domingo, 29 de março de 2026

O que faz o ácido úrico aumentar?

O que faz o ácido úrico aumentar? Muita gente acredita que o principal responsável é a carne vermelha. Mas na prática, o que mais costuma elevar o ácido úrico é o excesso de carboidratos no dia a dia. Quando existe exagero em alimentos como pão, massas, macarrão, batata, arroz e também no consumo de frutose, o organismo entra em sobrecarga metabólica. Esse excesso acaba gerando mais subprodutos no metabolismo, entre eles ureia e ácido úrico. Com o ácido úrico elevado, os vasos sanguíneos tendem a ficar mais contraídos. E quando os vasos ficam mais apertados, a pressão arterial tende a subir. Mas esse não é o único fator que pode contribuir. Outro ponto muito comum em pessoas com pressão alta é a deficiência de vitamina D. Grande parte dos hipertensos faz exames e apresenta níveis baixos dessa vitamina. Em muitos casos, valores abaixo de 65 já indicam que o organismo não está funcionando de forma ideal. A vitamina D participa de processos importantes no corpo, inclusive do sistema renina-angiotensina-aldosterona, que está ligado ao controle da pressão arterial e ao funcionamento dos rins. Quando a vitamina D está baixa, os rins podem ter dificuldade em regular e filtrar corretamente líquidos e minerais. Como consequência, pode ocorrer retenção de líquidos no organismo. E quando há mais volume de líquido circulando no corpo, o coração precisa fazer mais força para bombear o sangue. Esse esforço maior pode contribuir para o aumento da pressão arterial. Ou seja, muitas vezes o problema não está apenas no número da pressão, mas no que está acontecendo dentro do organismo.

EMAGRECER.

Você pode estar fazendo dieta, treinando e mesmo assim não consegue perder gordura abdominal pelo motivo errado. Não é só sobre calorias. Seu corpo também responde ao estresse crônico — e um dos principais mediadores disso é o cortisol. Quando o cérebro percebe ameaça, pressão constante, privação de sono ou rotina desregulada, ele ativa mecanismos de sobrevivência. Isso pode aumentar o cortisol, alterar a glicemia, afetar a sensibilidade à insulina e favorecer maior acúmulo de gordura visceral em algumas pessoas, especialmente quando esse estado se torna crônico. Estudos clássicos e revisões mostram associação entre estresse, atividade do cortisol e distribuição de gordura corporal, sobretudo na região abdominal (Epel et al., 2000; Incollingo Rodriguez et al., 2015). Ou seja: 📌 dormir mal 📌 viver sob pressão o tempo todo 📌 pular refeições 📌 nunca desacelerar …não afeta só sua mente. Também pode afetar seu metabolismo e a forma como seu corpo armazena energia. Isso não significa que calorias “não importam”. Significa que o contexto hormonal e comportamental influencia muito o resultado. Você não resolve um sistema nervoso exausto só com mais restrição alimentar. Antes de cortar mais comida, talvez você precise melhorar seu sono, reduzir sua carga de estresse e criar um ambiente biológico mais favorável para perder gordura. Seu corpo não responde apenas ao que você come. Ele responde ao que ele sente. Referências científicas: Epel, E. S., et al. (2000). Stress and body shape: stress-induced cortisol secretion is consistently greater among women with central fat. Psychosomatic Medicine, 62(5), 623–632. Incollingo Rodriguez, A. C., et al. (2015). Cortisol activity in obesity: A systematic review. Psychoneuroendocrinology, 62, 301–318.

sábado, 28 de março de 2026

Resistência à insulina é fator de risco para 12 tipos de câncer.

Resistência à insulina é fator de risco para 12 tipos de câncer. Meio milhão de pessoas analisadas (Lee, Yamada et al., Nature Communications, 2026. DOI:10.1038/s41467-026-68355-x). Insulina funcionando mal está por trás de praticamente toda doença crônico-degenerativa: infarto, câncer, Alzheimer, Parkinson, hipertensão, sarcopenia (Wang et al., Frontiers in Endocrinology, 2025. DOI:10.3389/fendo.2025.1614006). Kaiser Permanente acompanhou 46 mil pessoas: cada ponto de glicose acima de 85 aumentou risco de diabetes em 6%. Acima de 90, lesão microvascular documentada. Diagnóstico oficial: 126. Insulina de jejum, HOMA-IR e PCR ultrassensível mostram o terreno metabólico que o check-up padrão ignora. Desinflamar é a prioridade. Proteína e gordura animal são a base. Não é teoria. É fisiologia.

ESPONDILITE

A Espondilite anquilosante tem forte associação com o gene HLA‑B27, que faz parte do sistema de antígenos leucocitários humanos responsável por ajudar o sistema imunológico a distinguir estruturas do próprio corpo de agentes externos, como vírus e bactérias. Entre 80% e 90% das pessoas com espondilite anquilosante possuem o gene HLA-B27. No entanto, nem todos os portadores desenvolvem a doença, o que indica que outros fatores também influenciam seu aparecimento, como ambiente, microbiota intestinal e respostas imunológicas. Estudos sugerem que o HLA-B27 pode alterar a forma como o sistema imunológico responde a certos antígenos bacterianos ou a proteínas mal dobradas, favorecendo processos inflamatórios crônicos nas articulações. No campo da Epigenética, especialmente na Epigenética transgeracional, pesquisas indicam que experiências intensas vividas por gerações anteriores, como estresse prolongado, traumas, desnutrição ou exposição a toxinas, podem modificar a regulação de genes ligados à inflamação e ao sistema imunológico. Conflitos biológicos mais associados: Desvalorização profunda: sentir-se fraco ou incapaz de sustentar algo importante. Sobrecarga: sensação de carregar responsabilidades ou pesos excessivos. Rigidez: dificuldade de se adaptar ou mudar diante das situações da vida. Perda de apoio: sentir falta de suporte familiar ou emocional. Estas programações inconscientes podem ter surgido em outras gerações e podemos identificá-las e tratá-las. Referência: Epigenética da espondilite anquilosante: desenvolvimentos recentes DOI: 10.1111/1756-185X.14080

quinta-feira, 26 de março de 2026

Parasitas.

Parasitas como tênia, lombriga, fasciola, oxiúro e ancilóstomo são organismos biológicos reais. A infecção acontece por fatores físicos bem definidos, como ingestão de água ou alimentos contaminados, contato com solo contaminado ou condições sanitárias inadequadas. No entanto, quando você traz o olhar da epigenética e das programações inconscientes, o ponto não é que esses padrões “criam” os parasitas, mas sim que podem influenciar o terreno biológico onde eles se instalam. Ou seja, a interação acontece de forma indireta. Experiências intensas vividas por gerações anteriores, como escassez, fome, medo, ambientes insalubres ou ameaça constante, podem deixar marcas na forma como o organismo regula: – o sistema imunológico; – a resposta inflamatória; – o eixo do estresse (cortisol); – a microbiota intestinal. Isso pode se manifestar, nas gerações seguintes, como: – maior vulnerabilidade a infecções; – dificuldade de resposta imune eficiente; – alterações no ambiente intestinal; – estados crônicos de inflamação ou baixa defesa. Parasitas estão relacionados a temas de: – sensação de ser “invadido”; – perda de energia; – relações de dependência ou exploração; – dificuldade de estabelecer limites. O que a epigenética sugere é que o corpo pode herdar uma tendência a reagir de determinada forma ao ambiente, e isso pode facilitar ou dificultar a instalação e persistência desses organismos. As programações inconscientes e epigenéticas não geram parasitas diretamente, mas podem influenciar o terreno interno que favorece ou dificulta a interação com eles. Por isso, o cuidado precisa ser integrado: – tratar o fator biológico (infecção); – fortalecer o organismo; – e trabalhar os padrões emocionais e transgeracionais associados. Assim, você atua tanto na causa física quanto no padrão que pode estar mantendo a vulnerabilidade.

EQUILÍBRIO.

Depressão, ansiedade e até muitas doenças que aparecem no corpo não começam simplesmente “na cabeça”. Existe um processo bioquímico acontecendo por trás. O corpo funciona como uma cadeia de reações. Quando uma etapa falha, o resultado final também falha. Um exemplo simples é a produção de serotonina, o neurotransmissor ligado ao humor, bem-estar e sensação de alegria. Tudo começa na alimentação. Quando você consome proteína, ela é quebrada em aminoácidos durante a digestão. Um desses aminoácidos é o triptofano. Para que esse triptofano seja transformado em 5-HTP e depois em serotonina no cérebro, o corpo precisa de vários cofatores: vitaminas B3, B6, B9, B12 e também vitamina D. Ou seja, não é apenas “ter triptofano”. É necessário que todo o processo funcione. Agora pense em algumas perguntas importantes: Você está consumindo proteína suficiente diariamente? Seu estômago está saudável para digerir essa proteína? Seu intestino está funcionando bem para absorver os aminoácidos? Seu corpo tem as vitaminas necessárias para que essa conversão aconteça? Sua circulação está adequada para que essas substâncias cheguem ao cérebro? Se qualquer parte dessa cadeia falha, a produção de serotonina pode ser prejudicada. Por isso muitas vezes a pessoa trata apenas o sintoma. Recebe o diagnóstico de depressão, toma um antidepressivo, mas a causa continua ali. Em muitos casos, o problema não está apenas no cérebro. Ele pode começar no intestino, na digestão, na absorção de nutrientes ou na falta de vitaminas essenciais para que a bioquímica do corpo aconteça. Quando o organismo recebe os nutrientes certos, digere bem os alimentos, absorve corretamente e elimina o que precisa ser eliminado, as reações bioquímicas voltam a funcionar melhor. O corpo foi feito para funcionar em equilíbrio. Quando a base está ajustada, muitos sintomas começam a melhorar.

Mitocôndrias.

A antiga teoria está morta. 99% das pesquisas sobre longevidade mudaram. A Teoria dos Radicais Livres falhou quando ensaios clínicos mostraram que altas doses de antioxidantes podem, na verdade, encurtar a vida. As mitocôndrias não são apenas baterias; elas são processadoras de sinais. Precisamos ouvi-las, não silenciá-las. O estresse é o SINAL. As EROs (espécies reativas de oxigênio) são sinais de fumaça. Quando o motor (mitocôndria) superaquece (exercício), ele libera EROs para alertar o núcleo. Esse pico aciona o Nrf2, que aprimora o sistema antioxidante interno do seu corpo (SOD, catalase). Resultado: células mais fortes e resistentes. Bloquear o sinal acaba com a adaptação. Envelhecimento = mitocôndrias param de se adaptar. Fissão; Tampão; Fusão. As mitocôndrias mudam de forma constantemente para sobreviver. Fissão: desmembra a rede para isolar e remover danos (também conhecido como modo de limpeza). Fusão: une as redes para compartilhar recursos e maximizar a energia (também conhecido como modo de potência). O envelhecimento ocorre quando elas ficam presas no meio do processo, tornam-se frágeis e incapazes de se adaptar. Envelhecimento = incapacidade de eliminar resíduos Autofagossomo: ROS; Mutações no mtDNA; Substâncias químicas tóxicas; Deficiência nutricional; Autofagossomo mitocondrial. O envelhecimento não é apenas dano; é uma falha na eliminação de resíduos. Os lisossomos são os incineradores. No envelhecimento, eles ficam obstruídos com lipofuscina (pigmento da idade não digerido). Resultado: mitocôndrias zumbis se acumulam, liberando inflamação na célula. Mitocôndrias zumbis impulsionam o envelhecimento Células senescentes forçam a entrada de combustível no ciclo mesmo quando não estão se dividindo. O citrato é bombeado para fora e convertido em Acetil-CoA no citosol. Esse combustível ativa genes inflamatórios (SASP), envelhecendo todo o corpo.

Doenças Hepáticas e a Vitamina B3.

A solução para uma das doenças hepáticas mais comuns do mundo pode estar em uma vitamina barata. Pesquisadores identificaram o microRNA-93 como um condutor genético-chave da doença hepática gordurosa não alcoólica — e descobriram que o tratamento com niacina (vitamina B3) reduz a expressão desse gene, diminuindo o acúmulo de gordura no fígado em modelos animais. A niacina também age como antioxidante, reduzindo a inflamação hepática. A doença hepática gordurosa afeta estimativas de 25% da população mundial e está fortemente associada à obesidade, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica. Até hoje, não existe tratamento medicamentoso aprovado e amplamente acessível para a condição.

CISTO, NÓDULO e MIOMA são frequentemente confundidos, mas têm origens, características e implicações distintas.

CISTO, NÓDULO e MIOMA são frequentemente confundidos, mas têm origens, características e implicações distintas. ✔️COMPARE🔎 1️⃣Cisto - cavidade fechada preenchida por líquido, semissólido ou gás, revestida por uma membrana. Funciona como uma "bolha" no tecido. - Aparecem em ovários, mama, rim, fígado, tireoide, pele, coluna vertebral e pâncreas. - Têm bordas definidas e regulares • Interior líquido (aparecem "escuros" no ultrassom) • Geralmente móveis e macios ao toque quando superficiais • Podem ser simples (benignos quase sempre) ou complexos - Gravidade: costumam regredir espontaneamente, especialmente os ovarianos funcionais. Cistos complexos ou com características suspeitas exigem investigação mais detalhada. Raramente malignos. 2️⃣Nódulo - é uma massa sólida ou semissólida de tecido, uma espessura ou crescimento anormal dentro de um órgão. - Onde aparecem: tireoide (muito comum), mama, pulmão, fígado, linfonodos, pele e subcutâneo. - Têm composição sólida ou mista (sólido + líquido) • Pode ser único ou múltiplo • Bordas regulares sugerem benignidade; irregulares ou espiculadas levantam suspeita • Classificado por sistemas como TIRADS (tireoide) ou BIRADS (mama) Gravidade: é o mais variável dos três. Pode ser benigno (nódulo coloide na tireoide, fibroadenoma na mama) ou maligno (carcinoma papilífero, câncer de pulmão). A investigação com ultrassom, biópsia e outros exames é essencial para classificar o risco. 3️⃣Mioma - é um tumor benigno formado por músculo liso, encontrado no útero. É o tumor sólido mais comum em mulheres em idade fértil. • Sempre sólido, composto de músculo e fibras de colágeno • Pode ser único ou múltiplo • Tende a regredir após a menopausa • Benigno por definição; • Leiomiossarcoma geralmente não surge da transformação de um mioma pré-existente, mas sim como tumor primário distinto - Leiomiossarcoma é raríssima (<1%) - Gravidade: classificado mais pelo impacto funcional do que pelo risco maligno. Pode causar sangramento intenso, anemia, dor pélvica, pressão sobre bexiga e intestino, e dificuldade de engravidar.

MITOCÔNDRIA

A ciência moderna começa a revelar um novo eixo de comunicação metabólica dentro do nosso próprio organismo: a comunicação entre mitocôndria e núcleo celular. Entre as moléculas envolvidas nesse processo está o MOTS-c, um peptídeo derivado do DNA mitocondrial pertencente à classe chamada MDPs (Mitochondrial-Derived Peptides). Esses peptídeos funcionam como sinalizadores metabólicos, conectando processos fundamentais do organismo, como: • função mitocondrial • expressão gênica • homeostase metabólica Estudos científicos sugerem que o MOTS-c pode atuar em vias metabólicas importantes, incluindo: • ativação da via AMPK, uma das principais reguladoras do metabolismo energético • melhora da sensibilidade à insulina • regulação do metabolismo da glicose • aumento da oxidação de ácidos graxos • modulação da expressão de genes relacionados ao metabolismo Além disso, pesquisas indicam que esse peptídeo pode estar relacionado a processos como: • metabolismo muscular • adaptação ao exercício físico • manutenção da saúde metabólica celular ao longo do envelhecimento Na literatura científica recente, investigações sugerem que o MOTS-c pode contribuir para: • melhora da tolerância à glicose • redução da resistência à insulina • melhora da eficiência metabólica • apoio à regulação do metabolismo energético Essas descobertas reforçam o conceito de que a mitocôndria não é apenas uma “usina de energia”, mas também um centro de sinalização metabólica essencial para a saúde sistêmica. A medicina moderna continua avançando na compreensão dessas moléculas, ampliando nosso entendimento sobre metabolismo, exercício e saúde metabólica. Referência: Cao Y., Wei X., Wei N., Lu H., Zhang L., Tan J., Liu H., Liu Z. MOTS-c Functionally Prevents Metabolic Disorders. Frontiers in Physiology. 2021. Declaração de responsabilidade: Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica. Siga sempre a orientação de um profissional habilitado. Publicação conforme Resolução CFM nº 2.336/2023.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Homocisteína.

O Inimigo Oculto do Seu Sistema Vascular Homocisteína alta não é apenas um número no exame. É uma toxina que agride diretamente o endotélio, a camada protetora das suas artérias, acelerando inflamação e dano silencioso ao seu sistema vascular. Como isso acontece: Tudo começa com uma falha no ciclo de metilação e no metabolismo da metionina. Quando o corpo não recicla a homocisteína de volta para metionina, ela se acumula no sangue, provocando microfissuras nas artérias e favorecendo inflamação sistêmica. Por que ela aumenta: • Deficiência de micronutrientes essenciais, como metilfolato, B12 e B6. • Polimorfismos genéticos (como MTHFR) que prejudicam o processamento da homocisteína. • Função renal comprometida, que deixa de filtrar adequadamente. • Hábitos tóxicos, como álcool e tabagismo. O que fazer de verdade: É importante medir seus níveis de homocisteína regularmente e avaliar também B12, folato e B6. Se estiverem elevados, a reposição estratégica de vitaminas em formas bioativas, junto com ajustes no estilo de vida, ajuda a reduzir a formação de trombos e proteger suas artérias. A verdade é esta: Viver com homocisteína alta é caminhar na borda do abismo cardiovascular. O coágulo que ela ajuda a formar hoje pode ser AVC, infarto ou morte súbita amanhã. O exame é o primeiro passo; a correção metabólica é o que salva vidas. Referências científicas: • “Homocysteine and Risk of Ischemic Heart Disease and Stroke: A Meta-Analysis”, JAMA, 2002, PMID: 12387654 • “Homocysteine and Cardiovascular Disease: Evidence on Causality from a Meta-Analysis”, BMJ, 2002, PMID: 12446535 • “The Contribution of Homocysteine Metabolism Disruption to Endothelial Dysfunction: State-of-the-Art”, Int J Mol Sci, 2019, PMID: 30781581

segunda-feira, 9 de março de 2026

Vitamina B12 - Homocísteína.

Vitamina B12. Se você chega no consultório cansado, sem energia, e o seu médico apenas olha para a Vitamina B12 no exame de sangue e diz que "está tudo ótimo", ele está te avaliando errado. A medicina de verdade não olha só para o papel, olha para como o seu corpo funciona. Aqui estão as três verdades que você precisa saber antes de tomar qualquer vitamina B12: O exame de sangue mente: Ter B12 no sangue é um fato isolado. Estar no sangue não quer dizer que a vitamina está entrando dentro da sua célula. O marcador real que importa para avaliar a B12 é a Homocisteína. Tomar B12 isolada é um erro: Fazer uso da B12 sozinha é burrice. Ao aumentar apenas ela, você acaba depletando e derrubando todas as outras vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, etc.). Você precisa de todos os "Bs" trabalhando juntos. Fuja da Cianocobalamina. Se o que você toma tem "Cianocobalamina", jogue fora. O corpo precisa da forma ativa para funcionar direito, que é a Metilcobalamina, adenosilcobalamina, cobalamina ou cobamamida. Pare de aceitar tratamentos rasos que não resolvem a causa do seu problema. O básico precisa ser bem feito. Fonte: E se for a B12? Uma Epidemia de Diagnósticos Incorretos. Autores: Sally M. Pacholok & Jeffrey J. Stuart. Editora Lazlo. Ano 2017. 532 páginas.

sábado, 7 de março de 2026

Os 12 BONS MOTIVOS para fazer uso diário da vitamina B12.

Os 12 BONS MOTIVOS para fazer uso diário da vitamina B12. "Metilcobalamina" 1-Não é só fadiga, a deficiência de vitamina B12 causa danos inimagináveis ao corpo. A deficiência de vitamina B12, embora comumente associada à fadiga e fraqueza, pode se manifestar de várias maneiras fáceis e inesperadas que muitas vezes passam despercebidas ou são atribuídas erroneamente a outras causas. Apesar de seu papel essencial na manutenção da função nervosa, produção de glóbulos vermelhos e suporte à síntese de DNA, os sintomas de deficiência de B12 podem ser sutis e diversos, tornando-a desafiadora para o diagnóstico. Aqui estão alguns sinais e sintomas menos conhecidos da deficiência de vitamina B12, esclarecendo a importância de consideração e tratar essa condição rapidamente. 2- Sensação de formigamento (Parestesia). Um dos sinais mais óbvios de deficiência de vitamina B12 é sentir sensações de formigamento ou picadas, geralmente chamadas de parestesia. Essas sensações ocorrem geralmente nas mãos, pés, pernas ou, às vezes, até mesmo no rosto. A parestesia surge devido a danos nos nervos resultantes da deficiência, afetando os nervos periféricos responsáveis pela sensação. 3-Problemas de memória e declínio cognitivo. Embora lapsos de memória e declínio cognitivo sejam frequentemente associados ao envelhecimento, eles também podem ser indicativos de deficiência de vitamina B12. Pesquisas sugerem que níveis inadequados de B12 podem prejudicar a função cognitiva e contribuir para problemas de memória, confusão e dificuldade de concentração. Esses sintomas podem progredir ao longo do tempo se a deficiência permanecer sem tratamento. 4-Depressão e alterações de humor. Problemas de saúde mental, incluindo depressão, ansiedade e alterações de humor, podem estar ligados à deficiência de vitamina B12. A B12 desempenha um papel crucial na síntese de neurotransmissores como serotonina e dopamina, que regulam o humor e as emoções. Níveis insuficientes de B12 podem interromper esse processo, causando distúrbios de humor e sintomas psicológicos. 5-Mudanças na visão. A deficiência de vitamina B12 pode afetar a visão de várias maneiras, incluindo visão turva ou perturbada, sensibilidade à luz e até mesmo danos ao nervo óptico em casos graves. O nervo óptico, essencial para transmitir informações visuais ao cérebro, pode ser comprometido devido a danos nervosos induzidos pela deficiência de B12, resultando em distúrbios visuais que podem ser reversíveis com tratamento protetor. 6-Glossite e úlceras na boca Manifestações orais como glossite (inflamação da língua) e úlceras na boca podem indicar deficiência de vitamina B12. Esses sintomas surgem devido a alterações nos tecidos epiteliais da boca causadas por níveis inadequados de B12, causando desconforto, dor e dificuldade para comer ou engolir. 7-Fraqueza muscular e dificuldade para caminhar. A deficiência de vitamina B12 pode afetar a força muscular e a coordenação, resultando em fraqueza, desconforto ou dificuldade para caminhar. Essas deficiências motoras são atribuídas a danos nos nervos e à produção reduzida de glóbulos vermelhos, que comprometem a quantidade de oxigênio aos músculos, impactando sua função e causando fraqueza e fadiga. 8-Palpitações cardíacas e falta de ar. Sintomas cardiovasculares como palpitações cardíacas (batimentos cardíacos rápidos ou irregulares) e falta de ar podem ocorrer em indivíduos com deficiência grave de vitamina B12. A falta de B12 prejudica a produção de glóbulos vermelhos saudáveis, levando à anemia e ao transporte inadequado de oxigênio para os tecidos, o que pode se manifestar como palpitações e dificuldades respiratórias. 9-Mudanças no cabelo e nas unhas. Mudanças na saúde do cabelo e das unhas, incluindo perda de cabelo, unhas quebradiças e mudanças na textura ou cor, podem ser indicativas de deficiência de vitamina B12. A B12 desempenha um papel na divisão e renovação celular, incluindo as células responsáveis ​​pelo crescimento do cabelo e das unhas. Níveis insuficientes de B12 podem esses processos interrompidos, resultando em mudanças perceptíveis na qualidade do cabelo e das unhas. 10-Zumbido (zumbido nos ouvidos) O zumbido, caracterizado pela percepção de zumbido, zunido ou outros ruídos nos ouvidos sem uma fonte externa, pode estar associado à deficiência de vitamina B12. Embora o mecanismo exato não seja totalmente compreendido, acredita-se que danos ou disfunções nervosas resultantes da deficiência de B12 podem contribuir para o desenvolvimento do zumbido. 11-Problemas de equilíbrio e coordenação A deficiência de vitamina B12 pode afetar o sistema nervoso, levando a sintomas neurológicos, como problemas de equilíbrio e coordenação. Os indivíduos têm dificuldade em manter o equilíbrio, a instabilidade ao caminhar ou uma sensação de "girar" (vertigem), o que pode impactar significativamente a mobilidade e as atividades diárias. 12-Diminuição da libido e problemas reprodutivos Baixa libido e problemas reprodutivos, incluindo infertilidade e irregularidades menstruais, podem ocorrer em indivíduos com deficiência de vitamina B12. A B12 está envolvida na regulação hormonal e na saúde reprodutiva, e níveis inadequados podem interferir na função reprodutiva normal, afetando a fertilidade e o desejo sexual. Fonte: E se for a B12? Uma epidemia de diagnósticos incorretos. Autores: Sally M. Pacholok & Jeffrey J. Stuart. Editora Lazlo. Ano 2017. 532 páginas.