quinta-feira, 7 de maio de 2026
Refluxo e o magnésio.
Descubra como aliviar o refluxo abrindo a cápsula de magnésio e misturando-a diretamente com água. A maioria acha que é só engolir, mas abrir a cápsula garante que o magnésio proteja seu esôfago antes de chegar ao estômago. Uma técnica simples para um alívio direto.
Para dormir bem>
Para dormir bem, esqueça o celular uma hora antes e evite banhos quentes ou chás à noite. Subir a temperatura corporal atrapalha a produção de GABA, essencial para o sono. Comer à noite também é um grande inimigo do descanso. E atenção aos ultraprocessados, que prejudicam ainda mais.
GLICOSE DE JEJUM.
Muita gente olha apenas para a glicose de jejum e acredita que, se ela estiver em torno de 80 ou 90 mg/dL, está tudo perfeitamente normal. Mas isso nem sempre é verdade. O organismo pode estar conseguindo manter a glicose aparentemente “bonita” às custas de uma produção excessiva de insulina. Em outras palavras, o pâncreas pode estar trabalhando muito para impedir que a glicose suba. Quando a insulina começa a ficar persistentemente elevada, principalmente acima de 5 ou 6 µUI/mL em alguns contextos clínicos, isso pode indicar resistência à insulina em fase inicial, mesmo antes de alterações importantes aparecerem na glicemia.
Por isso, confiar apenas no exame de glicose pode mascarar problemas metabólicos importantes. A glicose mostra apenas uma fotografia momentânea do açúcar circulante naquele instante, enquanto a insulina ajuda a entender o esforço que o corpo está fazendo para manter aquele valor. Além disso, a hemoglobina glicada mostra a média glicêmica dos últimos meses, os triglicerídeos ajudam a avaliar o metabolismo energético e inflamatório, e exames como HDL, circunferência abdominal e até enzimas hepáticas podem complementar a avaliação. Muitas vezes o corpo já está inflamado e metabolicamente desorganizado antes mesmo de a glicose sair do “normal”.
É justamente por isso que o cruzamento dos exames é tão importante. Um profissional da área da saúde consegue observar padrões metabólicos e não apenas números isolados. Uma pessoa pode ter glicose normal, mas apresentar insulina elevada, triglicerídeos altos, aumento de gordura abdominal, sonolência após refeições e dificuldade para emagrecer, sinais que podem indicar resistência insulínica em evolução. A avaliação integrada permite intervenções precoces com alimentação adequada, atividade física, sono, redução do estresse e outras estratégias que ajudam a evitar progressão para diabetes tipo 2, esteatose hepática e doenças cardiovasculares.
CANELA DE VELHO.
A canela-de-velho (Miconia albicans) é uma planta medicinal bastante utilizada na fitoterapia brasileira, especialmente por suas propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antioxidantes. Seus principais compostos bioativos incluem flavonoides, taninos e triterpenos, que atuam diretamente nos processos inflamatórios do organismo. Esses compostos ajudam a modular mediadores inflamatórios como prostaglandinas e citocinas, reduzindo a inflamação crônica — um dos principais fatores envolvidos em dores articulares.
No contexto das articulações, como em casos de artrose, artrite ou desgaste natural, a inflamação local leva à dor, rigidez e limitação de movimento. A canela-de-velho pode ser interessante porque atua em dois pontos importantes: primeiro, reduzindo a inflamação do tecido articular; segundo, promovendo um efeito analgésico leve a moderado, que ajuda a diminuir a percepção da dor. Além disso, seu potencial antioxidante contribui para reduzir o estresse oxidativo nas articulações, que também participa do processo de degeneração articular.
Outro ponto relevante é que a canela-de-velho é tradicionalmente utilizada como coadjuvante em protocolos de cuidado contínuo, ou seja, não atua como um “remédio imediato”, mas sim como uma estratégia de suporte ao longo do tempo. Quando associada a hábitos como alimentação anti-inflamatória, controle de peso e atividade física adequada, ela pode contribuir para melhora da mobilidade e da qualidade de vida de pessoas com dores articulares. Ainda assim, é importante lembrar que seu uso deve ser orientado, especialmente em pessoas que utilizam medicamentos ou possuem condições crônicas.
quarta-feira, 6 de maio de 2026
O azeite de oliva, o abacate e o coco formam um trio poderoso para o cérebro.
O azeite de oliva, o abacate e o coco formam um trio poderoso para o cérebro porque entregam gorduras certas, no formato certo, com efeitos diretos na estrutura neuronal, na inflamação e na energia cerebral. O cérebro é cerca de 60% gordura — quando a qualidade da gordura melhora, a função cognitiva acompanha.
⸻
🫒 Azeite de oliva extra-virgem
Proteção, memória e longevidade neuronal
• Ácido oleico (monoinsaturado): compõe membranas neuronais mais flexíveis, melhorando a comunicação entre neurônios.
• Polifenóis (oleocanthal, hidroxitirosol): reduzem neuroinflamação e estresse oxidativo; há associação com menor risco de declínio cognitivo.
• Ação vascular: melhora a função endotelial, aumentando o fluxo sanguíneo cerebral.
👉 Resultado: cérebro mais protegido, com melhor memória e processamento.
⸻
🥑 Abacate
Estabilidade elétrica e foco
• Gorduras monoinsaturadas: sustentam membranas neuronais estáveis e sinalização eficiente.
• Potássio e magnésio: ajudam no equilíbrio elétrico dos neurônios (atenção, foco e humor).
• Folato e vitamina E: participam da metilação cerebral e da defesa antioxidante.
👉 Resultado: mais clareza mental, foco sustentado e suporte ao humor.
⸻
🥥 Coco
Energia rápida e alternativa para o cérebro
• Triglicerídeos de cadeia média (TCM): viram corpos cetônicos, combustível rápido para neurônios — especialmente útil quando a glicose não é bem utilizada.
• Suporte mitocondrial: melhora a eficiência energética cerebral.
• Ação antimicrobiana indireta: pode ajudar a reduzir inflamações sistêmicas que impactam o cérebro.
👉 Resultado: energia mental estável, menos “neblina” e melhor desempenho cognitivo.
⸻
🧠 Por que esse trio funciona melhor junto?
• Estrutura (azeite + abacate): constroem e protegem neurônios.
• Energia (coco): alimenta o cérebro rapidamente.
• Inflamação sob controle: todos reduzem inflamação e oxidação, inimigos do cérebro moderno.
⸻
⚠️ Detalhes que fazem diferença
• Azeite extra-virgem, usado cru ou em baixa temperatura.
• Abacate maduro, sem ultraprocessamento.
• Coco in natura ou óleo de coco com moderação (é potente, mas concentrado).
O malvarisco (Coleus amboinicus), também conhecido como hortelã-grossa ou orégano-cubano, é uma planta aromática amplamente utilizada na medicina tradicional, especialmente em regiões tropicais.
Suas folhas espessas e ricas em óleos essenciais concentram compostos como timol, carvacrol e flavonoides, que apresentam ação biológica significativa sobre o sistema respiratório, digestivo e imunológico.
No sistema respiratório, o Coleus amboinicus atua como expectorante, broncodilatador e anti-inflamatório, sendo muito utilizado em casos de tosse, bronquite, asma leve, gripes e resfriados. Ele ajuda a fluidificar o muco e facilita a sua eliminação, ao mesmo tempo em que reduz a irritação das vias aéreas. Além disso, possui atividade antimicrobiana, podendo auxiliar no combate a bactérias e fungos que agravam infecções respiratórias.
Do ponto de vista digestivo, apresenta ação carminativa, digestiva e antiespasmódica, auxiliando em quadros de má digestão, gases, cólicas intestinais e desconforto abdominal. Seu leve efeito hepatoprotetor também contribui para o funcionamento do fígado, favorecendo o metabolismo de gorduras e toxinas. Em algumas culturas, é utilizado como apoio em casos de diarreia leve, devido à sua ação reguladora intestinal.
Outro aspecto importante é sua atividade anti-inflamatória e antioxidante sistêmica, que contribui para a modulação do sistema imunológico. Pode ser útil em processos inflamatórios leves, dores de garganta e irritações da mucosa oral. Quando utilizado topicamente, em forma de infusão ou maceração, pode auxiliar em pequenas inflamações da pele e picadas de insetos, devido ao seu efeito calmante e antimicrobiano.
Apesar de ser uma planta considerada relativamente segura, o uso deve ser feito com moderação. Doses excessivas podem causar irritação gástrica, e seu uso contínuo ou em populações sensíveis (gestantes, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas) deve ser orientado por um profissional. Como toda planta medicinal, o Coleus amboinicus tem potencial terapêutico importante, mas exige uso consciente, respeitando dose, forma de preparo e indicação clínica adequada.
CAFÉ.
Um estudo chamado “Habitual coffee intake shapes the gut microbiome and modifies host physiology and cognition” mostrou algo muito interessante: o café não atua apenas como estimulante cerebral por causa da cafeína. O consumo habitual de café também parece modificar a microbiota intestinal, ou seja, o conjunto de bactérias que vivem no nosso intestino. Os pesquisadores observaram que pessoas que consomem café regularmente apresentam diferenças importantes na composição bacteriana intestinal quando comparadas a pessoas que não consomem café. Isso sugere que o café pode funcionar como uma espécie de modulador metabólico e microbiano do organismo.
O café é uma bebida extremamente complexa do ponto de vista químico. Além da cafeína, ele possui polifenóis, ácidos clorogênicos, melanoidinas e fibras solúveis que podem servir de substrato para determinadas bactérias intestinais. Algumas espécies bacterianas parecem crescer mais na presença desses compostos, enquanto outras diminuem. Essas alterações podem influenciar digestão, metabolismo energético, inflamação, imunidade e até a comunicação entre intestino e cérebro. Hoje sabemos que existe um eixo microbiota–intestino–cérebro extremamente ativo, e parte dos efeitos cognitivos do café talvez não venha apenas da cafeína, mas também da forma como ele reorganiza esse ecossistema intestinal.
O estudo também sugere que essas mudanças podem repercutir em aspectos fisiológicos e cognitivos, incluindo atenção, disposição mental, processamento cerebral e resposta metabólica. Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas relatam melhora de foco, humor e desempenho intelectual com o consumo moderado de café. Ao mesmo tempo, o trabalho reforça algo importante: o efeito do café não é igual para todo mundo. A resposta depende da genética, do padrão alimentar, do sono, do estado inflamatório e principalmente da microbiota individual. Em algumas pessoas o café pode favorecer equilíbrio metabólico e cognitivo; em outras, pode aumentar ansiedade, irritabilidade, refluxo ou desorganização intestinal, especialmente quando consumido em excesso ou em preparações de baixa qualidade.
Colocar um prendedor de roupa ou um prendedor de cabelo na região da sobrancelha.
Muita gente acha estranho, mas existe uma explicação técnica plausível para o fato de algumas pessoas sentirem alívio da dor de cabeça ou da enxaqueca ao colocar um prendedor de roupa ou um prendedor de cabelo na região da sobrancelha. Essa área é altamente inervada, principalmente por ramos do nervo trigêmeo, que participa diretamente dos mecanismos neurológicos da dor facial e da enxaqueca. Quando aplicamos uma pressão contínua e localizada nessa região, o cérebro pode reduzir parcialmente a percepção dolorosa por um mecanismo chamado modulação sensorial da dor. É como se o estímulo mecânico “competisse” com o estímulo doloroso, diminuindo sua intensidade. Em algumas pessoas, isso gera um efeito relativamente rápido de alívio.
Outro ponto importante é que muitas dores de cabeça têm forte componente muscular e tensional. Pessoas estressadas frequentemente mantêm contração involuntária da musculatura frontal, da testa, da região entre as sobrancelhas e ao redor dos olhos. A pressão do prendedor funciona quase como uma microcompressão terapêutica sobre pontos de tensão miofascial. Isso pode induzir relaxamento reflexo, alterar discretamente a circulação local e reduzir a atividade muscular exagerada. Além disso, essa região coincide com áreas usadas tanto na acupressão quanto em algumas técnicas neurológicas de analgesia, justamente por serem zonas muito sensíveis à estimulação nervosa.
Existe ainda uma possível participação do eixo neurológico autonômico. Algumas pessoas com enxaqueca apresentam hiperativação sensorial e aumento da excitabilidade cerebral. O estímulo contínuo e focal produzido pelo prendedor pode funcionar como um “âncora sensorial”, ajudando o cérebro a reorganizar temporariamente a percepção da dor. Embora isso não substitua avaliação médica em casos importantes, o fato é que muitos recursos populares surgem da observação prática do corpo humano. E, nesse caso, há sim fundamentos neurofisiológicos razoáveis para entender por que determinadas pessoas relatam melhora real da dor de cabeça ao usar compressão leve na sobrancelha.
Fungos
O óleo essencial de alecrim-pimenta (Lippia origanoides) possui compostos como timol e carvacrol, conhecidos pela forte ação antifúngica.
Eles ajudam a enfraquecer os fungos presentes na unha e podem auxiliar na redução da inflamação e do desconforto local.
Por isso, esse óleo é bastante interessante em cuidados complementares contra micoses de unha.
O óleo essencial de tomilho (Thymus vulgaris) também é muito potente contra fungos, principalmente por ser rico em timol.
Ele pode ajudar a dificultar o crescimento dos microrganismos responsáveis pela micose, além de contribuir para a higiene e proteção da região afetada. Como é um óleo forte, deve sempre ser diluído em óleo vegetal antes do uso tópico.
Já a melaleuca (Melaleuca alternifolia) é uma das mais utilizadas no cuidado de fungos de pele e unhas.
Ela possui ação antifúngica, antibacteriana e anti-inflamatória, ajudando a reduzir proliferação de fungos, odor e irritação.
A associação desses três óleos pode criar uma sinergia interessante no cuidado complementar das onicomicoses, sempre com uso correto e acompanhamento profissional quando necessário
PROTOCOLO PÓS VAC1N4 INDICADO PELO DR. JOSÉ AUGUSTO NASSER (desintoxicação)
PROTOCOLO PÓS VAC1N4 INDICADO PELO DR. JOSÉ AUGUSTO NASSER (desintoxicação)
EXAMES PÓS-VACINAÇÃO
- Dímero-D;
- PCR t;
- Troponina;
- Ferritina;
- Fibrinogênio;
- Hemograma completo;
- Coagulograma;
- Anti-heparina PF4 autoimune.
Possíveis tratamentos :
▪️IVERMECTINA durante 5 dias - Farmácia
- 1 comp. para cada 30kg
- Tomar após o almoço.
▪️CHÁ DE FUNCHO (3x dia)
- 1 colher de sobremesa para cada xícara de água, durante 2 meses
▪️Vitamina C 500mg (1x dia) - Farmácia
- Tomar 1 comp. Por dia após almoço
▪️Vitamina D 10.000 UI (1x Dia) - Farmácia
- Tomar 1 comp. Por dia após o almoço
▪️Zinco 50 mg (1x Dia) - Farmácia
- Tomar 1 comp. Por dia após o almoço.
▪️CARVÃO ativado (3x dia) - Farmácia
- Tomar 30 min. antes das refeições.
▪️Suco de coentro (1xd)
- durante 2 meses
▪️Anis estrelado (chá) ou cápsulas - Loja de produto natural
- 2 a 3 vezes por dia.
▪️Zeólita
-Tomar 1 colher de chá por 3 meses!
Premium é de 2,5 gramas ( colher dosadora, vide embalagem) diluída num copo d’água de 200 ml em jejum.
Zeoquantic Standard é uma colher de chá cheia ou 6-7 gramas ( colher dosadora, vide embalagem), num copo d’água de 200 ml em jejum.
- Quem toma medicamentos em jejum, pode tomar antes de dormir.
- Manter um intervalo de 2 horas antes ou depois da medicação.
▪️Chlorella (Marcas: Now foods e da Green Geem)
-Tomar 10 comp. 30 min antes do café da manhã e 10 comp. 30 min antes do almoço ou tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia, meia hora antes das principais refeições (para manutenção).
-4 a 18 semanas - 6 a 10 g por dia (para manutenção).
COMO ELIMINAR A TOXICIDADE DAS VAC1N4S
● Suramina: bloqueia a produção da proteína S (Spike) dentro da célula porque ela é um inibidor do RNA polimerase (enzima que faz com que seja produzida a proteína S).
- Uma dose de 60 mg é suficiente.
- Chá de funcho e agulha de pinheiro branco (comum na América do Norte).
- Cápsulas de funcho 500 mg tem no Mercado Livre.
● Ivermectina
● Prata coloidal
● Lugol
● Azul de metileno
● Dióxido de cloro
● Dimetilglicina
● Clorela
● PQQ
● DMSO
● Zeólita (poeira vulcânica): elimina metais pesados. Proibida pela Anvisa.
● Carvão ativado: pra ação aguda (não adianta se passar muito tempo).
● Coentro: antioxidante.
Conteúdo extraído de uma live com o Dr. José Nasser.
domingo, 3 de maio de 2026
Cetoacidose Diabética: Você sabe os 3 critérios diagnósticos da SBC?
Cetoacidose Diabética: Você sabe os 3 critérios diagnósticos da SBC?
Suspeitou de CAD no plantão? Não dá para fechar o diagnóstico apenas no "olhômetro". Segundo a última diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBC), você precisa confirmar esses três pontos laboratorialmente:
1️⃣ Glicemia: Acima de 200 mg/dL.
2️⃣ Acidose Metabólica: pH < 7,3 ou Bicarbonato < 15.
3️⃣ Cetose: Cetonemia (acima de 3 mmol/L) ou Cetonúria (fita com 2+ ou mais).
Exames do fígado: você realmente sabe interpretar?
Exames do fígado: você realmente sabe interpretar?
Na prática clínica, ainda é comum considerar TGO e TGP como “função hepática”.
Isso está incorreto.
As provas hepáticas devem ser interpretadas em três pilares:
🔴 Lesão hepatocelular
TGO (AST) e TGP (ALT)
Indicam dano ao hepatócito.
🟠 Colestase
Fosfatase alcalina (FA) e GGT
Avaliam fluxo biliar.
🔵 Função hepática
Albumina e TP/INR
Refletem capacidade de síntese hepática.
🟡 Bilirrubinas
Avaliam metabolismo e excreção hepática.
🧠 Raciocínio clínico:
TGO/TGP → lesão
FA/GGT → colestase
Albumina/INR → função
Pacientes com doença hepática avançada podem ter transaminases discretas, mas apresentar alteração importante de função.
📌 A interpretação deve sempre ser integrada ao contexto clínico.
sábado, 2 de maio de 2026
O Boro.
A maioria das pessoas gasta caro com “stacks hormonais”… e ignora um mineral simples, barato e com potencial impacto real: o boro.
Em um estudo com 10 mg/dia por apenas 7 dias, foram observados:
↑ aumento de até 28% na testosterona livre
↓ redução de até 39% no estradiol
↓ queda de SHBG
↓ redução de marcadores inflamatórios
↑ melhora em vitamina D e DHT
Ou seja: um único mineral atuando em múltiplos sistemas hormonais ao mesmo tempo. ⚡
Mas o mais interessante não é só a testosterona 👇
O boro parece atuar na base do problema, reduzindo inflamação e melhorando o ambiente hormonal como um todo — diferente de suplementos que apenas “mascaram” sintomas.
☀️ Outro ponto importante:
O boro pode aumentar a eficiência da vitamina D, prolongando sua ação no organismo — e como a vitamina D está ligada à imunidade, inflamação e testosterona, o efeito combinado faz diferença.
⚠️ ERRO COMUM: tomar em jejum
A absorção do boro depende de resposta à insulina → tomar sem comida reduz o efeito.
👉 Melhor estratégia: usar junto com refeições, preferencialmente pela manhã.
🧠 Como usar:
• 3 a 6 mg/dia (base)
• Até 10 mg por curto prazo
• Formas mais utilizadas: citrato, glicinato ou frutoborato
• Pode combinar com vitamina D + magnésio para potencializar efeitos
📊 Acompanhe:
Testosterona livre, SHBG e vitamina D antes/depois (6–8 semanas)
⚠️ Segurança:
O limite superior gira em torno de ~20 mg/dia — acima disso pode causar desconforto gastrointestinal, irritabilidade e alterações no sono.
Simples. Eficiente. Subestimado. 🎯
📚 Referência científica:
Naghii MR et al. “Comparative effects of daily and weekly boron supplementation on plasma steroid hormones and proinflammatory cytokines.” J Trace Elem Med Biol. 2011.
Assinar:
Postagens (Atom)