Postagens mais visitadas
-
Muita gente olha apenas para a glicose de jejum e acredita que, se ela estiver em torno de 80 ou 90 mg/dL, está tudo perfeitamente normal. M...
-
A canela-de-velho (Miconia albicans) é uma planta medicinal bastante utilizada na fitoterapia brasileira, especialmente por suas propriedade...
-
Óleos essenciais verdadeiros são produtos altamente concentrados e complexos, cuja obtenção exige estrutura técnica, tempo e grande volume d...
-
Um estudo chamado “Habitual coffee intake shapes the gut microbiome and modifies host physiology and cognition” mostrou algo muito interessa...
-
Depressão, ansiedade e até muitas doenças que aparecem no corpo não começam simplesmente “na cabeça”. Existe um processo bioquímico acontece...
-
Um novo estudo sugere que o tamarindo pode ter o poder de se ligar a microplásticos, aquelas minúsculas partículas de plástico que acabam e...
-
As unhas podem ficar onduladas por alterações no processo de crescimento da matriz ungueal, que é a região responsável pela formação da unha...
-
Para dormir bem, esqueça o celular uma hora antes e evite banhos quentes ou chás à noite. Subir a temperatura corporal atrapalha a produção ...
-
A vitamina B9, conhecida como ácido fólico, tem sua forma ativa chamada de metilfolato, e posso te dizer que não existe um horário específic...
-
Você pode estar fazendo dieta, treinando e mesmo assim não consegue perder gordura abdominal pelo motivo errado. Não é só sobre calorias. S...
terça-feira, 14 de abril de 2026
CANETA EMAGRECEDORAS.
As chamadas “canetas emagrecedoras” (análogos de hormônios intestinais usados no tratamento do diabetes e da obesidade) atuam principalmente imitando substâncias como o GLP-1, que regulam o apetite, retardam o esvaziamento gástrico e modulam a liberação de insulina.
Quando bem indicadas e acompanhadas, podem trazer benefícios importantes.
Porém, quando usadas sem critério, em doses inadequadas ou sem avaliação clínica prévia, esses mesmos mecanismos podem gerar sobrecarga no sistema digestivo e metabólico, alterando o funcionamento do pâncreas, da vesícula biliar e do trato gastrointestinal.
O risco de pancreatite está relacionado, entre outros fatores, ao impacto dessas medicações sobre o pâncreas e o fluxo biliar.
A desaceleração do esvaziamento gástrico e mudanças na secreção hormonal podem favorecer estase biliar e formação de cálculos, além de possíveis estímulos indiretos ao tecido pancreático.
Em pessoas predispostas — como aquelas com histórico de doença biliar, triglicerídeos elevados ou uso inadequado da medicação — isso pode desencadear inflamação pancreática, que é uma condição grave, com dor intensa, risco de complicações sistêmicas e necessidade de hospitalização.
Além disso, o uso de produtos de origem duvidosa agrava ainda mais o cenário.
Medicamentos falsificados, armazenados incorretamente ou manipulados sem controle de qualidade podem conter doses erradas, contaminantes ou até substâncias diferentes da proposta.
Sem acompanhamento profissional, o paciente também não realiza monitoramento de efeitos adversos, ajustes de dose e avaliação de contraindicações.
Por isso, o problema não está apenas na tecnologia em si, mas no uso indiscriminado, sem orientação e sem segurança, que transforma uma ferramenta terapêutica potente em um risco real à saúde.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.