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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

itamina B - TIAMINA - 1 e o Câncer.

Vitamina B - TIAMINA - 1 e o Câncer. Um estudo de 2014 publicado no periódico *Cancer Chemotherapy and Pharmacology* investigou como a tiamina (vitamina B1) afeta o metabolismo de células cancerígenas em diferentes doses. Os pesquisadores se concentraram em duas linhagens de células cancerígenas — neuroblastoma (SK-N-BE) e câncer pancreático (Panc-1) — e compararam os efeitos da tiamina com o dicloroacetato (DCA), um fármaco metabólico conhecido por suprimir o crescimento do câncer atuando na piruvato desidrogenase (PDH). Observou-se um claro efeito dose-dependente: baixas doses de tiamina favorecem o crescimento das células cancerígenas, enquanto altas doses — em concentrações superiores a 75 vezes a Ingestão Diária Recomendada (IDR) — reduzem significativamente a proliferação dessas células. Quanto ao mecanismo de ação, a tiamina em altas doses age de maneira semelhante ao DCA, reduzindo a fosforilação da PDH e forçando as células cancerígenas a abandonar a fermentação da glicose e a produção de lactato em favor do metabolismo mitocondrial. Essa alteração metabólica resultou em menor consumo de glicose, redução da produção de lactato, perda do potencial da membrana mitocondrial e ativação da apoptose mediada por caspase-3, indicando morte celular programada das células cancerígenas em vez de toxicidade inespecífica. É importante destacar que o tratamento não aumentou os níveis de espécies reativas de oxigênio, sugerindo um efeito metabólico direcionado. Essas descobertas demonstram que a tiamina atua como terapia metabólica apenas em doses farmacológicas, e não em níveis nutricionais, e que seus efeitos antiproliferativos foram observados estritamente em experimentos controlados com células cancerígenas. PMID: 24452394

terça-feira, 8 de setembro de 2026

A N-acetilcisteína (NAC) é precursora da glutationa, nosso principal antioxidante intracelular, e tem despertado interesse como estratégia adjuvante na endometriose.

A N-acetilcisteína (NAC) é precursora da glutationa, nosso principal antioxidante intracelular, e tem despertado interesse como estratégia adjuvante na endometriose. Um dos motivos está na relação entre a doença, o estresse oxidativo e a inflamação. A N-acetilcisteína aumenta os níveis de glutationa e contribui para neutralizar espécies reativas de oxigênio (ROS), que estão elevadas nas lesões de endometriose. Também pode modular vias inflamatórias, como NF-κB, reduzindo a produção de citocinas pró-inflamatórias e COX-2, envolvidas na dor e na progressão da doença. Outro ponto estudado é seu efeito sobre as próprias lesões. Pesquisas mostram redução da proliferação das células endometrióticas e favorecimento de um perfil celular mais diferenciado, dificultando seu crescimento. A melhora do equilíbrio redox e a modulação de mediadores inflamatórios também podem limitar processos relacionados à angiogênese e à fibrose. E o que já encontramos em humanos? Em um estudo prospectivo com 120 mulheres, três meses de NAC foram associados à redução significativa da dismenorreia, dispareunia e dor pélvica crônica, além de menor uso de anti-inflamatórios, diminuição do tamanho dos endometriomas e redução dos níveis de CA-125. Entre as mulheres com desejo reprodutivo, também foi observada melhora nas taxas de gravidez. Outro estudo observacional encontrou redução do tamanho dos endometriomas e melhora importante da dor. Em parte das pacientes, a melhora clínica levou inclusive ao cancelamento de cirurgias que estavam previamente programadas. ⚠️ A NAC é estudada como uma estratégia adjuvante e não substitui o tratamento convencional. Sua utilização pode ser considerada como complemento em casos selecionados e deve ser acompanhada por um profissional. 📄 DOI: 10.3390/ijerph20064686 📄 DOI: 10.1155/2013/240702

domingo, 6 de setembro de 2026

O própolis é um poderoso aliado no equilíbrio metabólico.

O própolis é um poderoso aliado no equilíbrio metabólico: ele contribui para a redução da resistência à insulina, melhora a sinalização da glicose no organismo e ajuda a diminuir tanto a glicemia de jejum quanto a hemoglobina glicada. Seus efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios são fundamentais nesse processo. Já o vinagre de maçã, rico em ácido acético, pode auxiliar no controle da glicemia pós-prandial e na melhora da ação da insulina. Estudos em humanos com diabetes tipo 2 observaram redução da glicose e da insulina após a refeição e aumento da captação de glicose pelo músculo após o consumo de vinagre. Juntos, esses dois compostos naturais podem ser aliados dentro de uma alimentação equilibrada e de hábitos saudáveis. Referência científica: Mitrou P. et al. Vinegar Consumption Increases Insulin-Stimulated Glucose Uptake by the Forearm Muscle in Humans with Type 2 Diabetes. Journal of Diabetes Research, 2015. DOI: 10.1155/2015/175204 Estudo completo: https://doi.org/10.1155/2015/175204

A Guanchuma, também conhecida como vassourinha (Sida rhombifolia), é muito utilizada de forma popular para picadas de inseto, ajudando a aliviar a dor e a inflamação.

Você já pode ter visto essa planta… e nem deu atenção. A Guanchuma, também conhecida como vassourinha (Sida rhombifolia), é muito utilizada de forma popular para picadas de inseto, ajudando a aliviar a dor e a inflamação. Mas não para por aí. Quando preparada, ela forma uma espécie de gel natural que pode ser interessante para o estômago e o intestino, sendo tradicionalmente utilizada em casos de gastrite e desconfortos intestinais. E isso mostra algo importante. Muitas vezes, o que está ao nosso redor tem muito mais utilidade do que a gente imagina. O problema não é falta de recurso. É falta de conhecimento. Quando você aprende a olhar para as plantas da forma certa, tudo muda.

sábado, 5 de setembro de 2026

VIVE COM FRIO, SEM ENERGIA E COM QUEDA DE CABELO? SEU TIREOIDE PODE ESTAR ENVOLVIDA.

VIVE COM FRIO, SEM ENERGIA E COM QUEDA DE CABELO? SEU TIREOIDE PODE ESTAR ENVOLVIDA. Mas cuidado: sintomas isolados não significam automaticamente que “a tireoide está ruim”. O funcionamento desse sistema é mais complexo do que olhar apenas um número no exame. A tireoide produz principalmente T4, enquanto grande parte da atividade biológica depende do T3. Para isso, o organismo converte T4 em T3 por meio de enzimas chamadas desiodases, presentes em vários tecidos, incluindo fígado e rins. Em situações como doença, restrição calórica prejudicial, baixo consumo de carboidratos ou estresse prolongado, essa dinâmica pode sofrer alterações. 3 fatores que podem influenciar a função tireoidiana: → Disponibilidade de energia: dietas extremamente restritivas podem reduzir os níveis circulantes de T3 e alterar a adaptação metabólica. → Sono, estresse e ritmo circadiano: estresse nervoso e noites mal dormidas podem interferir nos eixos hormonais. Regularidade no sono e exposição à luz natural pela manhã ajudam a manter o ritmo biológico. → Micronutrientes: o iodo participa diretamente da produção dos hormônios tireoidianos; o selênio é importante para enzimas envolvidas na conversão hormonal; O zinco também participa do metabolismo da tireoide. Importante: cansaço, frio, queda de cabelo ou dificuldade para perder peso possuem diversas causas possíveis. O ideal é avaliar sintomas + histórico clínico + exames, e não interpretar TSH, T3 ou T4 isoladamente. O objetivo não é “hackear” a tireoide. É oferecer ao organismo condições adequadas para funcionar: alimentação suficiente, sono de qualidade, recuperação, manejo do estresse e acompanhamento profissional quando necessário. Fonte: PMID: 21815956 — regulação e metabolismo dos hormônios tireoidianos. PMID: 23550042 — desiodases e controle da ação dos hormônios tireoidianos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Ferro e cobre se movem pelo corpo como um único sistema, e a ligação entre eles é tão forte que a falta de cobre pode produzir uma anemia que se parece exatamente com a deficiência de ferro e não responde ao ferro.

Ferro e cobre se movem pelo corpo como um único sistema, e a ligação entre eles é tão forte que a falta de cobre pode produzir uma anemia que se parece exatamente com a deficiência de ferro e não responde ao ferro. O mecanismo não é o que a maioria das pessoas imagina. O cobre não se transforma em ferro nem o substitui. O cobre controla as enzimas que tornam o ferro transportável, e quando essas enzimas perdem o cobre, o ferro para de chegar ao sangue, mesmo quando os estoques de ferro do corpo estão cheios. O problema começa com uma incompatibilidade química. O ferro sai das células no estado ferroso, Fe2+, bombeado através de um único exportador chamado ferroportina. Mas a transferrina, a proteína que transporta o ferro pela corrente sanguínea, só consegue se ligar ao ferro no estado férrico, Fe3+. Algo precisa oxidar o ferro no instante em que ele sai da célula, convertendo Fe2+ em Fe3+, ou ele não poderá ser carregado em seu transportador. Essa etapa de oxidação é feita por uma classe de enzimas dependentes de cobre chamadas ferroxidases, e sem cobre elas não funcionam. Existem duas dessas ferroxidases, e elas desempenham duas funções diferentes. A hefaestina está localizada na parede do intestino e processa o ferro dietético à medida que ele sai das células intestinais para a circulação.  A ceruloplasmina flutua no plasma, transporta mais de 95% do cobre no sangue e processa o ferro que está sendo mobilizado no armazenamento. Ambas contêm cobre em seus sítios ativos e ambas são inúteis sem ele. Quando o cobre está baixo, o portão de oxidação para e o ferro se acumula dentro da célula sem ter para onde ir. De acordo com o PubMed, Vulpe et al. (1999, Nature Genetics) mostraram isso diretamente: camundongos sem hefaestina funcional absorvem ferro em suas células intestinais normalmente, mas não conseguem exportá-lo; portanto, o ferro se acumula nessas células e é eliminado quando o revestimento intestinal se renova. Os animais desenvolvem anemia apesar de terem ferro, porque o ferro fica preso no lado de fora. É isso que torna a deficiência perigosa em humanos, porque a anemia direciona a investigação para o caminho errado. O sangue parece ter pouco ferro utilizável, então é tratado como deficiência de ferro, e os suplementos de ferro não fazem efeito porque o problema nunca foi a falta de ferro. Pior ainda, o quadro da medula óssea, com sideroblastos em anel e excesso de ferro armazenado, é frequentemente confundido com um distúrbio primário da medula óssea. De acordo com o PubMed, Halfdanarson et al. (2008, European Journal of Haematology) revisaram 40 pacientes com anormalidades sanguíneas por deficiência de cobre e descobriram que a condição é rotineiramente diagnosticada erroneamente e pode se disfarçar de síndrome mielodisplásica, com anemia e neutrófilos baixos sendo os achados mais comuns, e danos neurológicos frequentemente presentes em conjunto. Raramente o cobre desaparece por causa da dieta. Por exemplo, causas comuns são cirurgia bariátrica ou outras cirurgias gastrointestinais, má absorção e altas doses contínuas de zinco, que expulsam o cobre pelo intestino ao longo de meses. Na série da Mayo Clinic, um quarto dos pacientes havia se submetido à cirurgia de perda de peso e outro terço a outras cirurgias gastrointestinais, portanto, a população em risco é maior e menos exótica do que parece. A ligação entre cobre e ferro também explica o inverso: na aceruloplasminemia, uma perda genética de ceruloplasmina, o ferro não pode ser mobilizado adequadamente e, em vez disso, se acumula nos tecidos, confirmando que a enzima está realizando um trabalho real de manipulação do ferro e não permanecendo passivamente no sangue A suplementação de ferro pode ser colocada quando o ferro é realmente o fator limitante. A questão é que o ferro e o cobre formam um único sistema de transporte e, quando uma anemia não responde ao ferro, ou quando há bastante ferro nos estoques, mas o sangue ainda apresenta deficiência, o cobre é a variável que uma avaliação padrão tende a ignorar. O corpo não consegue transportar ferro sem ele e não lhe dirá que o cobre acabou até que o fluxo de ferro já tenha parado. Osaki, Johnson & Frieden, J Biol Chem, 1966 Vulpe et al., Nat Genet, 199
O melhor horário para tomar creatina: depois do almoço, com o estômago cheio, todos os dias, porque é assim que ela é melhor absorvida. Também esclareço que quem toma antes do treino não está usando aquela dose no exercício, e sim a reserva acumulada nas semanas anteriores E ainda trago uma informação que tranquiliza muita gente: a creatina pode elevar a creatinina no exame de sangue, mas isso é apenas o resultado natural do seu metabolismo, e não um sinal de doença renal.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

A chanana (Turnera subulata).

Muita gente sofre há anos com inflamações intestinais sem saber que, às vezes, a resposta está crescendo na calçada. A chanana (Turnera subulata) é uma das plantas mais potentes para quem tem Crohn, colite, colite ulcerativa, síndrome do intestino irritável ou até doença celíaca.

O chá de capim-cidreira, capim-santo ou capim-limão (Cymbopogon citratus) contém diversos compostos bioativos, principalmente citral, geraniol e mirceno, presentes no seu óleo essencial.

O chá de capim-cidreira, capim-santo ou capim-limão (Cymbopogon citratus) contém diversos compostos bioativos, principalmente citral, geraniol e mirceno, presentes no seu óleo essencial. Essas substâncias possuem efeito relaxante leve sobre o sistema nervoso central, podendo ajudar a reduzir ansiedade, tensão e favorecer o sono. Por causa dessa ação calmante, quando o chá é consumido junto com medicamentos sedativos — como alguns ansiolíticos, benzodiazepínicos, hipnóticos ou certos antidepressivos — pode ocorrer potencialização do efeito sedativo, aumentando a sonolência, a redução da atenção e até a sensação de fraqueza. Outro ponto importante é que o capim-cidreira também pode exercer leve efeito hipotensor e vasodilatador, contribuindo para o relaxamento dos vasos sanguíneos. Por isso, quando a planta é utilizada junto com medicamentos usados para controle da pressão arterial, como anti-hipertensivos ou diuréticos, pode ocorrer uma soma de efeitos. Em algumas pessoas isso pode levar a queda excessiva da pressão, provocando sintomas como tontura, sensação de cabeça leve ou mal-estar. Além disso, alguns compostos presentes na planta podem interferir discretamente em enzimas hepáticas responsáveis pelo metabolismo de medicamentos, o que pode alterar a velocidade com que certos fármacos são processados no organismo. Por esse motivo, embora o chá seja considerado seguro quando usado com moderação, pessoas que utilizam medicamentos para dormir, para ansiedade ou para controle da pressão devem ter cautela e, idealmente, consumir o chá em horários diferentes dos remédios ou sob orientação profissional.

O açafrão, também conhecido como cúrcuma, possui algumas contraindicações e precauções que devem ser consideradas antes do seu uso, especialmente em formas mais concentradas como chás ou suplementos.

O açafrão, também conhecido como cúrcuma, possui algumas contraindicações e precauções que devem ser consideradas antes do seu uso, especialmente em formas mais concentradas como chás ou suplementos. É importante estar atento às possíveis interações medicamentosas e condições de saúde pré-existentes para evitar efeitos adversos. Contraindicações:Alergia:Pessoas com alergia conhecida à curcumina ou ao açafrão devem evitar o seu consumo. Problemas de coagulação:O açafrão pode aumentar o risco de sangramento, especialmente em pessoas que já utilizam medicamentos anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários. Problemas biliares:Pacientes com obstrução das vias biliares ou cálculos biliares devem evitar o uso de açafrão, pois ele pode estimular a produção e movimentação da bile, potencialmente agravando a condição. Úlceras estomacais e hiperacidez:O açafrão pode aumentar a acidez do estômago e irritar a mucosa, sendo contraindicado para pessoas com úlceras ou histórico do problema. Gravidez e amamentação:O açafrão pode estimular contrações uterinas, sendo contraindicado durante a gravidez, e seu uso em mulheres em período de amamentação deve ser feito sob orientação médica. Crianças:O uso de açafrão em crianças deve ser feito com moderação e preferencialmente com orientação médica, devido à falta de estudos sobre sua segurança nessa faixa etária.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

O mercado de peptídeos na internet virou uma máquina de tirar o dinheiro dos consumidores por meio de falsas promessas de milagres .

O mercado de peptídeos na internet virou uma máquina de tirar o dinheiro dos consumidores por meio de falsas promessas de milagres . Embora os peptídeos sejam moléculas científicas científicas (como a insulina e os compostos do Ozempic), uma enorme onda de publicações no Instagram e no TikTok transformaram essas substâncias no maior "hype" do momento. Isso abriu espaço para um verdadeiro festival de prejuízos financeiros além de golpes estruturados. ENTENDA Em termos simples, as proteínas são a forma ingerida na alimentação, os peptídeos são os fragmentos menores formados na digestão das proteínas e são utilizados por exemplo para a produção de alguns hormônios como insulina, glucagon, GH, que regulam o metabolismo, o crescimento e outras funções como neurotransmissores e neuromoduladores, alguns peptídeos têm ação antimicrobiana e modulam a resposta imune. Os peptídeos são feitos a partir de aminoácidos . Os aminoácidos são as unidades absorvidas e usadas pelo corpo para quase tudo , como construir e reparar tecidos : músculos, pele, cabelo, órgãos, ossos, trato digestivo. »: Aminoácidos: unidades básicas. Peptídeos: cadeias curtas de aminoácidos. Proteínas: cadeias longas e complexos de aminoácidos Quando faltam proteínas na dieta, o corpo usa os aminoácidos e pequenos peptídeos que conseguiram absorver para suprir a prioridade do momento : reparar tecidos, produzir enzimas, hormônios, proteínas do sangue e outras funções exclusivas. Os peptídios pertencem a um conjunto de aminoácidos e ao organismo distribuídos conforme a necessidade no momento , a disponibilidade e o estado nutricional geral . Em situação de ingestão insuficiente de proteína/energia, o organismo tende a direcionar aminoácidos e peptídeos para: Manutenção de órgãos orgânicos: coração, fígado, rins, cérebro e sistema imunológico. Produção de proteínas funcionais essenciais: enzimas, hormônios, proteínas do sangue (como albumina e hemoglobina), anticorpos. Reparo de tecidos críticos: mucosa intestinal, sistema imunológico, pele como barreira, vasos sanguíneos. Em outras palavras: se uma pessoa ainda não vem com proteína suficiente , o melhor investimento costuma ser melhorar a dieta antes de pensar em suplementos . O colágeno não é “melhor” que carne, ovos, leite, iogurte, feijão, feijão ou outras boas fontes de proteína de peixe. Peptídeos menores, são vendidos com apelo esportivo ou estético, podem até ser bem absorvidos, mas isso não quer dizer que direto para o músculo ou para a pele. "Peptídeos não têm GPS, e no corpo, um tecido específico não tem CEP para a entrega desses nutrientes.” Há estudos bem conduzidos, com esses peptídeos, incluindo estudos planejados duplo-cegos controlados por placebo mostrando pequenas melhorias de recuperação de força, redução de fadiga e modulação de miostatina; outro estudo relatou que, na imobilização, o ingrediente se comportava de modo semelhante ao leite na preservação de massa muscular. Ou seja, guarde seu dinheiro para investir em uma alimentação saudável . Elimine o que não faz bem e foque no básico: comida de verdade , como legumes, ovos, carnes, leite, frutas, verduras, e iogurte. Porque é isso que o corpo realmente precisa.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

AÇUCAR ESCONDIDO.

Você não precisa comer doce para consumir açúcar em excesso. Ele está escondido onde você menos espera. Molho industrializado, pão integral e iogurte natural podem conter muito açúcar. A indústria usa 56 nomes diferentes para disfarçar esse ingrediente. Cada exposição gera pico de insulina, criando resistência ao longo dos anos. Esta é a porta de entrada para o envelhecimento acelerado. Leia o rótulo. A resposta está nos ingredientes, não nas calorias. Fontes: - Lustig RH, Schmidt LA, Brindis CD. "The toxic truth about sugar." Nature, vol. 482(7383), pp. 27-29. 2012. DOI: 10.1038/482027a - DiNicolantonio JJ, O'Keefe JH, Lucan SC. "Added fructose: a principal driver of type 2 diabetes mellitus and its consequences." Mayo Clinic Proceedings, vol. 90(3), pp. 372-381. 2015. DOI: 10.1016/j.mayocp.2014.12.019 - Kearns CE, Schmidt LA, Glantz SA. "Sugar Industry and Coronary Heart Disease Research." JAMA Internal Medicine, vol. 176(11), pp. 1680-1685. 2016. DOI: 10.1001/jamainternmed.2016.5394

A cúrcuma é usada há 4.000 anos na medicina ayurvédica. Nos últimos 20 anos, a ciência ocidental entendeu por quê.

A cúrcuma é usada há 4.000 anos na medicina ayurvédica. Nos últimos 20 anos, a ciência ocidental entendeu por quê. A curcumina inibe o NF kB, o principal regulador da resposta inflamatória no corpo. Ela atravessa a barreira hematoencefálica e reduz placas associadas ao Alzheimer. O problema é a biodisponibilidade baixa. Combinar com piperina aumenta a absorção em até 2.000%. A ciência a estuda. Mas a absorção ainda é tema de debate. Fontes: - Aggarwal BB, Harikumar KB. "Potential therapeutic effects of curcumin, the anti-inflammatory agent, against neurodegenerative, cardiovascular, pulmonary, metabolic, autoimmune and neoplastic diseases." International Journal of Biochemistry & Cell Biology, vol. 41(1), pp. 40-59. 2009. DOI: 10.1016/j.biocel.2008.06.010 - Shoba G, Joy D, Joseph T, Majeed M, Rajendran R, Srinivas PS. "Influence of piperine on the pharmacokinetics of curcumin in animals and human volunteers." Planta Medica, vol. 64(4), pp. 353-356. 1998. DOI: 10.1055/s-2006-957450