornos do humor.
Estudos mostram que dosagens entre 100-500 mg/dia podem reduzir significativamente os sintomas depressivos, dependendo da forma utilizada e da condição clínica de cada pessoa.
REFERÊNCIA CIENTÍFICA:
Magalhães, P.L.M., et al. (2026). “Effects of Coenzyme Q10 Supplementation on Depressive Symptoms and Fatigue: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials.” Journal of Clinical Psychopharmacology, 46(1), 93-100.
Das 4 formas de CoQ10 (CAVAQ10®, UBIQUISOME®, Ubiquinol, Ubiquinona).
VITAMINA K2.
A vitamina K2 tem atraído atenção por seus benefícios cardiovasculares, particularmente no suporte à saúde arterial. Pesquisas indicam que a ingestão de 90 microgramas diários durante um período de nove meses reduziu o acúmulo de placas na artéria carótida em mais de 55%.
Acredita-se que esse efeito resulte da capacidade da vitamina K2 de ativar proteínas que ajudam a direcionar o cálcio das artérias para os ossos, reduzindo a rigidez arterial e promovendo a saúde do coração. Um metabolismo saudável do cálcio é fundamental para prevenir o endurecimento das artérias e manter um fluxo sanguíneo eficiente.
Além da redução de placas, a vitamina K2 contribui para a flexibilidade vascular e a resiliência cardiovascular geral.
Ao impedir o depósito de cálcio nos vasos sanguíneos, ela reduz o risco de aterosclerose, hipertensão e complicações relacionadas.
O nutriente também atua em sinergia com a vitamina D e o magnésio, aprimorando a regulação do cálcio e contribuindo para a saúde óssea, ao mesmo tempo que protege o sistema circulatório. Esses benefícios duplos fazem da vitamina K2 um elemento-chave na manutenção da saúde cardíaca e óssea a longo prazo.
A ingestão de vitamina K2 pode ser feita por meio de suplementos ou alimentos ricos em K2, como natto, certos queijos e gemas de ovo.
Embora não substitua um estilo de vida saudável para o coração, a ingestão consistente, aliada a uma dieta adequada, exercícios regulares e controle do estresse, pode melhorar a saúde cardiovascular.
Vitamina K2 — um fator negligenciado na saúde cardiovascular: uma revisão narrativa - PMC https://share.google/9pVptGk7VPVwoFfZv
Destacando o substancial conjunto de evidências que confirmam a importância da vitamina K2 como nutriente para a saúde cardiovascular e como a vitamina K2 adequada faz toda a diferença - PMC https://share.google/XyR070oLyV9wKbxj7
NAC.
De acordo com uma revisão sistemática e meta-análise de 2021 publicada no American Journal of Translational Research, pesquisadores analisaram 15 ensaios clínicos envolvendo 768 pessoas com doença renal crônica para avaliar os efeitos da N-acetilcisteína (NAC).
Nesses ensaios, a NAC foi administrada mais comumente por via oral em doses que variaram de cerca de 600 mg a 1.200 mg por dia, com durações de tratamento que variaram de semanas a vários meses, dependendo do desenho do estudo.
Nessas doses, a NAC foi associada a marcadores de função renal significativamente melhores, incluindo uma taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) mais alta e creatinina sérica mais baixa, em comparação com o placebo.
A análise também constatou uma redução de 40% nos eventos cardiovasculares e não relatou interrupções do tratamento devido a efeitos colaterais, sugerindo que a NAC, nessas doses comumente utilizadas, é eficaz e bem tolerada em pessoas com doença renal crônica.
Artigo de estudo: 📄 PMID: 34017406.
COLINA.
Existe um nutriente essencial para o cérebro e para o fígado que 90% das pessoas não consomem suficientemente — e que quase nunca aparece nos multivitamínicos.
A colina é precursora de acetilcolina (neurotransmissor da memória) e essencial para o metabolismo hepático de gorduras. A principal fonte é a gema do ovo — e décadas de demonização do colesterol derrubaram o consumo.
Na gestação, alta ingestão de colina foi associada a melhor memória nos filhos aos 7 anos.
Fontes: 1 gema de ovo (≈150mg), fígado bovino (430mg/100g), bacalhau (290mg/100g).
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Fonte: American Journal of Clinical Nutrition
SE A COMIDA TE DEIXOU DOENTE, POR QUE A SOLUÇÃO NÃO COMEÇA PELA COMIDA?
SE A COMIDA TE DEIXOU DOENTE, POR QUE A SOLUÇÃO NÃO COMEÇA PELA COMIDA?
Todo mundo quer emagrecer.
Mas poucas pessoas perguntam por que engordaram.
Enquanto muitos procuram a próxima caneta milagrosa…
poucos estão dispostos a mudar aquilo que colocam no prato todos os dias.
Eu não estou dizendo que medicamentos não têm seu lugar.
Mas uma pergunta precisa ser feita:
Você está tratando apenas o sintoma ou a causa do problema?
🥩 Mais proteína
🥚 Mais nutrientes
💪 Mais massa muscular
🚶 Mais movimento
Às vezes a resposta começa muito antes da farmácia.
O que você escolheria primeiro: mudar a alimentação ou usar medicamento?
BARDANA.
Uma revisão publicada na revista Inflammopharmacology em 2011 destacou o potencial anticancerígeno da bardana (Arctium lappa), uma planta amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa.
A revisão relatou que compostos isolados de sementes de bardana demonstraram potentes efeitos inibitórios no crescimento de vários tumores, incluindo o carcinoma pancreático.
Os investigadores examinaram evidências de vários estudos que mostram que os compostos bioativos da planta podem interferir no crescimento das células cancerígenas, contribuindo para o crescente interesse científico nas propriedades medicinais da bardana.
A revisão, de autoria de Yuk-Shing Chan e colegas, também observou que a bardana contém uma variedade de compostos biologicamente ativos em suas raízes, sementes e folhas.
Entre estes, os compostos derivados de sementes atraíram especial atenção pelas suas atividades anti-inflamatórias e antitumorais. As descobertas ajudaram a estabelecer a bardana como uma fonte promissora de compostos naturais para a investigação do cancro, particularmente em estudos que exploram novas abordagens para atingir as células cancerígenas do pâncreas. PMID: 20981575
Pesquisadores anunciaram a descoberta de um novo órgão humano chamado interstício.
Pesquisadores anunciaram a descoberta de um novo órgão humano chamado interstício. Essa rede cheia de líquido fica abaixo da pele e ao redor dos tratos digestivo, respiratório e urinário.
Antes considerado um tecido conjuntivo denso, agora é reconhecido como um sistema dinâmico que amortece órgãos, transporta fluidos e apoia a defesa imunológica. A descoberta poderá remodelar a medicina, explicando como as células cancerigenas se espalham, oferecendo novos marcadores de diagnostico e abrindo caminhos para tratamentos inovadores.
Os cientistas acreditam que este órgão oculto pode desempenhar um papel crucial nas doenças inflamatórias e no funcionamento dos órgãos. Esta descoberta lembra-nos que mesmo na ciência moderna, o corpo humano ainda guarda segredos à espera de serem descobertos. Ao mapear o interstício, os investigadores esperam desbloquear novas estratégias para a prevenção de doenças e saúde a longo prazo.
Seu corpo prospera quando o conhecimento evolui. Às vezes, as maiores descobertas estão escondidas à vista de todos.
Fontes: NYU Langone School of Medicine, Journal Scientific Reports, National Institutes of Health, Organização Mundial da Saúde.
refrigerante diet, AVC e demência: o que a ciência realmente mostrou.
Refrigerante diet, AVC e demência: o que a ciência realmente mostrou.
Um estudo prospectivo publicado na revista Stroke acompanhou adultos por mais de 10 anos e identificou uma associação relevante: o consumo diário de 1 refrigerante diet esteve ligado a um risco quase três vezes maior de AVC isquêmico e demência do tipo Alzheimer.
Mesmo após o ajuste para fatores clássicos de risco — como idade, padrão alimentar, hipertensão, diabetes, obesidade e tabagismo — a associação permaneceu estatisticamente significativa.
🔍 Quais mecanismos podem explicar essa relação?
Os autores discutem que adoçantes artificiais podem:
• alterar a microbiota intestinal
• interferir na resposta insulínica e no metabolismo da glicose
• favorecer inflamação crônica de baixo grau
• impactar vias vasculares e neuroinflamatórias envolvidas na saúde cerebral
❗ Importante entender:
Refrigerante diet não é caloria neutra para o organismo. Mesmo sem açúcar, ele contém compostos biologicamente ativos que, ao longo do tempo, podem afetar o sistema nervoso e a saúde vascular.
✅ Melhores escolhas para o dia a dia:
• Água
• Chás naturais
• Água com frutas, ervas ou especiarias
🧠 Pequenas decisões repetidas diariamente constroem — ou protegem — a saúde do cérebro ao longo dos anos.
Compartilhe com quem ainda acredita que refrigerante diet é uma opção inofensiva.
📚 Referência científica:
Pase MP et al. Sugar- and Artificially Sweetened Beverages and the Risks of Incident Stroke and Dementia. Stroke, 2017.
DOI: 10.1161/STROKEAHA.116.016027
HEMOGRAMA
Um hemograma comum pode mostrar a saúde do seu intestino: parasitas, disbiose, intestino permeável e inflamação da mucosa intestinal antes de você desenvolver uma doença mais grave.
MARCADOR 1:
Monócitos acima de 8%
O que significa:
Seu intestino está lutando contra bactérias ruins, fungos ou parasitas. Indica disbiose intestinal em andamento.
Valores:
Normal: 2% a 8%
Disbiose provável: acima de 8%
Por que ignoram: Médicos só se preocupam acima de 12%. Entre 8-10% já mostra desequilíbrio da microbiota.
MARCADOR 2:
Eosinófilos acima de 3%
O que significa:
Presença de parasitas intestinais, alergias alimentares ou intestino permeável (leaky gut).
Valores:
Normal: 1% a 3%
Parasitas/alergias: acima de 3%
Por que ignoram: Dizem “está normal” até 5%. Mas acima de 3% o intestino já está reagindo a algo.
MARCADOR 3: Índice
MEB acima de 9%
(Monócitos + Eosinófilos + Basófilos)
O que significa:
Inflamação ativa da mucosa intestinal.
Seu intestino está inflamado mesmo sem dor.
Como calcular:
Some os 3 valores do seu hemograma
Valores:
Ideal: abaixo de 7%
Inflamação intestinal: acima de 9%
Por que ignoram: A maioria nem calcula esse índice. Olham separado e dizem “tudo normal”
quarta-feira, 3 de junho de 2026
ÁCIDO ÚRICO
Seu ácido úrico pode estar “normal”, mas ainda assim te deixar inflamado. Leia até o fim:
Você olha seu exame e vê 6,5 mg/dL de ácido úrico. O laboratório diz que está tudo bem…
Mas não está.
🔴 Ácido úrico acima de 4,0 mg/dL já começa a representar risco metabólico e inflamatório, mesmo dentro da faixa de referência.
📉 A verdade científica que poucos falam:
O valor ideal de ácido úrico deve ser obrigatoriamente abaixo de 4,0 mg/dL.
Acima disso, ele deixa de ser um simples marcador e passa a ser agente ativo de inflamação, resistência à insulina, lesão endotelial e disfunção mitocondrial.
📚 Diversos estudos (NEJM, JAMA, Nature) já associaram níveis entre 4,0 e 6,9 mg/dL a maior risco de doenças cardiovasculares, síndrome metabólica, hipertensão e até declínio cognitivo.
⚠️ Com 6,0? Já há estresse oxidativo.
⚠️ Com 7,0? Inflamação ativa.
⚠️ Com 8,0? Risco real de lesão renal e depósito tecidual de cristais de urato.
👉🏽 E não: isso não é sobre gota.
É sobre saúde mitocondrial, inflamação silenciosa e envelhecimento acelerado.
✅ O alvo é claro: ÁCIDO ÚRICO < 4,0 mg/dL.
Não aceite “normal” como saudável.
Otimize sua bioquímica com ciência de verdade.
A erva-doce e o funcho, geralmente associados à espécie Foeniculum vulgare, contêm compostos naturais como anetol, estragol e fenchona.
A erva-doce e o funcho, geralmente associados à espécie Foeniculum vulgare, contêm compostos naturais como anetol, estragol e fenchona.
Essas substâncias apresentam atividade biológica capaz de interagir com receptores hormonais, especialmente os relacionados ao estrogênio.
Por esse motivo, algumas referências de fitoterapia recomendam cautela durante a gestação, principalmente com o uso frequente de chás concentrados, extratos e, sobretudo, óleos essenciais, que possuem concentrações muito mais elevadas desses compostos.
No caso das gestantes, a preocupação é principalmente preventiva.
Como a gravidez envolve um delicado equilíbrio hormonal e existem poucos estudos clínicos robustos avaliando a segurança do uso contínuo dessas plantas durante toda a gestação, muitos profissionais preferem evitar seu uso medicinal regular.
Além disso, alguns componentes do funcho apresentam potencial efeito estimulante sobre a musculatura uterina em estudos experimentais, o que reforça a recomendação de prudência, especialmente nos primeiros meses da gravidez.
Para mulheres com histórico de câncer de mama hormônio-dependente, especialmente tumores positivos para receptores de estrogênio, a cautela também é recomendada.
Embora não existam evidências conclusivas de que o consumo ocasional de erva-doce ou funcho cause recorrência da doença, a presença de compostos com atividade estrogênica teórica faz com que muitos oncologistas e fitoterapeutas evitem o uso regular dessas plantas em doses medicinais.
Nesses casos, a orientação mais segura é discutir o uso de qualquer planta medicinal com a equipe médica responsável pelo acompanhamento oncológico, especialmente quando se pretende utilizar chás concentrados, extratos ou suplementos fitoterápicos.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
CÁLCULOS RENAIS.
Pessoas que têm tendência a formar cálculos renais, especialmente os de oxalato de cálcio, precisam prestar atenção ao consumo de alimentos ricos em oxalatos.
Os oxalatos são substâncias naturalmente presentes em diversas plantas, como espinafre, acelga, beterraba e, em menor quantidade, a couve.
Quando ingeridos, parte desses compostos pode ser absorvida pelo intestino e posteriormente eliminada pelos rins. Durante esse processo, eles podem se ligar ao cálcio presente na urina, favorecendo a formação de cristais que, com o tempo, podem crescer e se transformar em pedras nos rins.
O preparo dos vegetais pode fazer diferença. Em muitos casos, cozinhar as folhas em água reduz parte do conteúdo de oxalatos, porque uma fração dessas substâncias passa para a água do cozimento. Já quando a planta é consumida crua, especialmente em grandes quantidades, como em sucos verdes, smoothies ou saladas muito volumosas, a exposição aos oxalatos tende a ser maior. Por isso, algumas pessoas com histórico de cálculos recorrentes recebem orientação para moderar o consumo de vegetais ricos em oxalato na forma crua.
Isso não significa que toda pessoa com cálculos renais deva evitar completamente verduras e legumes. Na verdade, esses alimentos oferecem fibras, vitaminas, minerais e compostos benéficos para a saúde. O mais importante é identificar o tipo de cálculo, manter uma hidratação adequada, garantir uma ingestão equilibrada de cálcio alimentar e evitar excessos frequentes de alimentos muito ricos em oxalatos. Dessa forma, é possível aproveitar os benefícios das hortaliças sem aumentar desnecessariamente o risco de formação de novos cálculos renais.
Você tem Tireoidite?
Você tem Tireoidite?
A relação entre glúten e Tireoidite de Hashimoto ainda gera debates, mas alguns estudos vêm mostrando algo interessante: em determinados pacientes, a exclusão do glúten pode ajudar a reduzir marcadores inflamatórios e anticorpos tireoidianos ao longo do tempo.
Isso significa que o glúten seja o “vilão” para todas as pessoas. Em doenças autoimunes, especialmente quando existe alteração intestinal, permeabilidade aumentada, inflamação crônica ou sensibilidade ao glúten, a alimentação pode exercer um papel importante no equilíbrio imunológico.
A saúde da tireoide vai muito além do TSH.
Intestino, nutrientes, sono, estresse, inflamação e estilo de vida também fazem parte do processo.
Cada organismo reage de uma forma. Por isso, individualizar a estratégia nutricional faz toda diferença.
📚 Referências:
- Krysiak R et al. The effect of gluten-free diet on thyroid autoimmunity in drug-naive women with Hashimoto’s thyroiditis — Experimental and Clinical Endocrinology & Diabetes, 2019.
- Ventura M et al. Autoimmune thyroid disorders and coeliac disease — European Journal of Endocrinology, 2000.
- Virili C et al. Gut microbiota and Hashimoto’s thyroiditis — Reviews in Endocrine and Metabolic Disorders, 2018.
domingo, 31 de maio de 2026
CUIDADO COM O SEU BANHO!
A maioria das pessoas se preocupam com a qualidade da água para beber, mas esquece de algo importante: o banho quente também pode aumentar a exposição a compostos presentes na água tratada, como o cloro e subprodutos da desinfecção, incluindo os trihalometanos, conhecidos como THMs.
Durante o banho quente, o vapor pode facilitar a inalação desses compostos, enquanto a pele fica em contato direto com a água por vários minutos. Isso não significa que tomar banho seja “perigoso”, mas mostra que a exposição não acontece apenas quando você bebe água.
Estudos sobre qualidade da água e saúde pública apontam que os THMs podem estar associados a riscos quando a exposição é frequente e prolongada, especialmente por inalação, ingestão e contato dérmico.
O cloro tem uma relação indireta com a saúde da tireoide, principalmente quando falamos de exposição excessiva a compostos halogenados e da competição com o iodo — mineral essencial para a produção dos hormônios tireoidianos.
A tireoide usa iodo para produzir T3 e T4. Alguns elementos da mesma família química do cloro, especialmente o bromo e o flúor, competem com o iodo em certos processos biológicos.
Uma estratégia simples para reduzir essa exposição é usar filtros de banho com carvão ativado, além de evitar banhos extremamente quentes e muito longos.
Fonte: Villanueva et al. (2007), American Journal of Epidemiology, investigaram a relação entre trihalometanos na água e risco de câncer de bexiga.
MEL E PRÓPOLIS
A associação entre mel e própolis de abelha sem ferrão, como a mandaçaia, é interessante porque reúne dois produtos naturais ricos em compostos bioativos. O mel fornece açúcares naturais, enzimas, antioxidantes e pequenas quantidades de minerais, enquanto o própolis concentra flavonoides, compostos fenólicos e resinas vegetais produzidas pelas abelhas a partir de diferentes espécies de plantas. Essa combinação resulta em um produto saboroso, prático e muito apreciado por quem busca fortalecer os cuidados com a saúde no dia a dia.
Para pessoas que apresentam imunidade baixa ou sofrem com infecções recorrentes, essa mistura pode ser uma excelente aliada. O própolis de mandaçaia é tradicionalmente valorizado por suas propriedades antimicrobianas, antioxidantes e moduladoras do sistema imunológico, enquanto o mel ajuda a proteger e acalmar as mucosas da boca e da garganta. Juntos, eles oferecem um suporte natural ao organismo, especialmente em períodos de maior exposição a vírus, bactérias, mudanças climáticas, estresse ou fadiga física.
Outro ponto positivo é a facilidade de uso. O sabor agradável do mel torna o consumo do própolis muito mais fácil para crianças e adultos, permitindo que a mistura seja utilizada pura ou adicionada a bebidas mornas. Embora não substitua uma alimentação equilibrada, bons hábitos de vida ou tratamentos médicos quando necessários, a combinação de mel com própolis de mandaçaia é uma estratégia simples, tradicional e bastante apreciada por quem deseja reforçar os cuidados com a imunidade e o bem-estar geral.
sábado, 30 de maio de 2026
Levotiroxina...
Estudos recentes de 2024 e 2025 indicam uma possível associação entre o uso de altas doses de levotiroxina (LT4) e um risco aumentado de cânceres primários subsequentes, especialmente em sobreviventes de câncer de tireoide que fazem supressão de TSH a longo prazo.
Os pesquisadores notaram um efeito dose-dependente claro: pacientes que recebiam as doses mais altas de LT4 tiveram entre 14% e 27% mais chance de desenvolver segundos cânceres em relação aos que não usavam a medicação. As associações mais fortes apareceram em tumores do sistema digestivo e hepatobiliar, como estômago, colorretal, fígado, vias biliares e, principalmente, pâncreas — este último com risco quase 2,5 vezes maior no grupo de dose mais alta.
Esse risco elevado pareceu independente do tratamento com iodo radioativo, o que sugere que a própria supressão prolongada do hormônio tireoidiano pode estar envolvida. Ainda assim, especialistas destacam que os dados vêm de estudos observacionais e provam que a levotiroxina cause câncer diretamente.
Por isso, pacientes não devem parar ou mudar a medicação por conta própria — o ideal é sempre conversar com o endocrinologista para ajustar a dose e manter o acompanhamento adequado a longo prazo.
Fonte: PubMed - Risk of Subsequent Primary Cancers in Thyroid Cancer Survivors according to the Dose of Levothyroxine: A Nationwide Cohort Study.
BERBERINA.
Um estudo publicado em 2023 no periódico Archives of Medical Science investigou os efeitos do cloridrato de berberina purificado — uma forma de grau laboratorial — sobre diferentes tipos de células cancerígenas humanas. A pesquisa foi conduzida em ambiente in vitro, ou seja, em células cultivadas em laboratório, sem envolvimento de humanos ou animais.
Os cientistas avaliaram cinco linhagens tumorais: mama (MCF-7), cólon (HT29), colo do útero (HeLa), carcinoma oral de células escamosas (Tca8113) e carcinoma nasofaríngeo (CNE2). Os resultados mostraram que a berberina foi capaz de reduzir a viabilidade dessas células, além de interromper o ciclo celular na fase G2/M e induzir a apoptose — um processo natural de morte celular programada.
Do ponto de vista molecular, observou-se um aumento na expressão da proteína pró-apoptótica BAX e uma redução da proteína antiapoptótica BCL-2. Esse desequilíbrio favorece a autodestruição das células tumorais. Os efeitos foram dependentes tanto da dose quanto do tempo de exposição, com destaque para as células de câncer de cólon, que demonstraram maior sensibilidade ao composto.
Apesar dos achados promissores, os próprios autores enfatizam que esses resultados não devem ser interpretados como evidência de cura. O principal valor do estudo está em aprofundar o entendimento sobre a interação entre compostos naturais e mecanismos celulares do câncer, contribuindo para o desenvolvimento futuro de terapias mais eficazes.
Referência científica: PMID: 37732040
A diferença entre LDL glicada e LDL não glicada faz toda a diferença.
A diferença entre LDL glicada e LDL não glicada faz toda a diferença.
A glicação do LDL ocorre quando moléculas de glicose se ligam a ele no sangue em situações de hiperglicemia (glicose alta). Isso torna o LDL mais aterogênico (mais propenso a formar placas nas artérias), aumentando o risco cardiovascular, especialmente em diabéticos ou pré-diabéticos.
Como é medido?
Em pesquisa/laboratórios especializados: Usa-se um teste específico chamado ELISA para LDL glicado. É um exame de sangue que quantifica diretamente a fração glicada do LDL. Não é comum em laboratórios convencionais.
Na prática clínica diária os médicos geralmente avaliam de forma indireta através de:
• Hemoglobina glicada (HbA1c): Reflete o controle glicêmico nos últimos 3 meses. Quando alta, indica maior chance de glicação também no LDL.
• Perfil lipídico (colesterol total, LDL, HDL, triglicerídeos) + glicemia de jejum.
• Outros marcadores avançados: LDL oxidado, ApoB, partículas pequenas e densas de LDL.
Quando investigar?
Principalmente em pessoas com diabetes mal controlado, risco cardiovascular alto ou quando o LDL “normal” não explica o risco (ex.: aterosclerose precoce). Converse com um endocrinologista ou cardiologista — eles podem indicar se vale a pena buscar um laboratório que faça o teste específico de LDL glicado.
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