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quinta-feira, 8 de outubro de 2026
LAURIL
Quando falamos em “lauril”, geralmente estamos nos referindo a tensoativos como o lauril sulfato de sódio (SLS), muito utilizados em sabonetes, shampoos, produtos de higiene e cosméticos por sua capacidade de remover gordura e produzir espuma.
O problema é que essa mesma eficiência de limpeza pode também retirar parte dos lipídios naturais que formam a barreira protetora da pele, principalmente quando o produto é mais concentrado, permanece muito tempo em contato com a pele ou é utilizado com muita frequência.
Em pessoas mais sensíveis, o uso excessivo ou a exposição a concentrações irritantes pode provocar ressecamento, sensação de repuxamento, ardência, vermelhidão, coceira e irritação. Isso ocorre porque o SLS pode alterar temporariamente a barreira cutânea e aumentar a perda de água pela pele. Pessoas com pele muito seca, sensível ou com dermatites podem perceber esses efeitos com maior facilidade.
Isso não significa, porém, que todo produto contendo lauril seja necessariamente prejudicial. A concentração, o tipo de tensoativo, o tempo de contato e toda a formulação do cosmético fazem diferença. Além disso, existem diferentes compostos popularmente chamados de “lauril”, e eles não possuem exatamente o mesmo potencial irritante. Se um produto provoca irritação persistente, o ideal é suspender o uso e buscar orientação profissional.
O que esgota a tiamina no mundo moderno.
O que esgota a tiamina no mundo moderno.
A vida moderna consome B1 em ritmo maior do que a repomos [4]. Carboidratos orgânicos excluídos mais B1 para serem metabolizados [4]. Açúcar, refrigerantes e xarope de milho rico em frutose elevam ainda mais essa demanda [4].
Café e chá em excesso contêm polifenóis, como os taninos e o ácido clorogênico, que degradam quimicamente a tiamina e podem comprometer seu aproveitamento pelo organismo [27]. Peixes crus podem conter tiaminases, enzimas que destroem a vitamina B1 antes que ela chegue ao sangue [26]. A pasteurização e os cozimentos prolongados degradam a tiamina, que é termolábil [4].
O álcool merece atenção destacada. Reduza a absorção intestinal e os transportadores específicos de tiamina [19,20]. O vinho, pelo lugar que ocupa a mesa moderna, pede parágrafo próprio. Cada taça combina três esgotadores da vitamina numa só bebida. O álcool age pelos mecanismos acima descritos [19,20]. Os sulfitos, usados como conservantes no vinho, em frutas secas e em muitos alimentos industrializados, partem a molécula ao meio [4]. Os taninos, os mesmos polifenóis que dão a adstringência do vinho tinto, degradam-se quimicamente a B1 [27]. Duas taças diárias, hábitos considerados saudáveis em várias culturas, cobram tributo triplo à mesma vitamina.
O próprio diabetes drena a vitamina. Diabéticos dos tipos 1 e 2 têm tiamina plasmática cerca de 75% menor que os controles, por perda renal aumentada e redução dos transportadores específicos [11,12,66]. E a metformina, o antidiabético mais prescrito do mundo, compete com a tiamina pelo mesmo transportador, o THTR-2 [21]. É o paradoxo silencioso: o remédio que trata o diabetes agrava a carência da vitamina que a própria doença já esgota.
Do lado dos demais fármacos, a lista segue. Os diuréticos de alça, dos quais a furosemida (Lasix) é o exemplo mais conhecido, aumentam a perda renal de tiamina [23]. Os inibidores da bomba de prótons e o uso específico de antiácidos podem comprometer a absorção ao reduzir a acidez gástrica [4,22].
Há ainda um agressor invisível: o arsênico, metal que o arroz acumula quando cresce em solo ou água contaminada, situação frequente em diversas regiões produtoras do mundo [56,58]. Ele não derrota a tiamina. Faz pior. Bloqueia as mesmas enzimas que a B1 aciona e induz uma neuropatia que imita o próprio beribéri [56]. É o beribéri químico: uma vitamina presente, como enzimas paradas [56]. No Brasil, o arroz é a principal porta alimentar do metal [57]. Na Europa, a preocupação é tal que a União fixou limites legais para o arsênico no grão, mais rígidos ainda quando o arroz se destina às crianças [58].
Em doses habituais, o impacto sobre a tiamina segue em debate. Mas a exposição crônica soma-se aos demais esgotadores, e o arroz, prato diário de bilhões de pessoas, coloca o problema em escala planetária [57].
Somam-se a esse cenário as doenças e cirurgias digestivas. Nas doenças inflamatórias intestinais, como doença de Crohn e retocolite ulcerativa, a deficiência de tiamina é frequente, e a fadiga responde à reposição da vitamina [7,17]. A cirurgia bariátrica exclui a trajetória digestiva do segmento onde a tiamina é absorvida, criando risco de deficiência [24]. O estresse estressante eleva a demanda metabólica da vitamina [4,9]. O envelhecimento reduz a absorção intestinal e o aproveitamento celular da B1 [13]. E a polifarmácia dos idosos soma vários desses fatores ao mesmo tempo [13,22].
Referências
1. Bianconi E, Piovesan A, Facchin F, et al. An estimation of the number of cells in the human body. Ann Hum Biol. 2013;40(6):463-471. doi:10.3109/03014460.2013.807878
2. Yasuda R, Noji H, Kinosita K Jr, et al. F1-ATPase is a highly efficient molecular motor that rotates with discrete 120° steps. Cell. 1998;93(7):1117-1124. doi:10.1016/S0092-8674(00)81456-7
3. Picciotto MR, Higley MJ, Mineur YS. Acetylcholine as a neuromodulator: cholinergic signaling shapes nervous system function and behavior. Neuron. 2012;76(1):116-129. doi:10.1016/j.neuron.2012.08.036
4. Marrs C, Lonsdale D. Hiding in plain sight: modern thiamine deficiency. Cells. 2021;10(10):2595. doi:10.3390/cells10102595
5. Barennes H, Sengkhamyong K, Rene JP, Phimmasane M. Beriberi (thiamine deficiency) and high infant mortality in northern Laos. PLoS Negl Trop Dis. 2015;9(3):e0003581. doi:10.1371/journal.pntd.0003581
6. Sechi G, Serra A. Wernicke encephalopathy: new clinical settings and recent advances in diagnosis and management. Lancet Neurol. 2007;6(5):442-455. doi:10.1016/S1474-4422(07)70104-7
7. Bager P, Hvas CL, Rud CL, Dahlerup JF. Randomised clinical trial: high-dose oral thiamine versus placebo for chronic fatigue in patients with quiescent inflammatory bowel disease. Aliment Pharmacol Ther. 2021;53(1):79-86. doi:10.1111/apt.16166
8. Frank RAW, Leeper FJ, Luisi BF. Structure, mechanism and catalytic duality of thiamine-dependent enzymes. Cell Mol Life Sci. 2007;64(7-8):892-905. doi:10.1007/s00018-007-6423-5
9. Naviaux RK. Metabolic features of the cell danger response. Mitochondrion. 2014;16:7-17. doi:10.1016/j.mito.2013.08.006
10. Naviaux RK. Perspective: cell danger response biology, the new science that connects environmental health with mitochondria and the rising tide of chronic illness. Mitochondrion. 2020;51:40-45. doi:10.1016/j.mito.2019.12.005
11. Page GLJ, Laight D, Cummings MH. Thiamine deficiency in diabetes mellitus and the impact of thiamine replacement on glucose metabolism and vascular disease. Int J Clin Pract. 2011;65(6):684-690. doi:10.1111/j.1742-1241.2011.02680.x
12. Abdullah KM, Qais FA, Ahmad I, Naseem I. Insight into the In Vitro Antiglycation and In Vivo Antidiabetic Effects of Thiamine: Implications of Vitamin B1 in Controlling Diabetes. ACS Omega. 2021;6(19):12605 12614. doi:10.1021/acsomega.1c00631
13. Smith TJ, Johnson CR, Koshy R, et al. Thiamine deficiency disorders: a clinical perspective. Ann N Y Acad Sci. 2021;1498(1):9-28. doi:10.1111/nyas.14536
14. Blitshteyn S. Vitamin B1 deficiency in patients with postural tachycardia syndrome (POTS). Neurol Res. 2017;39(8):685-688. doi:10.1080/01616412.2017.1331895
15. Hammes HP, Du X, Edelstein D, et al. Benfotiamine blocks three major pathways of hyperglycemic damage and prevents experimental diabetic retinopathy. Nat Med. 2003;9(3):294-299. doi:10.1038/nm834
16. Stracke H, Gaus W, Achenbach U, Federlin K, Bretzel RG. Benfotiamine in diabetic polyneuropathy (BENDIP): results of a randomised, double-blind, placebo-controlled clinical study. Exp Clin Endocrinol Diabetes. 2008;116(10):600-605. doi:10.1055/s-2008-1065351
17. Costantini A, Pala MI, Colangeli M, et al. Thiamine and fatigue in inflammatory bowel diseases: an open-label pilot study. J Altern Complement Med. 2013;19(8):704-708. doi:10.1089/acm.2011.0840
18. Gibson GE, Luchsinger JA, Cirio R, et al. Benfotiamine and cognitive decline in Alzheimer's disease: results of a randomized placebo-controlled phase IIa clinical trial. J Alzheimers Dis. 2020;78(3):989-1010. doi:10.3233/JAD-200896
19. Hoyumpa AM Jr. Mechanisms of thiamin deficiency in chronic alcoholi
domingo, 27 de setembro de 2026
MELISSA OFFICINALIS
MELISSA OFFICINALIS Nome científico: *Melissa officinalis* L. Sinônimos científicos: *Melissa altissima* Sibth & Sm.; *Melissa cordifolia* Pers.; *Melissa foliosa* Opiz.; *Melissa graveolens* Host.; *Melissa hirsuta* Hornens.; *Melissa occidentalis* Rafin.; *Melissa romana* Mill.; *Melissa bicornis* Klokov. Nomes comuns: Melissa, Melissa-verdadeira e Erva-cidreira. Família: Lamiaceae. Parte utilizada: Folhas e ramos.
Efeito antiviral: Um ensaio clínico duplo-cego, randomizado e controlado por placebo avaliou o efeito antiviral do extrato aquoso de *Melissa officinalis* em 116 pacientes com infecção por HSV (herpes) na pele ou na mucosa de transição. Observou-se uma melhora estatisticamente significativa no grupo de tratamento em comparação com o grupo placebo.
Referências Bibliográficas
ALBINO, R. Pharmacopéia dos Estados Unidos do Brasil. 1ª edição. 1926. ALONSO, J. R. Tratado de Fitomedicina. 1ª edição. Isis Editora. 1998. PR Vademecum de Precripción de Plantas Medicinales. (CD-ROM). 3ª edição. 1998.
SOARES, A. D. Dicionário de Medicamentos Homeopáticos. 1ª edição. Santos. TAIWO, A. E. Alterações comportamentais decorrentes da administração de *Melissa officinalis*, em ratos. Dissertação (Mestrado). Universidade de Brasília. 2007.
BARNES, J.; ANDERSON, L. A.; PHILLIPSON, J. D. Fitoterápicos. 3ª ed. Porto Alegre. 2012. TESKE, M.; TRENTINI, A. M. M. Herbarium compêndio de fitoterapia. 3ª ed. Curitiba, 1997.
DARVISH-MOFRAD-KASHANI, Z. et al. Effect of *Melissa officinalis* (Lemon balm) on Sexual Dysfunction in Women: A double-blind, randomized, placebo-controlled study. Iran J. Pharm Res., Vol. 17, n.º supl., p. 89-100, Inverno de 2018.
Richard Smith diz que há uma coisa mostrada para aumentar o comprimento do telômero. Carne vermelha.
Richard Smith diz que há uma coisa mostrada para aumentar o comprimento do telômero. Carne vermelha.
Ele aponta para estudos que ligam o consumo de carne vermelha a telômeros mais longos, o marcador usado para rastrear o envelhecimento celular, enquanto a maioria das pessoas é dito para evitá-lo. Seu argumento: proteína animal contém o que o corpo precisa não apenas para sobreviver, mas para prosperar. Você não pode achar que vem das plantas.
O resultado do estudo é bem interessante: entre 9 grupos de alimentos analisados, a carne vermelha foi o único grupo associado significativamente ao comprimento dos telômeros. Quem relatou maior frequência de consumo de carne vermelha apresentou maior relação T/S, isto é, telômeros mais longos. A diferença mais forte ocorreu entre quem nunca consumia carne vermelha e quem consumia 1–2 vezes ao dia, com p = 0,02.
Kasielski M. et al. (2016) — “The relationship between peripheral blood mononuclear cells telomere length and diet – unexpected effect of red meat”, publicado no Nutrition Journa
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27418163
E existem mais estudos sobre isso
domingo, 20 de setembro de 2026
dimetilsulfóxido (DMSO)
Um estudo publicado na PLOS ONE investigou os efeitos do dimetilsulfóxido (DMSO) sobre células de câncer de pulmão de não pequenas células (NSCLC).
Os pesquisadores observaram que o DMSO foi capaz de reduzir significativamente a migração, invasão, proliferação e formação de colônias das células tumorais estudadas, com efeitos dependentes da concentração.
Um dos mecanismos mais interessantes identificados envolve a HLJ1 (DNAJB4), uma proteína com função supressora tumoral relacionada à redução da invasividade e progressão tumoral. O DMSO aumentou a expressão da HLJ1 por meio da ativação da via AP-1, envolvendo especialmente os fatores de transcrição JunB e JunD. Quando os pesquisadores reduziram experimentalmente JunD, a indução de HLJ1 pelo DMSO também diminuiu, reforçando a participação dessa via.
Além disso, o estudo encontrou redução da migração e invasão celular com DMSO a 1–2%, diminuição da proliferação e da capacidade de formar colônias e aumento da apoptose induzida por radiação UV em determinadas condições experimentais. Em concentrações mais elevadas, como 5%, também foi observada citotoxicidade, um detalhe importante na interpretação dos resultados.
A ciência começa muitas vezes na bancada — e compreender esses mecanismos pode abrir caminhos para novas estratégias terapêuticas.
Referência: Wang C-C et al. Dimethyl Sulfoxide Promotes the Multiple Functions of the Tumor Suppressor HLJ1 through Activator Protein-1 Activation in NSCLC Cells. PLOS ONE. 2012;7(4):e33772.
PMID: 22529897 | PMCID: PMC3328470 | DOI: 10.1371/journal.pone.0033772.
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
VITAMINA K2.
Um estudo publicado na revista *Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine* investigou os efeitos da vitamina K2 no câncer de próstata. Os pesquisadores descobriram que doses elevadas de vitamina K2 (50–100 micromolar) reduziram significativamente o crescimento de células de câncer de próstata, tanto as hormônio-dependentes quanto as hormônio-independentes. A vitamina atuou desencadeando a apoptose (morte celular programada) por meio da ativação das caspases 3 e 8, ao mesmo tempo em que diminuiu a expressão do receptor de andrógeno (AR) e reduziu os níveis de PSA em células cancerígenas sensíveis a andrógenos. Além de retardar o crescimento celular, a vitamina K2 também inibiu vias fundamentais de sobrevivência e inflamação, incluindo a sinalização via AKT e NF-κB. Ela reduziu marcadores inflamatórios e angiogênicos — como IL-6, IL-8, HMGB1, RAGE e VEGF-A — associados à progressão tumoral e à formação de vasos sanguíneos. Em modelos animais (camundongos), o tratamento com vitamina K2 diminuiu significativamente o tamanho do tumor e a angiogênese, sugerindo um potencial terapêutico contra o câncer de próstata agressivo e resistente a tratamentos. PMCID: PMC3767046 PMID: 24062781
terça-feira, 15 de setembro de 2026
O coco é um alimento excelente, mas exige atenção quando apresenta sinais de deterioração.
O coco é um alimento excelente, mas exige atenção quando apresenta sinais de deterioração. Se a água estiver com gosto estranho, azedo ou amargo, se houver odor diferente, textura viscosa ou manchas internas esverdeadas, azuladas, acinzentadas ou com aspecto de mofo, o mais seguro é não consumir. Fungos podem crescer principalmente quando o coco é armazenado de maneira inadequada ou permanece muito tempo fora de refrigeração, e algumas espécies são capazes de produzir toxinas perigosas.
Um caso publicado na revista Emerging Infectious Diseases, do CDC, descreveu um homem de 69 anos que morreu após consumir água de coco de um fruto que havia ficado cerca de um mês em temperatura ambiente. No coco foi identificado o fungo Arthrinium saccharicola, atualmente classificado como Apiospora saccharicola, capaz de produzir ácido 3-nitropropiônico (3-NPA). A investigação encontrou essa toxina tanto no coco quanto no organismo do paciente, confirmando a relação com a intoxicação grave.
O ácido 3-nitropropiônico é uma neurotoxina mitocondrial que bloqueia a enzima succinato-desidrogenase, também chamada de complexo II da cadeia respiratória. Com isso, as células passam a ter dificuldade para produzir energia, podendo ocorrer acidose, lesões neurológicas graves, alteração da consciência, convulsões, edema cerebral e, em casos extremos, morte. Por isso, diante de qualquer alteração evidente no coco, vale uma regra simples: na dúvida, não prove para conferir — descarte.
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Em um estudo, os níveis de testosterona de homens caíram 25% uma hora após a ingestão de uma solução açucarada.
Em um estudo, os níveis de testosterona de homens caíram 25% uma hora após a ingestão de uma solução açucarada. E isso aconteceu também em homens saudáveis. Pesquisadores deram a 74 homens uma bebida padrão de glicose e monitoraram o sangue deles. A testosterona caiu cerca de 25% em média — e não apenas nos homens diabéticos; isso ocorreu de forma geral, inclusive naqueles com níveis normais de glicose no sangue. Os níveis permaneceram reduzidos por até duas horas após uma única carga de açúcar. Uma bebida não causa danos permanentes.
Mas pergunte a si mesmo com que frequência você se encontra nessa situação: café adoçado, um doce no meio da manhã, sanduíche com refrigerante, algo doce depois do jantar. No entanto, eis o que causa o dano duradouro — e não é o açúcar em si, mas sim onde ele vai parar. O excesso de açúcar e de carboidratos refinados estimula o acúmulo de gordura ao redor dos órgãos; essa gordura contém uma enzima que converte testosterona em estrogênio. Portanto, quanto mais gordura você acumula, mais testosterona perde a cada hora, todos os dias. E níveis mais baixos de testosterona facilitam o ganho de ainda mais gordura. Esse é o ciclo vicioso em que a maioria dos homens acima dos 40 anos se encontra. Não é que "o açúcar acabe com a testosterona"; o açúcar cria o tecido que faz isso. Assim, a chave não é apenas cortar o açúcar, mas eliminar a gordura visceral, ganhar massa muscular e dormir bem.
Os músculos são responsáveis por processar cerca de 80% da glicose que você consome. E, se você realmente sente os sintomas — falta de libido, desânimo, falta de energia —, faça um exame de sangue em vez de apenas supor o que está acontecendo. Aos 45 anos, a maioria dos homens não apresenta níveis clinicamente baixos de testosterona; eles apenas têm pouca massa muscular, dormem mal e carregam um peso que não tinham aos 30.
REFERÊNCIAS:
Caronia, L. M., Dwyer, A. A., Hayden, D., Amati, F., Pitteloud, N., & Hayes, F. J. (2013). Diminuição abrupta dos níveis séricos de testosterona após uma sobrecarga oral de glicose em homens. Clinical Endocrinology,
78(2), 291–296.
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Como Rockefeller aboliu as curas naturais e criou a Big Pharma.
Como Rockefeller aboliu as curas naturais e criou a Big Pharma💊💊💊💉💉💉💰💰💰
A medicina ocidental tem várias vantagens e evoluiu muito bem para tratar sintomas agudos e emergenciais. Mas infelizmente deixa muito a desejar no que tange à resolução dos problemas crônicos.
Mas é hora das pessoas perceberem que a medicina convencional (medicina ocidental ou alopática) se concentra em drogas (produtos químicos criados em laboratório), radiação e cirurgia.
É uma criação de prata de John Rockefeller, e a Big Pharma foi criada por ele.
Se você fala hoje sobre as propriedades curativas das plantas ou outras práticas holísticas, muitas pessoas (incluindo médicos) o compartilham uma pessoa estranha.
Como tudo mais, a política e o dinheiro têm sido usados para abalar nossas mentes e nos encorajar a abraçar o que é ruim para nós. Tudo começou com John D. Rockefeller (1839-1937), um magnata do petróleo, o primeiro milionário nos Estados Unidos e um monopolista natural.
Criando uma grande empresa farmacêutica.
A World Business Reports afirma: “Ao mesmo tempo, por volta de 1900, os cientistas descobriram a “petroquímica”.
Isso tornou possível criar todos os tipos de produtos químicos de petróleo.
Por exemplo, o primeiro plástico chamado baquelita foi derivado do óleo em 1907.
Os cientistas descobriram várias vitaminas e substâncias específicas que podem ser derivadas do óleo.
Foi uma grande oportunidade para Rockefeller, que viu a oportunidade de monopolizar as indústrias petrolíferas, químicas e médicas ao mesmo tempo!
Foi assim que a Big Pharma foi fundada...
A melhor coisa da petroquímica era que tudo pudesse ser patenteado e vendido com grandes lucros.
Mas havia um problema com o plano de Rockefeller para a indústria médica: os remédios naturais/fitoterápicos eram muito populares nos Estados Unidos na época. Quase metade dos médicos e escolas de medicina nos Estados Unidos praticavam medicina holística, (naturopatia, homeopatia, e osteopatia), usando conhecimentos da Europa e dos nativos americanos (dizem que um kit médico de 1850 não faltava maconha ou óleo de cannabis, nb).
Rockefeller, o monopolista, precisa encontrar uma maneira de escapar da maior competição. Em seguida, ele usou a estratégia clássica (que ainda é usada por meio de operações flag-false, nb), "problema-reação-solução".
Ou seja, cria um problema e ansiedade para as pessoas, depois oferece uma solução (pré-planejada).
Semelhante ao medo do terrorismo, seguido pelo "Patriot Act" que já foi preparado e então assinado pelo terrorista global e assassino em massa George Bush Jr.
A Big Pharma fechou hospitais e escolas médicas holísticas.
Ele foi ver seu amigo Andrew Carnegie, outro plutocrata que ganhou dinheiro monopolizando a indústria do aço, com quem desenhou um plano.
Por meio da prestigiada Fundação Carnegie, eles enviaram um homem chamado Abraham Flexner para viajar pelo país.
Ele informou sobre a situação das escolas médicas e hospitais do país.
Isso levou ao Relatório Flexner, que deu origem à medicina moderna controlada pela máfia Big Pharma como acontecia hoje. Desnecessário dizer que o relatório falou da necessidade de reorganizar e centralizar as instituições médicas americanas.
Em 1910, Andrew Carnegie e Jonh Davidson Rockefeller fizeram uma campanha e trocaram o currículo médico para remédios da máfia da indústria farmacêutica. O Jonh Davidson Rockefeller e Andrew Carnegie são os responsáveis por não haver os tratamentos de homeopatia, naturopatia, de Medicina Ayurveda e da Medicina Chinesa e da fitoterapia, na classe dos cursos de medicina.
Na Medicina Ayurveda existem seis fases da doença. Está iniciado com a perturbação do equilíbrio dos doshas e resultado de um longo processo, que pode ser detectado e tratado em qualquer fase.
Assim, a Medicina Ayurveda consegue detectar o desequilíbrio encontrando-se a doença ainda numa fase de incubação.
Este processo é explicado através de seis estágios:
1- Acumulação
2 - Atracação
3 - Extravasamento
4 - Recolocação
5 - MANIFESTAÇÃO🚨🎯🧯(SÓ NESTE ESTÁGIO DA DOENÇA É QUE A MEDICINA ALOPÁTICA OU OCIDENTAL CONSEGUE DETECTAR A DOENÇA)
AO PASSO QUE A MEDICINA AYURVEDA CONSEGUE DETECTAR A DOENÇA NO PRIMEIRO ESTÁGIO.
6 - Diferenciação
De acordo com este relatório, mais de metade de todas as faculdades de medicina logo foram fechadas pela Big Pharma.
A homeopatia e os medicamentos naturais foram ridicularizados e demonizados.
Os médicos foram até presos.
Para ajudar na transição e mudar as mentes de outros médicos e cientistas, Rockefeller doou mais de 100 milhões de euros para universidades e hospitais.
Ele fundou um grupo filantrópico denominado Conselho Geral de Educação (GEB).
Esta é a abordagem clássica da cenoura e do bacon.
Com muito pouco tempo, as escolas médicas foram simplificadas e homogeneizadas.
Todos os alunos estavam aprendendo a mesma coisa, e a medicina era sobre o uso de drogas patenteadas (o que ainda acontece hoje, nb).
Os cientistas receberam enormes doações para estudar as plantas curam doenças. O objetivo era identificar os produtos químicos na planta e recriar no laboratório um produto químico semelhante, mas não idêntico, que pudesse ser patenteado.
Uma pílula para um paciente tornou-se o mantra da medicina moderna e a Big Pharma teve um enorme lucro.
Você achou que os irmãos Koch eram maus?
Então, 100 anos depois, produzimos médicos que nada sabem sobre os benefícios da nutrição, plantas ou práticas holísticas (ouvi na TV o chefe da clínica de oftalmologia em Bucareste dizendo - por ignorância ou estupidez - que: nós dizemos a ela que você pode curar doenças com algumas ervas ”, nb).
Temos toda uma sociedade subordinada às empresas, para o seu bem-estar.
A doença das pessoas significa lucro para elas, quanto mais pacientes, maior o lucro ...
Uma grande empresa farmacêutica hoje
Os Estados Unidos gastaram 15% do seu PIB com saúde, o que deveria ser chamado de "atendimento ao paciente".
A Big Pharma só se preocupa com os seus lucros e não se concentra na cura, mas apenas nos sintomas.
Isso criou clientes regulares e permanentes. Não há cura para o câncer, diabetes, autismo, asma ou a mesma gripe (a vacinação é apenas outra forma de lucrar muito e reduzir a população do planeta, nb).
Por que deveria haver remédios reais?
É um sistema fundado por oligarcas e plutocratas, não por médicos.
Quanto ao câncer, ah, sim, a American Cancer Society foi fundada por Rockefeller em 1913 e se tornou um megaempresário sem cura.
Outra teoria da conspiração diria propaganda...
No mês da consciencialização do câncer de mama, é triste ver as pessoas com lavagem cerebral, recepção terapêutica, radiação e cirurgia sabendo que não escaparão de qualquer maneira e serão terrivelmente atormentadas pelos efeitos colaterais.
Concluímos este breve artigo com uma citação de John D. Rockefeller, que resume a sua visão da Nova Ordem Mundial para a América: “Não quero uma sociedade de pensadores.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
itamina B - TIAMINA - 1 e o Câncer.
Vitamina B - TIAMINA - 1 e o Câncer.
Um estudo de 2014 publicado no periódico *Cancer Chemotherapy and Pharmacology* investigou como a tiamina (vitamina B1) afeta o metabolismo de células cancerígenas em diferentes doses. Os pesquisadores se concentraram em duas linhagens de células cancerígenas — neuroblastoma (SK-N-BE) e câncer pancreático (Panc-1) — e compararam os efeitos da tiamina com o dicloroacetato (DCA), um fármaco metabólico conhecido por suprimir o crescimento do câncer atuando na piruvato desidrogenase (PDH). Observou-se um claro efeito dose-dependente: baixas doses de tiamina favorecem o crescimento das células cancerígenas, enquanto altas doses — em concentrações superiores a 75 vezes a Ingestão Diária Recomendada (IDR) — reduzem significativamente a proliferação dessas células. Quanto ao mecanismo de ação, a tiamina em altas doses age de maneira semelhante ao DCA, reduzindo a fosforilação da PDH e forçando as células cancerígenas a abandonar a fermentação da glicose e a produção de lactato em favor do metabolismo mitocondrial. Essa alteração metabólica resultou em menor consumo de glicose, redução da produção de lactato, perda do potencial da membrana mitocondrial e ativação da apoptose mediada por caspase-3, indicando morte celular programada das células cancerígenas em vez de toxicidade inespecífica. É importante destacar que o tratamento não aumentou os níveis de espécies reativas de oxigênio, sugerindo um efeito metabólico direcionado. Essas descobertas demonstram que a tiamina atua como terapia metabólica apenas em doses farmacológicas, e não em níveis nutricionais, e que seus efeitos antiproliferativos foram observados estritamente em experimentos controlados com células cancerígenas.
PMID: 24452394
terça-feira, 8 de setembro de 2026
A N-acetilcisteína (NAC) é precursora da glutationa, nosso principal antioxidante intracelular, e tem despertado interesse como estratégia adjuvante na endometriose.
A N-acetilcisteína (NAC) é precursora da glutationa, nosso principal antioxidante intracelular, e tem despertado interesse como estratégia adjuvante na endometriose.
Um dos motivos está na relação entre a doença, o estresse oxidativo e a inflamação.
A N-acetilcisteína aumenta os níveis de glutationa e contribui para neutralizar espécies reativas de oxigênio (ROS), que estão elevadas nas lesões de endometriose. Também pode modular vias inflamatórias, como NF-κB, reduzindo a produção de citocinas pró-inflamatórias e COX-2, envolvidas na dor e na progressão da doença.
Outro ponto estudado é seu efeito sobre as próprias lesões. Pesquisas mostram redução da proliferação das células endometrióticas e favorecimento de um perfil celular mais diferenciado, dificultando seu crescimento. A melhora do equilíbrio redox e a modulação de mediadores inflamatórios também podem limitar processos relacionados à angiogênese e à fibrose.
E o que já encontramos em humanos?
Em um estudo prospectivo com 120 mulheres, três meses de NAC foram associados à redução significativa da dismenorreia, dispareunia e dor pélvica crônica, além de menor uso de anti-inflamatórios, diminuição do tamanho dos endometriomas e redução dos níveis de CA-125.
Entre as mulheres com desejo reprodutivo, também foi observada melhora nas taxas de gravidez.
Outro estudo observacional encontrou redução do tamanho dos endometriomas e melhora importante da dor. Em parte das pacientes, a melhora clínica levou inclusive ao cancelamento de cirurgias que estavam previamente programadas.
⚠️ A NAC é estudada como uma estratégia adjuvante e não substitui o tratamento convencional. Sua utilização pode ser considerada como complemento em casos selecionados e deve ser acompanhada por um profissional.
📄 DOI: 10.3390/ijerph20064686
📄 DOI: 10.1155/2013/240702
domingo, 6 de setembro de 2026
O própolis é um poderoso aliado no equilíbrio metabólico.
O própolis é um poderoso aliado no equilíbrio metabólico: ele contribui para a redução da resistência à insulina, melhora a sinalização da glicose no organismo e ajuda a diminuir tanto a glicemia de jejum quanto a hemoglobina glicada. Seus efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios são fundamentais nesse processo.
Já o vinagre de maçã, rico em ácido acético, pode auxiliar no controle da glicemia pós-prandial e na melhora da ação da insulina. Estudos em humanos com diabetes tipo 2 observaram redução da glicose e da insulina após a refeição e aumento da captação de glicose pelo músculo após o consumo de vinagre.
Juntos, esses dois compostos naturais podem ser aliados dentro de uma alimentação equilibrada e de hábitos saudáveis.
Referência científica:
Mitrou P. et al. Vinegar Consumption Increases Insulin-Stimulated Glucose Uptake by the Forearm Muscle in Humans with Type 2 Diabetes. Journal of Diabetes Research, 2015.
DOI: 10.1155/2015/175204
Estudo completo: https://doi.org/10.1155/2015/175204
A Guanchuma, também conhecida como vassourinha (Sida rhombifolia), é muito utilizada de forma popular para picadas de inseto, ajudando a aliviar a dor e a inflamação.
Você já pode ter visto essa planta… e nem deu atenção.
A Guanchuma, também conhecida como vassourinha (Sida rhombifolia), é muito utilizada de forma popular para picadas de inseto, ajudando a aliviar a dor e a inflamação.
Mas não para por aí.
Quando preparada, ela forma uma espécie de gel natural que pode ser interessante para o estômago e o intestino, sendo tradicionalmente utilizada em casos de gastrite e desconfortos intestinais.
E isso mostra algo importante.
Muitas vezes, o que está ao nosso redor tem muito mais utilidade do que a gente imagina.
O problema não é falta de recurso.
É falta de conhecimento.
Quando você aprende a olhar para as plantas da forma certa, tudo muda.
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