quarta-feira, 6 de maio de 2026

Fungos

O óleo essencial de alecrim-pimenta (Lippia origanoides) possui compostos como timol e carvacrol, conhecidos pela forte ação antifúngica. Eles ajudam a enfraquecer os fungos presentes na unha e podem auxiliar na redução da inflamação e do desconforto local. Por isso, esse óleo é bastante interessante em cuidados complementares contra micoses de unha. O óleo essencial de tomilho (Thymus vulgaris) também é muito potente contra fungos, principalmente por ser rico em timol. Ele pode ajudar a dificultar o crescimento dos microrganismos responsáveis pela micose, além de contribuir para a higiene e proteção da região afetada. Como é um óleo forte, deve sempre ser diluído em óleo vegetal antes do uso tópico. Já a melaleuca (Melaleuca alternifolia) é uma das mais utilizadas no cuidado de fungos de pele e unhas. Ela possui ação antifúngica, antibacteriana e anti-inflamatória, ajudando a reduzir proliferação de fungos, odor e irritação. A associação desses três óleos pode criar uma sinergia interessante no cuidado complementar das onicomicoses, sempre com uso correto e acompanhamento profissional quando necessário

PROTOCOLO PÓS VAC1N4 INDICADO PELO DR. JOSÉ AUGUSTO NASSER (desintoxicação)

PROTOCOLO PÓS VAC1N4 INDICADO PELO DR. JOSÉ AUGUSTO NASSER (desintoxicação) EXAMES PÓS-VACINAÇÃO - Dímero-D; - PCR t; - Troponina; - Ferritina; - Fibrinogênio; - Hemograma completo; - Coagulograma; - Anti-heparina PF4 autoimune. Possíveis tratamentos : ▪️IVERMECTINA durante 5 dias - Farmácia - 1 comp. para cada 30kg - Tomar após o almoço. ▪️CHÁ DE FUNCHO (3x dia) - 1 colher de sobremesa para cada xícara de água, durante 2 meses ▪️Vitamina C 500mg (1x dia) - Farmácia - Tomar 1 comp. Por dia após almoço ▪️Vitamina D 10.000 UI (1x Dia) - Farmácia - Tomar 1 comp. Por dia após o almoço ▪️Zinco 50 mg (1x Dia) - Farmácia - Tomar 1 comp. Por dia após o almoço. ▪️CARVÃO ativado (3x dia) - Farmácia - Tomar 30 min. antes das refeições. ▪️Suco de coentro (1xd) - durante 2 meses ▪️Anis estrelado (chá) ou cápsulas - Loja de produto natural - 2 a 3 vezes por dia. ▪️Zeólita -Tomar 1 colher de chá por 3 meses! Premium é de 2,5 gramas ( colher dosadora, vide embalagem) diluída num copo d’água de 200 ml em jejum. Zeoquantic Standard é uma colher de chá cheia ou 6-7 gramas ( colher dosadora, vide embalagem), num copo d’água de 200 ml em jejum. - Quem toma medicamentos em jejum, pode tomar antes de dormir. - Manter um intervalo de 2 horas antes ou depois da medicação. ▪️Chlorella (Marcas: Now foods e da Green Geem) -Tomar 10 comp. 30 min antes do café da manhã e 10 comp. 30 min antes do almoço ou tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia, meia hora antes das principais refeições (para manutenção). -4 a 18 semanas - 6 a 10 g por dia (para manutenção). COMO ELIMINAR A TOXICIDADE DAS VAC1N4S ● Suramina: bloqueia a produção da proteína S (Spike) dentro da célula porque ela é um inibidor do RNA polimerase (enzima que faz com que seja produzida a proteína S). - Uma dose de 60 mg é suficiente. - Chá de funcho e agulha de pinheiro branco (comum na América do Norte). - Cápsulas de funcho 500 mg tem no Mercado Livre. ● Ivermectina ● Prata coloidal ● Lugol ● Azul de metileno ● Dióxido de cloro ● Dimetilglicina ● Clorela ● PQQ ● DMSO ● Zeólita (poeira vulcânica): elimina metais pesados. Proibida pela Anvisa. ● Carvão ativado: pra ação aguda (não adianta se passar muito tempo). ● Coentro: antioxidante. Conteúdo extraído de uma live com o Dr. José Nasser.

domingo, 3 de maio de 2026

Cetoacidose Diabética: Você sabe os 3 critérios diagnósticos da SBC?

Cetoacidose Diabética: Você sabe os 3 critérios diagnósticos da SBC? Suspeitou de CAD no plantão? Não dá para fechar o diagnóstico apenas no "olhômetro". Segundo a última diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBC), você precisa confirmar esses três pontos laboratorialmente: 1️⃣ Glicemia: Acima de 200 mg/dL. 2️⃣ Acidose Metabólica: pH < 7,3 ou Bicarbonato < 15. 3️⃣ Cetose: Cetonemia (acima de 3 mmol/L) ou Cetonúria (fita com 2+ ou mais).

Exames do fígado: você realmente sabe interpretar?

Exames do fígado: você realmente sabe interpretar? Na prática clínica, ainda é comum considerar TGO e TGP como “função hepática”. Isso está incorreto. As provas hepáticas devem ser interpretadas em três pilares: 🔴 Lesão hepatocelular TGO (AST) e TGP (ALT) Indicam dano ao hepatócito. 🟠 Colestase Fosfatase alcalina (FA) e GGT Avaliam fluxo biliar. 🔵 Função hepática Albumina e TP/INR Refletem capacidade de síntese hepática. 🟡 Bilirrubinas Avaliam metabolismo e excreção hepática. 🧠 Raciocínio clínico: TGO/TGP → lesão FA/GGT → colestase Albumina/INR → função Pacientes com doença hepática avançada podem ter transaminases discretas, mas apresentar alteração importante de função. 📌 A interpretação deve sempre ser integrada ao contexto clínico.

sábado, 2 de maio de 2026

O Boro.

A maioria das pessoas gasta caro com “stacks hormonais”… e ignora um mineral simples, barato e com potencial impacto real: o boro. Em um estudo com 10 mg/dia por apenas 7 dias, foram observados: ↑ aumento de até 28% na testosterona livre ↓ redução de até 39% no estradiol ↓ queda de SHBG ↓ redução de marcadores inflamatórios ↑ melhora em vitamina D e DHT Ou seja: um único mineral atuando em múltiplos sistemas hormonais ao mesmo tempo. ⚡ Mas o mais interessante não é só a testosterona 👇 O boro parece atuar na base do problema, reduzindo inflamação e melhorando o ambiente hormonal como um todo — diferente de suplementos que apenas “mascaram” sintomas. ☀️ Outro ponto importante: O boro pode aumentar a eficiência da vitamina D, prolongando sua ação no organismo — e como a vitamina D está ligada à imunidade, inflamação e testosterona, o efeito combinado faz diferença. ⚠️ ERRO COMUM: tomar em jejum A absorção do boro depende de resposta à insulina → tomar sem comida reduz o efeito. 👉 Melhor estratégia: usar junto com refeições, preferencialmente pela manhã. 🧠 Como usar: • 3 a 6 mg/dia (base) • Até 10 mg por curto prazo • Formas mais utilizadas: citrato, glicinato ou frutoborato • Pode combinar com vitamina D + magnésio para potencializar efeitos 📊 Acompanhe: Testosterona livre, SHBG e vitamina D antes/depois (6–8 semanas) ⚠️ Segurança: O limite superior gira em torno de ~20 mg/dia — acima disso pode causar desconforto gastrointestinal, irritabilidade e alterações no sono. Simples. Eficiente. Subestimado. 🎯 📚 Referência científica: Naghii MR et al. “Comparative effects of daily and weekly boron supplementation on plasma steroid hormones and proinflammatory cytokines.” J Trace Elem Med Biol. 2011.

O trigo e o pão.

O trigo e o pão podem, sim, ser mais problemáticos em pessoas que já estão em um estado inflamatório aumentado — como em crises alérgicas, intestino sensibilizado ou alterações imunológicas. Isso não significa que o trigo seja “o vilão universal”, mas em alguns indivíduos pode haver dificuldade de digestão, maior permeabilidade intestinal ou resposta inflamatória a componentes como o glúten ou outras proteínas do trigo. Nesse contexto, o organismo já está reativo, e certos alimentos podem amplificar desconfortos como inchaço, fadiga, coceiras ou alterações gastrointestinais. Porém, na prática clínica e no dia a dia, muitas vezes o problema maior não está apenas no trigo em si, mas na qualidade do alimento consumido. Pães industriais frequentemente contêm uma série de aditivos — como conservantes, melhoradores de farinha, emulsificantes e até resíduos de processos antifúngicos utilizados para aumentar a durabilidade e evitar mofo. Além disso, podem conter corantes e outros compostos que, em pessoas sensíveis, podem contribuir para irritação intestinal e até estimular respostas inflamatórias ou alérgicas indiretas. Por outro lado, pães caseiros ou de fermentação mais natural, feitos com ingredientes simples (farinha, água, sal e fermento), tendem a ser muito mais bem tolerados. O processo mais lento de fermentação pode inclusive facilitar a digestão e reduzir o impacto de algumas proteínas. Ou seja, mais importante do que simplesmente “ter medo do trigo” é avaliar o contexto, a qualidade e o processamento do alimento. Em muitos casos, quando o organismo não está em crise e o pão é de boa procedência, ele pode fazer parte de uma alimentação equilibrada sem grandes problemas.

Quando falamos em chá medicinal de verdade, estamos falando de um produto que nasce dentro de critérios técnicos rigorosos.

Quando falamos em chá medicinal de verdade, estamos falando de um produto que nasce dentro de critérios técnicos rigorosos. Não é apenas “uma planta dentro de um saquinho”, mas sim uma matéria-prima que precisa ter identidade botânica confirmada — ou seja, saber exatamente qual espécie está sendo utilizada, como Bauhinia forficata, Matricaria chamomilla ou Melissa officinalis. Além disso, fatores como clima, tipo de solo, altitude, época de colheita e até o horário da colheita influenciam diretamente na concentração dos princípios ativos. Uma planta cultivada de forma inadequada pode ter muito menos efeito terapêutico, mesmo sendo “a mesma planta” no nome. Outro ponto fundamental é o processamento. Um chá medicinal exige cuidados na secagem (temperatura, tempo, ventilação), armazenamento (proteção contra luz, umidade e oxidação) e até na forma de corte da planta. Tudo isso impacta na preservação dos compostos bioativos. Já muitos chás de mercado, especialmente os de saquinho, utilizam material triturado de baixa qualidade, com menor concentração de ativos e, muitas vezes, mistura de partes da planta menos nobres. Isso não significa que sejam “inúteis”, mas geralmente têm um efeito muito mais suave e menos previsível do ponto de vista terapêutico. Por fim, a própria forma de preparo também importa. Um chá medicinal considera se a planta deve ser usada em infusão, decocção ou maceração, além da proporção correta entre planta e água e o tempo adequado de extração. Ou seja, existe uma lógica farmacológica por trás do preparo. Reduzir tudo isso a um sachê industrializado padronizado é simplificar demais algo que, na prática clínica da fitoterapia, é muito mais complexo. Chá medicinal é técnica, é ciência e é cuidado — não apenas conveniência

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Sim — quem tem Síndrome de Ativação Mastocitária (MCAS) precisa ter atenção especial com alimentos que possam estimular a liberação de mediadores inflamatórios, especialmente a histamina.

Sim — quem tem Síndrome de Ativação Mastocitária (MCAS) precisa ter atenção especial com alimentos que possam estimular a liberação de mediadores inflamatórios, especialmente a histamina. Nessas pessoas, os mastócitos são mais “reativos” e podem liberar substâncias como histamina de forma exagerada, levando a sintomas como coceira, urticária, desconforto gastrointestinal, dor de cabeça, palpitações e até queda de pressão em casos mais intensos. Sobre o limão: ele não é, classicamente, um alimento rico em histamina, ou seja, ele não contém grandes quantidades dessa substância como acontece com alimentos fermentados, envelhecidos ou processados. No entanto, o limão pode atuar como um “liberador de histamina” (histamine liberator) em algumas pessoas. Isso significa que, mesmo sem ter muita histamina, ele pode estimular os mastócitos a liberarem histamina no organismo — especialmente em indivíduos com MCAS ou com maior sensibilidade imunológica. Além disso, o caráter ácido do limão pode irritar a mucosa gastrointestinal em pessoas mais sensíveis, o que também pode contribuir para a ativação desses processos. Então, não é correto dizer que o limão “tem ação histamínica direta” no sentido clássico, mas sim que pode indiretamente aumentar a liberação de histamina em pessoas suscetíveis. Na prática clínica, isso é altamente individual: algumas pessoas com MCAS toleram bem o limão, enquanto outras percebem piora clara dos sintomas após o consumo. Por isso, a recomendação mais segura não é excluir automaticamente, mas sim avaliar tolerância individual, preferencialmente com acompanhamento profissional e, quando necessário, utilizando estratégias como dieta de baixo teor de histamina por períodos controlados

domingo, 26 de abril de 2026

Eixos Hipotálamo-Hipófise-Glândula Periférica

Eixos Hipotálamo-Hipófise-Glândula Periférica 🧠 O Centro de Comando: Hipotálamo e Hipófise Tudo começa no hipotálamo, localizado no cérebro. Ele é responsável por receber sinais do corpo e enviar instruções para a glândula pituitária ou glândula pituitária, conhecida como "glândula mestra". Essa glândula é dividida em duas partes, e cada uma libera hormônios específicos: 🔹 Hipófise Anterior É a principal fábrica de reguladores. Seus hormônios atuam em todo o corpo: - Hormônio do Crescimento: Atua diretamente sobre ossos, músculos e órgãos, garantindo seu desenvolvimento, regeneração e manutenção. - Prolactina: Estimula o desenvolvimento mamário e a produção de leite durante a amamentação. - Hormônio folículo-estimulante e Luteinizante: Eles atuam nos órgãos reprodutivos, ativando a função dos ovários nas mulheres e dos testículos nos homens. - ACTH (Corticotropina): Instrui as glândulas suprarrenais a produzirem hormônios como cortisol. - TSH (Tirotropina): Estimula a glândula tireoide a produzir seus hormônios. 🔹 Hipófise Posterior Armazena e libera hormônios produzidos pelo hipotálamo: - Ocitocina: Essencial para o parto, amamentação e vínculo emocional, atuando sobre os seios e ovários. - Vasopressina ou ADH: Controla o equilíbrio da água no corpo, atuando nos rins para reter fluidos quando necessário.

sábado, 25 de abril de 2026

O sal marinho integral é obtido pela evaporação natural da água do mar, sem passar por processos intensos de refinamento. Por isso, ele preserva uma matriz mineral mais completa, contendo não apenas cloreto de sódio, mas também traços de magnésio, potássio, cálcio e outros oligoelementos. Esses minerais participam de funções importantes no organismo, como equilíbrio eletrolítico, contração muscular, condução nervosa e regulação da hidratação celular. Além disso, por não conter aditivos químicos comuns em sais refinados — como antiumectantes artificiais —, ele tende a ser uma opção mais próxima do alimento em seu estado natural. É importante diferenciar o sal marinho integral de outros tipos que muitas vezes são colocados no mesmo “grupo saudável”. O sal rosa do Himalaia, por exemplo, apesar de também conter minerais, possui uma composição diferente e, em muitos casos, apresenta concentrações muito pequenas desses elementos, sem impacto significativo do ponto de vista clínico. Já a flor de sal é a camada mais superficial e delicada formada durante a evaporação da água do mar, sendo valorizada principalmente pela textura e pelo sabor, mas não necessariamente pela densidade mineral. Ou seja, são produtos distintos em origem, processo e finalidade, e não podem ser considerados equivalentes. Do ponto de vista funcional, o sal marinho integral pode contribuir para uma reposição mais equilibrada de eletrólitos, especialmente em pessoas com maior perda de minerais — como praticantes de atividade física ou indivíduos expostos ao calor. Ele também pode favorecer uma percepção gustativa mais intensa, o que muitas vezes leva ao uso de menores quantidades para atingir o mesmo sabor, ajudando indiretamente no controle do consumo de sódio. Ainda assim, é fundamental lembrar que, mesmo sendo mais natural e rico em minerais, o consumo deve ser moderado, pois o excesso de sódio continua sendo um fator de risco para diversas condições, especialmente cardiovasculares

MIOCARDITE.

A miocardite é uma inflamação do músculo do coração, geralmente causada por infecções virais. E um ponto importante: a própria COVID-19 foi associada a um risco maior de miocardite do que o observado na população geral. Também existem casos raros relatados após vacinas de mRNA, principalmente em homens jovens. Porém, na maioria das vezes, esses casos tendem a ser leves, temporários e resolvidos com pouco tratamento. Na ciência da longevidade, o contexto importa. O risco de complicações cardíacas graves é maior após infecções virais e após a vacinação. Por isso, especialistas analisam risco e benefício, não frases soltas tiradas de contexto. Se você se preocupa com saúde cardiovascular e longevidade, o foco real deve ser: reduzir inflamação crônica. fortalecer a função imunológica. manter bom condicionamento cardiovascular. observar sintomas como dor no peito, cansaço intenso e falta de ar. Não tomar a vacina. Longevidade não é viver com medo. É entender dados, reduzir riscos e tomar decisões baseadas em evidências. Referência científica: Patone et al., Nature Medicine, 2022 — estudo mostrou associação entre COVID-19, vacinação e risco de miocardite, destacando que o risco após infecção por SARS-CoV-2 pode ser maior do que após vacinação em vários grupos.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Antes de se tornar visível, o câncer muitas vezes é precedido por um terreno biológico desregulado. Alterações metabólicas, hormonais e inflamatórias silenciosas podem criar um ambiente favorável ao desenvolvimento tumoral: • Cortisol elevado (estresse crônico) • Vitamina D baixa • Predomínio estrogênico / baixa progesterona • Disfunção tireoidiana (T3 baixo, TSH alto) • Prolactina elevada • Endotoxemia intestinal • Resistência à insulina • Aumento do IMC • Metabolismo glicolítico aumentado (efeito Warburg) • Produção elevada de lactato • Inflamação crônica • Excesso de espécies reativas de oxigênio (ROS) 👉 O câncer não surge do nada — ele se desenvolve em um ambiente metabólico permissivo. Cuidar desses sinais precoces pode ser tão importante quanto tratar a doença já instalada. ⚠️ Prevenção é, acima de tudo, regulação do terreno biológico. HANAHAN, Douglas. Hallmarks of cancer: new dimensions. Cancer Discovery, v. 12, n. 1, p. 31–46, 2022. VANDER HEIDEN, Matthew G.; CANTLEY, Lewis C.; THOMPSON, Craig B. Understanding the Warburg effect: the metabolic requirements of cell proliferation. Science, v. 324, n. 5930, p. 1029–1033, 2009.

EXAMES “NORMAIS” NÃO SIGNIFICAM BAIXO RISCO.

EXAMES “NORMAIS” NÃO SIGNIFICAM BAIXO RISCO. Você pode estar com colesterol “ok” e ainda assim evoluindo silenciosamente para um infarto. O problema é que quase ninguém te mostra os marcadores que realmente antecipam o risco cardiovascular. Lipoproteína(a) elevada aumenta risco independente de eventos cardiovasculares. PCR-ultrassensível revela inflamação vascular ativa e prediz eventos futuros. Homocisteína elevada está associada a disfunção endotelial e aterotrombose. Triglicerídeos e HDL refletem risco metabólico real Insulina e HOMA-IR mostram resistência insulínica base da aterosclerose moderna. GGT se associa a estresse oxidativo e risco cardiometabólico. Infarto não começa no coração. Começa anos antes, no endotélio, na inflamação e no metabolismo. Se você não mede isso, você está olhando só a superfície. Isso não é opinião. Está descrito na literatura: Ridker PM et al. Inflammation, C-reactive protein, and cardiovascular risk https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1804988⁠ Tsimikas S. Lipoprotein(a) and cardiovascular disease https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jacc.2017.09.1103⁠ Homocysteine Studies Collaboration. Homocysteine and risk of ischemic heart disease https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/192451⁠ Reaven GM. Insulin resistance and cardiovascular disease https://diabetesjournals.org/care/article/28/2/399/25868⁠ Fraser A et al. Gamma-glutamyltransferase is associated with incident cardiovascular disease https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S002191500700398X⁠ O que isso significa na prática: Você não previne infarto tratando só colesterol. Você previne entendendo inflamação, metabolismo e risco real.