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quinta-feira, 2 de julho de 2026
Suplementos na predominância estrogênica.
Suplementação
A vitamina C é muito importante e a vitamina E de extrema importância tanto para a mama quanto para o fígado e principalmente para mulheres que têm a mama densa, cólica, esteatose hepática e nódulos na mama.
Também são importantes: magnésio quelado (200 mg 2 x ao dia), complexo B (todas, mas as mais importantes são B6, B12 e B9 – na forma de metilfolato), vitamina D3 - 10.000 UI/dia e vitamina k2 100 mcg, e ômega 3 - 1000 mg, enriquecido com DHA 1 a 2 x ao dia.
Òleo de prímula e de borragem, se você é uma mulher que tem muita TPM.
O Vitex agnus ajuda muito a aumentar a progesterona,pode ser usada na menopausa, no climatério e na predominância estrogênica.
O indol 3 carbinol ajuda a reduzir a ação do estrogênio que está de forma excessiva.
A Silimarina e todos ativos fitoquímicos para fígado, chá de Alcachora, chá de calêndula, SAME, glutationa, coenzima Q10, N-acetilcisteína, ácido alfa lipóico… O que não falta é fitoterápico e estratégias para auxiliar você na melhora dessa predominância estrogênica.
L teanina (presente no chá verde), 5HTP ou L triptofano, L Arginina, também utilizados para ansiedade, podem ser importante para melhorar as questões da predominância estrogênica.
Na menstruação você está mais inflamada, descamando, sangrando, precisa respeitar o seu sistema e comer alimentos de mais fácil digestibilidade para não ter um impacto muito grande na menstruação.
A predominância estrogênica.
A predominância estrogênica é uma condição na qual ocorre um aumento dos níveis de estrogênio no corpo, em comparação com os níveis de progesterona.
A predominância estrogênica pode derivar da superprodução de estrogênio ou de alterações no metabolismo e excreção do hormônio.
Existem diversos sintomas ocasionados pela predominância estrogênica e eles variam para cada mulher.
Dentre os principais encontram-se:
Irregularidade menstrual.
Dores de cabeça recorrentes, principalmente na TPM.
Queda de cabelo.
Fadiga crônica.
Enfraquecimento das unhas.
Problemas de memória.
Insônia.
Dificuldade de concentração.
O fluxo aumentado, as vezes até com muito coágulo, o que indica inflamação.
Uma inflamação no sistema feminino.
Apresenta retenção hídrica e edema,
Com o rosto mais inchado .
Pode ter mais dor na mama e mais cólica.
Geralmente tem problema com infertilidade.
Pólipos no endométrio.
Pólipos no útero.
Tendência a ter mais doenças autoimunes.
Queda de libido.
Depressão.
Muita vontade de comer doce, principalmente na TPM;
Com maior tendência a doenças de estrogênio dependentes, como ovários policísticos, endometriose, adenomiose, miomas e cistos no ovário.
Tensãao pré-mesntrual (7 a 10 dias antes da menstruação), com mais dor.
Ganho de peso, geralmente, no quadril e nas coxas, também no dorsal.
Aparecimento maior de varizes e celulite.
Enxaqueca.
Fontes:
Artigo: PATEL, Seema; HOMAEI, Ahmad; RAJU, Akondi Butchi; MEHER, Biswa Ranjan. Estrogen: the necessary evil for human health, and ways to tame it. Biomedicine & Pharmacotherapy, [S.L.], v. 102, p. 403-411, jun. 2018. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.biopha.2018.03.078.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Ignaz Semmelweis
"Como é que se dá à luz em casa? Não sabes quais mulheres morreram antigamente durante o parto?"
Muitas mulheres que expressaram abertamente o desejo de dar à luz em casa já ouviram esta frase.
Se olharmos para um gráfico da taxa de mortalidade materna, constatamos que, de fato, “noutros tempos”, as mulheres morriam quando traziam os filhos ao mundo ou no período pós-parto. Podemos também observar que, depois do ano 1900, isso aconteceu cada vez menos.
Mas de que tempos vamos falar exatamente e quando é que as mulheres morrem com mais frequência no parto?
E, afinal, como é que sobrevivemos enquanto espécie?
Surpreendentemente ou não, no meio do século XIX, a taxa de mortalidade materna aumentou significativamente quando as mulheres deixaram de ter os filhos em casa e passaram cada vez mais a dar à luz em hospitais, sob cuidados médicos.
Aquilo que inicialmente foi considerado progresso revelou-se, muitas vezes, um risco fatal. Naquela altura, uma em cada seis mães morria de febre puerperal nos primeiros dias após o parto. Hoje, nos países desenvolvidos, essa taxa é de oito por cochilo por cada 100.000 nascimentos.
O fato de a elevada taxa de mortalidade materna ter diminuído tanto posteriormente deve-se ao médico húngaro-alemão Ignaz Semmelweis, que observa que uma melhor higiene pode impedir que as mulheres desenvolvam febre puerperal. Naquela época, as bactérias e os germes, bem como o perigo que representavam, eram desconhecidos.
As mulheres que tiveram luz recentemente morreram devido a infecções de sangue.
Como jovem médico, Ignaz Semmelweis assumiu um cargo na área de obstetrícia do Hospital Geral de Viena em 1846.
Lá foram criadas duas maternidades: numa, as futuras mães eram cuidadas e assistidas por parteiras habituadas a garantir a limpeza durante o parto; na outra, as mulheres eram examinadas por estudantes de medicina que anteriormente tinham tido cadáveres na sala de dissecação e não lavavam as mãos depois disso.
Semmelweis comentou que muito menos mulheres assistidas por festas morriam no parto, enquanto as mãos sujas dos estudantes de medicina levavam ao “envenenamento do sangue” em muitas mulheres que tinham dado à luz.
Semmelweis publicou esta ligação num estudo e defendeu firmemente que médicos e enfermeiros mantivessem as mãos limpas. Na sua opinião, lavar apenas com sabão não era suficiente para desinfetar as mãos, e dinâmica a lavagem obrigatória com cloreto de cal.
Em apenas dois meses, a taxa de mortalidade das mulheres que tinha dado à luz caiu de 20% para 1,2%.
Mais tarde, vejamos que, além dos cadáveres, também os próprios doentes do hospital representavam um perigo para as mulheres em trabalho de parto. Resíduos de substâncias purulentas, por exemplo em lençóis mal lavados, podem provocar febre puerperal.
Quando o livro de Semmelweis “A etiologia, o conceito e a profilaxia da febre puerperal” foi publicado em 1861, ele era professor de obstetrícia na então Universidade de Peste, hoje Budapeste. No entanto, os seus colegas não levaram a sério durante muito tempo.
Apesar de este homem ter acabado os seus dias num asilo, espancado por guardas, hoje em dia as suas contribuições são inegáveis: conseguiram desenvolver uma prevenção extremamente eficaz contra a febre puerperal através de uma abordagem empírica. Na vida, Semmelweis foi ridicularizado pelas suas descobertas, mas hoje é considerado um pioneiro da desinfeção das mãos e um “salvador das mães”.
“Os meus princípios nascem do desejo de libertar as maternidades dos horrores aqui existentes, de manter viva a esposa para o seu marido e a mãe para o seu filho.”
(Ignaz Semmelweis)
terça-feira, 30 de junho de 2026
Seu Corpo Implora Por Sol.
Seu Corpo Implora Por Sol ☀️
Você dorme oito horas por noite, mas acorda exausto. O cabelo cai aos tufos no ralo do banho, o humor oscila para a tristeza sem motivo aparente e uma dor muscular inexplicável te acompanha o dia todo. Antes de culpar o excesso de trabalho ou a idade, saiba que o seu organismo pode estar sofrendo em silêncio pela falta de um nutriente crucial: a Vitamina D.
Cerca de oitenta por cento das pessoas carregam essa deficiência e não fazem a menor ideia, acostumando-se perigosamente a viver com a "bateria fraca". Longe de ser apenas uma vitamina, ela atua como um verdadeiro hormônio maestro no seu corpo, comandando a densidade dos ossos, a força muscular, o relaxamento do sono e a blindagem absoluta do seu sistema imunológico. 🛡️
Quando os níveis despencam, o seu corpo acende alertas vermelhos. A fadiga crônica se instala junto com episódios de insônia. Fisicamente, as articulações parecem travadas logo pela manhã e dores fantasmas surgem nas costas. A imunidade falha, transformando qualquer resfriado em uma doença interminável, enquanto pequenos cortes demoram uma eternidade para cicatrizar e os ossos ficam perigosamente suscetíveis a fraturas em quedas simples. 📉
A solução primária está brilhando acima de você. Apenas dez a trinta minutos diários de exposição solar direta em braços e pernas já ativam a produção natural do seu organismo. Na alimentação, aliados poderosos como peixes gordurosos (salmão), gema de ovo, cogumelos e óleo de fígado de bacalhau são fundamentais para fechar essa conta metabólica e devolver a sua energia. 🐟
⚠️ Aviso Médico e Diagnóstico: Os sintomas descritos são inespecíficos e podem mascarar outras condições de saúde graves, como problemas na tireoide ou anemia. Nunca realize suplementação de Vitamina D por conta própria, pois o excesso no organismo causa toxicidade renal. Se você se identificou com os sinais, procure um médico para realizar o exame de sangue (25-OH-Vitamina D) e receber a dosagem segura e exata.
Fonte: Diretrizes oficiais de diagnóstico, tratamento e prevenção da deficiência de Vitamina D estabelecidas e publicadas pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
VITAMINA B6.
A vitamina B6 (piridoxina) participa da produção de neurotransmissores, como serotonina, dopamina e GABA. Essas substâncias atuam no sistema nervoso e ajudam a regular o reflexo do vômito.
Ao favorecer o equilíbrio desses neurotransmissores, a vitamina B6 reduz a estimulação das áreas do cérebro responsáveis pelas náuseas e pelos vômitos, ajudando a controlar esses sintomas.
É por isso que ela é frequentemente utilizada no tratamento de náuseas e vômitos, especialmente durante a gravidez, podendo também ser associada a outros medicamentos para potencializar o efeito.
Embora esse seja o mecanismo mais aceito, os cientistas acreditam que outros mecanismos também possam contribuir para a ação antiemética da vitamina B6.
Os óleos essenciais de eucalipto, hortelã-pimenta e tomilho formam uma combinação muito interessante quando o objetivo é favorecer a respiração.
Os óleos essenciais de eucalipto, hortelã-pimenta e tomilho formam uma combinação muito interessante quando o objetivo é favorecer a respiração, principalmente em períodos de congestão, tosse e sensação de vias aéreas carregadas. O eucalipto, rico em 1,8-cineol, é um dos óleos mais tradicionais para suporte respiratório, pois está associado à melhora da sensação de passagem do ar, ação expectorante, efeito anti-inflamatório e apoio em quadros de tosse e bronquite. Revisões científicas também apontam o 1,8-cineol como uma molécula com ação mucolítica, anti-inflamatória, antioxidante e antimicrobiana nas vias respiratórias.
A hortelã-pimenta, rica em mentol, tem um efeito muito marcante de frescor e abertura respiratória. Tecnicamente, mais do que tratar a causa da congestão, o mentol ativa receptores de frio e gera uma percepção imediata de respiração mais livre e confortável, o que pode ser muito útil em sinergias respiratórias. Além disso, a hortelã-pimenta pode contribuir com sensação de alívio, leveza e expansão, sendo coerente descrevê-la como um óleo que favorece a circulação local e a percepção de desbloqueio, embora seja melhor evitar afirmar que ela “cura” obstruções respiratórias profundas.
O tomilho, especialmente pelos constituintes como timol e carvacrol, entra como um óleo de ação mais intensa, muito valorizado em quadros de tosse produtiva, catarro, inflamação e maior carga microbiana. A literatura descreve o tomilho e seu óleo essencial como tradicionalmente usados em sintomas de bronquite e infecções de vias aéreas superiores, além de apresentar propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias importantes. Por ser um óleo mais “quente” e potente, deve ser usado com cautela, sempre bem diluído e evitando uso em crianças pequenas, gestantes, pessoas sensíveis ou asmáticas sem orientação. Bem aplicado, esse trio pode ser uma excelente sinergia aromática de suporte respiratório, sem substituir avaliação médica quando houver falta de ar, febre persistente, chiado ou piora dos sintomas.
Ferritina Eleva e o ácido alfa lipóico.
A ferritina elevada é um sinal que merece atenção, e existe uma faixa ideal que gosto de trabalhar nos meus pacientes: entre 70 e 200, sendo que valores abaixo de 500 ainda são considerados aceitáveis. Quando os níveis ultrapassam 500, é hora de agir, e o recurso mais eficaz nesse caso é a sangria terapêutica, que reduz rapidamente a sobrecarga de ferro no organismo. Para casos moderados, em torno de 600 a 700, costumo prescrever ácido alfa-lipóico nas refeições do almoço e do jantar, com bons resultados na prática clínica.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
Berberina.
A integridade da barreira intestinal é um dos pilares da saúde digestiva. Quando essa barreira funciona adequadamente, ela ajuda a controlar o que pode atravessar o intestino e chegar à circulação, enquanto mantém substâncias potencialmente nocivas, como lipopolissacarídeos (LPS), microrganismos e partículas alimentares parcialmente digeridas, restritas ao lúmen intestinal.
A berberina tem despertado interesse na literatura científica por atuar em diferentes mecanismos relacionados a essa barreira. Estudos sugerem que ela pode aumentar a expressão de proteínas das tight junctions, como ZO-1, ocludina e claudinas, estruturas responsáveis por manter as células intestinais unidas. Além disso, pode modular vias inflamatórias, como NF-κB e MLCK, que estão associadas ao aumento da permeabilidade intestinal.
Outros estudos também apontam que a berberina pode favorecer o aumento de bactérias benéficas, como Akkermansia e Bacteroides, reduzir a endotoxemia metabólica induzida por LPS, aumentar a expressão de proteínas de oclusão e contribuir para a preservação da espessura da camada de muco do cólon.
Apesar dos resultados promissores, a maior parte das evidências ainda depende da dose utilizada, da formulação da berberina e da condição clínica avaliada. Portanto, seu uso deve ser individualizado e orientado por um profissional habilitado.
Referências:
- Habtemariam S. Berberine pharmacology and the gut microbiota: A hidden therapeutic link. Pharmacol Res. 2020 May;155:104722. doi: 10.1016/j.phrs.2020.104722. Epub 2020 Feb 24. PMID: 32105754.
- Zhang X, Zhao Y, Xu J, et al. Modulation of Gut Microbiota by Berberine Improves Intestinal Barrier Function and Metabolic Endotoxemia. Scientific Reports. 2015;5:14405.
- Xie et al. (2011).
segunda-feira, 22 de junho de 2026
VOCÊ AINDA USA IVERMECTINA DE FARMÁCIA COMUM?
VOCÊ AINDA USA IVERMECTINA DE FARMÁCIA COMUM?
Desde 2023, venho alertando sobre a contaminação de diversos medicamentos, e a ivermectina é um deles. Fui a primeira no Brasil a sinalizar a presença de grafeno em lotes comerciais, e o alerta continua valendo!
Além da questão da pureza, há outro ponto crucial: a dosagem. Aqueles 6mg padrão muitas vezes não são suficientes para protocolos de desparasitação profunda ou tratamentos mais complexos.
Minha recomendação: Prefira sempre a ivermectina MANIPULADA. Assim, você garante a pureza do que está ingerindo e a dosagem exata para a sua necessidade.
𝑨 𝑪𝑶𝑹 𝑫𝑶 𝑴𝑼𝑪𝑶 𝑵𝑨𝑺𝑨𝑳 𝑷𝑶𝑫𝑬 𝑹𝑬𝑽𝑬𝑳𝑨𝑹 𝑴𝑨𝑰𝑺 𝑫𝑶 𝑸𝑼𝑬 𝑽𝑶𝑪𝑬̂ 𝑰𝑴𝑨𝑮𝑰𝑵𝑨
𝑨 𝑪𝑶𝑹 𝑫𝑶 𝑴𝑼𝑪𝑶 𝑵𝑨𝑺𝑨𝑳 𝑷𝑶𝑫𝑬 𝑹𝑬𝑽𝑬𝑳𝑨𝑹 𝑴𝑨𝑰𝑺 𝑫𝑶 𝑸𝑼𝑬 𝑽𝑶𝑪𝑬̂ 𝑰𝑴𝑨𝑮𝑰𝑵𝑨
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𝑽𝒐𝒄𝒆̂ 𝒋𝒂́ 𝒑𝒆𝒓𝒄𝒆𝒃𝒆𝒖 𝒒𝒖𝒆 𝒂 𝒄𝒐𝒓 𝒅𝒂 𝒔𝒆𝒄𝒓𝒆𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒏𝒂𝒔𝒂𝒍 𝒎𝒖𝒅𝒂 𝒅𝒖𝒓𝒂𝒏𝒕𝒆 𝒖𝒎 𝒓𝒆𝒔𝒇𝒓𝒊𝒂𝒅𝒐 𝒐𝒖 𝒄𝒓𝒊𝒔𝒆 𝒂𝒍𝒆́𝒓𝒈𝒊𝒄𝒂? 𝑬𝒎𝒃𝒐𝒓𝒂 𝒂 𝒄𝒐𝒓 𝒔𝒐𝒛𝒊𝒏𝒉𝒂 𝒏𝒂̃𝒐 𝒔𝒆𝒋𝒂 𝒖𝒎 𝒅𝒊𝒂𝒈𝒏𝒐́𝒔𝒕𝒊𝒄𝒐, 𝒆𝒍𝒂 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒐𝒇𝒆𝒓𝒆𝒄𝒆𝒓 𝒑𝒊𝒔𝒕𝒂𝒔 𝒊𝒎𝒑𝒐𝒓𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔 𝒔𝒐𝒃𝒓𝒆 𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒆𝒔𝒕𝒂́ 𝒂𝒄𝒐𝒏𝒕𝒆𝒄𝒆𝒏𝒅𝒐 𝒏𝒐 𝒔𝒆𝒖 𝒐𝒓𝒈𝒂𝒏𝒊𝒔𝒎𝒐.
💧𝑻𝒓𝒂𝒏𝒔𝒑𝒂𝒓𝒆𝒏𝒕𝒆
𝑮𝒆𝒓𝒂𝒍𝒎𝒆𝒏𝒕𝒆 𝒆́ 𝒐 𝒑𝒂𝒅𝒓𝒂̃𝒐 𝒏𝒐𝒓𝒎𝒂𝒍. 𝑻𝒂𝒎𝒃𝒆́𝒎 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒂𝒑𝒂𝒓𝒆𝒄𝒆𝒓 𝒆𝒎 𝒄𝒂𝒔𝒐𝒔 𝒅𝒆 𝒂𝒍𝒆𝒓𝒈𝒊𝒂𝒔, 𝒆𝒙𝒑𝒐𝒔𝒊𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒂𝒐 𝒂𝒓 𝒔𝒆𝒄𝒐 𝒐𝒖 𝒏𝒐 𝒊𝒏𝒊́𝒄𝒊𝒐 𝒅𝒆 𝒖𝒎 𝒓𝒆𝒔𝒇𝒓𝒊𝒂𝒅𝒐.
⚪𝑩𝒓𝒂𝒏𝒄𝒐
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🟡𝑨𝒎𝒂𝒓𝒆𝒍𝒐
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💚𝑽𝒆𝒓𝒅𝒆
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Você não está sem energia porque está envelhecendo?
Você não está sem energia porque está envelhecendo.
Talvez esteja sem energia porque seu corpo está sendo abastecido com alimentos que geram picos de açúcar, inflamação e fome constante.
Quando a alimentação é baseada em ultraprocessados, refrigerantes, doces e farinhas refinadas, o resultado costuma ser um ciclo de cansaço, compulsão alimentar e baixa disposição.
Seu corpo não funciona apenas com calorias. Ele precisa de nutrientes de verdade.
Troque a pergunta “quantas calorias tem?” Por “isso está nutrindo meu corpo?”.
Evidências mostram que dietas ricas em alimentos ultraprocessados estão associadas a maior consumo calórico, ganho de peso e pior saúde metabólica.
Referência científica:
Hall KD et al. Ultra-Processed Diets Cause Excess Calorie Intake and Weight Gain: An Inpatient Randomized Controlled Trial. Cell Metabolism. 2019;30(1):67-77.
domingo, 21 de junho de 2026
Estratégias no tratamento na doença de Hashimoto.
Estratégias no tratamento na doença de Hashimoto.
Existe uma combinação que aparece com frequência nas pesquisas sobre Hashimoto, e que eu costumo considerar no acompanhamento clínico de pacientes com hipotireoidismo subclínico: mio-inositol + selênio.
O mio-inositol atua como segundo mensageiro do TSH dentro da célula tireoidiana. Quando ele está em níveis adequados, a glândula responde melhor ao estímulo hormonal.
O selênio, por sua vez, participa da conversão de T4 em T3 e tem papel na regulação da resposta imune, o que é relevante em uma doença autoimune como o Hashimoto.
Nordio e colaboradores avaliaram pacientes com Hashimoto e hipotireoidismo subclínico (TSH entre 3 e 6 mUI/L) tratados com a combinação mio-inositol + selênio por 6 meses.
Houve redução significativa do TSH e dos anticorpos anti-TPO e anti-Tg em comparação ao grupo que usou selênio isolado. Os dados mostraram queda do TSH de 4,32 para 3,12 mUI/L, aumento da T4 livre de 0,94 para 1,07 ng/dL e melhora na qualidade de vida dos pacientes.
Um segundo estudo do mesmo grupo (Nordio e Basciani, 2018), conduzido especificamente para avaliar o comportamento de nódulos tireoidianos benignos nessa população, observou redução do diâmetro médio dos nódulos após o tratamento com a mesma combinação.
São estudos distintos, com populações e desfechos diferentes, mas que apontam para uma mesma direção.
Importante dizer: esses estudos têm limitações de tamanho amostral e não permitem afirmar que a combinação substitui tratamento farmacológico quando ele é necessário.
O uso deve ser individualizado, dentro de uma avaliação clínica completa, com acompanhamento de exames.
Mas para pacientes no limiar do hipotireoidismo subclínico, com autoimunidade tireoidiana ativa, essa abordagem tem base científica e faz sentido dentro de uma estratégia preventiva e metabólica.
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Referências:
Nordio M, Pajalich R. J Thyroid Res. 2013.
Nordio M, Basciani S. Int J Endocrinol. 2017.
Nordio M, Basciani S. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2017.
Nordio M, Basciani S. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2018.
Bicarbonato de Sódio Removeu Mais Placa Dental do Que Creme Dental Convencional em Estudo.
Bicarbonato de Sódio Removeu Mais Placa Dental do Que Creme Dental Convencional em Estudo.
Você sabia que um ingrediente simples pode ajudar na saúde das suas gengivas?
Pesquisas mostraram que cremes dentais com bicarbonato de sódio foram mais eficazes na redução da placa bacteriana e dos sinais de gengivite quando comparados a cremes dentais convencionais.
O bicarbonato ajuda a:
✅ Remover a placa com mais eficiência
✅ Melhorar a limpeza durante a escovação
✅ Reduzir o sangramento gengival
✅ Diminuir a inflamação das gengivas
A placa bacteriana não afeta apenas os dentes. Ela também está relacionada à saúde das gengivas e à saúde geral da boca.
Pequenas mudanças na rotina podem fazer uma grande diferença ao longo do tempo.
Dois estudos clínicos mostram que o bicarbonato de sódio (baking soda) pode ser um grande aliado da saúde bucal.
V Resultados comprovados:
• Reduziu a placa dental em até 85% (meta-análise).
• Superou o creme dental convencional com alto flúor na redução da placa e da gengivite.
• Diminuiu o sangramento gengival em mais de 4 pontos, enquanto o creme com alto flúor aumentou esse índice.
• Reduziu a inflamação das gengivas em todos os momentos avaliados.
Como o bicarbonato age?
Desloca fisicamente a placa
Reduz a viscosidade da matriz do biofilme
Melhora a penetração da escova
Possui ação antimicrobiana
! Importante:
O estudo comparou um creme dental com bicarbonato e 0,31% de flúor com um creme convencional com 0,73% de flúor. Em todos os pontos avaliados, o creme com bicarbonato teve resultado superior.
Mais eficaz e mais seguro
Além de eficaz, o bicarbonato é uma opção mais segura para o uso diário, enquanto o flúor, em excesso, pode ser tóxico.
Cuide do seu sorriso todos os dias!
L Fontes:
• PMID: 19278079
• PMID: 40482904
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