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quinta-feira, 23 de abril de 2026
EXAMES “NORMAIS” NÃO SIGNIFICAM BAIXO RISCO.
EXAMES “NORMAIS” NÃO SIGNIFICAM BAIXO RISCO.
Você pode estar com colesterol “ok” e ainda assim evoluindo silenciosamente para um infarto.
O problema é que quase ninguém te mostra os marcadores que realmente antecipam o risco cardiovascular.
Lipoproteína(a) elevada aumenta risco independente de eventos cardiovasculares.
PCR-ultrassensível revela inflamação vascular ativa e prediz eventos futuros.
Homocisteína elevada está associada a disfunção endotelial e aterotrombose.
Triglicerídeos e HDL refletem risco metabólico real
Insulina e HOMA-IR mostram resistência insulínica base da aterosclerose moderna.
GGT se associa a estresse oxidativo e risco cardiometabólico.
Infarto não começa no coração.
Começa anos antes, no endotélio, na inflamação e no metabolismo.
Se você não mede isso, você está olhando só a superfície.
Isso não é opinião. Está descrito na literatura:
Ridker PM et al. Inflammation, C-reactive protein, and cardiovascular risk
https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1804988
Tsimikas S. Lipoprotein(a) and cardiovascular disease
https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2017.09.1103
Homocysteine Studies Collaboration. Homocysteine and risk of ischemic heart disease
https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/192451
Reaven GM. Insulin resistance and cardiovascular disease
https://diabetesjournals.org/care/article/28/2/399/25868
Fraser A et al. Gamma-glutamyltransferase is associated with incident cardiovascular disease
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S002191500700398X
O que isso significa na prática:
Você não previne infarto tratando só colesterol.
Você previne entendendo inflamação, metabolismo e risco real.
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