Saúde de acordo com a natureza.
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sexta-feira, 5 de junho de 2026
A Coenzima Q10 pode ser muito importante para a depressão.
A Coenzima Q10 pode ser muito importante para a depressão.
Neste carrossel você vai entender como essa molécula atua diretamente na função mitocondrial, reduz o estresse oxidativo, diminui a inflamação cerebral e estimula a produção de BDNF — tudo essencial para melhorar a saúde mental.
A Coenzima Q10 funciona como “combustível” para as mitocôndrias, as usinas de energia das nossas células. Quando essas mitocôndrias não funcionam bem, o cérebro não consegue produzir energia suficiente, o que está diretamente ligado à depressão, fadiga crônica e outros transtornos do humor.
Estudos mostram que dosagens entre 100-500 mg/dia podem reduzir significativamente os sintomas depressivos, dependendo da forma utilizada e da condição clínica de cada pessoa.
REFERÊNCIA CIENTÍFICA:
Magalhães, P.L.M., et al. (2026). “Effects of Coenzyme Q10 Supplementation on Depressive Symptoms and Fatigue: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials.” Journal of Clinical Psychopharmacology, 46(1), 93-100.
Das 4 formas de CoQ10 (CAVAQ10®, UBIQUISOME®, Ubiquinol, Ubiquinona).
VITAMINA K2.
A vitamina K2 tem atraído atenção por seus benefícios cardiovasculares, particularmente no suporte à saúde arterial. Pesquisas indicam que a ingestão de 90 microgramas diários durante um período de nove meses reduziu o acúmulo de placas na artéria carótida em mais de 55%.
Acredita-se que esse efeito resulte da capacidade da vitamina K2 de ativar proteínas que ajudam a direcionar o cálcio das artérias para os ossos, reduzindo a rigidez arterial e promovendo a saúde do coração. Um metabolismo saudável do cálcio é fundamental para prevenir o endurecimento das artérias e manter um fluxo sanguíneo eficiente.
Além da redução de placas, a vitamina K2 contribui para a flexibilidade vascular e a resiliência cardiovascular geral.
Ao impedir o depósito de cálcio nos vasos sanguíneos, ela reduz o risco de aterosclerose, hipertensão e complicações relacionadas.
O nutriente também atua em sinergia com a vitamina D e o magnésio, aprimorando a regulação do cálcio e contribuindo para a saúde óssea, ao mesmo tempo que protege o sistema circulatório. Esses benefícios duplos fazem da vitamina K2 um elemento-chave na manutenção da saúde cardíaca e óssea a longo prazo.
A ingestão de vitamina K2 pode ser feita por meio de suplementos ou alimentos ricos em K2, como natto, certos queijos e gemas de ovo.
Embora não substitua um estilo de vida saudável para o coração, a ingestão consistente, aliada a uma dieta adequada, exercícios regulares e controle do estresse, pode melhorar a saúde cardiovascular.
Vitamina K2 — um fator negligenciado na saúde cardiovascular: uma revisão narrativa - PMC https://share.google/9pVptGk7VPVwoFfZv
Destacando o substancial conjunto de evidências que confirmam a importância da vitamina K2 como nutriente para a saúde cardiovascular e como a vitamina K2 adequada faz toda a diferença - PMC https://share.google/XyR070oLyV9wKbxj7
NAC.
De acordo com uma revisão sistemática e meta-análise de 2021 publicada no American Journal of Translational Research, pesquisadores analisaram 15 ensaios clínicos envolvendo 768 pessoas com doença renal crônica para avaliar os efeitos da N-acetilcisteína (NAC).
Nesses ensaios, a NAC foi administrada mais comumente por via oral em doses que variaram de cerca de 600 mg a 1.200 mg por dia, com durações de tratamento que variaram de semanas a vários meses, dependendo do desenho do estudo.
Nessas doses, a NAC foi associada a marcadores de função renal significativamente melhores, incluindo uma taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) mais alta e creatinina sérica mais baixa, em comparação com o placebo.
A análise também constatou uma redução de 40% nos eventos cardiovasculares e não relatou interrupções do tratamento devido a efeitos colaterais, sugerindo que a NAC, nessas doses comumente utilizadas, é eficaz e bem tolerada em pessoas com doença renal crônica.
Artigo de estudo: 📄 PMID: 34017406.
COLINA.
Existe um nutriente essencial para o cérebro e para o fígado que 90% das pessoas não consomem suficientemente — e que quase nunca aparece nos multivitamínicos.
A colina é precursora de acetilcolina (neurotransmissor da memória) e essencial para o metabolismo hepático de gorduras. A principal fonte é a gema do ovo — e décadas de demonização do colesterol derrubaram o consumo.
Na gestação, alta ingestão de colina foi associada a melhor memória nos filhos aos 7 anos.
Fontes: 1 gema de ovo (≈150mg), fígado bovino (430mg/100g), bacalhau (290mg/100g).
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Fonte: American Journal of Clinical Nutrition
SE A COMIDA TE DEIXOU DOENTE, POR QUE A SOLUÇÃO NÃO COMEÇA PELA COMIDA?
SE A COMIDA TE DEIXOU DOENTE, POR QUE A SOLUÇÃO NÃO COMEÇA PELA COMIDA?
Todo mundo quer emagrecer.
Mas poucas pessoas perguntam por que engordaram.
Enquanto muitos procuram a próxima caneta milagrosa…
poucos estão dispostos a mudar aquilo que colocam no prato todos os dias.
Eu não estou dizendo que medicamentos não têm seu lugar.
Mas uma pergunta precisa ser feita:
Você está tratando apenas o sintoma ou a causa do problema?
🥩 Mais proteína
🥚 Mais nutrientes
💪 Mais massa muscular
🚶 Mais movimento
Às vezes a resposta começa muito antes da farmácia.
O que você escolheria primeiro: mudar a alimentação ou usar medicamento?
BARDANA.
Uma revisão publicada na revista Inflammopharmacology em 2011 destacou o potencial anticancerígeno da bardana (Arctium lappa), uma planta amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa.
A revisão relatou que compostos isolados de sementes de bardana demonstraram potentes efeitos inibitórios no crescimento de vários tumores, incluindo o carcinoma pancreático.
Os investigadores examinaram evidências de vários estudos que mostram que os compostos bioativos da planta podem interferir no crescimento das células cancerígenas, contribuindo para o crescente interesse científico nas propriedades medicinais da bardana.
A revisão, de autoria de Yuk-Shing Chan e colegas, também observou que a bardana contém uma variedade de compostos biologicamente ativos em suas raízes, sementes e folhas.
Entre estes, os compostos derivados de sementes atraíram especial atenção pelas suas atividades anti-inflamatórias e antitumorais. As descobertas ajudaram a estabelecer a bardana como uma fonte promissora de compostos naturais para a investigação do cancro, particularmente em estudos que exploram novas abordagens para atingir as células cancerígenas do pâncreas. PMID: 20981575
Pesquisadores anunciaram a descoberta de um novo órgão humano chamado interstício.
Pesquisadores anunciaram a descoberta de um novo órgão humano chamado interstício. Essa rede cheia de líquido fica abaixo da pele e ao redor dos tratos digestivo, respiratório e urinário.
Antes considerado um tecido conjuntivo denso, agora é reconhecido como um sistema dinâmico que amortece órgãos, transporta fluidos e apoia a defesa imunológica. A descoberta poderá remodelar a medicina, explicando como as células cancerigenas se espalham, oferecendo novos marcadores de diagnostico e abrindo caminhos para tratamentos inovadores.
Os cientistas acreditam que este órgão oculto pode desempenhar um papel crucial nas doenças inflamatórias e no funcionamento dos órgãos. Esta descoberta lembra-nos que mesmo na ciência moderna, o corpo humano ainda guarda segredos à espera de serem descobertos. Ao mapear o interstício, os investigadores esperam desbloquear novas estratégias para a prevenção de doenças e saúde a longo prazo.
Seu corpo prospera quando o conhecimento evolui. Às vezes, as maiores descobertas estão escondidas à vista de todos.
Fontes: NYU Langone School of Medicine, Journal Scientific Reports, National Institutes of Health, Organização Mundial da Saúde.
refrigerante diet, AVC e demência: o que a ciência realmente mostrou.
Refrigerante diet, AVC e demência: o que a ciência realmente mostrou.
Um estudo prospectivo publicado na revista Stroke acompanhou adultos por mais de 10 anos e identificou uma associação relevante: o consumo diário de 1 refrigerante diet esteve ligado a um risco quase três vezes maior de AVC isquêmico e demência do tipo Alzheimer.
Mesmo após o ajuste para fatores clássicos de risco — como idade, padrão alimentar, hipertensão, diabetes, obesidade e tabagismo — a associação permaneceu estatisticamente significativa.
🔍 Quais mecanismos podem explicar essa relação?
Os autores discutem que adoçantes artificiais podem:
• alterar a microbiota intestinal
• interferir na resposta insulínica e no metabolismo da glicose
• favorecer inflamação crônica de baixo grau
• impactar vias vasculares e neuroinflamatórias envolvidas na saúde cerebral
❗ Importante entender:
Refrigerante diet não é caloria neutra para o organismo. Mesmo sem açúcar, ele contém compostos biologicamente ativos que, ao longo do tempo, podem afetar o sistema nervoso e a saúde vascular.
✅ Melhores escolhas para o dia a dia:
• Água
• Chás naturais
• Água com frutas, ervas ou especiarias
🧠 Pequenas decisões repetidas diariamente constroem — ou protegem — a saúde do cérebro ao longo dos anos.
Compartilhe com quem ainda acredita que refrigerante diet é uma opção inofensiva.
📚 Referência científica:
Pase MP et al. Sugar- and Artificially Sweetened Beverages and the Risks of Incident Stroke and Dementia. Stroke, 2017.
DOI: 10.1161/STROKEAHA.116.016027
HEMOGRAMA
Um hemograma comum pode mostrar a saúde do seu intestino: parasitas, disbiose, intestino permeável e inflamação da mucosa intestinal antes de você desenvolver uma doença mais grave.
MARCADOR 1:
Monócitos acima de 8%
O que significa:
Seu intestino está lutando contra bactérias ruins, fungos ou parasitas. Indica disbiose intestinal em andamento.
Valores:
Normal: 2% a 8%
Disbiose provável: acima de 8%
Por que ignoram: Médicos só se preocupam acima de 12%. Entre 8-10% já mostra desequilíbrio da microbiota.
MARCADOR 2:
Eosinófilos acima de 3%
O que significa:
Presença de parasitas intestinais, alergias alimentares ou intestino permeável (leaky gut).
Valores:
Normal: 1% a 3%
Parasitas/alergias: acima de 3%
Por que ignoram: Dizem “está normal” até 5%. Mas acima de 3% o intestino já está reagindo a algo.
MARCADOR 3: Índice
MEB acima de 9%
(Monócitos + Eosinófilos + Basófilos)
O que significa:
Inflamação ativa da mucosa intestinal.
Seu intestino está inflamado mesmo sem dor.
Como calcular:
Some os 3 valores do seu hemograma
Valores:
Ideal: abaixo de 7%
Inflamação intestinal: acima de 9%
Por que ignoram: A maioria nem calcula esse índice. Olham separado e dizem “tudo normal”
quarta-feira, 3 de junho de 2026
ÁCIDO ÚRICO
Seu ácido úrico pode estar “normal”, mas ainda assim te deixar inflamado. Leia até o fim:
Você olha seu exame e vê 6,5 mg/dL de ácido úrico. O laboratório diz que está tudo bem…
Mas não está.
🔴 Ácido úrico acima de 4,0 mg/dL já começa a representar risco metabólico e inflamatório, mesmo dentro da faixa de referência.
📉 A verdade científica que poucos falam:
O valor ideal de ácido úrico deve ser obrigatoriamente abaixo de 4,0 mg/dL.
Acima disso, ele deixa de ser um simples marcador e passa a ser agente ativo de inflamação, resistência à insulina, lesão endotelial e disfunção mitocondrial.
📚 Diversos estudos (NEJM, JAMA, Nature) já associaram níveis entre 4,0 e 6,9 mg/dL a maior risco de doenças cardiovasculares, síndrome metabólica, hipertensão e até declínio cognitivo.
⚠️ Com 6,0? Já há estresse oxidativo.
⚠️ Com 7,0? Inflamação ativa.
⚠️ Com 8,0? Risco real de lesão renal e depósito tecidual de cristais de urato.
👉🏽 E não: isso não é sobre gota.
É sobre saúde mitocondrial, inflamação silenciosa e envelhecimento acelerado.
✅ O alvo é claro: ÁCIDO ÚRICO < 4,0 mg/dL.
Não aceite “normal” como saudável.
Otimize sua bioquímica com ciência de verdade.
A erva-doce e o funcho, geralmente associados à espécie Foeniculum vulgare, contêm compostos naturais como anetol, estragol e fenchona.
A erva-doce e o funcho, geralmente associados à espécie Foeniculum vulgare, contêm compostos naturais como anetol, estragol e fenchona.
Essas substâncias apresentam atividade biológica capaz de interagir com receptores hormonais, especialmente os relacionados ao estrogênio.
Por esse motivo, algumas referências de fitoterapia recomendam cautela durante a gestação, principalmente com o uso frequente de chás concentrados, extratos e, sobretudo, óleos essenciais, que possuem concentrações muito mais elevadas desses compostos.
No caso das gestantes, a preocupação é principalmente preventiva.
Como a gravidez envolve um delicado equilíbrio hormonal e existem poucos estudos clínicos robustos avaliando a segurança do uso contínuo dessas plantas durante toda a gestação, muitos profissionais preferem evitar seu uso medicinal regular.
Além disso, alguns componentes do funcho apresentam potencial efeito estimulante sobre a musculatura uterina em estudos experimentais, o que reforça a recomendação de prudência, especialmente nos primeiros meses da gravidez.
Para mulheres com histórico de câncer de mama hormônio-dependente, especialmente tumores positivos para receptores de estrogênio, a cautela também é recomendada.
Embora não existam evidências conclusivas de que o consumo ocasional de erva-doce ou funcho cause recorrência da doença, a presença de compostos com atividade estrogênica teórica faz com que muitos oncologistas e fitoterapeutas evitem o uso regular dessas plantas em doses medicinais.
Nesses casos, a orientação mais segura é discutir o uso de qualquer planta medicinal com a equipe médica responsável pelo acompanhamento oncológico, especialmente quando se pretende utilizar chás concentrados, extratos ou suplementos fitoterápicos.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
CÁLCULOS RENAIS.
Pessoas que têm tendência a formar cálculos renais, especialmente os de oxalato de cálcio, precisam prestar atenção ao consumo de alimentos ricos em oxalatos.
Os oxalatos são substâncias naturalmente presentes em diversas plantas, como espinafre, acelga, beterraba e, em menor quantidade, a couve.
Quando ingeridos, parte desses compostos pode ser absorvida pelo intestino e posteriormente eliminada pelos rins. Durante esse processo, eles podem se ligar ao cálcio presente na urina, favorecendo a formação de cristais que, com o tempo, podem crescer e se transformar em pedras nos rins.
O preparo dos vegetais pode fazer diferença. Em muitos casos, cozinhar as folhas em água reduz parte do conteúdo de oxalatos, porque uma fração dessas substâncias passa para a água do cozimento. Já quando a planta é consumida crua, especialmente em grandes quantidades, como em sucos verdes, smoothies ou saladas muito volumosas, a exposição aos oxalatos tende a ser maior. Por isso, algumas pessoas com histórico de cálculos recorrentes recebem orientação para moderar o consumo de vegetais ricos em oxalato na forma crua.
Isso não significa que toda pessoa com cálculos renais deva evitar completamente verduras e legumes. Na verdade, esses alimentos oferecem fibras, vitaminas, minerais e compostos benéficos para a saúde. O mais importante é identificar o tipo de cálculo, manter uma hidratação adequada, garantir uma ingestão equilibrada de cálcio alimentar e evitar excessos frequentes de alimentos muito ricos em oxalatos. Dessa forma, é possível aproveitar os benefícios das hortaliças sem aumentar desnecessariamente o risco de formação de novos cálculos renais.
Você tem Tireoidite?
Você tem Tireoidite?
A relação entre glúten e Tireoidite de Hashimoto ainda gera debates, mas alguns estudos vêm mostrando algo interessante: em determinados pacientes, a exclusão do glúten pode ajudar a reduzir marcadores inflamatórios e anticorpos tireoidianos ao longo do tempo.
Isso significa que o glúten seja o “vilão” para todas as pessoas. Em doenças autoimunes, especialmente quando existe alteração intestinal, permeabilidade aumentada, inflamação crônica ou sensibilidade ao glúten, a alimentação pode exercer um papel importante no equilíbrio imunológico.
A saúde da tireoide vai muito além do TSH.
Intestino, nutrientes, sono, estresse, inflamação e estilo de vida também fazem parte do processo.
Cada organismo reage de uma forma. Por isso, individualizar a estratégia nutricional faz toda diferença.
📚 Referências:
- Krysiak R et al. The effect of gluten-free diet on thyroid autoimmunity in drug-naive women with Hashimoto’s thyroiditis — Experimental and Clinical Endocrinology & Diabetes, 2019.
- Ventura M et al. Autoimmune thyroid disorders and coeliac disease — European Journal of Endocrinology, 2000.
- Virili C et al. Gut microbiota and Hashimoto’s thyroiditis — Reviews in Endocrine and Metabolic Disorders, 2018.
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