quinta-feira, 21 de abril de 2016

ESTA É A DIETA QUE TODOS OS PACIENTES DE CÂNCER PRECISAM CONHECER IMEDIATAMENTE.

"Que o teu alimento seja o teu remédio, e que o teu remédio seja o teu alimento."
O sábio Hipócrates, considerado o pai da medicina, já sabia há mais de 2 mil anos que a alimentação é o mais poderoso recurso terapêutico.
Infelizmente, hoje poucos praticam essa verdade e querem curar usando tratamentos caros e no mínimo duvidosos.
Alimentação ácida e alimentação alcalina.
Vamos relembrar o conceito:
 
- Alimentos ácidos podem provocar doenças e inflamações.
 
- Alimentos alcalinos melhoram nosso sangue e nos protegem de doenças.
 
Por isso nada melhor do que ter uma dieta alcalina.
No mundo inteiro, muitas pessoas estão aderindo a essa dieta.
 
Se você não sabe, a causa de tantas doenças e obesidade se deve à acidez dos alimentos.
 
É difícil praticar a dieta alcalina?
Difícil não é, mas é preciso obter muita força de vontade para diminuir e em alguns casos até abrir mão de:
 
- Bebida alcoólica
 
- Produtos lácteos
 
- Carne
 
- Café
 
- Açúcar
 
- Glúten
 
Esta dieta é composta basicamente de folhas verdes escuras e outros alimentos alcalinos, além de castanhas e nozes.
Até o consumo de certas frutas precisa ser controlado, por causa do açúcar que há nelas.
 
Pois é, açúcar é açúcar, não importa sua origem.
 
Se você tem interesse na dieta alcalina, faça o teste por uma semana e observe os resultados.
 
As pessoas pensam que ter uma dieta saudável significa deixar de lado tudo que é gostoso, mas isso não é verdade.
A alimentação alcalina pode ser sim saborosa - só depende sua criatividade.
 
Veja o que é bom para alcalinizar:
- Abacate
 
- Brócolis
 
- Couve
 
- Repolho
 
- Cenoura
 
- Couve-flor
 
- Abobrinha
 
- Aipo
 
- Cogumelos
 
- Algas como nori, kombu e wakame
 
- Cebolinha
 
- Óleo de linhaça
 
- Pepino
 
- Alho
 
- Limão
 
- Lima
 
- Tangerina
 
- Broto de alfafa
 
- Mel
 
- Kiwi
 
- Alho
 
- Alface
 
- Painço (o único ceral alcalino)
 
- Azeite extravirgem de oliva
 
- Cebola
 
- Laranja
 
- Papaia
 
- Salsa
 
- Abacaxi
 
- Quinoa
 
- Rabanetes
 
- Melancia
 
- Abóbora/ jerimum
 
- Sementes de gergelim
 
A variedade é grande, não é?
 
Mas também há algumas coisinhas que precisam ser evitadas, além dos alimentos que já havíamos falado, como:
 
- Bebidas gasosas (água com gás, refrigerantes e energéticos) devem ser evitadas.
 
- Alimentos refinados: pão branco, bolo e massas também.
 
- Fique longe do café, chá preto, dos alimentos gordurosos, das carnes processadas, do álcool e do fumo, pois eles deixam nosso corpo bastante ácido.
Ah, mais uma dica: use um sal integral de boa qualidade, como o do Himalia ou o de Guérande.
Mas sem excessos, OK?
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
Fonte:
http://www.curapelanatureza.com.br/post/03/2016/esta-e-dieta-que-todos-os-pacientes-de-cancer-precisam-conhecer-imediatamente

Aditivos Químicos. Você tem coragem de ingerir?

Para termos saúde precisamos observar a qualidade dos alimentos.

Hoje existem grandes quantidades de alimentos industrializados, a maioria deles contém químicos que agridem as células em nosso organismo.

Para uma melhor compreensão segue um quadro explicitando sobre os aditivos seu uso nos alimentos e causas para saúde humana.


- ACIDULANTES: Atribuem ou acentuam o sabor ácido no alimento. São usados em maioneses, refrigerantes, sorvetes, leite aromatizado, balas, pós para geleias, pudins, margarinas, queijo, recheio de biscoito. Seu uso constante causa a descalcificação dos ossos e dos dentes. O ácido acético pode causar cirrose hepática. Aparecem nos rótulos de embalagens com código H.I, H.II, H.III etc. 

- AROMATIZANTES ou FLAVORIZANTES: Atribuem ou aceitam odor e sabor. São usados nos refrigerantes, sorvetes, chicles, margarinas. Seu uso constante provocam alergias, retardam o crescimento, produzem câncer. Aparecem nos rótulos de embalagens com F.I,  F.II,  F.III. etc.


- ANTIOXIDANTES: Evitam a oxidação, causam importante mudança de cor e sabor nos alimentos. O ranço dos alimentos rico em gorduras, por exemplo, é uma oxidação. São usados nas margarinas, sucos de frutas, iogurtes. Aparecem com o código: A I, A II, A III, etc.

a) A I : Possui ação tóxica.  b) A III: Provoca a presença de cálculos renais e impede a calcificação óssea das crianças.  c) A IV: Interfere nas enzimas metabólicas das gorduras. d)  A VI: Tem ação tóxica sobre o fígado e interfere na reprodução animal.  e) A VIII: Provoca o aumento de colesterol. f) A IX: Provoca reações alérgicas e pode produzir câncer em animais. g) A XII: Provoca a descalcificação e reduz a absorção do ferro. Etc.


- ANTIUMECTANTES: Mantém os alimentos sem umidade. São usados no sal, leite em pó, temperos em pó. Aparecem com códigos: AU I, AU II, AU III etc. O mais prejudicial deles é o AU V. que tem ação tóxica sobre os rins.


 - CONSERVANTES: Previnem ou controlam o desenvolvimento de microrganismos. São usados nas carnes, peixes congelados, queijos, leites, margarinas, conservas, farinhas, leites de coco, chocolates, maioneses, iogurtes com frutas. O código é P.

a) P I: Provoca alergias e distúrbios gastrointestinais.  b) P III: Provoca a dermatite e redução da atividade motora.  c) P V: Provoca a redução do nível de vitamina B1 nos alimentos, aumenta a frequência de mutações genéticas em animais. d) P VI: Provoca o desenvolvimento de raças de bactérias resistentes aos antibióticos.  e) P VIII: Combinados com certos microrganismos produzem substancias que aumentam o risco de  câncer gástrico do esôfago, etc.


- CORANTES: Acentuam a cor natural ou estabelecem uma nova cor. São usados nos refrigerantes, doces, salsichas, patês etc. Provocam reações alérgicas, possuem ações tóxicas sobre o feto, ou podem nascer crianças anormais. Provocam anemia hemolítica.


- CARAMELOS: Usados como corantes em bebidas, doces, pó para pudins, sorvetes, coberturas de bolos, quando preparado inadequado, pode conter substâncias capazes de causar convulsões.


 - ESTABILIZANTES: Assegura a consistência dos alimentos. São usados em sorvetes, maioneses, bebidas, refrigerantes, balas gomas de mascar, mostarda, chantilly, gelatinas. Aparecem com o código: ET; ET I, ET II  etc. Em geral possuem ação tóxica. O ET IV: Provoca o aumento da frequência de cálculos renais e distúrbios gastrointestinais.


- ESPESSANTES: Conferem ou mantém determinada textura ao alimento. Muitos são simples engrossantes. São usados em geleias, sorvetes, bolos, pudins etc. Em geral causam irritação da mucosa intestinal. Aparecem com o código EP.


- EDULCORANTES: Substituem o açúcar nos doces. São os chamados adoçantes artificiais. São usados nos doces, refrigerantes, chocolates.  O seu uso frequente causam câncer na bexiga. Nos Estados Unidos são proibidos o seu uso. São os sacarinos ciclamatos. Aparecem com o código D.

Fonte:
http://naturvidasbiosaude.blogspot.com.br/

Agrotóxicos.

MORTES E EFEITOS COLATERAIS CAUSADOS PELA VACINA H1N1.


Ao longo destes meses após a vacinação em massa no Brasil com a vacina da gripe H1N1, muitos pacientes me relataram efeitos colaterais logo após a vacina e outros tiveram sintomas de gripe por vários meses seguidos. Uma paciente me relatou o caso de um amigo que ficou paralisado e teve que usar cadeira de rodas (Síndrome de Guillain Barré?).
Como algumas pessoas têm me perguntado como ficou esta questão a nível mundial, estou anexando abaixo reportagens nacionais e mundiais a este respeito, com suas fontes originais para quem quiser investigar com mais detalhes. Minha opinião pessoal é aquela do início do meu site: “Quem conta a história é quem ganha a guerra”!
Como diz o autor de um site interessante sobre a questão da vacina do H1N1: “Porque a imprensa não faz seu papel divulgando quantos efeitos adversos e mortes causadas pela vacina tivemos até agora? Onde está a imprensa neste momento? O que vemos na mídia são apenas os ‘especialistas’ do governo repetindo a mesma ladainha de que a vacina é segura, enquanto podemos observar dezenas de pessoas com reações adversas graves e outras morrendo. Como apenas alguns poucos veículos de comunicação vêm relatando estes casos, ficamos a imaginar o tamanho da tragédia que está a acontecer em nosso país neste momento.” 1
Carlos Reis, médico autor do Site “Mídia sem Máscaras”, registra um pensamento de Bertrand Russel a respeito da mídia científica:
“Dietas, injeções, e injunções se combinarão, desde a mais tenra idade, para produzir o tipo de caráter e o tipo de crença que as autoridades consideram desejáveis, e qualquer crítica séria a esses poderes tornar-se-á psicologicamente impossível. Mesmo se todos forem miseráveis, todos se acreditarão felizes porque os governos assim lhes dizem que são”. Bertrand Russel, O Impacto da Ciência Sobre a Sociedade, pg 50, 1953) 2
Como quase tudo neste mundo “acaba em pizza”, acredito que está história não terá outro destino além do esquecimento… Mas vou deixar mais esta página no meu site para registrar a “versão do vencido”, como dizem os historiadores atuais e esperar para ver o que dá…
Uma questão interessante a ser observada é que, como quase tudo no mundo, existem 2 tipos de reações com estes temas: os totalmente à favor da ciência e do sistema que dizem que tudo isso é “paranóia” e “conspiração” e os que lutam para revelar os “jogos” e “efeitos” de um sistema nem sempre é honesto e confiável… E outro fato é que ninguém irá “mudar de opinião” só pelas evidências a favor de ambos os lados; eu costumo dizer que uma pessoa só revê seu ponto-de-vista se estiver em crise, por isso “a crise é a mãe da evolução“!
Na página anterior vimos que o Dr.Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa, afirmou: “O que tivemos foi uma gripe leve – e uma falsa pandemia” e definiu o surto de H1N1 como “um dos maiores escândalos médicos do século”. Acusou ainda os principais fabricantes de medicamentos de terem colocado “seu pessoal” nas “engrenagens” da OMS e outras organizações influentes.
Agora vamos ver que muitos países suspenderam a vacinação em massa para avaliar os seus efeitos colaterais, já que, como descrito abaixo (em “Uma história de porco”), “a vacina causou mais mortes [na Europa] do que o vírus H1N1, além do grande número esperado de casos não notificados”. Peço aos meus pacientes e aos meus leitores que contribuam com esta página enviando comentários, relatos e links de notícias do “pós vacinação em massa” relacionados com efeitos colaterais da vacina H1N1, ok?
Espero ter material suficiente para deixar um registro histórico sobre este tema. Vamos então à leitura dos relatos assustadores abaixo! Eu as coloquei em ordem cronológica, misturando temas nacionais e internacionais, para termos uma visão evolutiva de todo o processo:
Uma pessoa morreu depois de ter recebido a nova vacina da gripe suína dada pelo governo da Inglaterra
É a primeira morte ligada a nova injeção Pandemrix e aparece no topo de mais de 1.329 notificações de reações adversas suspeitas em apenas quatro semanas. Mas os peritos que investigam a morte disseram que era provável que tenha sido causado por ‘condições de saúde existentes” e não da vacina em si. As reações mais freqüentes da vacina Pandemrix são: dor e inchaço no local da injeção, vômitos, tonturas e febre. Houveram dois casos de choques anafiláticos, uma criança teve artrite e duas tiveram convulsões, disse a Agência de Regulamentação de Produtos Medicinais e Para a Saúde. De acordo com a agencia não existe ligação com a vacina. Um porta-voz do Departamento de Saúde disse: “Não há preocupações sobre esses relatórios.3
Mulher morre na Hungria depois da vacina da gripe suína, relata o Jornal Budapest Times
Uma mulher de 64 anos morreu na semana passada, apenas dois dias após ter recebido uma vacina contra o novo vírus da gripe A(H1N1) da chamada gripe suína. O serviço estadual de medicina ÁNTSZ ordenou uma autópsia para determinar se havia alguma ligação entre a vacina e a morte do paciente, que sofria de uma doença cardíaca crônica, mas moderada. … A vacina contra a nova gripe na Hungria não é apropriada para crianças e gestantes, diz conselheiro da saúde. A vacina contra o vírus da nova gripe não é adequado para crianças pequenas e mulheres grávidas, disse um membro do Colégio de Infectologia da Hungria, consultor do Ministério da Saúde, em um programa de televisão na TV2, na noite de domingo. As mulheres grávidas devem ser tratadaa com produtos anti-virais, os quais não têm o suficiente no país, disse Andras Szalka. O Ministério da Saúde respondeu que não tinha até à data recebido um comunicado do Colegiado para este efeito, no entanto acrescentou que o Chefe Oficial Médico Ferenc Falus convocou uma reunião do comitê de pandemia para segunda-feira, onde o assunto seria discutido. 4
Duas pessoas morreram na Suécia depois da vacina da vacina da gripe suína: a ponta do Iceberg
Duas pessoas morreram na Suécia depois de tomar a vacina da “gripe suína”, informou ontem o jornal sueco Aftonbladet. Gunillla Sjolin-Forsberg da Agência de Produtos Médicos da Suécia (Läkemedelsverket) disse que um homem nos seus 50 anos morreu 12 horas depois de receber a vacina Pandemrix da “gripe suína” que é feita pela GlaxoSmithKline. Uma mulher de 65 anos morreu dois dias depois de receber a vacina da “gripe suína”, de acordo com o Aftonbladet. As mortes foram informadas depois de alguns dias do lançamento do programa de vacinação em massa da “gripe suína” no país. A vacina Pandemrix da GlaxoSmithKline que contém o esqualeno como adjuvante é classificada como arma biológica pelos órgãos reguladores Comunidade Européia e dos EUA de acordo com um banco de dados da biopharma. De acordo com o jornal sueco Expressen, 190 enfermeiras informaram ter sofrido efeitos colaterais sérios depois de receber a vacina da “gripe suína”. Os efeitos colaterais informados incluem dor extrema no braço no ponto da injeção, dificuldade para dormir depois da injeção; náusea profusa e contínua e vômitos; pressão sanguínea baixa, dores de cabeça severas, desmaio, febres, dores nos músculos. Um enfermeira sueca que tomou a vacina na quarta-feira da semana passada contou para Expressen: “Meu corpo inteiro estava tremendo. Era tão ruim que eu não podia nem mesmo segurar um copo de água em minha mão.” Outra enfermeira, Jennaly, dificilmente podia caminhar cinco metros depois de ter ficado doente após a vacinação da “gripe suína”. Ela era completamente saudável antes de tomar a vacina mas no dia seguinte ela teve uma febre de 39 graus. “Eu quase não conseguia andar cinco metros para chegar ao banheiro”, ela disse. A febre durou três dias. Muitos dos colegas dela que levaram a vacina sofreram de efeitos colaterais semelhantes. “Eu conheço pelo menos dez pessoas que tiveram febre. Nós somos 80 pessoas onde eu trabalho.” Rebecka Andersson, a primeira pessoa na Suécia a ser vacinada, disse que adquiriu uma febre e se sentiu doente. “Eu perdi toda a minha força”, ela disse. “Eu nunca estive doente então foi a vacina em meu caso.” Os colegas dela foram vacinados ao mesmo tempo. Cinco dos 19 ficaram doentes pela vacina da “gripe suína”. 5
Quarta morte causada pela vacina da “gripe suina” relatada na Suécia
Dagens Nyheter relatou que um quarto caso de morte causada pela vacina da “gripe suína” ocorreu na Suécia. Uma mulher muito velha, de 90 anos, morreu poucos dias depois que recebeu a vacina Pandemrix da “gripe suína”. Esta é a quarta morte suspeita de ser um resultado direto, ou os chamados “efeitos colaterais graves” da nova injeção com um adjuvante não testado. Os níveis de esqualeno nas vacinas suecas são milhares de vezes maior do que naquelas vacinas que causaram a Síndrome da Guerra do Golfo que até agora matou ou adoeceu gravemente cerca de 30.000 soldados americanos. A Suécia tinha um contrato com a GlaxoSmithKline que forçou a Suécia a adquirir uma certa quantidade de vacinas (18 milhões de doses encomendadas) no caso de uma declaração da OMS de nível 6 de pandemia. O fabricante da vacina e outros fabricantes são conselheiros da OMS sobre as declarações de pandemia. Recentemente as autoridades suecas tiveram de admitir que partes do contrato ainda secreto com o fabricante da vacina – realmente os obrigavam a encomendar a vacina. A definição do nível de pandemia 6 foi alterada no início deste ano pela OMS para que o menor nível de gravidade inclua todas as “gripes normais” durante os últimos 30 anos. Anteriormente uma pandemia também causou muitas mortes que a “gripe suína” até agora não o fez. Agora, qualquer gripe poderia causar uma declaração de pandemia de nível 6. As autoridades suecas continuam afirmando que as pessoas que estão recebendo agora a vacina muitas vezes já estavam doentes, fazendo parte do chamado “grupo de risco”, com sistemas imunitários enfraquecidos. Estranhamente, mulheres grávidas perfeitamente saudáveis fazem parte deste grupo. Até agora não foram relatados abortos devido à vacina, mas eles são esperados. As autoridades fazem declarações no sentido de que as recentes mortes não têm nada a ver com a vacinação. ”Esses indivíduos tinham problemas de saúde pré-existentes, é apenas uma coincidência que eles tenham morrido agora.” Na imprensa sueca e também em muitos outros países, qualquer caso em que alguém teve a “gripe suína” e morreu, foi declarada como uma causa direta da “gripe suína”, não importa se a causa real da morte foi pneumonia ou infecção bacteriana ou uma condição pré-existente. Este comentário de um dos nossos leitores resume bem: “É engraçado como quando alguém morre de gripe suína com uma condição pré-existente, diz-se que ele morreu de gripe suína – sem dúvida. E se alguém morrer por causa da vacina com uma condição pré-existente ele morreu da condição pré-existente – sem dúvida”. Teme-se que todas as investigações sobre essas mortes resultem em relatórios que mintam sobre a causa da morte para não perturbar o curso de vacinação em massa da população sueca, uma campanha que até agora ainda é voluntária para a maioria das pessoas. A Suécia pode forçar todas as pessoas no país a serem vacinadas se for considerado necessário pelas autoridades. O problema é que todos que têm uma posição de liderança na Suécia são crentes em vacinas e os seus alegados efeitos e muitos deles também têm laços com a indústria farmacêutica. A máfia da vacina rege as políticas de cuidados médicos das nações. Relatórios de novas erupções da “gripe suína” cobrem de lixo os jornais na Suécia, como se eles tivessem que bater o tambor para assustar mais a favor da vacina agora que a dúvida sobre a segurança da droga Pandemrix não testada e venenosa está se espalhando. O fato de que os testes são muito incertos (9 entre 10 mostram resultado falso) não aparece em qualquer lugar nestes artigos e aquelas outras formas de influenza que se espalham como sempre também não são mencionadas. A questão da responsabilidade quando se trata de efeitos colaterais graves, incluindo a morte ainda é incerta. As autoridades suecas anteriores declararam oficialmente que não há imunidade para os fabricantes de vacina, mas depois de receber uma pergunta direta nossa, eles removeram essa informação do seu site e ainda não responderam ao nosso inquérito suplementar. O fato do Parlamento Europeu ter aprovado leis que dão aos fabricantes de vacinas completa imunidade não tem sido relatado na imprensa sueca. Quem, então, terá que assumir a responsabilidade na Suécia parece ser completamente obscuro. 6
Grávida perde bebe depois de tomar vacina da gripe A
Uma grávida de oito meses dirigiu-se no dia 10 ao Hospital de Portalegre para tomar a vacina contra a Gripe A. Quatro dias depois, dirigiu-se à unidade hospitalar por “diminuição dos movimentos fetais, tendo ficada internada por suspeita de morte fetal, embora se encontrasse clinicamente bem”, informa a administração do hospital em nota à comunicação social. Já hoje, “após a realização de exames, verificou-se a morte fetal”. Em declarações à SIC, o pai atribui a morte do feto de 34 semanas à vacina. Os médicos contactados pelo canal de televisão, no entanto, desmentem a relação, bem como a administração do hospital: ”Não é possível establecer uma relação casual entre a vacinação da grávida e a morte do feto”. Apenas no segundo trimestre da gravidez está interditada a vacinação. A administração lembra ainda que “a ocorrência de natimortos em Portugal, sem causa prévia, é de um por dia em Portugal”. Contactado pelo i, o ministério da Saúde recusou comentar. 7
Uma história de porco
Atualmente estão registrados na Noruega 4.290 efeitos colaterais da vacina da gripe H1N1. Dez pessoas morreram pouco tempo após a injeção. 27 abortos espontâneos foram associados à Pandemrix. Várias pessoas ficaram paralisadas pela síndrome de Guillain-Barré. Na Suécia aconteceram 20 mortes e 22 abortos em conexão com a vacina. Com estes dados, até agora a vacina causou mais mortes do que o vírus H1N1, além do grande número esperado de casos não notificados. 8
O medo do H1N2 foi pior que o vírus, diz especialista
Um ano após do primeiro caso humano de gripe H1N1 ser diagnosticado no México, os esforços de saúde pública no mundo inteiro focando campanhas de vacinação têm sido cada vez mais colocados em questão. Até o dia 7 de março de 2010, 16.713 mortes de pessoas com a gripe suína H1N1 (testadas em laboratório) haviam sido relatadas à Organização Mundial de Saúde, um número muito menor do que muitos temiam. No mundo inteiro, muitos casos não foram nem diagnosticados ou testados. “O surto de H1N1 foi bastante pequeno”, disse Philip Alcabes, Ph.D em epidemiologia de doenças infecciosas pela Universidade Johns Hopkins, bem como mestrados em bioquímica e saúde pública e professor na Universidade de Yale e na Universidade da Cidade de Nova York. “Houve um tremendo exagero com a ameaça representada pelo vírus H1N1”, e que “acabou como uma espécie de galinha dos ovos de ouro para os fabricantes de vacinas e as empresas farmacêuticas”. Alcabes insistiu em que a gripe suína foi um fiasco antes que a vacina fosse produzida e, conseqüentemente, fez com que a imunização em massa não fosse mais necessária. As campanhas só aconteceram, disse ele, porque as empresas farmacêuticas, os políticos e os meios de comunicação induziram o pánico de o H1N1 repetiria a mortal pandemia de gripe de 1918. O especialista disse também que não é claro se a vacina teve qualquer efeito em impedir que o H1N1 se espalhasse. 9
Mais problemas relatados da vacina
Guangzhou - Autoridades de controle e prevenção de doenças em Guangzhou (Cantão) receberam relatos de que algumas crianças ficaram doentes ou paralisadas após receberem a vacina contra o H1N1, em meio ao atual escândalo da vacina na província de Shanxi. Após uma investigação inicial, alguns casos em Guangzhou, capital da província de Guangdong, têm sido estranhamente ligados à vacinação, disse Wang Ming, diretor do Centro de controle e prevenção de Doenças de Guangzhou. “Nós conduzimos uma investigação imediata após o recebimento dos relatórios. Até agora, não podemos dizer se os casos estão definitivamente ligados com a vacinação”, disse Wang a Yangcheng Evening News na quarta-feira. É necessária mais investigação para preparar uma avaliação completa, segundo Wang. Em um caso recente, Xian Weijian, um estudante de 10 anos do distrito de Baiyun, descobriu que não podia se apoiar na perna esquerda na noite depois que recebeu uma vacina contra a gripe H1N1 na escola na segunda-feira. Xian foi dos 1.000 alunos que receberam a vacinas na escola naquele dia. O resto dos alunos não desenvolveu qualquer doença ou sintomas desconfortáveis. “Meu filho não tinha quaisquer problemas de saúde antes de receber a vacina. Deve haver problemas com a vacina”, disse o pai de Xian. Xian foi enviado ao hospital infantil de Guangzhou para tratamento posterior. “Se descobrirmos que os casos estão relacionados à vacina, iremos realizar uma investigação mais aprofundada e punir seriamente as pessoas envolvidas”, disse Wang. O relatório do inquérito inicial foi apresentado às autoridades governamentais, mas Huang Sui, um oficial de imprensa do Serviço de Saúde de Guangzhou, disse que ainda não foi fixada data para a publicação do relatório. O prefeito de Guangzhou, Zhang Guangning, também pediu aos departamentos relacionados para conduzirem um inquérito exaustivo sobre o caso na terça-feira após receber um telefonema de uma mulher local. A mãe alegou que seu filho de 15 anos desenvolveu paralisia nas pernas depois de receber a vacina H1N1 no ano passado. “Ele ficou paralisado após receber a vacina. Como podemos acreditar que seu problema não tem nada que ver com a vacinação?”, perguntou ela. 10
Bebê morre ao receber vacina contra Gripe A
Itaituba – Em Fordlândia, sudoeste do Pará, foi registrada a morte de um bebê, de apenas 1 ano e 4 meses, após a aplicação da Vacina contra o vírus H1N1. Na última terça-feira (23), o menino recebeu a primeira dose da vacina e horas depois começou a passar mal. De acordo com informações a criança já estaria com febre antes de tomar a medicação. De volta ao posto de saúde o bebê foi medicado com antialérgico, porém o estado de saúde se agravou ainda mais. A criança foi levada de barco para Itaituba mais faleceu durante a viagem. 11
Criança de 1 ano e 8 meses foi imunizada contra o vírus A e passou mal no dia seguinte
O Ministério da Saúde informou ontem que está acompanhando a investigação do caso da criança em São Paulo, que foi internada após ser vacinada contra a influenza A (H1N1). A assessoria do órgão disse que é precipitado dizer, no momento, que o motivo da internação tenha sido a imunização, e voltou a afirmar que a população não precisa ter medo da vacina. Segundo familiares, J. H., de 1 ano e 8 meses, tomou a vacina na tarde do último dia 25 (1)e teve febre na madrugada. No dia seguinte, a caminho da escola, ele passou mal e foi levado ao hospital, onde disseram que os sinais de fraqueza eram uma reação à vacina. Logo depois, J.H. voltou ao hospital e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Nota divulgada pela Secretaria de Saúde de São Paulo afirma que é possível que o menino tenha tido uma encefalite viral, ou seja, uma inflamação no encéfalo causada por vírus. E que exames mais minuciosos, com o objetivo de confirmar o diagnóstico, serão realizados ainda nesta semana pelo Instituto Adolfo Lutz. “O paciente tomou, no dia 25 de março, vacinas contra paralisia infantil, tríplice bacteriana e antipneumocócica 10-valente, além de ter sido imunizado contra o vírus A (H1N1). Portanto, não é possível afirmar que o problema tenha sido causado pela vacina contra a influenza A sem uma investigação minuciosa”, explicou a nota. E informou ainda que o paciente já foi submetido a diversos exames, como tomografia e ressonância magnética, mas que nenhuma alteração foi observada. A secretaria fez questão de destacar que não há, até o momento, qualquer caso relatado em países onde a vacinação já foi realizada, de reações adversas relacionadas à encefalite viral. Ao Correio, Sheila Procópio, 23 anos, que disse ser irmã da criança, afirmou por telefone que Jean está internado no Hospital Dom Antônio de Alvarenga, no Ipiranga. “Ele chegou bom para tomar a vacina, depois foi ficando mole, com os olhos virados e sem coordenação motora”, relatou a moça, que mora em Itaquera, Zona Leste de São Paulo. “Os médicos dizem não saber o que aconteceu com a criança, não têm diagnóstico, não têm nada”, lamentou Sheila. A reportagem tentou entrar em contato com os representantes do hospital, mas não obteve sucesso. 12
Tanque Novo: Criança morre após tomar vacina H1N1
Uma criança de oito meses, do município de Tanque Novo, portadora de síndrome de down, veio a óbito nesta quarta-feira, (07), no Hospital Regional de Guanambi, depois de tomar a vacina H1N1. De acordo com as informações colhidas junto a família pela 30ª Dires, a criança quatro horas depois de tomar a vacina naquela cidade começou a apresentar um quadro febril e dispnéia e durante três dias foi medicada em casa pelos pais. No último domingo, a criança foi levada ao hospital daquela cidade onde foi atendida e liberada em seguida. Sem melhora, retornou na segunda-feira e somente na terça-feira foi transferida para Guanambi. A criança chegou por volta das 22 horas, já em estado grave, com insuficiência respiratória aguda, febre, dispnéia, tendo sido medicada. Contudo, o quadro se agravou e por volta das 15:40h desta quarta-feira ela veio a óbito. Para a coordenadora do Programa de Imunização da 30ª Dires, em Guanambi, Marcia Luzia, que concedeu entrevista ao repórter Bonny Silva, da Radio Cultura de Guanambi, a morte desta criança causou-lhe surpresa. Ela disse não acreditar que a causa da morte tenha sido provocada pela vacina H1N1. O caso já foi comunicado a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) e já está sendo investigado. 13
Morte suspeita após vacina será investigada
Rapaz de 26 anos apresentou sintomas da doença horas depois de ter sido vacinado contra a gripe. Laudo sobre o caso ficará pronto em 15 dias
A Secretaria Municipal de Saúde investigará o caso de um rapaz de 26 anos, morador no Parque Ouro Branco (zona sul) que morreu com suspeita de gripe A (H1N1) no último sábado em Londrina. Segundo a família do jovem, ele passou a apresentar alguns sintomas da doença horas depois de ter tomado a vacina contra Influenza, dentro da campanha do Ministério da Saúde. Um exame, que ficará pronto em 15 dias, poderá dizer se o jovem tinha alguma outra doença no momento que foi imunizado. Marcelo Geraldo da Silva foi até o posto de saúde tomar a vacina por volta das 12 horas de segunda-feira passada, primeiro dia da etapa para jovens entre 20 e 29 anos. Segundo a irmã dele, Kely Maria da Silva, o rapaz apresentou febre alta e vômito algumas horas depois. “Terça ele foi ao posto e pediram exames. Na quarta, os exames foram feitos”, contou. Silva foi medicado com o Tamilfu e, quarta a noite, foi ao Hospital Zona Sul. “Ele foi, mas quando ficou sabendo que ia ser internado, voltou para casa”, disse a irmã. Entretanto, outro irmão levou o jovem de volta ao hospital. “Lá, uma enfermeira disse que ele poderia voltar para casa, se estivesse usando [o Tamiflu] corretamente”, afirmou Kely. Passando mal, Silva voltou ao hospital na última quinta-feira, por volta das 15 horas. No dia seguinte, o jovem foi transferido para o Hospital Universitário (HU) e internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A morte dele foi confirmada no sábado, por volta das 22h15. A família questiona o procedimento adotado durante a vacinação. “Para tomar [essa vacina] ninguém passa por uma triagem.” A preocupação de Kely é saber se o irmão tinha alguma outra doença, como dengue ou outra gripe, ao tomar a vacina. “Se ele estava [doente], não falou nada. Também não fazia uso de medicamento algum”, lembrou a irmã. Segundo ela, o atestado de óbito diz que há suspeita de gripe A (H1N1). “A gente queria saber se ele estava com dengue ou gripe e tomou a vacina”, cobrou. O resultado do laudo deve ficar pronto dentro de 15 dias. Investigação O secretário municipal de Saúde, Agajan Der Bedrossian, disse que este é “apenas um caso suspeito a mais dentro de centenas”. “Enquanto não houver rigorosamente o resultado do exame, não podemos falar nada. Vamos investigar”, prometeu. Segundo ele, não somente a confirmação de gripe A (H1N1) será investigada, mas também a relação entre a morte, os sintomas e a imunização. Mesmo assim, Bedrossian ressaltou que a vacina é “confiável”. “A única contraindicação é para quem tem alergia a ovo. É uma vacina confiável. Ela foi produzida nos Estados Unidos. Ela é uma vacina tão confiável que a gente imuniza crianças e grávidas”, explicou o secretário. Bedrossian disse que uma das reações à vacina pode ser uma “febrícula”, além de dores com intensidades diferentes dependendo da sensibilidade de cada um. 14
Menina morre após tomar vacina
Pais acreditam que imunização causou morte, mas infectologista diz que óbito seria “praticamente impossível”
A adolescente Joany Acioli Barbosa, 12 anos, morreu na última quinta-feira (15) após apresentar um quadro de febre alta e hemorragia interna. Os pais da menina, Jair Barbosa, 39, e Maria Neilz Acioli Barbosa dos Santos, 45, dizem que a morte foi causada pela vacina contra a Gripe A. Mas o infectologia ouvido pela Gazeta, professor Fernando Maia, afirma que os sintomas relatados não parecem com um quadro de reação à vacina e faz um alerta: “Quem tem ou teve problema de pulmão tem sim que se vacinar”. Joany foi vacinada porque ainda bebê teve pneumonia e desde então fazia exames periódicos para avaliar os pulmões. “Além disso, às vezes ela apresentava um quadro de cansaço”, contam os pais da garota. Por esta razão, mesmo sem fazer parte dos grupos de risco, a adolescente tomou a vacina em um Posto de Saúde na Forene. Mas, de acordo com os pais, após um dia de imunizada, ela começou a sentir dores pelo corpo. Os sintomas teriam evoluído para febre alta e hemorragia interna, levando a menina à morte.
Austrália interrompe vacinação H1N1 para crianças menores de 5 anos após aumento no número de reações adversas
Mais de 60 crianças no estado australiano da Austrália Ocidental (WA) podem ter tido reações adversas à vacina da gripe, informou o departamento do estado de saúde, sendo que uma está em estado crítico. O ministro da Saúde do WA, Kim Hames, anunciou nesta quinta-feira que a vacinação para crianças menores de cinco anos de idade seria interrompida após uma série de reações à vacina contra a vacina de três cepas, que inclui a da gripe suína. O médico-chefe oficial da Austrália, Jim Bishop, informou na sexta-feira para os profissionais de saúde em todo o país que estes devem parar imediatamente a imunização de crianças menores de cinco anos, por precaução. O chefe do Departamento de Saúde de saúde de WA, Dr. Tarun Weeramanthri, disse que um número maior do que o esperado das reações à vacina, que é oferecida gratuitamente pelo governo estadual para as crianças menores de cinco anos, havia sido relatado. O hospital infantial Princess Margaret’s (PMH) relatou 44 crianças com menos de 10 que apresentaram com convulsões febris, dos quais 23 foram relacionados à vacina pediátrica da gripe. Das 23 crianças, 12 foram internadas no hospital. A média de idade das crianças que tiveram reações à vacina foi de cerca de dois anos, mas as crianças com idades entre cinco e 10 também apresentaram febre e convulsões. Dr Weeramanthri disse mais 40 crianças com menos de 10 anos haviam sido levados para outros hospitais do estado com convulsões febris, e uma averiguação estava sendo feita para avaliar se havia ligação com a vacina. “O Conselho de médicos do estado de WA disse que um quadro clínico consistente está sendo observado, com febre e vômitos no prazo de seis horas e, certamente, no prazo de 12 horas após a vacinação,” disse ele. O departamento de saúde de WA está trabalhando com outros estados e territórios para compilar os dados, mas não houve relatos de um aumento de reações à vacina em outros estados. “É importante para obter uma estimativa de quantos foram vacinados e quantas crianças que potencialmente tiveram reações”, Dr Weeramanthri disse. “O departamento e a Administração de Medicamentos (TGA) informaram que existe uma suspeita inicial sobre o que eles acham que foi a causa do aumento de reações”, disse o Dr. Weeramanthri. “A TGA está trabalhando com os fabricantes em duas linhas de investigação”, disse. “Uma delas é o de dados de todo o país sobre onde nós estamos recebendo todos os sinais de aumento de reações e quais os lotes relacionados”. “O segundo é realmente testar diretamente os lotes detidos pelos diversos fabricantes, para todas as impurezas.” “Portanto, se esta é uma questão sobre a combinação de antígenos … desta vacina, que tem três partes, em comparação com uma única vacina, é algo que a TGA está averiguando”, Dr. Weeramanthri disse. “Essa é a primeira vez que o antígeno específico foi incluído, mas é preciso lembrar que as cepas de gripe mudam regularmente e então há mudanças regulares na formulação da vacina da gripe.” “O departamento de saúde de WA respondeu adequadamente à reação e em tempo hábil”, disse o Dr. Weeramanthri. “Assim que tivermos informações dos médicos, em especial no hospital PMH esta semana em que eles estavam preocupados pois estavam vendo algo mais do que aquilo que normalmente vemos, e as pessoas têm de entender que existe uma incidência normal de reação febril após a vacinação em crianças.” “Uma vez que tivemos informações agimos com a brevidade que podíamos.” O chefe de investigacao clinica do Centro Nacional de Pesquisa de Imunização, o Professor Robert Booy, disse que a experiência era que as crianças ao redor da Austrália demonstraram boa tolerância para a vacina. Dr. Weeramanthri disse que estava esperançoso de um programa de vacinação segura poderá ser concedido uma vez que a segurança da vacina possa ser garantida. 16
Jovem pode ter tido reação à vacina contra a gripe A em Rio Grande
Paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável
Uma jovem de 25 anos está internada no hospital Santa Casa de Rio Grande, no sul do Estado. A suspeita que está sendo investigada pela Secretaria Municipal da Saúde é de que ela pode ter tido reação à vacina contra a gripe A. A paciente está com os membros inferiores paralisados, mas o estado de saúde é estável. Segundo a secretária municipal de saúde, Zelionara Branco, a doença que paralisa o corpo é chamada de síndrome de Guillain-barré. A secretaria não descarta que a paciente tenha reação a algum do componente da vacina. A Secretaria Estadual da Saúde reafirma segurança da vacina contra a gripe A. A campanha já imunizou 2,1 milhões gaúchos, registrando nove casos de reação (três quadros de paralisia facial, um caso de paralisia das pernas, e cinco de reações alérgicas em geral). Segundo o coordenador estadual de vigilância em saúde, Francisco Paz, todos são sintomas neurológicos e reversíveis: – Qualquer medicação pode dar esse tipo de reação. O número de reações é em número bastante pequeno. São reações individuais, que dependem de como o organismo da pessoa reage. A secretaria orienta as pessoas que já tiveram algum tipo de reação neurológica a outras vacinas para não tomarem a dose contra a gripe A. Quem tem dúvidas, deve procurar o próprio médico para uma avaliação.

VACINA H1N1. Cai fora dessa!

Ingredientes Essenciais para Mentes e Corpos Saudáveis.

DEFICIÊNCIA DE SOLUÇÃO DE LUGOL.

Protocolo ZOMBIS


# usem alimentos ricos em minerais que forem mais acessíveis, não precisa se fixar na lista abaixo que é uma sugestão, ou suplemente, fica à critério de cada um #
Z: Zinco: ostras, carne e cordeiro, gérmen de trigo
O: Ômega 3: salmão. sardinhas, atum, óleo de peixe, óleo de fígado de bacalhau
M: Magnésio: semente de abóbora crua, e chocolate amargo (>80% Cacau)
B: Boro: abacate, uva-passa, avelã, ameixas
I: Iodo: morango, Kelp
S: Enxofre: Alho, cebola, brócolis, ovos
conjunto de nutrientes que são esgotados ou perdidos mais facilmente, por isso são essenciais consumir seja através da alimentação ou suplementação,
Adaptado por Morley Robins do protocolo de George Eby PhD

Inalação com Cloreto de Magnésio para Asma, Bronquite e Pneumonia!


Resolvi escrever esse tópico porque tenho recebido muitos e-mails me perguntando sobre a dosagem que deve ser utilizada para fazer inalação com Cloreto de Magnésio.
O motivo de tanto e-mails é que escrevi um testemunho de como sai de uma violenta crise de asma sem usar remédios e fui jogar no Sesc no dia seguinte.
Seguem então as instruções que usei para o preparo e no final se encontra o link com
o meu depoimento completo, o vídeo do dr. Mark Sircus, e no mesmo artigo consta o testemunho de outra pessoa, o Carlos,que tinha um caso grave , e após usar não teve mais crises.
O interessante é que o médico dele também era asmático e quando viu os resultados resolveu tentar da mesma forma.
O MÉDICO USOU, APROVOU E PASSOU A INDICAR PARA OS SEUS PACIENTES!!!
PREPARO DA INALAÇÃO COM CLORETO DE MAGNÉSIO:
O Cloreto de Magnésio eu compro nessas lojas que vendem produtos para fazer sabonete, sais de banho e tals.
Observação: para inalação eu tive melhor resultado
com o potinho que se compra na farmácia!!!
Use assim:
1 copinho do inalador quase cheio de soro
a pontinha de uma colher de café de cloreto (recomendo mexer fora do copinho para não furá-lo). É só uma pontinha que equivale ao tam de 2 grãos de ARROZ - ele é muito forte.
É melhor deitar e deixo essas dicas:
1. Coloque uma toalha úmida nos olhos de forma que a fumaça não chegue neles.
2. Deixe o inalador a uns 10 centímetros de distância da boca
Isso tudo porque dá a sensação de que vc tá inalando água com pimenta e arde um pouco o nariz e o pulmão: é normal. Sem a toalha, é a verdadeira pimenta nos olhos, então recomendo que use.
Fiz inalação durante 15 mins e depois no peito vc tem a sensação de que pulmão tá superdilatado e no meu caso até ardeu durante um dia inteiro, porque o magnésio tem um gosto picante.
(Após isso fui jogar no Sesc, porque não sentia mais cansaço algum!)
Para inalação recomendo o cloreto da farmácia e para uso contínuo contra outras
doenças eu recomento o do Laboratório Synth que vc acha na internet.
Link com depoimentos e vídeos:
Que Deus abençoe cada um de vocês e por favor:
POSTEM SEUS DEPOIMENTOS, SEJAM BONS OU RUINS PARA SABERMOS O QUE MUDA
DE PESSOA PARA PESSOA, TÁ OK?
Vamos ajudar a todos.
Abs
FONTE:
http://amigosdacura.ning.com/forum/topics/inala-o-com-cloreto-de-magn-sio-para-asma-bronquite-e-pneumonia?xg_source=facebookshare

Detox de Alumínio


Apesar do alumínio ser conhecido pela sua toxicidade, e ter relação com câncer de mama e mal de Alzheimer, não é um metal pesado, pois é um elemento químico de baixo peso atômico (" metal leve")
Tanto o Iodo como o Boro podem deslocar o alumínio armazenado nos tecidos, levando para a corrente sanguínea. Em um artigo do dr Guy Abraham menciona que somente após 1 mês da suplementação contínua de Iodo ocorre excreção do alumínio, provavelmente através da urina. (1)
Depois de 6 meses de uso de Lugol, no meu exame de mineralograma capilar indicou excreção ("dumping" eliminação ) do alumínio, que relacionei ao uso do Iodo e boro. Entretanto nem o Iodo e boro, não são agentes quelantes do Alumínio. Isso significa, que não reagem ou se ligam ao alumínio que foi deslocado dos tecidos, e agora circulam através do sangue. Caso a quantia de alumínio seja grande, pode acabar se acumulando nos rins por exemplo, causando toxicidade nessa situação.
Uma forma de quelar o alumínio circulando na corrente sanguínea, é usar ácido málico (Fig. I), que apresenta grupos funcionais carboxílicos (destacados na estrutura molecular) que reagem com o alumínio. Talvez o malato ou dimalato de magnésio posso ajudar nesse sentido também, pois apresenta praticamente a mesma estrutura molecular do ácido málico.
Um suplemento caro, Modified Citrus Pectin, que é uma pectina cítrica modificada, sendo um polissacarídeo de cadeia curta e média, pode também ser usado para quelar alumínio e também ajuda a eliminar o mercúrio. Parte da estrutura molecular da pectina indicada na Figura II, estão destacados os grupos carboxílicos através do qual se liga o alumínio, de forma semelhante como ocorre com ácido málico.
O enxofre orgânico, MSM (Figura III), também pode deslocar, e acredito que também seja quelante de alumínio se ligando através dos grupos funcionais sulfóxido (destacados na Figura III).
A Terra diatomácea, Diatomaceous Earth (Food grade), grau alimentar, basicamente é uma sílica (óxido de silício, silício inorgânico), de estrutura porosa, pode ser uma alternativa para eliminar alumínio. Se alguém tiver resultados em reduzir os níveis de alumínio com terra diatomácea, favor compartilhar com o grupo. Já que água ricas em sílica como a água de Fiji (2) tem ajudado pessoas em eliminar alumínio também.



CLORO, BROMO, MAGNÉSIO E IODO


Trechos retirados do artigo abaixo
"Cloro compete com bromo a nível renal e aumenta a eliminação renal do bromo, portanto o cloreto de magnésio PA é o suplemento de magnésio ideal."
"Suplementação de iodo induz a reação detox em alguns pacientes com alto nível de bromo. Os sintomas incluem aumento do odor corporal (cheiro) e urina turva "cloudy urine". O cheiro pode durar 1 a 2 semanas, mas a urina turva pode durar vários meses até eliminação do bromo do corpo. Esses efeitos colaterais podem ser minimizados pelo aumento da ingestão de fluido. Aumento de fluido (água) facilita a eliminação de excesso de Iodo, bem como do bromo, flúor e metais pesados que o Iodo deslocou. Dr Abraham também relata que a administração de magnésio em quantidades diárias de até 1.200mg elimina o cheiro mas não a urina turva. (Cloudy urine)"
"A remoção do bromo dos tecidos pode induzir uma diminuição da função tiroidiana, sendo o Bromo um goitrogênico potente. (Inibe absorção de Iodo)"
artigo do dr Mark Sircus

Fonte:
http://realrawfood.com/article/iodine-and-chelation-heavy-metals-and-halogens

Magnésio - Cálcio - Iodo


"A deficiência de magnésio, que é predominante na população dos Estados Unidos, resulta em aumento dos níveis de cálcio livre cistólico.98 Níveis de cálcio livre intracelular acima do normal são citotóxicos causando calcificação das mitocôndrias e morte celular.
A membrana celular possui uma bomba de ATP dependente de cálcio que mantém os níveis intracelulares de cálcio ionizado livre dentro de limites estreitos. Esta bomba de cálcio é dependente de magnésio para ter uma função normal . A deficiência de magnésio resulta em uma bomba de cálcio defeituosa e acumulação intracelular de cálcio ionizado.
Inadequada ingestão de iodeto abaixo da suplementação em altas doses de Iodo resulta na diminuição dos níveis de delta-iodo-lactona. Combinando deficiência de magnésio com iodo baseada no conceito de suplementação em altas doses de Iodo são os factores básicos envolvidos no dano oxidativo causado por excesso de H2O2 e espécies reactivas de oxigénio. Se este mecanismo proposto é válido, suplementação em altas doses de Iodo (acima de 15mg), (30) combinada com a ingestão de magnésio entre 800-1200 mg / dia, uma quantidade diária recomendada deste autor há 21 anos para (98) suficiência magnésio, deve reverter a tireoidite auto-imune. Esta abordagem nutricional também é eficaz em tiroidite auto-imune de Graves, como discutido anteriormente."

Vitamina D3 é bom, mas fica melhor com magnésio.



Vitamina D3 é bom, mas fica melhor com magnésio. Segundo a importância do magnésio no metabolismo da vitamina D indicada abaixo:
* necessário na ligação da vitamina D com uma proteína específica (VDBP), que ocorrem em 2 etapas diferentes
* necessário na atividade das enzimas de hidroxilação da vitamina D:
25-hidroxilase (1 etapa)
24-hidroxilase (2 etapas diferentes)
1,alfa-hidroxilase (2 etapas diferentes)
* estimula síntese do paratormônio PTH e sua secreção , que estimula a atividade da 1,alfa-hidroxilase. Além do PTH controlar os níveis séricos do cálcio através de um feedback negativo com calcitonina, hormônio produzido pela tiróide.