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domingo, 2 de agosto de 2026
EFEITOS ADVERSOS DAS VACINAS.
O sangue não é apenas transporte.
Ele também é defesa.
E essa talvez seja uma das chaves mais importantes para entender por que alguns eventos vasculares raros após vacinação não podem ser tratados como “imaginação”, mas também não podem ser usados como prova de que tudo foi causado pela vacina.
A circulação é um sistema vivo. Dentro dos vasos, endotélio, plaquetas, coagulação, complemento, neutrófilos e inflamação conversam o tempo inteiro. Quando esse sistema está regulado, ele protege. Quando perde precisão, a defesa pode virar trombose.
É aqui que entra um dos pontos mais sérios da literatura: a VITT/TTS, uma síndrome rara descrita principalmente após vacinas adenovirais contra COVID-19, na qual a trombose pode aparecer junto com plaquetas baixas, D-dímero muito elevado e anticorpos anti-PF4.
Isso não é uma trombose comum.
É uma síndrome imunológica da coagulação.
E não, isso não significa que toda trombose, todo AVC ou todo infarto depois de uma vacina seja automaticamente causado por ela. Grandes coortes não confirmaram uma epidemia populacional de infarto comum ou AVC arterial comum após vacinas mRNA.
Mas também não é científico fingir que os sinais reconhecidos não existem.
A pergunta madura não é “vacina causa trombose?”
A pergunta correta é:
qual plataforma?
qual janela temporal?
quais plaquetas?
qual D-dímero?
tem anti-PF4?
qual imagem?
qual mecanismo?
Sem isso, vira medo.
Com isso, vira ciência.
Vacina, proteína spike, inflamação, plaquetas e coagulação precisam ser discutidas com precisão. Porque raro não significa falso. Raro significa que precisa ser investigado com método, biomarcador e responsabilidade.
O corpo não erra por acaso.
Quando a circulação entra em modo de guerra, precisamos entender quem acionou o alarme, qual via foi ativada e qual tecido pagou o preço.
Fontes: Nature Reviews Immunology; New England Journal of Medicine; Global Vaccine Data Network; Nature Communications.
sábado, 1 de agosto de 2026
Os 12 Sais de Schussler e Suas Propriedades
Os 12 Sais de Schussler e Suas Propriedades.
Os 12 Sais de Schussler e Suas Propriedades
Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos
Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes”
Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha”
Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas”
Nº 5 Kalium phosphoricum D6 O sal “dos nervos e da mente”
Nº 6 Kalium sulphuricum D6 O sal “da inflamação crônica”
Nº 7 Magnesia phosphorica D6 O sal “da dor e da cólica”
Nº 8 Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6 O sal “do balanço hídrico”
Nº 9 Natrum phosphoricum D6 O sal “do equilíbrio ácido básico”
Nº 10 Natrum sulfuricum D6 O sal “da excreção”
Nº 11 Silicea D12 O sal “da beleza”
Nº 12 Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6 O sal “purificante”
As Indicações dos 12 Sais de Schussler
N-1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6
Encontra-se no esmalte dos dentes, nos ossos e nas células da epiderme, sobretudo onde exista tecido elástico. O agente descarga o aparelho circulatório e fortalece os pequenos vasos sanguíneos. Além disso, estimula a reabsorção dos endurecimentos vasculares.
Indicações Terapêuticas:
Perda de elasticidade dos vasos sanguíneos (hemorroidas, varizes, arteriosclerose). Doenças ósseas e dentárias (propensão a cáries, etc), lesões discais, moléstias articulares, raquitismo infantil, endurecimento dos tecidos e glândulas, debilidade postural, envelhecimento prematuro da pele.
Também se discute a conveniência de administrar Calcium fluoratum como agente de apoio em todas as doenças tumorais. Atua lentamente e deve-se tomar durante longos períodos de tempo.
N-2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6
É o sal mais abundante no organismo humano. É o agente bioquímico responsável pela construção e o fortalecimento de todas as estruturas do organismo; fundamentalmente configura a massa óssea dura, ainda que está presente em todas as células. Calcium phosphoricum actua sobre as membranas celulares limitantes e intervém na síntese proteica.
Como o Calcium fluoratum, recomenda-se administrar de preferência com o Calcium phosphoricum, está indicado em todas as doenças ósseas e dentárias, fracturas complicadas que demoram a soldar, anemia, processos pulmonares, alterações de tipo nervoso, astenia, transtornos do sono (especialmente em lactentes, durante a infância e em épocas de desenvolvimento e crescimento). Também se administra nos transtornos menstruais, durante a gravidez e na convalescença. Calcium phosphoricum é um agente bioquímico de efeito lento que se recomenda tomar durante longos períodos de tempo. O agente é ideal para pessoas anêmicas, pálidas, de aspecto adoentado; os seus sintomas acentuam-se pela noite e podem piorar em condições de repouso.
N-3 Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6
Indicações Terapêuticas:
Encontra-se no fígado e vesícula biliar. Assim como a Silicea, tem uma grande utilidade em todos os processos purulentos. Aumenta a coagulação sanguínea e estimula o metabolismo.
Indicações Terapêuticas:
Abcessos, furúnculos, antrax, inflamações do tecido conjuntivo, amigdalites purulentas, catarro brônquico purulento, cistite e nefrite, resfriado crônico que afeta os seios nasais com secreções purulentas, sanguinolentas e fétidas; fístulas anais, reumatismo crônico e, finalmente, também em pacientes com insônia, perda de memória e vertigo.
N-4 Ferrum phosphoricum D12
A importância do ferro (Ferrum) no organismo é essencial e não há dúvida do papel vital que desempenha no nosso organismo. O ferro não só é um componente imprescindível da hemoglobina como se encontra em todas as células, intervém em múltiplos processos enzimáticos e exerce funções importantes nos mecanismos de defesa frente às infecções. Na infância é necessário para um crescimento normal. Pela mesma razão é imprescindível também durante a menstruação, na gestação e no período de latência. A proporção de ferro no organismo é de 4 a 5 gramas, de que três quartas partes correspondem à hemoglobina.
Indicações Terapêuticas:
É o agente bioquímico para todas as doenças súbitas e para todos os processos inflamatórios e febris em estado inicial. Está indicado em doenças infantis, estados anêmicos, dores, feridas, hemorragias, contusões, distorções articulares, sobrecargas físicas, alterações da perfusão sanguínea com sintomas reumatoides, gastrite catarral aguda com dor e vômitos e diarreias estivais acompanhadas de febre.
N-5 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6
O potássio faz parte de todas as células, sobretudo leucócitos e eritrócitos. Como o sódio, possui efeitos fisiológicos específicos sobre a excitabilidade nervosa e muscular. Além disso intervém na síntese proteica e na utilização dos hidratos de carbono (efeito ativador do metabolismo). Em conjunto pode-se afirmar que o potássio é um componente imprescindível do organismo. O deficit de potássio causa alterações patológicas em diversos tecidos (músculo cardíaco e músculos esqueléticos, entre outros).
Indicações Terapêuticas:
Kalium chloratum está considerado em bioquímica como o agente principal no tratamento anticatarral de diversos órgãos e mucosas e nos catarros acompanhados de secreções fibrinosas-espessas (segundo estádio de inflamação) que formam uma massa branca, branca fina ou branca viscosa, tanto se se trata de placas brancas finas na pele ou membranas sólidas de cor branca localizadas nas mucosas. Prescreve-se principalmente Kalium chloratum para o tratamento de afecções otorrinolaringológicas (ORL) e oculares caracterizadas por inflamação fibrinosa, também em processos pulmonares e pleurite fibrinosa, bronquite, reumatismo, tendovaginite, verrugas, reações de vacinas, queimaduras, etc.
N-6 Kalium phosphoricum D6
É o sal orgânico mais significativo para a célula e é particularmente importante para o soro, os leucócitos, os distintos tecidos do organismo e as células cerebrais, nervosas e musculares. O deficit de potássio produz esgotamento destes órgãos, em ocasiões acompanhado de transtornos psíquicos, ânimo depressivo, ansiedade, abatimento e perda de memória.
Indicações Terapêuticas:
Kalium phosphoricum é o agente funcional bioquímico de mais utilidade no tratamento das doenças agudas e crônicas e estados de esgotamento. Está indicado em estados nervosos, depressões, esgotamento. Melancolia, histeria, insônia de origem nervosa, apatia intelectual, perda da memória, debilidade muscular, lombalgias, alterações cardíacas de tipo nervoso, sensação de ansiedade com palpitações (síndrome do pânico), etc. assim como medida de apoio no tratamento das cardiopatias orgânicas, em hemorragias, paresias, perda de força em processos infecciosos, estados infecciosos e inflamatórios com secreções fétidas (“antisséptico interno”).
N-7 Kalium sulphuricum D6
Encontra-se nas células da epiderme e células epiteliais da pele e mucosas, normalmente junto ao ferro, que o apoia na sua função de transporte de oxigênio na célula e de que se serve para ativar o metabolismo celular. Kalium sulphuricum é para o terceiro estádio de inflamatório com secreções viscosas amareladas, já que o Ferrum phosphoricum é para o primeiro estádio de inflamação (inflamação seca sem secreção) e Natrum muriaticum (Kalium chloratum) para o segundo estádio de inflamação (secreções viscosas).
Indicações Terapêuticas:
Em inflamações crônicas de todo o tipo, afecções cutâneas descamativas, catarros de mucosa purulentos crónicos (nariz, ouvidos, faringe, brônquios, conjuntiva, etc.); também em catarros gastrointestinais, hepatite, nefrite, dor articular reumática e, em geral, para a estimulação de todos os processos de eliminação e desintoxicação. O paciente apresenta um estado anímico dominado pela melancolia e pela ansiedade; os sintomas acentuam até ao entardecer e habitações muito tempo fechadas; alivia e melhora em espaços abertos com ar puro e fresco.
N-8 Magnesia phosphorica D6
É o analgésico e antiespasmódico bioquímico por excelência. O magnésio ocupa o segundo lugar em importância depois do potássio entre os sais minerais do organismo humano. Aproximadamente a metade encontra-se no esqueleto, um terço no sistema muscular e o resto reparte-se entre nervos, cérebro, medula espinal, eritrócitos, fígado e glândulas tiroides. O magnésio intervém em múltiplos processos enzimáticos. Possui propriedades antitrombóticas e antialérgicas e influi sobre a excitabilidade neuromuscular e a função cardíaca (prevenção do enfarto do miocárdio, entre outros). O magnésio diminui o metabolismo basal e reduz os níveis de colesterolemia.
Indicações Terapêuticas:
Quadros espasmódicos de todo o tipo, cólicas e algias, neuralgias em todo o corpo, sensação de opressão na região cardíaca e tendência a enxaqueca. O seu efeito é destacável no tratamento de quadros clínicos do tipo cólica, flatulência, meteorismo, problemas da dentição e tosse convulsa em crianças e diarreias aquosas acompanhadas de dor abdominal.
N-9 Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6
Dos sais sódicos do organismo, o Natrum chloratum é o que tem a maior importância biológica. É absolutamente vital (essencial). Enquanto que o potássio está localizado na sua maior parte nas células, aproximadamente a metade do sódio se encontra no líquido extracelular e outro terço nos ossos e tecidos cartilaginosos. No estômago e no rim também existem concentrações intracelulares de sódio relativamente altas.
Indicações Terapêuticas:
Anemia, clorose, anorexia, perda de peso, catarro das mucosas com secreção serosa, catarro gastrointestinal acompanhado de diarreia aquosa, hipoacidez, hipo galactose no puerpério, obstipação por atonia intestinal, hemorroidas, sensação de formigamento e entumescimento das extremidades, erupções cutâneas e exsudativas, dor reumática, cefaleias, enxaquecas, lacrimação, ptialismo, neurastenia, histeria e falta de iniciativa. Piora os sintomas pela manhã, por esforço psíquico e clima úmido-frio. Muita sede, apetência por comidas salgadas; melhora com ar quente e seco ou também com ar puro mais fresco.
N-10 Natrum phosphoricum D6
Está muito estendido por todo o organismo: em células nervosas, nos músculos, nos eritrócitos e no tecido conjuntivo. Mantém o ácido úrico em solução para a eliminação através do rim. Natrum phosphoricum é importante para a eliminação dos produtos metabólicos. Também desempenha uma função essencial na troca de ácido carbônico (efeito tampão) e no metabolismo do ácido láctico que o organismo produz a partir do glucógeno com o trabalho muscular.
Indicações Terapêuticas:
Natrum phosphoricum é um agente neutralizador de eficácia provada nas hiperacidoses de todo o tipo. Tem aplicação no tratamento de doenças agudas e crônicas (sobretudo em crianças) por transtornos metabólicos, excesso de ácido clorídrico, pirose, vômitos ácidos, diarreias de fermentação, no reumatismo, ciática e gota. Também está indicado em adenites, inflamações oculares, amigdalites, faringites com eructos azedos, cistites, cálculos renais e biliares e erupções cutâneas com secreções amarelas de consistência cremosa.
N-11 Natrum sulfuricum D6
Não se encontra nas células como nos líquidos tecidulares. Tem por missão descongestionar o organismo, eliminar toxinas do metabolismo, desintoxicar o organismo e activar o fluxo biliar.
Indicações Terapêuticas:
Em todas as doenças dos órgãos de excreção (fígado, vesícula biliar, rim, bexiga); também em erupções cutâneas, feridas antigas, úlceras exsudativas das pernas, edemas, infecções gripais e moléstias reumáticas. Natrum sulphuricum está indicado em pacientes com sensação permanente de frio que não aquecem mesmo tapados. São irritáveis, indiferentes e depressivos. Os sintomas, que em muitos casos apresentam-se periodicamente, são mais acentuados pela manhã, em dias úmidos e em ambientes úmidos (em casa). As secreções são aquosas e de cor verde-amarela.
N-12 Silicea D12
É imprescindível ao organismo (essencial) como componente do tecido conjuntivo. Silicea é importante para a constituição da pele e mucosas e para o crescimento de unhas, cabelo e ossos. Aumenta a capacidade de resistência e a resistência mecânica dos tecidos (“cosmético bioquímico”). Os pulmões, os gânglios linfáticos e as glândulas suprarrenais contêm quantidades importantes de Silicea. O silício, como componente principal da Silicea, é depois do oxigênio o segundo elemento mais frequente na superfície terrestre. Silicea está relacionado de forma especial com o metabolismo do cálcio. O ácido silícico intervém junto a outras substâncias na assimilação do cálcio contido nos alimentos. Ativa a formação do colágeno e estimula a atividade dos fagócitos (“células devoradoras”), tão importantes para a defesa do organismo frente às infecções.
Indicações Terapêuticas:
Silicea, juntamente com Calcium sulphuricum, o meio principal contra as inflamações agudas e crônicas supurativas de todo o tipo. Também está indicada nos casos de paredes vasculares distendidas (varizes, hemorroidas, etc), doenças das unhas e cabelo, adenite e endurecimentos ganglionares, processos de cicatrização, fístulas ósseas, cáries, raquitismo, treçolhos e suores noturnos. Ativa a reabsorção de hematomas e derrames e reduz níveis sanguíneos de ácido úrico (ver também Natrum phosphoricum).
Repertório – Sais de Schüssler
Acidez gástrica
Natrum phosphoricum D6: na hiperacidez – 1 comprimido depois de cada refeição.
Natrum chloratum D6: no déficit de ácidos gástricos – 1 comprimido 6 vezes ao dia antes das refeições.
Acne juvenil
Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia durante um período de tempo prolongado.
Silicea D6: em pústulas purulentas – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Acúfenos
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.
Alterações cardíacas nervosas
Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.
Magnesium phosphoricum D6: Como tranquilizante em afecções cardíacas mais intensas, palpitações, etc. 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.
Aftas (fungos, muguet, inflamação da mucosa bucal)
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes por dia.
Kalium chloratum D6: em mucosas com saburra de cor branca ou branco brilhante. 1 comprimido em cada hora.
Kalium phosphoricum D6: em saburras com bordas de cor vermelha nas comissuras dos lábios, sem saburra lingual – 1 comprimido cada hora.
Alergias, prevenção de, respiratórias
Ferrum phosphoricum D6 – tomar na 1ª e 2ª semana.
Magnesium phosphoricum D6 – tomar na 3ª e 4ª semana.
Kalium sulfuricum D6 – tomar na 5ª e 6ª semana.
2 comprimidos em jejum e antes de deitar.
Alopecia
Natrum clorathum D6 + Silicea D6 + Kalium phosphoricum: 1 comprimido 4 vezes ao dia, a longo prazo.
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Ambliopia
Natrum chloratum D6: Na debilidade nervosa geral – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Silicea D6: em ambliopias que aparecem ao mínimo esforço 1 a 2 comprimidos 3 vezes ao dia a longo prazo.
Natrum chloratum D6: em lágrimas e dor ocular que aparece ao ler – 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Amigdalite
Natrum phosphoricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: Em casos agudos e crônicos – 1 comprimido cada 3 em 3 horas.
Magnesium phosphoricum D6: Nas amigdalites crônicas – 1 comprimido diluído em água quente 4 vezes ao dia a longo prazo.
Silicea D6: em amigdalites purulentas – 1 comprimido cada 2 horas.
Calcium sulfuricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.
Anemia
Ferrum phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos 3 vezes ao dia.
Anorexia
Kalium phosphoricum D6: Em transtornos psíquicos nervosos – 1 comprimido cada 3 horas.
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em casos de debilidade geral, anemia, produção deficiente de sucos gástricos, náusea, vômitos – 1 comprimido 3 vezes ao dia, respectivamente.
Natrum phosphoricum D6: em hiperacidez, pirose, gastralgias depois de comer (pós-prandial).
Kalium chloratum D6: em casos de afecção hepática, língua branca-escura, bulimia – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Arteriosclerose (calcificação das artérias)
Calcium fluoratum D6: o agente mais importante, se procede, tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Silicea D12: Impede a progressão da arteriosclerose – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.
Magnesium phosphoricum D6: no aparecimento de moléstias cardíacas espasmódicas – 1 comprimido 5 vezes por dia.
Kalium phosphoricum D6: em estados de ansiedade, opressão cardíaca, fases depressivas – 1 comprimido por dia.
Asma (asma brônquica)
Kalium phosphoricum D6: no ataque, em pacientes com nervosismo como sinal dominante – 1 comprimido cada 5 minutos. Em continuação seguir 1 comprimido cada 2 horas.
Magnesium phosphoricum D6: no ataque, frequentemente na relação com dor abdominal espasmódica – 1 comprimido cada 5 minutos.
Kalium phosphoricum D6: no estado entre ataques – 1 comprimido cada 2 horas.
Kalium chloratum D6: em casos com escarros brancos muito viscosos e sensação de opressão cardio-pulmonar, no ataque – 1 comprimido cada 15 minutos para depois passar a Kaium phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6 + Natrum suphuricum D6 em tempos úmidos – 1 comprimido cada hora.
Calcium fluoratum D6: em casos de dispneia intensa e enfisema, expectoração difícil de pequenas agregações de muco amarelado. Também em combinação com Silicea D6 para o fortalecimento do tecido pulmonar atômico – 1 comprimido cada 3 horas.
Kalium sulfuricum D6: em ataques vespertinos e noturnos assim como depois de comer – 1 comprimido cada 2 horas.
Atonia intestinal (ver obstipação)
Blefarite
Ferrum phosphoricum D6: em inflamações e eritemas extensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Natrum phosphoricum D6: nas pálpebras coladas – 1 comprimido 5 vezes ao dia. Em caso necessário em alternância com o preparado precedente.
Silicea D12 – Em crostas purulentas nas pálpebras – 1 comprimido três vezes ao dia.
Bócio
Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.
Calcium fluoratum D6: em bócios nodulares duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.
Bronquite
Ferrum phosphoricum D6: anti-inflamatório principal – 1 comprimido cada meia hora.
Kalium chloratum D6: depois do agente precedente se aparece suor – 1 comprimido de hora a hora.
Magnesium phosphoricum D6: em tosse espasmódica intensa – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.
Cãibras dos escrivães (veja-se em espasmos)
Cãibras das panturrilhas (veja-se em espasmos)
Cálculos biliares (veja-se também em colecistite)
Natrum sulphuricum D6: no estado entre ataques.
Natrum phosphoricum D6: durante 3 a 4 dias com intervalos de três semanas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas biliares e espasmos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 a 10 minutos.
Ferrum phosphoricum D6: depois do desaparecimento da dor, para prevenir o desenvolvimento de uma colecistite – 1 comprimido cada meia hora.
Calos
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.
Cancro
Magnesium phosphoricum D6: 2 comprimidos em jejum.
Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos antes de deitar. Ou tomar 2 sais antes de cada refeição, os dois em dias alternados.
Cataratas
Kalium phosphoricum D6: como complemento ao resto das medidas terapêuticas, em função sempre das características individuais de cada caso.
Catarro faríngeo (veja-se em “faringite”)
Catarro gástrico (veja-se em “gastrite”)
Catarro vesical (cistite)
Ferrum phosphoricum D6: no primeiro estado inflamatório, com dor, febre e micção imperiosa – 1 comprimido cada meia hora.
Kalium chloratum D6 + Silicea D12: no segundo estado inflamatório, geralmente crônico; a urina é escura, turva e contém muco espesso de cor clara – 1 comprimido cada 2 horas.
Magnesium phosphoricum D6: na retenção de urina e espasmos da musculatura vesical – 1 comprimido diluído em água quente cada meia hora.
Cefaleias
As cefaleias ou cefalalgias podem ser um sintoma das mais diversas enfermidades – tratar as enfermidades básicas ou adjacentes! -, Mas também podem aparecer de forma isolada. O termo migrana utiliza-se para definir uma cefaleia hemicraneal muito intensa que se apresenta em forma de crise, frequentemente acompanhada de vômitos, e que se acentua com os efeitos da luz e do ruído.
Ferrum phosphoricum D6: em dores opressivas com congestão da cabeça, vertigo, frequentemente acompanhadas de vômitos e transtornos visuais – 1 comprimido cada meia hora.
Kalium phosphoricum D6: em cefaleias de etiologia nervosa com irritabilidade, insônia ou que aparecem como consequência de uma situação de stress e aborrecimento – 1 comprimido cada meia hora.
Natrum chloratum D6: depois de enfermidades consecutivas e transtornos do sono, cefaleias depois das manhãs até à noite, também em miúdas adolescentes – 1 comprimido cada meia hora.
Magnesium phosphoricum D6: em cefaleias críticas, espasmódicas, terebrantes (dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos), sobretudo na região occipital, com um clarão diante dos olhos – “siete caliente” ou 1 comprimido cada meia hora.
Silicea D12: especialmente indicado depois de um grande esforço intelectual ou na “cefaleia do estudante”, também em pessoas hipersensíveis e debilitadas – 1 comprimido cada meia hora.
Natrum sulphuricum D6: sobretudo em cefaleias acompanhadas de transtornos digestivos e cefaleias que pioram com o movimento e a exposição à luz – 1 comprimido cada meia hora.
Natrum phosphoricum D6: depois de um consumo excessivo de álcool com náuseas e eructos ácidos – 1 comprimido cada meia hora.
Ciática
Kalium phosphoricum D6: em casos agudos – 1 comprimido cada meia hora depois de acabar com a dor.
Magnesium phosphoricum D6: em dores de tipo espasmódico que melhoram com o calor ou aquecimento, a cada meia hora.
Calcium phosphoricum D6: em dores noturnas, parestésicas, sobretudo na região coxal – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Siicea D12: em casos crônicos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Colecistite
Natrum sulphuricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada meia hora.
Kalium phosphoricum D6: em quadros com febre crescente – 1 comprimido cada hora.
Kalium chloratum D6: depois da fase aguda – 1 comprimido cada hora.
Cólicas
Magnesium phosphoricum D6: para o tratamento sintomático em geral – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada meia hora.
Cravos (espinha na pele) (veja em acne)
Conjuntivite
Ferrum phosphoricum D6: anti-infamatório principal na secreção purulenta de muco branco – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Kalium chloratum D6: em caso de lacrimação muito intenso e secreções de muco fluido, claro – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Natrum kloratum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.
Natrum sulphuricum D6: em crianças escrofulosas com pus amarelo-esverdeado e vesículas na conjuntiva – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Silicea D12: na supuração amarela viscosa persistente.
Comoção cerebral
Ferrum phosphoricum D6 + kalium phosphoricum D6: como tratamento de apoio de manutenção dos quadros febris, sobretudo em caso de perda de sensibilidade.
Natrum sulphuricum D6: em perdas permanentes da capacidade cerebral – 1 comprimido cada hora.
Magnesium phosphoricum D6: em transtornos visuais permanentes – 1 comprimido cada hora.
Contusões ((veja-se “traumatismos”)
Constipação comum – resfriado
Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas de constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.
Natrum chloratum D6: em constipações com secreção nasal serosa irritativa – 1 comprimido cada ½ hora.
Magnesium phosphoricum D6: em constipações com crises de espirros frequentes – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.
Kalium sulphuricum D6: em casos de obstrução nasal – 1 comprimido cada hora.
Silicea D6: em constipações crônicas, também em corizas secas com nariz irritado – 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Crianças, insônia, medo e ansiedade
Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.
Crianças, deficit de atenção
Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.
Crosta láctea
Natrum phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Dentição infantil
Calcium phosphoricum D6 + Calcium fluoratum D6: para ativar a erupção dental – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Ferrum phosphoricum D6: em moléstias febris da dentição – 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Magnesium phosphoricum D6: em inflamações dolorosas – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.
Desmame medicamentoso
Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Diarreia
Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: em fezes claras, muco-sanguinolentas e também pastosas – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Kalium phosphoricum D6: fisgadas sem disposição com dor tipo cólica, sensação de ardor intestinal, diarreia de odor fétido.
Magnesium phosphoricum D6: em deposições líquidas com dor abdominal tipo cólica que melhora aplicando calor e adaptando uma postura de dobrado – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Natrum chloratum D6: em diarreia muco-serosa que não cessa e que provoca irritação na região anal, alternando eventualmente com obstipação.
Natrum phosphoricum D6: em fezes de odor acre, sobretudo em crianças pequenas com saburra na língua amarelada – 1 comprimido cada ½ de hora.
Natrum sulphuricum D6. em diarreia crônica que obriga a levantar-se de madrugada e que piora com tempo úmido – – 1 comprimido cada ½ de hora.
Silicea D12: em formas purulentas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Doenças cutâneas crônicas
Kalium sulfuricum D6 – 2 comprimidos em jejum.
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.
Natrium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.
Em caso de prurido (urticária) juntar magnesium phosphoricum D6.
Duração de tratamento: de 3 a 6 semanas.
Eczemas (erupções cutâneas)
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em erupções cutâneas secas – 1 comprimido cada 2 horas.
Kalium chloratum D6. em erupções cutâneas exsudativas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Calcium fluoratum D6: em gretas, fissuras, formação de crostas, pele seca. 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Natrum chloratum D6 pomada: em eczemas seborreicos em zonas sebosas (face, peito, costas, região genital).
Esfriamentos (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)
Enjoos
Natrum chloratum D6: como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido cada ½ hora durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.
Natrum phosphoricum D6: dada a variedade das reações individuais dos afetados, este pode ser também um preparado de seleção. Como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.
Enurese
Natrum sulphuricum D6 + Kalium phosphoricum D6: em casos de debilidade nervosa ou paralisia da musculatura vesical – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Calcium phosphoricum: em idosos (prostáticos) – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Calcium fluoratum D6: em ambos os casos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Epilepsia
Kalium chloratum D6: como tratamento de apoio da epilepsia – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Magnesium phosphoricum D6: em quadros com tendência convulsiva muito acentuada.
Ferrum phosphoricum D6: em casos de ataques iminentes – 1 comprimido cada 5 minutos.
Calcium phosphoricum D6: como medida de apoio em casos de grande prostração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Epistaxis
Kalium phosphoricum D6: em crianças, idosos e pessoas debilitadas.
Kalium chloratum D6: em hemorragias de sangue espesso, viscoso e cor escura.
Natrum chloratum D6: em caso de falta de coagulação (hipocoagulação).
Eructos
Natrum phosphoricum D6: em eructos ácidos, sobretudo depois da ingestão de alimentos ricos em gorduras – 1 comprimido 4 vezes ao dia.
Natrum sulphuricum D6: em eructos amargos.
Magnesium phosphoricum D6: em eructos que não proporcionam alívio acompanhados de dor abdominal – 1 comprimido 4 vezes ao dia.
Calcium phosphoricum D6: em eructos ácidos e sensação de ardor no esófago.
Erupção vesicular
Natrum chloratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Erupções cutâneas (veja-se “eczemas”)
Entorses, distorções (veja “traumatismos”)
Espasmos
Magnesium phosphoricum D6: em todas as manifestações espasmódicas – sob a língua ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.
Silicea D12: em espasmos noturnos, depois de um susto ou em estados de grande excitação, sobretudo em cãibras das panturrilhas e plantas dos pés – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Calcium phosphoricum D6: principalmente na dentição, mas também em pessoas anêmicas debilitadas com sensação de frio e entumecimiento; também alternando com Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Espasmos (tiques)
Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.
Estados de esgotamento
Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.
Magnesium phosphoricum D6: em casos de inquietude interna, cansaço, depressões – 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Estados de ansiedade
Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Estados depressivos
Kalium phosphoricum D6: em perda de memória, irresolução, abatimento, angústia, choro. Esgotamento psíquico geral – 1 comprimido cada hora.
Estomatite ulcerosa (veja-se em “aftas”)
Escoriações em crianças pequenas
Natrum chloratum D6 + Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas.
Faringite
Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas – 1 comprimido cada 5 minutos.
Calcium phosporicum D6: 1 comprimido cada hora.
Kalium phosphoricum D6: em caso de afetação intensa das amígdalas – 1 comprimido cada 5 minutos.
Kalium phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.
Febre (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)
Ferrum phosphoricum D6: em febre incipiente – 1 comprimido cada ¼ de hora adicionalmente.
Kalium phosphoricum D6: 1 Comprimido 6 vezes ao dia.
Febre dos fenos
Natrum chloratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.
Para a prevenção (profilaxia) ambos preparados simultaneamente – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio em crises de espirros e estados asmáticos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora).
Feridas (veja-se em “queimaduras” e “traumatismos”)
Fissuras anais (gretas, rasgos)
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Frieiras
Kalium phosphoricum D6 + Natrum muriaticum D6: 1 comprimido cada ½ hora.
Silicea D6: para a prevenção de uma supuração – 1 comprimido cada 2 horas.
Flatulência
Natrum sulphuricum D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas com flatulência – “siete caliente” 1 porção cada 5 minutos.
Fungos, Muguet (veja-se em “aftas”)
Furúnculos
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.
Silicea D6: acelera a supuração, o estalido do furúnculo e a regeneração tecidular – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Calcium phosphoricum D6: em processos de cura lentos, também depois da abertura do foco de pus – 1 comprimido cada 3 vezes ao dia.
Calcium fluoratum D6: quando o foco de inflamação não se abrange, em feridas com bordos duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Kalium phosphoricum D6: em pus fétido e em múltiplos furúnculos (antrax) – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Gastrite
Ferrum phosphporicum D6: no estado agudo com dor depois das refeições, sobretudo quando se acompanha de febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Magnesium phosphoricum D6: em dores espasmódicas que obrigam a adaptar uma postura de dobrar-se, em gastrites associadas a náuseas e a vômitos, também em diarreias – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.
Natrum phosphoricum D6: em casos de hiperacidez, eructos ácidos, vômitos e pirose, aversão às gorduras – 1 comprimido cada hora.
Kalium suphuricum D6: em gastrites crônicas com dor e sensação de peso na região hepática – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Calcium phosphoricum D6: como agente imediato, sobretudo nos quadros associados à dor depois de ingerir alimentos ou bebidas frias, inclusive em quantidades mínimas e em acumulação de gases no estômago – 1 comprimido 4 vezes ao dia.
Gota
Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: durante o ataque de gota com febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Natrum phosphoricum D6: em ataques de gota sem febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Calcium phosphoricum D6: em casos crônicos, também em patologia bioclimática – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: em tofos gotosos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Gripe (veja-se em “infecções gripais”)
Hematomas
Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ½ hora e, se for necessário, ao fim de uns dias.
Kalium chloratum D6: 1 comprimido cada 2 horas.
Hemorróidas
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Ferrum phosphoricum D6: em nódulos hemorroidais inflamados – 1 comprimido cada ½ hora.
Magnesium phosphoricum D6: em hemorroidas dolorosas não inflamadas, em espasmos do esfíncter anal – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.
Kalium phosphoricum D6: em hemorroidas com prurido e ardor intensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Hipertensão (veja-se em “pressão arterial”)
Hipotensão
Magnesium phosphoricum D6: em forma de “siete caliente”
Hipotensão (veja-se em “pressão arterial”)
Ictus apoplético (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)
Ferrum phosphoricum D6; sempre que o paciente conserve a consciência – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Silicea D12: depois do episódio, também em combinação com Ferrum phosphoricum D6, recomendando-se manter o tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Kalium phosphoricum D6: contra as paresias permanentes – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Incontinência espontânea, ao tossir, espirrar, por pressão, etc
Natrum chloratum D6: 1 comprimido cada hora.
Infecção gripal
Em geral, a infecção gripal caracteriza-se por um estado febril de curta duração que apresenta grande similitude com uma gripe propriamente dita – enfermidade infecciosa febril aguda (influenza) -. Os preparados recomendados no tratamento da infecção gripal devem ser considerados unicamente como medidas terapêuticas de apoio no tratamento da gripe genuína.
Ferrum phosphoricum D6: o primeiro estado – 1 comprimido cada 10 minutos.
Kalium phosphoricum D6: para o tratamento de manutenção – 1 comprimido cada ½ hora.
Kalium chloratum D6: depois de ter superado o ponto culminante do processo infeccioso – 1 comprimido cada 2 horas.
Inflamação da mucosa bucal (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora; adicionalmente gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvido em água tépida.
Kalium phosphoricum D6: em casos de halitose bucal – 2 comprimidos cada ¼ de hora e gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvidos em água tépida.
Insônia
Kalium phosphoricum D6: na insônia de causa nervosa – 1 comprimido 6 vezes ao dia a longo prazo.
Magnesium phosphoricum D6: em pacientes de grande excitabilidade, palpitações – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.
Silicea D6: quando uma corrente de pensamentos intensos impede de conciliar o sono – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Ferrum phosphoricum D6: na congestão cranial, cefaleias, também no climatério – 1 comprimido cada hora.
Irritação do apêndice (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico profundidade)
Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: agente terapêutico principal em casos de sensação de tensão interna, obstipação – 1 comprimido cada hora.
Laringite (veja-se em “rouquidão”)
Lesões do disco intervertebral
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: em ambos os casos 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.
Lumbago
Ferrum phosphoricum D6: como preparado de seleção perante os primeiros sintomas – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Magnesium phosphoricum D6: em lumbagos com dor intensa – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.
Calcium phosphoricum D6: lumbagos em idosos – 1 comprimido cada ½ hora
Lombalgias na mulher
Magnesium phosphoricum junto ao tratamento específico + Kalium phosphopricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ½ hora.
Manifestações parestésicas (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade):
Kalium phosphoricum D6: a modo de prova – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.
Mastites em mães lactantes
Ferrum phosphoricum D6 (nos primeiros sintomas de inflamação e tumefacção para a prevenção da supuração) + Natrum phosphoricum D6 1 comprimido cada ¼ de hora.
Silicea D6: antes dos primeiros sinais de supuração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Kalium phosphoricum D6: em febre – 1 comprimido cada hora.
Calcium fluoratum D6: para abrandar as bordas duras do foco de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Migrana (veja-se em “cefaleia”)
Miogelose (veja-se em “miosclerose)
Miosclerose
Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Moléstias das regras (veja-se em “transtornos menstruais”)
Nervosismo, esgotamento nervoso (se for persistente, recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico sintomático)
Kalium phosphoricum D6 para o tratamento sintomático + Calcium phosphoricum D6 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Magnesium phosphoricum D6: em neuralgias de natureza espasmódica – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.
Silicea D6: em estados de grande debilidade geral, hipersensibilidade e estados de angústia- 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Nevralgia facial
Magnesium phosphoricum D6
Em forma de “siete caliente” cada 2 horas ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.
Obesidade
Antes do pequeno-almoço: Kalium phosphoricum D6, 3 comprimido.
Antes do almoço: Natrum phosphoricum D6, 3 comprimidos.
Antes do jantar: Natrum sulphuricum D6, 3 comprimidos.
Obstipação
Alumina D7 – 5 gotas depois das refeições.
Calcium fluoratum D6: em casos de lassidão intestinal e em hemorroidas – 1 comprimido cada hora.
Ferrum phosphoricum D6: em casos de função intestinal reduzida com sensação de calor no recto, em lombalgias e em congestão na cabeça – 1 comprimido cada hora.
Calcium phosphoricum D6: na debilidade generalizada de idosos – 1 comprimido cada hora.
Kalium sulphuricum D6: em sensação de plenitude intensa – 1 comprimido cada hora.
Silicea D12: em puxões sem fezes – 1 comprimido cada hora.
Odontalgias
Ferrum phosphoricum D6: quando não existem indicações odontológicas, p.e., odontalgias depois de uma constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.
Olhos de galo
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.
Panarício (inflamação flegmonosa situada perto das unhas)
Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial da inflamação – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Silicea D12: em caso de formação de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
Calcium fluoratum D6: com fins curativos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Perda de memória
Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.
Calcium fluoratum D6: em falhas de memória de etiologia arteriosclerótica – 1 comprimido 3 vezes ao dia. Cabe a possibilidade de combinar ou alternar ambos preparados.
Pirose
Natrum phosphoricum D6: 2 comprimidos em caso necessário.
Magnesium phosphoricum D6: em sintomas de tipo espasmódico – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.
Pressão arterial
Calcium fluoratum D6: no aumento da pressão arterial (hipertensão) de base arteriosclerótica: 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Ferrum phosphoricum D6: na diminuição da pressão arterial – 2 comprimidos 6 vezes ao dia.
Prurido
Magnesium phosphoricum D6: sempre que este sintoma não se deva a outra enfermidade definida (icterícia, diabetes mellitus, etc.) – 1 comprimida cada hora.
Calcium phosphoricum D6: em casos de prurido senil – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Calcium fluoratum D6: em pele seca, áspera – 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Prurido anal
Calcium fluoratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas, respectivamente.
Queimaduras (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)
Ferrum phosphoricum D6: para uso interno em queimaduras em primeiro grau – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Natrum chloratum D6: em casos de formação de bolhas, em combinação com Ferrum phosphoricum D6 – 1 comprimido cada ½ hora.
Silicea D12: em feridas por queimaduras supuradas – 1 comprimido cada 2 horas.
Regeneração do sangue
Calcium phosphoricum D6: 2 antes de cada refeição.
Natrium chloratum D6: 2 antes de cada refeição.
Reumatismo
1. Reumatismo muscular:
Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6. Em dores musculares ao movimentar-se – 1 comprimido cada ½ hora.
Magnesium phosphoricum D6: em dores musculares migratórias, terebrantes (diz-se da dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos) – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ hora.
Calcium phosphoricum D6: em dor muscular associado a sensação de entumecimento, frio, um “formigueiro” que se acentua pela noite e em repouso – 1 comprimido 5 vezes ao dia.
2. Reumatismo articular
Ferrum phosphoricum D6: nas fases iniciais, sobretudo nos casos febris – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Kalium sulphuricum D6: em dores migratórias que pioram pela noite – 1 comprimido cada ½ hora.
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio quando a dor é particularmente intenso – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 10 minutos.
Calcium phosphoricum D6: em reumatismo articular crônico e como tratamento de manutenção – 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.
Rouquidão
Kalium chloratum D6 em rouquidões associadas a laringites + Kalium sulphuricum D6 1 comprimido cada ½ hora.
Ferrum phosphoricum D6: em esforços das cordas vocais (conferencistas, cantores, etc.) e em dores de garganta – 1 comprimido cada hora.
Kalium phosphoricum D6: em esgotamento nervoso e paralisia das cordas vocais – 1 comprimido cada hora.
Sensação de (bolo faríngeo)
Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.
Sensação de nós na garganta (veja-se em “sensação de bolo faríngeo”)
Septicemia (imprescindível efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)
Kalium phosphoricum D6: Como apoio ao resto de medidas que seja preciso adaptar 1 comprimido cada ¼ de hora.
Sufocos da menopausa
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.
Surdez
Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Supurações
Silicea D6: em supurações de todo o tipo como apoio a outras medidas em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos. Em casos crônicos – 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Tosse
Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Magnesium phosphoricum D6: na crise de tosse espasmódica noturna sem expectoração – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.
Kalium chloratum D6: em escarros filamentosos de difícil expectoração com sensação de opressão na região cardio-pulmonar – 1 comprimido cada ½ hora.
Natrum sulphuricum D6: em tosse com escarros verdosos e viscosos – 1 comprimido cada ½ hora.
Tosse convulsa (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)
Ferrum phosphoricum D6: Como medida de apoio do tratamento habitual nestes casos ou perante o aparecimento dos primeiros sintomas, inclusive perante a simples suspeita. 1 comprimido cada ¼ de hora.
Magnesium phosphoricum D6: “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna perante cada ¼ de hora.
Os seguintes preparados podem estar indicados de forma adicional em função da consistência da expectoração:
Kalium chloratum D6: em escarros espessos de cor branca. 1 comprimido cada hora.
Calcium phosphoricum D6: em escarros de aspecto similar a clara de ovo, sobretudo em crianças debilitadas – 1 comprimido cada hora.
Kalium sulphuricum D6: em escarros viscosos amarelados – 1 comprimido cada hora.
Kalium phosphoricum D6: em geral, em todos os casos de grande prostração e sintomas nervosos – 1 comprimido cada hora.
Transtornos climatéricos
Ferrum phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia (Magnesium phosphoricum D6, diluído em água quente).
Transtornos menstruais
Magnesium phosphoricum D6: em dores durante o período menstrual, em lombalgias – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 5 minutos.
Magnesium phosphoricum D6: como medida preventiva, 6 dias antes das regras, 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.
Traumatismos (contusões, entorses, distensões, lesões contusas e incisas, hematomas)
Ferrum phosphoricum D6: para uso interno: em todos os traumatismos recentes, hematomas, etc – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Kalium chloratum D6: em tumefacções de partes moles 1 comprimido cada hora.
Calcium phosphoricum D6: para estimular a formação de consolidação nas fracturas. 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Treçolho
Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido cada 2 horas;
Natrum phosphoricum D6: em crianças escrofulosas – 1 comprimido cada 2 horas.
Úlceras das pernas
Calcium fluoratum D6 + Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido cada hora.
Silicea D6: em úlceras supuradas das pernas, 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Unhas frágeis e quebradiças
Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia durante 2-3 meses aproximadamente.
Urticária
Kalium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: uma primeira fase de tratamento 1 comprimido cada 10 minutos, posteriormente, 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.
Ferrum phosphoricum D6: em hemorragias varicosas e flebites. 1 comprimido cada 5 minutos.
Verrugas
Kalium chloratum D6 + Natrum chloratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.
Vertigo (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)
Ferrum phosphoricum D6: em vertigos com congestão cranial, 1 comprimido cada 2 horas.
Calcium phosphoricum D6: em idosos com isquemia cerebral, 1 comprimido cada 2 horas.
Kalium phosphoricum D6 em vertigos de causa nervosa e em estados de debilidade + Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente 4 vezes ao dia.
Vómitos (Recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade).
Ferrum phosphoricum D6: Em vômitos ácidos, também em mulheres gestantes, 1 comprimido cada ¼ de hora.
Natrum sulphuricum D6: em vômitos biliosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Natrum chloratum D6: em vômitos mucoserosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.
Natrum phosphoricum D6: em vômitos de líquido ácido (também em crianças) em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.
Magnesium phosphoricum D6: em vômitos espasmódicos, também em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.
Calcium phosphoricum D6: em vômitos depois da ingestão de bebidas frias e gelados (crianças!); principalmente agente antiemético na gravidez, 1 comprimido cada ¼ de hora.
Vómitos da gravidez
Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.
Sal nº 7 – “Siete Caliente”
O Sal de Schussler (nº 7) – Magnesium phosphoricum
O modo conhecido como “siete caliente” ou seja, o “sete a quente” é uma forma de dissolver os comprimidos em água quente, especialmente eficaz no caso do magnésio. Ele é por si relaxante e analgésico, se tomado com água quente aumenta a irrigação sanguínea na mucosa oral e é rapidamente absorvida no sangue e nas células nervosas e musculares. É o modo mais rápido de aliviar uma dor intensa.
Como o preparar?
Junte 10 comprimidos (5 para crianças) num copo de água quente. Mexa até dissolver os comprimidos. Beba a solução em pequenos goles para facilitara absorção.
Duração do tratamento
Em geral, os sais devem ser tomados até que o desconforto pare. Podem ocorrer dores pontuais, mas diminuindo em intensidade. as dores crônicas podem durar vários meses. De qualquer modo, deve sempre consultar um especialista, se a queixa se prolongar no tempo.
Nota: O artigo requer orientação de um profissional qualificado, não tome nenhuma medicação sem a orientação de um profissional qualificado.
Por: Dr. João Novaes – Homeopata Especialista
terça-feira, 28 de julho de 2026
Seu corpo precisa das vitaminas do complexo B para funcionar bem todos os dias. E isso pode influenciar até a longevidade.
Seu corpo precisa das vitaminas do complexo B para funcionar bem todos os dias. E isso pode influenciar até a longevidade.
Um estudo acompanhou 1.747 idosos durante cerca de 10 anos e observou que aqueles com melhores níveis de vitaminas do complexo B, principalmente da vitamina B6, tiveram menor risco de morrer ao longo do período de acompanhamento.
Essas vitaminas ajudam o organismo a:
✨ Produzir energia
🧠 Manter o cérebro funcionando bem
❤️ Cuidar da saúde do coração
🛡️ Fortalecer o sistema imunológico
🩸 Produzir células do sangue
Por isso, manter uma alimentação equilibrada e, quando necessário, corrigir deficiências nutricionais com orientação profissional pode fazer diferença para a saúde e a qualidade de vida.
📚 Estudo: Huang YC, Lee MS, Wahlqvist ML. Prediction of all-cause mortality by B group vitamin status in the elderly. Clinical Nutrition. 2012;31(2):191-198.
DIGITE SUPLEMENTAÇÃO
Antibiótico resolve a infecção de agora.
Antibiótico resolve a infecção de agora.
Mas o que acontece com o terreno depois é uma pergunta diferente — e muitas vezes ignorada.
O problema é encerrar o cuidado assim que a última dose termina.
Além do patógeno-alvo, o antibiótico também pode reduzir espécies comensais protetoras da microbiota. Em algumas pessoas, essa comunidade não retorna exatamente ao mesmo estado de diversidade após o tratamento, mesmo meses depois.
É nesse período de recuperação que pode surgir uma janela de maior vulnerabilidade: menos competição entre microrganismos, menor resistência à colonização e mais espaço para desequilíbrios oportunistas.
Isso não significa que sinusite recorrente, candidíase ou disbiose tenham uma única causa. Significaque, diante de quadros que voltam, precisamos olhar além do agente infeccioso e investigar o terreno.
No pós-antibiótico, a reconstrução deve ser individualizada e pode incluir:
Fibra fermentável e diversidade alimentar.
Alimentos fermentados, quando bem tolerados.
Sono de qualidade.
Hidratação adequada.
Controle glicêmico.
Redução do estresse.
Probióticos, escolhendo cepa, dose e duração de forma criteriosa.
Referências
1. Dethlefsen L, Relman DA. Incomplete recovery and individualized responses of the human distal gut microbiota to repeated antibiotic perturbation. PNAS. 2011;108(Suppl 1):4554-4561.
2. Blaser MJ. Antibiotic overuse: stop the killing of beneficial bacteria. Nature. 2011;476:393-394. Comentário de contextualização, não estudo primário.
3. Theriot CM, Young VB. Interactions between the gastrointestinal microbiome and Clostridium difficile. Annu Rev Microbiol. 2015;69:445-461. Referência usada para ilustrar o princípio de perda da resistência à colonização, sem estabelecer equivalência entre C. difficile e os demais quadros citados.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Teste da Temperatura Basal.
Teste da Temperatura Basal.
Material:
Um termômetro (sem mercúrio.
Outro sinal indicador de hipotireoidismo (subclínico) é uma temperatura corporal basal baixa (BBT), menor que 36,5º C.
Afira sua temperatura corporal durante quatro manhãs consecutivas ao acordar, antes de se levantar. Coloque um termômetro (sem mercúrio) próximo à sua cama antes de ir dormir e ao acordar. coloque o termômetro na axila por dez minutos ou até que apite.
É importante mover-se o mínimo possível durante este tempo.
Fique com os olhos fechados.
Não se levante.
Depois de dez minutos, anote a temperatura e a data.
Isto deve ser feito durante quatro manhãs consecutivas, some as temperaturas e as divida por 4. Indivíduos com tireoides com funcionamento normal têm uma temperatura corporal basal entre 36,5 e 36,8.
Mulheres não devem fazer este teste durante o período fértil, no qual ocorre uma elevação da temperatura basal.
terça-feira, 21 de julho de 2026
Diagnosticado com demência. O verdadeiro problema era deficiência de vitamina B12.
Diagnosticado com demência. O verdadeiro problema era deficiência de vitamina B12.
Um relato publicado no BMJ Case Reports descreveu o caso de uma mulher de 61 anos que passou cerca de cinco anos com diagnóstico de demência. Ela apresentava perda cognitiva, alterações graves de comportamento, alucinações e convulsões.
Após uma investigação mais detalhada, os médicos descobriram que a verdadeira causa era uma deficiência grave de vitamina B12 causada por anemia perniciosa, uma condição que impede a absorção adequada dessa vitamina.
Com o tratamento apropriado, incluindo reposição de vitamina B12, houve melhora importante dos sintomas e recuperação da independência.
💡 Esse caso reforça um aprendizado importante: nem todo declínio cognitivo é causado por uma doença neurodegenerativa. Algumas causas são potencialmente tratáveis quando identificadas precocemente.
A vitamina B12 é fundamental para:
✅ Formação da mielina, que protege os neurônios.
✅ Funcionamento adequado do cérebro e do sistema nervoso.
✅ Produção normal das células do sangue.
✅ Manutenção da memória, da atenção e da função cognitiva.
⚠️ A suplementação de vitamina B12 pode ser essencial para pessoas com deficiência.
Se você apresenta fadiga persistente, formigamentos, alterações de memória ou faz parte de grupos de maior risco (idosos, vegetarianos estritos, pessoas com doenças gastrointestinais ou uso prolongado de alguns medicamentos), converse com um profissional de saúde sobre a necessidade de investigar seus níveis de vitamina B12.
📚 Referência:
Silva B, Velosa A, Barahona-Corrêa JB. Reversible dementia, psychotic symptoms and epilepsy in a patient with vitamin B12 deficiency. BMJ Case Reports. 2019;12:e228007.
HIPERTIROIDISMO / HIPOTIROIDISMO
HIPERTIROIDISMO / HIPOTIROIDISMO
🔥Hipertiroidismo
É uma condição em que a glândula tiroide produz hormônio tiroideia demasiada. É frequentemente chamado de “tiroide hiperativa”.
A tiroide produz dois hormônios principais — T3 e T4 — que regulam o ritmo a que o organismo utiliza como gorduras, proteínas e hidratos de carbono. Quando existe um excesso de tiroxina (T4), o corpo:
• consome energia mais rapidamente;
• sintetizar proteínas mais rapidamente;
• estimula o sistema cardiovascular;
• e o sistema nervoso também é afetado.
Sintomas frequentes: consumo excessivo de energia, transpiração abundante, intolerância ao calor, fraqueza muscular, afrontamentos, palpitações e nervosismo. Por vezes surgem bócio, exoftalmia (olhos salientes) e alterações da visão.
A tiroide também regula a temperatura corporal.
Hipotiroidismo
É uma condição em que a tiroide não produz hormônios tiroideias suficientes. Também é conhecido como “tiroide hipoativa”.
Quando a produção hormonal é reduzida, o metabolismo abranda.
A tiroide é como um “motor” das células — determina a velocidade do funcionamento dos órgãos.
Sintomas frequentes: cansaço, falta de energia, sensibilidade ao frio, aumento de peso sem aumento do apetite, ritmo cardíaco lento, cãibras, desconforto muscular, obstipação, rosto inchado, pele seca e pálida, queda de cabelo, voz mais grossa, menstruações irregulares ou abundantes, confusão, perda de memória e, por vezes, bócio.
Que conflito emocional vivo?
Todos os problemas relacionados com o tiroide — todos eles — estão relacionados com conflitos emocionais em que o tempo é um fator-chave.
Pode tratar-se de segundos, horas, dias, meses, anos ou até de uma vida inteira.
Vive uma situação em que sente (consciente ou deliberadamente) que o tempo não passa como gostarias. Ficam inquietos(a), os pensamentos giram constantemente à volta desta questão e não encontram paz.
🔥HIPERTIROIDISMO — QUERO QUE O TEMPO PASSE MAIS DEPRESSA
Pensamentos:
• “Tenho de fazer isto rapidamente.”
• “Tenho de me apressar.”
• “É dada…”
• “Tenho de ir embora, fugir, desistir, terminar AGORA.”
Exemplos de conflitos:
• “Perdi uma oportunidade porque não fui suficientemente rápido.”
• “Se tivesse agido mais depressa, teria sido salvo.”
• “Não invei os documentos a tempo e perdi a bolsa.”
• “Tenho de engravidar o mais rapidamente possível, caso contrário ele vai me deixar.”
• “Tenho de fugir do país o mais depressivo possível, vêm tempos difíceis.”
É a sensação de que, se não houver pressa, se perder algo vital (físico ou simbólico).
❄️HIPOTIROIDISMO — QUERO QUE O TEMPO ABRANDE
Pensamentos:
• “Quero passar mais tempo com os meus filhos.”
• “Tenho medo de envelhecer.”
• “Quero que estas férias durem mais tempo.”
• “Não quero que esta fase termine.”
Exemplos de conflitos:
• “Fiz tudo muito depressivo e agora me arrependo.”
• “Casei muito cedo.”
• “Tenho medo que o tempo passe e já não consiga ter filhos.”
• “Não quero que o meu filho cresça e vá embora.”
• “Quero ter mais tempo antes de me reformar.”
No hipotiroidismo surge frequentemente um sentimento de impotência e um desejo de parar ou abrandar o passar do tempo.
Pode ser herdado um programa inconsciente relacionado ao tempo:
• uma mãe que “não teve tempo” para os seus sonhos;
• um pai que perdeu tudo por causa de um atraso;
• uma avó que foi apressada a casar ou que perdeu um filho porque “foi tarde demais”.
Pergunta-chave para reflexão:
“Que situação na minha vida não está a acontecer ao ritmo que eu gostaria?”
quinta-feira, 16 de julho de 2026
á dosou sua FERRITINA? O perigo silencioso do excesso de ferro e inflamação.
Já dosou sua FERRITINA? O perigo silencioso do excesso de ferro e inflamação.
O ferro é essencial para a vida, mas seu excesso no organismo pode ser altamente destrutivo. Quando acumulado, ele se torna um agente oxidante potente, associado a problemas graves como diabetes tipo 2, gordura no fígado, doenças cardíacas, declínio cognitivo e envelhecimento precoce.
Por que o excesso de acúmulo de ferro é tão fácil?
Nosso corpo não possui um mecanismo fisiológico ativo para remover o ferro que sobra. A regulação depende quase que exclusivamente do controle da absorção no intestino.
As únicas perdas naturais são mínimas: pela descamação das células da pele e do intestino e, no caso das mulheres em idade fértil, pela menstruação.
Quem tem maior risco de acumular ferro?
• Homens e fatores genéticos: A Hemocromatose Hereditária (causada principalmente por mutações nos genes C282Y e H63D) é muito comum, afetando a regulação da absorção do ferro.
• Mulheres após a menopausa: Com o fim dos ciclos menstruais, essa perda natural de ferro cessa, aumentando o acúmulo.
• Uso de anticoncepcionais orais: Por reduzirem ou cessarem o sangramento mensal, também favorecendo o ganho de ferro ao longo do tempo.
Qual é o nível ideal?
O nível de ferro estocado no corpo é facilmente medido pelo exame de ferritina sérica .
• Faixa ideal (metabólica e funcional): O ideal é manter os níveis de ferritina entre 70 e 200 ng/mL .
Se sua ferritina estiver acima de 300 ng/mL , é hora de ligar o sinal de alerta e agir.
O que fazer se a ferritina estiver alta?
Investigue a causa: Procure um profissional de saúde com experiência. A ferritina alta pode sinalizar desde questões genéticas e inflamações crônicas até problemas hepáticos.
Flebotomia terapêutica (Sangria): Funciona exatamente como uma doação de sangue, sendo a forma mais rápida e eficaz de remover o excesso de ferro do organismo.
Quelantes naturais: Alguns compostos naturais ajudam a ligar o ferro e reduzem seus danos oxidativos no corpo. Excelentes opções incluem:
• Curcumina (ativa do açafrão).
• Proantocianidinas (presentes em frutas vermelhas/berries).
• Quercetina e Picnogenol.
• Mucuna Pruriens e Scutellaria baicalensis.
• Ácido ferúlico.
Cuidar da sua ferritina é proteger suas mitocôndrias, seu coração e sua longevidade!
domingo, 12 de julho de 2026
Lipedema.
É um tipo de inflamação que ocorre quando a linfa se acumula nos “tecidos moles” do organismo.
O sistema linfático está localizado no corpo em paralelo com o fluxo sanguíneo. Este sistema transporta um líquido transparente, esbranquiçado, chamado linfa.
A linfa contém glóbulos brancos, bem como proteínas e lípidos que ajudam na nutrição das células. A linfa combate infeções e ajuda a eliminar aquilo que é prejudicial ao organismo. Gânglios inchados ou gânglios linfáticos bloqueados podem envolver um bloqueio emocional ou uma negação das próprias emoções, deixando a pessoa desprotegida e vulnerável às “toxinas” de determinados sentimentos.
Pode ser difícil lidar com uma determinada situação e, em vez de falar sobre ela ou pedir ajuda, pode optar-se por guardar tudo, mantendo em segredo o desânimo e o desespero, podendo até surgir a sensação de querer desistir.
É possível que esteja a tentar enfrentar uma situação complicada e, em vez de falar sobre ela ou procurar ajuda, escolha guardar tudo para si. Isto pode envolver sentimentos de desânimo e desespero, podendo até surgir a vontade de desistir completamente.
Tem tendência para criticar, julgar e tirar conclusões precipitadas que são simplesmente resultado de uma mente muito ativa e de uma sensibilidade extrema (em que até as emoções mais subtis podem afetá-lo profundamente)? É possível que algumas observações lhe transmitam impressões erradas e que as interprete de uma forma que não corresponde necessariamente à realidade.
Se vive numa postura defensiva, com baixa autoestima ou com dificuldades em comunicar com os outros, a coragem e a vitalidade podem tornar-se difíceis de alcançar, até ao ponto de deixar de encontrar motivação na vida.
Acredita que é possível tomar consciência dos seus pensamentos, gerir melhor as suas emoções e permitir que a alegria flua livremente dentro de si? Regresse ao essencial e concentre a sua atenção nos verdadeiros valores da vida, em vez de se focar apenas naquilo que sente que lhe falta.
Como seria recuperar, voltar a movimentar-se e colocar as coisas em movimento, permitindo que a sua energia volte a circular? Sair da sua letargia emocional.
Acredita que pode começar a respeitar as suas necessidades em todos os níveis, permitindo que o sentimento de desespero desapareça e dê lugar à esperança e à alegria de viver?
Uma vez que o sistema linfático está diretamente relacionado com as emoções e com o lado emocional da pessoa, e que os gânglios linfáticos funcionam como pequenos filtros da linfa, algumas abordagens associam alterações nos gânglios linfáticos a medos profundos, culpa e desespero relacionados com emoções no âmbito do amor e da sexualidade. Mesmo que atualmente viva uma relação amorosa harmoniosa, desilusões profundas do passado podem voltar a manifestar-se desta forma.
Os gânglios linfáticos aumentados, por outro lado, caracterizam-se pelo aumento do seu volume e podem ser causados por inflamação, tumores ou infeções. Isto significa que pode estar perante uma situação de stress ou um impacto emocional relacionado com medos.
Os gânglios linfáticos aumentados correspondem a uma inflamação de um gânglio do sistema linfático, que pode estar associada a insegurança emocional ou medo. A zona do corpo afetada pode indicar o aspeto da vida que está envolvido.
Como seria compreender a origem da sua dor, para o ajudar a tomar consciência do medo que o acompanha e desenvolver a confiança necessária para ultrapassar essa emoção?
Acredita que pode deixar de se sentir frágil e enfrentar os acontecimentos da vida?
Tireoide.
A glândula tiroide é uma glândula endócrina com forma de borboleta. Está localizada na base do pescoço. O comprimento de cada lobo não ultrapassa os 5 cm e o seu peso normalmente não excede os 30 gramas num adulto. O seu pequeno tamanho é inversamente proporcional à sua importância para a saúde: a tiroide influencia o funcionamento de cada célula, tecido e órgão do organismo, desde os músculos, ossos e pele até ao aparelho digestivo, cérebro, coração e muitos outros.
A glândula #tiroide desempenha estas funções principalmente através da secreção de hormonas que controlam a rapidez e a eficácia com que as células transformam os nutrientes em energia. Por outras palavras, a tiroide tem um papel essencial na regulação do metabolismo, permitindo que as células funcionem corretamente. As doenças da tiroide surgem como consequência de diferentes alterações na produção destas hormonas.
Para compreender melhor a importância da tiroide, é necessário conhecer o seu funcionamento.
Tal como o motor de um automóvel não pode funcionar sem combustível, a tiroide também necessita de um “combustível” para produzir as hormonas tiroideias. Esse combustível é o iodo, presente em determinados alimentos, como o sal iodado, os mariscos, o pão e o leite. Quando consumimos estes alimentos, o iodo passa para a corrente sanguínea. Posteriormente, a tiroide retira-o do sangue e utiliza-o para produzir dois tipos de hormonas tiroideias:
• Tiroxina (T4), assim chamada porque contém 4 átomos de iodo.
• Triiodotironina (T3), assim chamada porque contém 3 átomos de iodo.
Em condições normais, a glândula tiroide liberta a quantidade adequada de hormonas para que o organismo funcione de forma ideal. Os níveis de TSH tendem a manter-se estáveis; no entanto, respondem mesmo às mais pequenas variações dos níveis de T4, e vice-versa.
A rede HPT (hipotálamo-hipófise-tiroide) pode ser afetada de diferentes formas. Por exemplo, vários fatores externos podem interromper esta “comunicação”, dando origem às seguintes situações:
🌱 A glândula tiroide não produz hormonas suficientes, o que abranda todas as funções do organismo. Esta condição é conhecida como HIPOTIROIDISMO ou tiroide hipoativa.
🌱 A glândula tiroide produz hormonas em excesso, sobrecarregando os órgãos do corpo. Esta condição é conhecida como HIPERTIROIDISMO ou tiroide hiperativa.
A Nova Medicina Germânica ajuda-nos a compreender o conflito com que nos deparamos:
▪️ Para o lado direito: não fui suficientemente rápido para alcançar, apanhar ou conseguir um “bocado”.
Exemplo: alguém tirou-me algo mesmo à frente dos meus olhos, foi mais rápido do que eu, perdi a oportunidade de conseguir algo que desejava (uma casa, um emprego).
▪️ Para o lado esquerdo: não fui suficientemente rápido para me livrar de um “bocado”.
Exemplo: não terminei a tempo um ensaio ou um trabalho, não vendi a tempo um negócio que já não era rentável ou não consegui sair de uma relação tóxica porque “cheguei demasiado tarde”.
Algumas sugestões com óleos essenciais:
Mistura de Lemongrass, Incenso (Frankincense), Mirra, Hortelã-pimenta e Cravinho, ou então Manjericão, Incenso, Cravinho, Lemongrass e Mirra, aplicando na zona de projeção da glândula tiroide 2 a 3 vezes por dia.
Copaíba e Incenso por via sublingual, 3 vezes por dia.
Frankincense e Alecrim, aplicados topicamente no pescoço e na zona da tiroide 2 ou 3 vezes por dia.
LLV (Lifelong Vitality Pack).
Protocolo do Perdão e Protocolo Celular da Symphony of the Cells.
CARA-INSULINA.
🌿 CARÁ-INSULINA (Dioscorea bulbifera)
O cará-insulina é uma planta que vem despertando grande interesse da comunidade científica. Estudos realizados em laboratório e em animais demonstraram um potencial promissor, principalmente devido à presença de compostos bioativos com ação:
✅ Potencial antidiabético, auxiliando no controle da glicemia por mecanismos relacionados à redução da ingestão de carboidratos.
✅Ação antioxidante.
✅Ação anti-inflamatória.
✅Atividade antimicrobiana.
✅Potencial para auxiliar na cicatrização.
Algumas pesquisas experimentais também observaram melhorias no perfil de colesterol e triglicerídeos. Esses resultados são promissores, mas ainda precisam ser confirmados por estudos clínicos em seres humanos.
⚠️ Importante: a própria ciência também prevê que a Dioscorea bulbifera pode conter substâncias capazes de causar toxicidade, principalmente ao fígado, quando utilizada de forma útil. Por isso, pesquisadores estão estudando formas de reduzir essa toxicidade e desenvolver extratos padronizados e mais seguros. O potencial da planta é grande, mas ainda são necessários mais estudos para que ela possa dar origem a fitoterápicos seguros e eficazes.
PFIZER.
A Pfizer foi fundada em 1849 por dois imigrantes alemães em Brooklyn, Nova Iorque: Charles Pfizer e Charles Erhart.
Eles não eram médicos. Eram químicos.
O primeiro produto deles? Um rebuçado antiparasitário.
Não medicamentos. Doces.
Construíram a sua fortuna não através da descoberta de curas, mas através da produção de substâncias químicas em grande escala. Esse ADN empresarial nunca mudou.
177 anos depois, a Pfizer é uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo.
Receitas: 58 BILHÕES de dólares (2022).
Capitalização de mercado: mais de 150 mil milhões de dólares.
Produtos presentes em praticamente todos os hospitais, farmácias e armários de medicamentos do planeta.
E, em 177 anos de atividade, não curaram realmente nenhuma doença.
sábado, 11 de julho de 2026
SAIBA IDENTIFICAR O SEU MUCO CERVICAL E AUMENTE AS CHANCES DE ENGRAVIDAR
SAIBA IDENTIFICAR O SEU MUCO CERVICAL E AUMENTE AS CHANCES DE ENGRAVIDAR
👉O VISUAL mostra como o muco cervical (secreção produzida pelo colo do útero) muda ao longo do ciclo da mulher, principalmente em relação à OVULAÇÃO.
1. APÓS AS REGRAS (menstruação)
👉O muco costuma ser pouco, mais seco ou quase ausente.
É uma fase de baixa fertilidade porque o corpo ainda está se preparando para uma nova ovulação.
2. ANTES DA OVULAÇÃO
👉O MUCO começa a aumentar e pode ficar branco e mais úmido.
O aumento do estrogênio provoca mudanças no colo do útero, preparando o ambiente para a chegada dos espermatozóides.
3. DURANTE A OVULAÇÃO (período fértil)
👉O MUCO TORNA-SE transparente, abundante e elástico, semelhante à clara de ovo.
Esse é o sinal natural de maior FERTILIDADE, pois facilita a passagem e sobrevivência dos espermatozoides.
4. APÓS A OVULAÇÃO
👉O MUCO volta a ficar mais espesso, opaco e pegajoso, formando uma barreira que dificulta a entrada de microrganismos e reduz a passagem dos espermatozóides.
ATENÇÃO👇👇👇
👉Uma observação do muco cervical pode ajudar a identificar o PERÍODO FÉRTIL.
👉MAS ALTERAÇÕES anormais (mau cheiro, excitação, dor ou mudança de cor intensa) podem indicar infecção e devem ser avaliadas por um profissional de SAÚDE.
MULHERES QUE ESTÃO TENTANDO ENGRAVIDAR A ANOS E NÃO CONSEGUEM, PUXEM OU SEGUEM O MEU PERFIL👉Júlio Henriques Abentoado
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