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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Homocisteína.

A homocisteína é um marcador que pode revelar riscos importantes para a saúde cardiovascular e neurológica antes mesmo dos sintomas aparecerem. Níveis elevados podem estar relacionados a deficiência de vitaminas do complexo B, inflamação e alterações metabólicas silenciosas que merecem atenção. Por isso, um check-up completo vai muito além do colesterol e da glicemia. Cuidar da saúde também é investigar o que o corpo tenta mostrar antes que o problema apareça.

domingo, 7 de junho de 2026

A gordura da picanha não entope artéria.

A gordura da picanha não entope artéria. Quem entope artéria é a inflamação crônica — e quem gera essa inflamação é o açúcar e o carboidrato refinado que você foi ensinado a comer no lugar da gordura. A ciência já documentou isso: 🔬 Estudo de coorte prospectivo (PMC8159504) mostrou que maior consumo de gordura saturada foi associado a menor risco de doença cardíaca isquêmica. 🔬 A I Diretriz sobre Gorduras e Saúde Cardiovascular (SciELO) documentou que trocar gordura saturada por carboidratos causa queda do HDL e aumento de triglicerídeos — piora o perfil cardiovascular. 🔬 Estudo publicado no PMC (PMC12080653) reforça que gorduras naturais participam da produção hormonal, saúde cerebral e estabilidade de energia. Na próxima vez que você for ao churrasco: come a gordura. Deixa o pão de lado.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

A Coenzima Q10 pode ser muito importante para a depressão.

A Coenzima Q10 pode ser muito importante para a depressão. Neste carrossel você vai entender como essa molécula atua diretamente na função mitocondrial, reduz o estresse oxidativo, diminui a inflamação cerebral e estimula a produção de BDNF — tudo essencial para melhorar a saúde mental. A Coenzima Q10 funciona como “combustível” para as mitocôndrias, as usinas de energia das nossas células. Quando essas mitocôndrias não funcionam bem, o cérebro não consegue produzir energia suficiente, o que está diretamente ligado à depressão, fadiga crônica e outros transtornos do humor. Estudos mostram que dosagens entre 100-500 mg/dia podem reduzir significativamente os sintomas depressivos, dependendo da forma utilizada e da condição clínica de cada pessoa. REFERÊNCIA CIENTÍFICA: Magalhães, P.L.M., et al. (2026). “Effects of Coenzyme Q10 Supplementation on Depressive Symptoms and Fatigue: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials.” Journal of Clinical Psychopharmacology, 46(1), 93-100. Das 4 formas de CoQ10 (CAVAQ10®, UBIQUISOME®, Ubiquinol, Ubiquinona).

VITAMINA K2.

A vitamina K2 tem atraído atenção por seus benefícios cardiovasculares, particularmente no suporte à saúde arterial. Pesquisas indicam que a ingestão de 90 microgramas diários durante um período de nove meses reduziu o acúmulo de placas na artéria carótida em mais de 55%. Acredita-se que esse efeito resulte da capacidade da vitamina K2 de ativar proteínas que ajudam a direcionar o cálcio das artérias para os ossos, reduzindo a rigidez arterial e promovendo a saúde do coração. Um metabolismo saudável do cálcio é fundamental para prevenir o endurecimento das artérias e manter um fluxo sanguíneo eficiente. Além da redução de placas, a vitamina K2 contribui para a flexibilidade vascular e a resiliência cardiovascular geral. Ao impedir o depósito de cálcio nos vasos sanguíneos, ela reduz o risco de aterosclerose, hipertensão e complicações relacionadas. O nutriente também atua em sinergia com a vitamina D e o magnésio, aprimorando a regulação do cálcio e contribuindo para a saúde óssea, ao mesmo tempo que protege o sistema circulatório. Esses benefícios duplos fazem da vitamina K2 um elemento-chave na manutenção da saúde cardíaca e óssea a longo prazo. A ingestão de vitamina K2 pode ser feita por meio de suplementos ou alimentos ricos em K2, como natto, certos queijos e gemas de ovo. Embora não substitua um estilo de vida saudável para o coração, a ingestão consistente, aliada a uma dieta adequada, exercícios regulares e controle do estresse, pode melhorar a saúde cardiovascular. Vitamina K2 — um fator negligenciado na saúde cardiovascular: uma revisão narrativa - PMC https://share.google/9pVptGk7VPVwoFfZv Destacando o substancial conjunto de evidências que confirmam a importância da vitamina K2 como nutriente para a saúde cardiovascular e como a vitamina K2 adequada faz toda a diferença - PMC https://share.google/XyR070oLyV9wKbxj7

NAC.

De acordo com uma revisão sistemática e meta-análise de 2021 publicada no American Journal of Translational Research, pesquisadores analisaram 15 ensaios clínicos envolvendo 768 pessoas com doença renal crônica para avaliar os efeitos da N-acetilcisteína (NAC). Nesses ensaios, a NAC foi administrada mais comumente por via oral em doses que variaram de cerca de 600 mg a 1.200 mg por dia, com durações de tratamento que variaram de semanas a vários meses, dependendo do desenho do estudo. Nessas doses, a NAC foi associada a marcadores de função renal significativamente melhores, incluindo uma taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) mais alta e creatinina sérica mais baixa, em comparação com o placebo. A análise também constatou uma redução de 40% nos eventos cardiovasculares e não relatou interrupções do tratamento devido a efeitos colaterais, sugerindo que a NAC, nessas doses comumente utilizadas, é eficaz e bem tolerada em pessoas com doença renal crônica. Artigo de estudo: 📄 PMID: 34017406.

COLINA.

Existe um nutriente essencial para o cérebro e para o fígado que 90% das pessoas não consomem suficientemente — e que quase nunca aparece nos multivitamínicos. A colina é precursora de acetilcolina (neurotransmissor da memória) e essencial para o metabolismo hepático de gorduras. A principal fonte é a gema do ovo — e décadas de demonização do colesterol derrubaram o consumo. Na gestação, alta ingestão de colina foi associada a melhor memória nos filhos aos 7 anos. Fontes: 1 gema de ovo (≈150mg), fígado bovino (430mg/100g), bacalhau (290mg/100g). Quer receber nossas notícias no e-mail? Newsletter no link da bio. Comunidade no destaque do perfil. Fonte: American Journal of Clinical Nutrition

SE A COMIDA TE DEIXOU DOENTE, POR QUE A SOLUÇÃO NÃO COMEÇA PELA COMIDA?

SE A COMIDA TE DEIXOU DOENTE, POR QUE A SOLUÇÃO NÃO COMEÇA PELA COMIDA? Todo mundo quer emagrecer. Mas poucas pessoas perguntam por que engordaram. Enquanto muitos procuram a próxima caneta milagrosa… poucos estão dispostos a mudar aquilo que colocam no prato todos os dias. Eu não estou dizendo que medicamentos não têm seu lugar. Mas uma pergunta precisa ser feita: Você está tratando apenas o sintoma ou a causa do problema? 🥩 Mais proteína 🥚 Mais nutrientes 💪 Mais massa muscular 🚶 Mais movimento Às vezes a resposta começa muito antes da farmácia. O que você escolheria primeiro: mudar a alimentação ou usar medicamento?

BARDANA.

Uma revisão publicada na revista Inflammopharmacology em 2011 destacou o potencial anticancerígeno da bardana (Arctium lappa), uma planta amplamente utilizada na medicina tradicional chinesa. A revisão relatou que compostos isolados de sementes de bardana demonstraram potentes efeitos inibitórios no crescimento de vários tumores, incluindo o carcinoma pancreático. Os investigadores examinaram evidências de vários estudos que mostram que os compostos bioativos da planta podem interferir no crescimento das células cancerígenas, contribuindo para o crescente interesse científico nas propriedades medicinais da bardana. A revisão, de autoria de Yuk-Shing Chan e colegas, também observou que a bardana contém uma variedade de compostos biologicamente ativos em suas raízes, sementes e folhas. Entre estes, os compostos derivados de sementes atraíram especial atenção pelas suas atividades anti-inflamatórias e antitumorais. As descobertas ajudaram a estabelecer a bardana como uma fonte promissora de compostos naturais para a investigação do cancro, particularmente em estudos que exploram novas abordagens para atingir as células cancerígenas do pâncreas. PMID: 20981575

Pesquisadores anunciaram a descoberta de um novo órgão humano chamado interstício.

Pesquisadores anunciaram a descoberta de um novo órgão humano chamado interstício. Essa rede cheia de líquido fica abaixo da pele e ao redor dos tratos digestivo, respiratório e urinário. Antes considerado um tecido conjuntivo denso, agora é reconhecido como um sistema dinâmico que amortece órgãos, transporta fluidos e apoia a defesa imunológica. A descoberta poderá remodelar a medicina, explicando como as células cancerigenas se espalham, oferecendo novos marcadores de diagnostico e abrindo caminhos para tratamentos inovadores. Os cientistas acreditam que este órgão oculto pode desempenhar um papel crucial nas doenças inflamatórias e no funcionamento dos órgãos. Esta descoberta lembra-nos que mesmo na ciência moderna, o corpo humano ainda guarda segredos à espera de serem descobertos. Ao mapear o interstício, os investigadores esperam desbloquear novas estratégias para a prevenção de doenças e saúde a longo prazo. Seu corpo prospera quando o conhecimento evolui. Às vezes, as maiores descobertas estão escondidas à vista de todos. Fontes: NYU Langone School of Medicine, Journal Scientific Reports, National Institutes of Health, Organização Mundial da Saúde.

refrigerante diet, AVC e demência: o que a ciência realmente mostrou.

Refrigerante diet, AVC e demência: o que a ciência realmente mostrou. Um estudo prospectivo publicado na revista Stroke acompanhou adultos por mais de 10 anos e identificou uma associação relevante: o consumo diário de 1 refrigerante diet esteve ligado a um risco quase três vezes maior de AVC isquêmico e demência do tipo Alzheimer. Mesmo após o ajuste para fatores clássicos de risco — como idade, padrão alimentar, hipertensão, diabetes, obesidade e tabagismo — a associação permaneceu estatisticamente significativa. 🔍 Quais mecanismos podem explicar essa relação? Os autores discutem que adoçantes artificiais podem: • alterar a microbiota intestinal • interferir na resposta insulínica e no metabolismo da glicose • favorecer inflamação crônica de baixo grau • impactar vias vasculares e neuroinflamatórias envolvidas na saúde cerebral ❗ Importante entender: Refrigerante diet não é caloria neutra para o organismo. Mesmo sem açúcar, ele contém compostos biologicamente ativos que, ao longo do tempo, podem afetar o sistema nervoso e a saúde vascular. ✅ Melhores escolhas para o dia a dia: • Água • Chás naturais • Água com frutas, ervas ou especiarias 🧠 Pequenas decisões repetidas diariamente constroem — ou protegem — a saúde do cérebro ao longo dos anos. Compartilhe com quem ainda acredita que refrigerante diet é uma opção inofensiva. 📚 Referência científica: Pase MP et al. Sugar- and Artificially Sweetened Beverages and the Risks of Incident Stroke and Dementia. Stroke, 2017. DOI: 10.1161/STROKEAHA.116.016027

HEMOGRAMA

Um hemograma comum pode mostrar a saúde do seu intestino: parasitas, disbiose, intestino permeável e inflamação da mucosa intestinal antes de você desenvolver uma doença mais grave. MARCADOR 1: Monócitos acima de 8% O que significa: Seu intestino está lutando contra bactérias ruins, fungos ou parasitas. Indica disbiose intestinal em andamento. Valores: Normal: 2% a 8% Disbiose provável: acima de 8% Por que ignoram: Médicos só se preocupam acima de 12%. Entre 8-10% já mostra desequilíbrio da microbiota. MARCADOR 2: Eosinófilos acima de 3% O que significa: Presença de parasitas intestinais, alergias alimentares ou intestino permeável (leaky gut). Valores: Normal: 1% a 3% Parasitas/alergias: acima de 3% Por que ignoram: Dizem “está normal” até 5%. Mas acima de 3% o intestino já está reagindo a algo. MARCADOR 3: Índice MEB acima de 9% (Monócitos + Eosinófilos + Basófilos) O que significa: Inflamação ativa da mucosa intestinal. Seu intestino está inflamado mesmo sem dor. Como calcular: Some os 3 valores do seu hemograma Valores: Ideal: abaixo de 7% Inflamação intestinal: acima de 9% Por que ignoram: A maioria nem calcula esse índice. Olham separado e dizem “tudo normal”

quarta-feira, 3 de junho de 2026

ÁCIDO ÚRICO

Seu ácido úrico pode estar “normal”, mas ainda assim te deixar inflamado. Leia até o fim: Você olha seu exame e vê 6,5 mg/dL de ácido úrico. O laboratório diz que está tudo bem… Mas não está. 🔴 Ácido úrico acima de 4,0 mg/dL já começa a representar risco metabólico e inflamatório, mesmo dentro da faixa de referência. 📉 A verdade científica que poucos falam: O valor ideal de ácido úrico deve ser obrigatoriamente abaixo de 4,0 mg/dL. Acima disso, ele deixa de ser um simples marcador e passa a ser agente ativo de inflamação, resistência à insulina, lesão endotelial e disfunção mitocondrial. 📚 Diversos estudos (NEJM, JAMA, Nature) já associaram níveis entre 4,0 e 6,9 mg/dL a maior risco de doenças cardiovasculares, síndrome metabólica, hipertensão e até declínio cognitivo. ⚠️ Com 6,0? Já há estresse oxidativo. ⚠️ Com 7,0? Inflamação ativa. ⚠️ Com 8,0? Risco real de lesão renal e depósito tecidual de cristais de urato. 👉🏽 E não: isso não é sobre gota. É sobre saúde mitocondrial, inflamação silenciosa e envelhecimento acelerado. ✅ O alvo é claro: ÁCIDO ÚRICO < 4,0 mg/dL. Não aceite “normal” como saudável. Otimize sua bioquímica com ciência de verdade.

A erva-doce e o funcho, geralmente associados à espécie Foeniculum vulgare, contêm compostos naturais como anetol, estragol e fenchona.

A erva-doce e o funcho, geralmente associados à espécie Foeniculum vulgare, contêm compostos naturais como anetol, estragol e fenchona. Essas substâncias apresentam atividade biológica capaz de interagir com receptores hormonais, especialmente os relacionados ao estrogênio. Por esse motivo, algumas referências de fitoterapia recomendam cautela durante a gestação, principalmente com o uso frequente de chás concentrados, extratos e, sobretudo, óleos essenciais, que possuem concentrações muito mais elevadas desses compostos. No caso das gestantes, a preocupação é principalmente preventiva. Como a gravidez envolve um delicado equilíbrio hormonal e existem poucos estudos clínicos robustos avaliando a segurança do uso contínuo dessas plantas durante toda a gestação, muitos profissionais preferem evitar seu uso medicinal regular. Além disso, alguns componentes do funcho apresentam potencial efeito estimulante sobre a musculatura uterina em estudos experimentais, o que reforça a recomendação de prudência, especialmente nos primeiros meses da gravidez. Para mulheres com histórico de câncer de mama hormônio-dependente, especialmente tumores positivos para receptores de estrogênio, a cautela também é recomendada. Embora não existam evidências conclusivas de que o consumo ocasional de erva-doce ou funcho cause recorrência da doença, a presença de compostos com atividade estrogênica teórica faz com que muitos oncologistas e fitoterapeutas evitem o uso regular dessas plantas em doses medicinais. Nesses casos, a orientação mais segura é discutir o uso de qualquer planta medicinal com a equipe médica responsável pelo acompanhamento oncológico, especialmente quando se pretende utilizar chás concentrados, extratos ou suplementos fitoterápicos.